fevereiro 8, 2026 05:20
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Ministro Augusto Heleno testa positivo para o coronavírus

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FOTO : TERÇA-LIVRE

O ministro do Gabinete de Segurança Institucional (GSI) da Presidência da República, Augusto Heleno, informou nesta quarta-feira,18, que testou positivo para o novo coronavírus. O ministro aguarda contraprova.

“Informo que o resultado do meu segundo exame, realizado no HFA, acusou positivo. Aguardo a contraprova da Fiocruz. Estou sem febre e não apresento qualquer dos sintomas relacionados ao Covid-19. Estou isolado, em casa, e não atenderei telefonemas”, publicou Heleno em uma rede social.

Foto: Reprodução

Heleno integrou a comitiva do presidente Jair Bolsonaro na viagem à Flórida (EUA), na semana passada. Ele fez um primeiro teste, com resultado negativo, e realizou um novo exame na terça-feira,17.

Heleno, outros ministros e o presidente Jair Bolsonaro fizeram dois testes para identificar o novo coronavírus depois da confirmação de que o secretário de Comunicação do governo, Fábio Wajngarten, está com o vírus.

Wajngarten integrou a comitiva na viagem aos EUA. Bolsonaro fez dois testes até o momento e, segundo ele, ambos deram resultado negativo. Com Heleno, chega a 16 o número de pessoas que estiveram na viagem do presidente e contraíram coronavírus.

O segundo teste de Heleno, feito no departamento médico do Palácio do Planalto, deu positivo. Após fazer o teste, Heleno conversou com jornalistas e disse que se sentia bem, porém não era algo “absolutamente tranquilizadora” a situação.

“Tudo bem, mas é o tal negócio, não é uma coisa absolutamente tranquilizadora você estar muito bem. Já houve gente que foi diagnosticada, porque isso depende muito da reação do seu organismo, às vezes seu organismo resiste a esse tipo de vírus sem ter grandes problemas. Tem gente que vai para cama, tem febre, não sei o que”, explicou Heleno.

Heleno tem 72 anos de idade, ou seja, está nos grupos considerados mais suscetíveis ao Covid-19, doença provocada pelo novo coronavírus.

Conteúdo: G1

Foto: O Globo

Ministro Augusto Heleno testa positivo para o coronavírus

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FOTO : TERÇA-LIVRE

O ministro do Gabinete de Segurança Institucional (GSI) da Presidência da República, Augusto Heleno, informou nesta quarta-feira,18, que testou positivo para o novo coronavírus. O ministro aguarda contraprova.

“Informo que o resultado do meu segundo exame, realizado no HFA, acusou positivo. Aguardo a contraprova da Fiocruz. Estou sem febre e não apresento qualquer dos sintomas relacionados ao Covid-19. Estou isolado, em casa, e não atenderei telefonemas”, publicou Heleno em uma rede social.

Foto: Reprodução

Heleno integrou a comitiva do presidente Jair Bolsonaro na viagem à Flórida (EUA), na semana passada. Ele fez um primeiro teste, com resultado negativo, e realizou um novo exame na terça-feira,17.

Heleno, outros ministros e o presidente Jair Bolsonaro fizeram dois testes para identificar o novo coronavírus depois da confirmação de que o secretário de Comunicação do governo, Fábio Wajngarten, está com o vírus.

Wajngarten integrou a comitiva na viagem aos EUA. Bolsonaro fez dois testes até o momento e, segundo ele, ambos deram resultado negativo. Com Heleno, chega a 16 o número de pessoas que estiveram na viagem do presidente e contraíram coronavírus.

O segundo teste de Heleno, feito no departamento médico do Palácio do Planalto, deu positivo. Após fazer o teste, Heleno conversou com jornalistas e disse que se sentia bem, porém não era algo “absolutamente tranquilizadora” a situação.

