abril 3, 2025 19:38

Amazonas cai para 17ª posição em ranking da indústria da construção

Em comparação com outras unidades da federação, esse resultado de 2018 mostra que participação do estado do Amazonas no valor de incorporação, obras e/ou serviços da construção representa cerca de 1,2% do valor nacional. Os estados com os maiores valores de participação: São Paulo (29,6%), Minas Gerais (9,7%) e Rio de Janeiro (8,2%). Os estados com os menores números foram: Amapá (0,2%), Acre (0,2%) e Roraima (0,3%).

Conforme os dados, com a perda de fôlego, o Amazonas passou a ocupar a 17ª posição, ficando a frente apenas da Paraíba, Mato Grosso do Sul, Alagoas, Sergipe, Piauí, Tocantins, Rondônia, Roraima, Acre e Amapá.

De 2009 para 2018, o número de empresas de construção no Amazonas aumentou. No entanto, caiu o número de pessoal ocupado. No mesmo período, a Região Norte perdeu participação de 1,2 pontos percentuais no valor das obras realizadas no país; assim como reduziu o número de pessoal ocupado. Entre os estados da Região, no valor das obras, o Amazonas perdeu participação de 24,7% (2009) para 19,9% (2018). Enquanto o Pará subiu de 34,9% para 51,4%. Como resultado o estado ocupa a 17ª posição em valor de incorporações e obras.

A Pesquisa Anual da Indústria da Construção (PAIC) constitui uma importante fonte de informações estatísticas sobre o segmento da indústria da Construção no Brasil, fornecendo aos órgãos governamentais e privados subsídios para o planejamento e, aos usuários em geral informações para estudos setoriais mais aprofundados. A pesquisa, com sua periodicidade anual, permite a comparação da estrutura da indústria da construção em pontos diferentes no tempo e identificar mudanças estruturais.

De acordo com a PAIC 2018, a atividade da construção na região Norte gerou R$ 15,7 bilhões em valor de incorporações, obras e/ou serviços da construção. O setor englobava, em 2018, 2.412 empresas com 5 pessoas ou mais, ocupando 104.789 pessoas. O gasto com salários, retiradas e outras remunerações totalizou R$ 3,07 bilhões no ano. O mapa abaixo mostra decréscimo da participação da Região Norte no valor de incorporação, obras e/ou serviços da construção em relação às outras regiões do Brasil, passando de 7,4% em 2009 para 6,2% em 2018.

Pessoal Ocupado

A PAIC mostra que, em relação ao ano de 2009, houve retração do número de pessoas ocupadas na região Norte, assim como em outras regiões do Brasil. A única exceção foi a região Sul. No caso da Região Norte, havia 134.788 pessoas ocupadas em 2009 (6,8%) e 104.789 pessoas ocupadas em 2018 (6,2%).

No Amazonas, em 2009, as 431 empresas com 5 pessoas ou mais ocupavam 24.831 pessoas; já em 2018, eram 476 empresas, e ocupavam 18.532 pessoas. Significando uma redução de 25,4% do número de pessoas ocupadas entre esses anos. Com esse resultado de 2018, o número de pessoas ocupadas no setor da construção do Estado do Amazonas representa cerca de 1,1% do número de pessoas ocupadas no Brasil. Os estados com os maiores números foram: São Paulo (26,7%), Minas Gerais (11,6%) e Rio de Janeiro (7,8%). Os estados com os menores números foram: Amapá (0,2%), Acre (0,2%) e Roraima (0,2%).

Valor de Incorporações, obras e/ou serviços

A PAIC mostra que, em relação ao ano de 2008, houve aumento em valores absolutos no valor de incorporações, obras e/ou serviços da construção na região Norte de 13,9 R$ bilhões em 2009 para 15,7 bilhões. No entanto, em termos de participação no setor da construção nacional, houve retração, passando de 7,4% para 6,1%, respectivamente. As exceções, em termos de participação nacional, foram as regiões Nordeste e Sul.

No Amazonas, a pesquisa mostra, que o valor de incorporação, obras e/ou serviços da construção foi de R$ 3,45 bilhões em 2009 para 3,12 bilhões em 2018. Essa retração de 9,5% durante o período do setor da construção no Amazonas representou uma queda da participação do estado do Amazonas no valor de incorporação, obras e/ou serviços da construção da Região Norte. Em 2018, o Amazonas participava com cerca de 24,1% do valor; e em 2019, essa participação foi de 19,9%.

 

 

 

Da Redação O Poder

Com informações do IBGE 

Foto: Divulgação

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