À frente da Suframa, Bosco Saraiva transformou gestão em vitrine: modernização administrativa, recorde de empregos no Polo Industrial de Manaus e discurso afinado com o desenvolvimento regional. Não é só técnica, é posicionamento político. Bosco soube usar a máquina pública para mostrar serviço, resultado e liderança.
Agora, com a desincompatibilização no horizonte, Bosco deve deixar a Suframa não apenas com capital político fortalecido, mas com protagonismo em alta. Sai com números no bolso, narrativa construída e o palco montado. Quem entrega resultado não pede espaço — ocupa. E Bosco entra no jogo dizendo que fez, mostrando como fez e se colocando no centro do debate.
Da Redação