“Tudo bem, mas é o tal negócio, não é uma coisa absolutamente tranquilizadora você estar muito bem. Já houve gente que foi diagnosticada, porque isso depende muito da reação do seu organismo, às vezes seu organismo resiste a esse tipo de vírus sem ter grandes problemas. Tem gente que vai para cama, tem febre, não sei o que”, explicou Heleno.

Heleno tem 72 anos de idade, ou seja, está nos grupos considerados mais suscetíveis ao Covid-19, doença provocada pelo novo coronavírus.

Conteúdo: G1

Foto: O Globo

Deputado cobra presença de secretário da Saúde na Aleam para explicar ações sobre o coronavírus

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O secretário de Estado de Saúde do Amazonas, (Susam), Rodrigo Tobias, vai ter que explicar na Assembleia Legislativa do Estado do Amazonas (Aleam) quais as ações concretas adotadas pelo governo do Estado para combater a pandemia do coronavírus (Covid 19) em Manaus e nos municípios do interior. O convite foi feito pelo deputado estadual Wilker Barreto (Podemos), que disse nesta terça-feira, 17, que o Amazonas não está preparado e nem tem UTIs suficientes para atender a demanda de pessoas que podem vir a ser infectadas pelo vírus.

De acordo com Wilker, o Comitê de Crise do governo do Estado tem que ir a Assembleia Legislativa explicar as  medidas adotadas. O parlamentar relembrou que até a crise do coronavírus assolar o Brasil, a saúde do Amazonas já estava em colapso e já não havia UTIs para as pessoas do interior.

“É notório que o coronavírus precisa de UTI para os idosos por causa da ventilação mecânica. Eu quero estar equivocado, mas se o ritmo de avanço da doença no Brasil for igual da Europa é uma questão de tempo o confinamento. A sociedade precisa de respostas. Quero fazer um apelo à mesa diretora que o secretário de Saúde (Rodrigo Tobias) possa vir a essa casa, se possível hoje, para que possa explicar as medidas do governo para capital e interior para enfrentamento dessa pandemia”, cobrou Barreto.

Na avaliação de Wilker, as medidas adotadas pelo Parlamento de colocar álcool gel nos corredores, evitar que funcionários acima dos 60 anos do grupo de risco compareçam ao trabalho e a redução de pessoas no plenário e a suspensão por 20 dias das audiências púbicas e sessões especiais, ainda são insuficientes para prevenir o avanço do Covid-19.

Ele acrescentou, ainda, que mesmo com as medidas adotadas pela presidência da Assembleia, nem os deputados nem os servidores estão em segurança, o que poderá ser um vetor de disseminação do vírus entre as famílias. “O álcool gel é suficiente? Ninguém está conversando a dois metros de distância, estamos sem máscara aqui dentro. Acredito que a casa do povo pode funcionar, mas com medidas mais enérgicas do que o álcool em gel que são insuficientes”, concluiu.

O deputado cobrou ainda uma ação mais concreta do governo em relação à pandemia. “O orçamento do governo do Estado, hoje, tem R$ 100 milhões para a Cultura, vamos remanejar R$ 50 milhões para a instalação de UTIs. Não esqueçamos dos cardiopatas, das pessoas que estão em tratamento com câncer ou estão com o organismo debilitado em função de uma cirurgia. O estado é grave”, ressaltou o deputado.

O Poder procurou a Secretaria de Estado da Saúde (Susam) para saber se o Estado está preparado, fisicamente, para atender a um eventual surto da doença no Amazonas e, durante coletiva online do secretário de Saúde, Rodrigo Tobias, na tarde desta terça, ele informou que, sim. Segundo ele, o Hospital Delphina Aziz tem 50 leitos somente para estes eventuais casos e, todas as unidades de saúde estão capacitadas.

