fevereiro 22, 2026 09:49

Em cerimônia militar, Bolsonaro fala sobre ‘iniciativas arbitrárias’

Em silêncio desde sexta-feira, 9, quando falou a apoiadores no Palácio da Alvorada, o presidente Jair Bolsonaro (PL) discursou, na manhã desta terça-feira, 13, em cerimônia alusiva ao Dia do Marinheiro e à Imposição da Medalha Mérito Tamandaré, no Grupamento de Fuzileiros Navais, em Brasília.

A região fica a alguns quilômetros da área que, na noite anterior, foi incendiada por apoiadores do mandatário.

“Ao encerrar esta justa e merecida homenagem, reafirmo a todos os brasileiros o comprometimento da Marinha do Brasil com o futuro de nossa pátria. Registro, como presidente da República, a gratidão e o reconhecimento de nossa população aos marinheiros, fuzileiros navais e servidores civis de ontem e de hoje, que até mesmo com o sacrifício da própria vida, lutaram e sempre lutarão para impedir qualquer iniciativa arbitrária que possa vir a solapar os interesses de nosso país, mantendo o Brasil como uma nação grande, livre e soberana. Berço de povo resiliente e, acima de tudo, patriota”, disse em trecho do discurso. 

Atos de vandalismo

Os atos de vandalismo provocados por grupos de bolsonaristas, na noite de segunda-feira, 12, terminaram sem presos e deixaram diversos prejuízos na área central de Brasília.

Além de ter ônibus e carros incendiados, a cidade amanheceu com equipes da Polícia Militar do Distrito Federal (PMDF) em frente à sede da Polícia Federal (PF), para reforçar a segurança da região.

O quebra-quebra seria supostamente motivado, segundo bolsonaristas, pela prisão do líder indígena e apoiador do presidente Jair Bolsonaro (PL) Cacique Tserere.

O CBMDF contabilizou sete veículos danificados; cinco deles eram ônibus — entre os quais quatro ficaram totalmente queimados. O primeiro chamado de atendimento ocorreu por volta das 20h30, com informações sobre um incêndio em prédio na Quadra 2 do Setor Hoteleiro Norte (SHN).

 

Da Redação, com informações de Metrópoles 

Foto: Rafaela Felicciano/Metrópoles

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