O Sindicato dos Trabalhadores em Educação do Amazonas (Sinteam) – entidade constituída para representar a classe dos professores no Estado – negou que a categoria fará greve nos próximos dias. Além disso, qualquer “parceria” com o Sindicato dos Professores e Pedagogos das Escolas Públicas do Ensino Básico de Manaus (Asprom Sindical) em relação à paralisação está descartada.
O sindicato informou que tem agenda própria e autonomia para decidir suas ações. “Não temos indicativo de greve”, ressaltou a entidade.
O argumento é em relação ao anúncio da Asprom sobre greve nessa quarta-feira, 31, após Assembleia Geral Extraordinária.
Indicativo
De acordo com a Asprom, o estado de greve é o primeiro anúncio de uma categoria profissional de que está disposta a, se for preciso, realizar uma manifestação para buscar resolver problemas da classe.
“Neste caso, o estado de greve aprovado vale para as duas Secretarias: Seduc/Capital e Semed/Manaus, que estão ameaçando retornarem com as aulas presenciais no início de maio”, ressaltou o sindicato.
Golpe
Ainda na assembleia geral, o sindicato aprovou uma Moção de Repúdio à “comemoração “, que foi anunciada pelo Governo Federal de Jair Bolsonaro (sem partido), do aniversário do Golpe Militar, ocorrido no Brasil, em 1964.
“Os vários Governos Militares que se sucederam ao longo de 20 anos assassinaram, torturaram, violentaram e exilaram milhares de brasileiros”, finalizou.
Da redação O Poder
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