maio 21, 2024 10:08

COVID-19: Com 1.554 positivos e 106 mortes, Amazonas tem mais 700 casos em análise

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Com um crescimento exponencial diário e na triste liderança no país como o Estado com maior índice de casos positivos para coronavírus, o Amazonas chega a 1.554 pacientes infectados e 106 mortes. Os dados foram atualizados pela Fundação de Vigilância em Saúde (FVS) em entrevista coletiva on-line nesta quarta-feira, 15.

A diretora-presidente do órgão, Rosemay Pinto, informou ainda que o Estado aguarda o resultado de 700 exames, o que deve aumentar, nas próximas horas, os casos confirmados da doença.

Desse universo de infectados, Rosemary disse que 86%, o equivalente a 1.350 casos, se concentram em Manaus, e os demais 204, estão espalhados em 18 municípios do interior do Amazonas.

Desses, Manacapuru com 111 casos e 6 óbitos; Santo Antônio do Iça com 10 casos; Itacoatiara com 15 casos; Iranduba com 14 casos e um óbito; Parintins com 11 casos e 3 óbitos; São Paulo de Olivença, 9 casos; Tonantins, 9 casos; Presidente Figueiredo 6 casos, Tabatinga 3 casos; Anori, 3 casos; Careiro Castanho 2 casos e 1 óbito; Careiro da Várzea 2 casos; Lábrea 2 casos; Novo Airão 2 casos e um óbito; Tefé 2 casos e um óbito; Anamã 1 caso; Boca do Acre 1 caso; Manicoré 1 caso e um óbito.

“Hoje nos temos 71% dos casos em isolamento social ou domiciliar, um total de 1.114 pacientes. E temos fora do período de transmissão 194 pacientes. Ainda temos 700 amostras aguardando o resultado dos exames”, disse Rosemay.

De acordo com a diretora-presidente da FSV, o Amazonas já alcançou um total de 106 óbitos até a tarde desta quarta-feira pelo novo Coronavírus (Covid-19). Além de 579 pacientes internados, desses 140 confirmados, 70 em leitos clínicos e 70 em Unidades de Terapia Intensiva (UTIs).

“Suspeitos nós temos 439 pacientes, dos quais 334 estão em leitos clínicos e 105 em UTIs. Chegamos, portanto, ao número de 175 pacientes internados em UTI”, ressaltou.

Cloroquina

O infectologista da Fundação de Medicina Tropical (FMT), Marcus Lacerda, explicou que o Amazonas continua o estudo de tratamento do Covid-19 com a cloroquina. “Há um mês atrás, quando iniciamos o estudo tínhamos dúvida da quantidade da Cloroquina no tratamento da doença, na China era utilizado uma doze maior, já aqui no Brasil, estamos usando uma doze menor, sendo duas dozes no primeiro dia e uma dose nos próximos quatro dias”, disse.

 

Henderson Martins, para O Poder

Foto: Reprodução

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