Roraima – Bruna Antony de Oliveira, que aparece no quadro de sócios do Instituto Brasileiro de Cidadania e Ação Social (Ibras), empresa que vai receber do Governo de Roraima R$ 17 milhões para organizar a Expoferr 2023, era funcionária da Assembleia Legislativa de Roraima (ALE-RR).
Na Assembleia, a jovem recebia salário de pouco mais de R$ 3 mil. A empresa de Bruna entrou no centro de uma polêmica nos últimos dias após divulgação na imprensa de que a empresa vai embolsar quase R$ 17 milhões apenas para organizar a Expoferrr.
No último dia 3 deste mês, duas notas de empenho foram emitidas em favor do Ibras pela Secretaria de Agricultura, sendo uma no valor de R$ 11,7 milhões, enquanto a segunda é de R$ 5,1 milhões.
No entanto, o edital de chamamento público para contratar o instituto foi publicado em setembro deste ano, com estimativa de gasto de R$ 11,8 milhões. No ano passado, o gasto com o evento foi de R$ 1 milhão.
Anteriormente, a empresa foi contratada para organizar o São João do Anauá, embolsando R$ 8,8 milhões após convênio com a Secretaria de Estado de Cultura (Secult).
Da redação