junho 17, 2024 16:09

Covid-19: Governo federal lança campanha para defender retomada de atividades

spot_img

Nesta quarta-feira, 25, o governo federal, por meio de suas redes sociais, lançou oficialmente a campanha publicitária intitulada “O Brasil Não Pode Parar”. O movimento tem como objetivo enfatizar que a retomada das atividades é importante para o combate ao Covid-19, mas vai de encontro às determinações do Ministério da Saúde para que se mantenha o isolamento e quarentena para evitar a propagação do vírus no país.

https://www.instagram.com/p/B-JwzBCHfvE/?igshid=1rxdp4al6nsfa

Em seu pronunciamento, o presidente Jair Bolsonaro recomendou o isolamento vertical para combater o Covid-19, a campanha com a tag #OBrasilNãoPodeParar diz que são raros os casos de vítimas fatais do coronavírus entre jovens e adultos e que, por isso, somente idosos e integrantes de grupos de risco devem ficar em casa.

A tag publicada pelo governo federal já se tornou pauta de discussões entre especialistas na área de saúde e de uma parte da população. A proposta da campanha não foi bem aceita por muitos, por contrariar as medidas da Organização Mundial de Saúde (OMS) de ficar em casa. A postagem recebeu um número altíssimo de reprovação e comentários como de “Irresponsáveis”, representando as opiniões de uma parte dos cidadãos.

https://twitter.com/govbr/status/1242753637077712898

Movimentos conservadores e políticos aliados ao governo já estão adotando a hashtag em suas redes sociais com o objetivo de instigar as pessoas a retornarem as suas atividades cotidianas.

Em uma versão preliminar, a campanha disponibilizou através do Youtube, um vídeo onde reforça a importância da tag,, onde há um narrador explicando que o país não pode parar por conta do Covid-19, veja o vídeo:

A campanha publicitária do governo federal com slogan “O Brasil Não Pode Parar” vai custar R$ 4,8 milhões aos cofres públicos.

 

Da Redação O Poder

Foto: Agência Brasil

Últimas Notícias

MP para salvar Amazonas Energia terá impacto de 0,4% na tarifa média no País

A solução endereçada à Amazonas Energia já foi testada durante a privatização da empresa em 2018 e o consumidor...

Mais artigos como este

error: Conteúdo protegido!!