fevereiro 22, 2026 11:01

Requerimento pede flexibilização para vendas de produtos não essenciais no AM

A flexibilização da venda dos produtos não essenciais em comércios atacadistas, distribuidoras, além do funcionamento de transportadoras, armazenadoras e operadores logísticos, foi defendido nesta quinta-feira, 11, pelo deputado Sinésio Campos (PT) que apresentou requerimento na Assembleia Legislativa do Estado (Aleam), indicando ao governo do Estado que altere o decreto governamental nº 43.376 publicado no último dia 5 de fevereiro.

Na avaliação do deputado petista, a indicação ao governo estadual trata sobre os produtos considerados essenciais e não essenciais. Sinésio afirmou que está se referindo ao artigo 2º do decreto 43.376 de 5 de fevereiro de 2021, e que vai propor que seja retirada a restrição de tipos de produtos que podem ser vendidos de modo que a população possa ter acesso a todos os itens oferecidos pelos estabelecimentos autorizados a funcionar nos termos do decreto com o devido controle do acesso e evitando aglomerações.

“Existem estabelecimentos que determinados produtos em departamentos estão lacrados e isso é um absurdo. O que preocupa que isso também gera desemprego. São vários departamentos que também geram emprego e renda. Então porque existe exatamente  isso de fechar setores e departamentos nos locais abertos e o governo está deixando de arrecadar que não está girando a economia de outros produtos que estão lá”, questionou.

Sinésio afirmou que a economia não está girando em produtos que estão deixando de serem levados pelos consumidores.

O petista afirmou que o objetivo é que o decreto do governo do Estado seja alterado, facilitando o funcionamento de atacadistas, distribuidoras, armazenadoras, transportadoras, operadoras logísticas. “Esse requerimento tem o único objetivo que não é abrir geral. O lockdown tem que continuar eu defendo o decreto, mas esses estabelecimentos que estão abertos porque tem setores que não estão tendo acesso”, concluiu.

O Portal O Poder entrou em contato via e-mail com o governo do Estado, mas até o fechamento desta edição não obteve resposta.

 

Augusto Costa, para O Poder

 Foto: Divulgação

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