julho 15, 2024 06:51

Comércio solicita ao governo do Estado retorno gradativo das atividades

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A Federação das Câmara de Dirigentes Lojistas no Amazonas (FCDL-AM) enviou nesta quinta-feira, 26, um ofício ao governador Wilson Lima (PSC) solicitando a abertura gradativa do comércio de rua para a próxima segunda-feira, 30, e dos shoppings centers para o dia 7 de abril, desta forma suspendendo a quarentena dos comerciantes.

De acordo com o ofício, a reabertura do comércio de ruas, centros e feiras, seriam no horário de 9h à 15h, e funcionariam por apenas seis horas no dia. Para as atividades dos shoppings, o funcionamento seria das 15h às 21h, também no período de seis horas. O documento observa ainda que só retornarão os funcionários não pertencentes ao grupo de risco.

“O documento já foi enviado e nós estamos pedindo  para que no final do decreto principal, seja feita aos poucos a abertura dos centros comerciais até chegar ao shopping, mas isso claro, conforme for o caso de pessoas infectadas com coronavírus”, declarou Ralph Assayag, presidente da Câmara de Dirigentes Lojistas de Manaus (CDL Manaus).

O pedido foi assinado pelo presidente da CDL e por representantes da Fecomércio, Fieam, Cieam, Aca, Codese, Associação de Empresários do Vieiralves (AEV), Associação dos Notários e Registradores do estado do Amazonas (Anoreg), ADEMI, , Abrasel, Creci e Rede das Imobiliárias de Manaus (Rimam).

Medidas 

Na última segunda-feira, 23, Wilson Lima assinou um decreto que determinava o fechamento de todos os estabelecimentos não essenciais, como forma de prevenção no combate ao Covid-19. Contra a corrente de quarentena nos Estados do Brasil, o presidente Jair Bolsonaro (Sem partido), usou seu pronunciamento para pedir o retorno de todos às atividades normais.

Perguntando se a iniciativa do comércio de Manaus teria alguma influência do discurso do presidente Bolsonaro, Ralph respondeu que, não e, também não tem a intenção de atrapalhar o combate do coronavírus.

“Nós já tínhamos discutido sobre isso antes (o retorno). O maior problema é o número de lojistas e pessoas que não vão ter recursos para a sobrevivência pessoal, assim como os camelôs até os vendedores, não tem como esperar”. “Nós estamos fazendo, baseado ao que vem acontecendo,  para ter o equilíbrio da saúde e o equilíbrio da economia, para que as pessoas não passarem fome também”, declarou Ralph.

 

Ericles Albuquerque, para O Poder

Foto: Hariel Fontenelle/O Poder

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