fevereiro 10, 2026 07:43
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COVID-19: Toque de recolher em Parintins inicia às 20h desta quarta e pode gerar multa e prisão

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Inicia às 20h desta quarta-feira, 25, o toque de recolher no município de Parintins (a 369 quilômetros de Manaus) e, os moradores que desrespeitarem a determinação e forem pegos na rua serão multados em R$ 300 e ainda correrão o risco de receberem uma pena de um mês a um ano de detenção. A restrição termina às 6h da manhã e, recomeça às 20h da noite seguinte.

A medida faz parte de uma recomendação expedida pelo Ministério Público do Estado (MP-AM), nesta terça-feira, 24, após a confirmação da primeira morte por coronavírus no Amazonas de um homem morador do município.

O documento foi direcionado ao prefeito de Parintins, Frank Bi Garcia (PSDB). A recomendação, assinada pelas promotoras de Justiça Marina Maciel e Eliana Amaral, estipula o valor de R$ 300 como multa àqueles que desacatarem a normativa e permanecerem nas ruas, além de multa em dobro para os reincidentes.

Proibição

Com o toque de recolher, ficou proibido a circulação de pessoas em parques, praças públicas municipais, ruas e logradouros, objetivando evitar contatos e aglomerações.

De acordo com o Ministério Público, o descumprimento poderá ser enquadrado na prática de crimes contra a saúde pública, tais como dar causa a epidemia e infringir medida sanitária preventiva, previstos, respectivamente, nos artigos 267 e 268, ambos do Código Penal. O crime prevê pena de detenção, de um mês a um ano, e multa.

Recomendação

Para formular a recomendação, as promotoras se basearam, entre outros itens, na Nota Técnica Conjunta n. 1/2020, elaborada pelo Conselho Nacional do Ministério Público e o Ministério Público Federal, que trata da atuação dos membros do Ministério Público brasileiro, em face da decretação de Emergência de Saúde Pública de Importância Nacional para o coronavírus (Covid-19)

Ressalvas

Conforme a recomendação, o toque de recolher não se aplica àqueles que desempenham atividades essenciais, como os profissionais da saúde e os profissionais que trabalham em estabelecimentos que se destinem ao abastecimento alimentar e farmacológico da população (ex: padarias, supermercados, drogarias e farmácias), bem como àqueles que demonstrarem, comprovadamente, a necessidade de se ausentarem de suas residências por razões emergenciais, tais como, aquisição de fármacos e atendimento médico.

 

Henderson Martins, para O Poder

Foto: Divulgação

COVID-19: Toque de recolher em Parintins inicia às 20h desta quarta e pode gerar multa e prisão

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Inicia às 20h desta quarta-feira, 25, o toque de recolher no município de Parintins (a 369 quilômetros de Manaus) e, os moradores que desrespeitarem a determinação e forem pegos na rua serão multados em R$ 300 e ainda correrão o risco de receberem uma pena de um mês a um ano de detenção. A restrição termina às 6h da manhã e, recomeça às 20h da noite seguinte.

A medida faz parte de uma recomendação expedida pelo Ministério Público do Estado (MP-AM), nesta terça-feira, 24, após a confirmação da primeira morte por coronavírus no Amazonas de um homem morador do município.

O documento foi direcionado ao prefeito de Parintins, Frank Bi Garcia (PSDB). A recomendação, assinada pelas promotoras de Justiça Marina Maciel e Eliana Amaral, estipula o valor de R$ 300 como multa àqueles que desacatarem a normativa e permanecerem nas ruas, além de multa em dobro para os reincidentes.

Proibição

Com o toque de recolher, ficou proibido a circulação de pessoas em parques, praças públicas municipais, ruas e logradouros, objetivando evitar contatos e aglomerações.

De acordo com o Ministério Público, o descumprimento poderá ser enquadrado na prática de crimes contra a saúde pública, tais como dar causa a epidemia e infringir medida sanitária preventiva, previstos, respectivamente, nos artigos 267 e 268, ambos do Código Penal. O crime prevê pena de detenção, de um mês a um ano, e multa.