 

Augusto Costa, para O Poder

Foto: Aleam

 

 

Deputado cobra presença de secretário da Saúde na Aleam para explicar ações sobre o coronavírus

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O secretário de Estado de Saúde do Amazonas, (Susam), Rodrigo Tobias, vai ter que explicar na Assembleia Legislativa do Estado do Amazonas (Aleam) quais as ações concretas adotadas pelo governo do Estado para combater a pandemia do coronavírus (Covid 19) em Manaus e nos municípios do interior. O convite foi feito pelo deputado estadual Wilker Barreto (Podemos), que disse nesta terça-feira, 17, que o Amazonas não está preparado e nem tem UTIs suficientes para atender a demanda de pessoas que podem vir a ser infectadas pelo vírus.

De acordo com Wilker, o Comitê de Crise do governo do Estado tem que ir a Assembleia Legislativa explicar as  medidas adotadas. O parlamentar relembrou que até a crise do coronavírus assolar o Brasil, a saúde do Amazonas já estava em colapso e já não havia UTIs para as pessoas do interior.

“É notório que o coronavírus precisa de UTI para os idosos por causa da ventilação mecânica. Eu quero estar equivocado, mas se o ritmo de avanço da doença no Brasil for igual da Europa é uma questão de tempo o confinamento. A sociedade precisa de respostas. Quero fazer um apelo à mesa diretora que o secretário de Saúde (Rodrigo Tobias) possa vir a essa casa, se possível hoje, para que possa explicar as medidas do governo para capital e interior para enfrentamento dessa pandemia”, cobrou Barreto.

Na avaliação de Wilker, as medidas adotadas pelo Parlamento de colocar álcool gel nos corredores, evitar que funcionários acima dos 60 anos do grupo de risco compareçam ao trabalho e a redução de pessoas no plenário e a suspensão por 20 dias das audiências púbicas e sessões especiais, ainda são insuficientes para prevenir o avanço do Covid-19.

Ele acrescentou, ainda, que mesmo com as medidas adotadas pela presidência da Assembleia, nem os deputados nem os servidores estão em segurança, o que poderá ser um vetor de disseminação do vírus entre as famílias. “O álcool gel é suficiente? Ninguém está conversando a dois metros de distância, estamos sem máscara aqui dentro. Acredito que a casa do povo pode funcionar, mas com medidas mais enérgicas do que o álcool em gel que são insuficientes”, concluiu.

O deputado cobrou ainda uma ação mais concreta do governo em relação à pandemia. “O orçamento do governo do Estado, hoje, tem R$ 100 milhões para a Cultura, vamos remanejar R$ 50 milhões para a instalação de UTIs. Não esqueçamos dos cardiopatas, das pessoas que estão em tratamento com câncer ou estão com o organismo debilitado em função de uma cirurgia. O estado é grave”, ressaltou o deputado.

O Poder procurou a Secretaria de Estado da Saúde (Susam) para saber se o Estado está preparado, fisicamente, para atender a um eventual surto da doença no Amazonas e, durante coletiva online do secretário de Saúde, Rodrigo Tobias, na tarde desta terça, ele informou que, sim. Segundo ele, o Hospital Delphina Aziz tem 50 leitos somente para estes eventuais casos e, todas as unidades de saúde estão capacitadas.

 

Augusto Costa, para O Poder

Foto: Aleam

 

 

Coronavírus: Comissão da Aleam verificou que preços de máscaras subiram 300%

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A pandemia do coronavírus está ajudando a distribuidoras e empresas que vendem materiais descartáveis para o setor de saúde a aumentarem seus preços de forma bem exagerada. Pelo menos essa foi a constatação do deputado estadual João Luiz (Republicanos), que realizou blitze na semana passada em farmácias, drogarias e distribuidoras. Ele preside a Comissão de Defesa do Consumidor da Assembleia Legislativa do Estado do Amazonas (Aleam).

Conforme o parlamentar, os preços de máscaras, álcool em gel e luvas descartáveis, usadas por odontólogos, médicos, enfermeiros e estudantes de medicina, entre outros profissionais da área de saúde, aumentou em até 300%.

