fevereiro 28, 2024 22:54

TSE nega recurso e mantém cassação de prefeito e vice de Alto Alegre

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Roraima – Nesta quinta-feira, 8, o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) rejeitou um recurso apresentado pelo prefeito de Alto Alegre, Pedro Henrique Machado (PSD), e pela vice, Simone Elisabete Friedrich, e manteve a cassação de ambos por compra de votos no pleito de 2022.

Pedro Henrique e Elisabete foram acusados de distribuir cestas básicas em troca de votos e os foram cassados decisão do Tribunal Regional Eleitoral de Roraima (TRE-RR). Eles recorreram ao TSE.

Em decisão desta quinta, foram favoráveis pela cassação os ministros Alexandre de Moraes (presidente), Cármen Lúcia, Nunes Marques, Benedito Gonçalves, Raul Araújo, Floriano de Azevedo Marques e André Ramos Tavares.

Fraudes

No ano passado, a Justiça Federal afastou Pedro Henrique Machado após investigações de uma organização criminosa por fraudes em licitações, pagamentos de propinas e lavagem de dinheiro.

Machado chegou a ser preso, mas ganhou liberdade e em dezembro do ano passado voltou ao comando da Prefeitura de Alto Alegre.

Leviatã

A Polícia Federal deflagrou a Operação Leviatã, no dia 29 de agosto de 2023, para investigar o envolvimento do político em um esquema de fraudes em licitações, pagamento de propinas e lavagem de dinheiro.

No dia 31 de agosto, o prefeito se apresentou voluntariamente à Polícia Federal em Boa Vista, onde foi cumprido o mandado de prisão expedido pela Justiça Federal. Ele era considerado foragido desde o dia 29 de agosto, quando houve busca e apreensão na residência dele em Alto Alegre e em outro imóvel em Boa Vista.

As investigações tiveram início com a análise de materiais apreendidos durante uma operação anterior da Polícia Federal. Nesses materiais, foram encontrados diálogos entre um empresário e um político discutindo a contratação de uma empresa para realizar serviços de engenharia para a prefeitura de Alto Alegre.

No dia 15 de setembro, Pedro Henrique Machado deixou a  Penitenciária Agrícola de Monte Cristo devido à decisão do ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Nunes Marques.

Foto: Divulgação 

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