fevereiro 22, 2024 20:00

Paulo Guedes rebate críticas ao atraso do auxílio emergencial

 

Brasília – O ministro da Economia Paulo Guedes rebateu críticas ao atraso do pagamento do auxílio emergencial, em coletiva de imprensa nesta sexta-feira, 3, no Palácio da Alvorada com o ministro da Cidadania, Onyx Lorenzoni, e o presidente da Caixa, Pedro Guimarães, para detalhamento do programa.

Guedes iniciou a coletiva falando sobre as medidas que já foram apresentadas. Mencionou o déficit das contas públicas, que de acordo com ele já soma 6% do PIB, e que os recursos dispensados para os enfrentamento ao coronavírus nos próximos três meses são superiores a todo o orçamento previsto para o ano. 

Conforme o ministro, o presidente Jair Bolsonaro tem demonstrado preocupação com as duas ondas da crise; a da saúde, e alertando para problemas futuros que atingirão a economia. Guedes afirmou ainda que “o tamanho da magnitude dos recursos que estão sendo mobilizados. Isso nunca aconteceu antes”.

O ministro disse que muita gente tem criticado o governo, o que para ele não passa oportunismo, e que a grande verdade é que “em três ou quatro semanas nós saímos de zero para mais de R$ 800 bilhões de recursos para os próximos três meses na economia. Então qualquer crítica que houve a uma demora no programa, eu considero oportunismo político, eu não considero uma coisa séria. Eu acho que a atitude séria agora é nos ajudar a resolver  os problemas, não fica jogando a responsabilidade para um lado ou para o outro”, criticou.

Guedes pediu colaboração de todos, e disse que daqui a três ou quatro meses, “quando nós superarmos a crise e atravessarmos o problema de saúde, podemos voltar de novo com o barulho natural de uma democracia”. “Pode todo mundo chutar todo mundo de novo, começar a brigalhada, todo mundo atacando todo mundo. Mas primeiro estamos todos juntos, porque juntos somos mais forte. Todos juntos para resolver o problema da defesa da saúde brasileira. Ali na frente, a gente volta a brigar de novo, porque democracia é barulhenta, sempre briga mesmo, com isso nós estamos acostumados”, concluiu o ministro. 

 

Izael Pereira, de Brasília para O Poder

Foto: Reprodução TV Brasil

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