Na blitze da comissão, provocada por várias denúncias de superfaturamento do preço destes produtos, João Luiz afirma que encontrou máscara no valor de R$ 30 e uma caixa com 20 destes itens, R$ 600. “Solicitamos ao Procon a nota de compra desses produtos e se for comprovado esse superfaturamento serão punidos com o pagamento de multa”, informou.

A reportagem de O Poder entrou em contato por telefone com o presidente da Câmara dos Dirigentes Lojistas de Manaus (CDL), Ralph Assayag, para falar sobre o aumento de preços, mas até o fechamento desta edição não obteve resposta.

 

Augusto Costa, para O Poder

Foto: Divulgação/Assessoria

 

 

Coronavírus: Comissão da Aleam verificou que preços de máscaras subiram 300%

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A pandemia do coronavírus está ajudando a distribuidoras e empresas que vendem materiais descartáveis para o setor de saúde a aumentarem seus preços de forma bem exagerada. Pelo menos essa foi a constatação do deputado estadual João Luiz (Republicanos), que realizou blitze na semana passada em farmácias, drogarias e distribuidoras. Ele preside a Comissão de Defesa do Consumidor da Assembleia Legislativa do Estado do Amazonas (Aleam).

Conforme o parlamentar, os preços de máscaras, álcool em gel e luvas descartáveis, usadas por odontólogos, médicos, enfermeiros e estudantes de medicina, entre outros profissionais da área de saúde, aumentou em até 300%.

Na blitze da comissão, provocada por várias denúncias de superfaturamento do preço destes produtos, João Luiz afirma que encontrou máscara no valor de R$ 30 e uma caixa com 20 destes itens, R$ 600. “Solicitamos ao Procon a nota de compra desses produtos e se for comprovado esse superfaturamento serão punidos com o pagamento de multa”, informou.

A reportagem de O Poder entrou em contato por telefone com o presidente da Câmara dos Dirigentes Lojistas de Manaus (CDL), Ralph Assayag, para falar sobre o aumento de preços, mas até o fechamento desta edição não obteve resposta.

 

Augusto Costa, para O Poder

Foto: Divulgação/Assessoria

 

 

Para Cabo Maciel, gestão de Antônio Peixoto em Itacoatiara é um ‘ato criminoso’

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Pré-candidato a prefeito em Itacoatiara, distante a 174 quilômetros de Manaus, o deputado estadual Cabo Maciel (PL) usou a tribuna da Assembleia Legislativa do Estado do Amazonas (Aleam), nesta terça-feira, 17, para denunciar a falta de ambulâncias na cidade e criticar a má-administração do prefeito daquele município, Antônio Peixoto (PT).

Segundo o deputado, em dezembro de 2019 foi liberada uma emenda no valor de R$ 350 mil para o Fundo Municipal de Saúde para a compra de duas ambulâncias, mas três meses depois o prefeito ainda não conseguiu realizar uma licitação para comprá-las. Estes veículos serão destinados para o Hospital José Mendes a Vila de Lindoia, no município.

Maciel contou que dois acidentes de trânsito que aconteceram na rodovia AM-010 (Manaus-Itacoatiara) e na sede do município, no último domingo, 15, mostrou a inexistência de ambulâncias em Itacoatiara pois ambas as vítimas tiveram que ser transferidas para Manaus nos veículos do Corpo de Bombeiros.

“Pela falta de respeito e falta de compromisso público do prefeito Antônio Peixoto. Duas vezes tivemos que acionar o Comando do Corpo de Bombeiros, o coronel Danísio, para que ele autorizasse a ambulância resgate dos bombeiros a conduzir pacientes”, denunciou.

Maciel classificou como “ato criminoso” a postura de Peixoto em relação à administração de Itacoatiara e criticou o gestor por contar “vantagens” em um programa de rádio que possui na cidade.

 

Augusto Costa, para O Poder

Foto: Aleam

Para Cabo Maciel, gestão de Antônio Peixoto em Itacoatiara é um ‘ato criminoso’

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Pré-candidato a prefeito em Itacoatiara, distante a 174 quilômetros de Manaus, o deputado estadual Cabo Maciel (PL) usou a tribuna da Assembleia Legislativa do Estado do Amazonas (Aleam), nesta terça-feira, 17, para denunciar a falta de ambulâncias na cidade e criticar a má-administração do prefeito daquele município, Antônio Peixoto (PT).

Segundo o deputado, em dezembro de 2019 foi liberada uma emenda no valor de R$ 350 mil para o Fundo Municipal de Saúde para a compra de duas ambulâncias, mas três meses depois o prefeito ainda não conseguiu realizar uma licitação para comprá-las. Estes veículos serão destinados para o Hospital José Mendes a Vila de Lindoia, no município.

Maciel contou que dois acidentes de trânsito que aconteceram na rodovia AM-010 (Manaus-Itacoatiara) e na sede do município, no último domingo, 15, mostrou a inexistência de ambulâncias em Itacoatiara pois ambas as vítimas tiveram que ser transferidas para Manaus nos veículos do Corpo de Bombeiros.

“Pela falta de respeito e falta de compromisso público do prefeito Antônio Peixoto. Duas vezes tivemos que acionar o Comando do Corpo de Bombeiros, o coronel Danísio, para que ele autorizasse a ambulância resgate dos bombeiros a conduzir pacientes”, denunciou.

Maciel classificou como “ato criminoso” a postura de Peixoto em relação à administração de Itacoatiara e criticou o gestor por contar “vantagens” em um programa de rádio que possui na cidade.

 

Augusto Costa, para O Poder

Foto: Aleam

Bolsa sobe quase 5% e dólar cai levemente em dia de recuperação

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(Foto: Marcello Casal/Agência Brasil)

Em meio a medidas emergenciais no Brasil e nos Estados Unidos, o mercado financeiro teve um dia de trégua. A bolsa de valores, que ontem caiu 14%, recuperou parcialmente as perdas. O dólar caiu um pouco, mas continuou acima de R$ 5.

O índice Ibovespa, da B3, a Bolsa de Valores brasileira, fechou esta terça-feira, 17, aos 74.617 pontos, com alta de 4,85%. O índice oscilou bastante, chegando a operar em baixa no início das negociações, mas reagiu no fim da manhã. Na máxima do dia, por volta das 13h10, chegou a subir 8,5%, mas desacelerou durante a tarde.

Depois de bater recorde nominal – sem a inflação – ontem, o dólar comercial encerrou hoje o dia vendido a R$ 5,002, com queda de R$ 0,044 (-0,88%). Na mínima do dia, por volta das 15h20, a moeda chegou a cair para R$ 4,96.

A divisa acumula alta de 24,66% em 2020. Hoje, o Banco Central (BC) vendeu US$ 2 bilhões de das reservas internacionais em leilões de linha. Nessa modalidade, a autoridade monetária vende recursos das reservas com o compromisso de recomprar o dinheiro daqui a uns meses.

Estados Unidos

Nesta terça, o Federal Reserve, Banco Central norte-americano, passou a comprar dívidas de curto prazo diretamente das empresas. Chamado de Mecanismo de Financiamento de Papéis Comerciais, o sistema tinha sido usado pela última vez em 2008. Esse tipo de procedimento alivia imediatamente o caixa de empresas endividadas e complementa a redução dos juros básicos a zero e a injeção de US$ 700 bilhões na economia norte-americana.

Pacote de medidas

No Brasil, o mercado reagiu ao pacote de estímulos anunciado ontem à noite pelo ministro da Economia, Paulo Guedes, que pretende injetar até US$ 143,5 bilhões na economia para aliviar os efeitos da crise provocada pelo novo coronavírus, que reduz a produção e o consumo por causa de restrições à circulação de pessoas.

Petróleo 

A intensificação da guerra de preços do petróleo entre Arábia Saudita e Rússia continuou a abalar o mercado. No domingo, 15, à noite, o governo saudita anunciou que aumentará ainda mais a produção de petróleo, inclusive alugando navios petroleiros para ficarem estacionados na costa do país.

O barril do tipo Brent voltou a cair hoje. Por volta das 18h, a cotação estava em US$ 28,75, com recuo de 4,33%. Desde 2003, o barril não era vendido abaixo dos US$ 30. As ações da Petrobras, as mais negociadas na bolsa, que ontem desabaram cerca de 15%, chegaram a subir, mas fecharam o dia em queda. Os papéis ordinários (com direito a voto em assembleia de acionistas) caíram 0,38% nesta terça. Os papéis preferenciais (com preferência na distribuição de dividendos) recuaram 0,69%.

 

Conteúdo e Foto: Agência Brasil

Bolsa sobe quase 5% e dólar cai levemente em dia de recuperação

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(Foto: Marcello Casal/Agência Brasil)

Em meio a medidas emergenciais no Brasil e nos Estados Unidos, o mercado financeiro teve um dia de trégua. A bolsa de valores, que ontem caiu 14%, recuperou parcialmente as perdas. O dólar caiu um pouco, mas continuou acima de R$ 5.

O índice Ibovespa, da B3, a Bolsa de Valores brasileira, fechou esta terça-feira, 17, aos 74.617 pontos, com alta de 4,85%. O índice oscilou bastante, chegando a operar em baixa no início das negociações, mas reagiu no fim da manhã. Na máxima do dia, por volta das 13h10, chegou a subir 8,5%, mas desacelerou durante a tarde.

Depois de bater recorde nominal – sem a inflação – ontem, o dólar comercial encerrou hoje o dia vendido a R$ 5,002, com queda de R$ 0,044 (-0,88%). Na mínima do dia, por volta das 15h20, a moeda chegou a cair para R$ 4,96.

A divisa acumula alta de 24,66% em 2020. Hoje, o Banco Central (BC) vendeu US$ 2 bilhões de das reservas internacionais em leilões de linha. Nessa modalidade, a autoridade monetária vende recursos das reservas com o compromisso de recomprar o dinheiro daqui a uns meses.

Estados Unidos

Nesta terça, o Federal Reserve, Banco Central norte-americano, passou a comprar dívidas de curto prazo diretamente das empresas. Chamado de Mecanismo de Financiamento de Papéis Comerciais, o sistema tinha sido usado pela última vez em 2008. Esse tipo de procedimento alivia imediatamente o caixa de empresas endividadas e complementa a redução dos juros básicos a zero e a injeção de US$ 700 bilhões na economia norte-americana.

Pacote de medidas

No Brasil, o mercado reagiu ao pacote de estímulos anunciado ontem à noite pelo ministro da Economia, Paulo Guedes, que pretende injetar até US$ 143,5 bilhões na economia para aliviar os efeitos da crise provocada pelo novo coronavírus, que reduz a produção e o consumo por causa de restrições à circulação de pessoas.

Petróleo 

A intensificação da guerra de preços do petróleo entre Arábia Saudita e Rússia continuou a abalar o mercado. No domingo, 15, à noite, o governo saudita anunciou que aumentará ainda mais a produção de petróleo, inclusive alugando navios petroleiros para ficarem estacionados na costa do país.

O barril do tipo Brent voltou a cair hoje. Por volta das 18h, a cotação estava em US$ 28,75, com recuo de 4,33%. Desde 2003, o barril não era vendido abaixo dos US$ 30. As ações da Petrobras, as mais negociadas na bolsa, que ontem desabaram cerca de 15%, chegaram a subir, mas fecharam o dia em queda. Os papéis ordinários (com direito a voto em assembleia de acionistas) caíram 0,38% nesta terça. Os papéis preferenciais (com preferência na distribuição de dividendos) recuaram 0,69%.

 

Conteúdo e Foto: Agência Brasil

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