Recomendação

Para formular a recomendação, as promotoras se basearam, entre outros itens, na Nota Técnica Conjunta n. 1/2020, elaborada pelo Conselho Nacional do Ministério Público e o Ministério Público Federal, que trata da atuação dos membros do Ministério Público brasileiro, em face da decretação de Emergência de Saúde Pública de Importância Nacional para o coronavírus (Covid-19)

Ressalvas

Conforme a recomendação, o toque de recolher não se aplica àqueles que desempenham atividades essenciais, como os profissionais da saúde e os profissionais que trabalham em estabelecimentos que se destinem ao abastecimento alimentar e farmacológico da população (ex: padarias, supermercados, drogarias e farmácias), bem como àqueles que demonstrarem, comprovadamente, a necessidade de se ausentarem de suas residências por razões emergenciais, tais como, aquisição de fármacos e atendimento médico.

 

Henderson Martins, para O Poder

Foto: Divulgação

PL que pede a redução salarial de servidores públicos é visto com cautela pela bancada do AM

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Brasília – A proposta de lei do deputado federal Carlos Sampaio (PSDB-SP), que propõe a redução escalonada de salários do setor público durante a pandemia do coronavírus foi recebida com cautela pela bancada federal do Amazonas, que se mostraram reticentes em relação a um impacto negativo nas finanças de servidores públicos que tenham salários mais abaixo do que os que estão em outros escalões.

O projeto de Sampaio inclui também a redução salarial no período de deputados federais, senadores e até do presidente da República. A ideia tem o apoio do presidente da Câmara dos Deputados, Rodrigo Maia (DEM-RJ) e, inclusive, a matéria já está em suas mãos para análise.  

Caso o texto seja aprovado da forma como foi apresentado, salários dos três poderes deverão ser reduzidos. Os recursos economizados seriam repassados ao Ministério da saúde para o enfrentamento da pandemia. Veja a íntegra do projeto.

Inicialmente a proposta tem validade de 3 meses, podendo ser prorrogada por mais três meses.  A medida deve vigorar apenas durante o decreto de estado de calamidade pública, reconhecido pelo Congresso a pedido do Governo em 20 de março.  O decreto é válido até 31 de dezembro deste ano.

O texto fala em servidores e políticos. As reduções devem ser de acordo com o volume remuneratório.

  • 10%, para os que ganham de R$ 5.000,00 a R$ 10.000; 
  • de 20% a 50%, para ganhos superior a R$ 10.000

Ficam de fora dos cortes os servidores da saúde e da segurança pública. 

Cautela

O projeto propõe ainda, que a redução seja estendida às outras esferas dos três poderes, como o Judiciário e o Executivo. No entanto, para parlamentares da bancada do Amazonas, a proposta deve ser avaliada com cautela. 

Para Marcelo Ramos (PL-AM), por exemplo, a medida só pode ser discutida quando o Executivo e o Judiciário, também mandarem suas proposta para o Congresso. 

“A proposta que foi apresentada na Câmara é de iniciativa de um deputado e propõe redução de salários dos três poderes. O Poder Legislativo não tem iniciativa legislativa sobre remuneração dos outros poderes. Portanto, para essa proposta ser discutida, o Executivo tem que mandar seu projeto, o Judiciário o seu e o Legislativo um que trate só de servidores do legislativo”, declarou.

O autor da proposta, Carlos Sampaio, afirma na justificativa do projeto, que a irredutibilidade dos salários estabelecida na Constituição pode ser contornada devido à excepcionalidade do momento de calamidade.

Para o deputado, diante da MP que o governo enviará ao Congresso, que permite reduzir até 50% dos salários e da carga horária dos trabalhadores do setor privado, além de permitir a taxação de grandes fortunas e dos bancos e a possibilidade de suspensão do contrato de trabalho por  4 meses, não é possível ficar inerte à situação.

“Não é possível ficarmos estáticos, sem nenhum gesto de compreensão para com a gravidade do problema!!! Temos, penso eu, o dever de buscar uma saída para o caos e de darmos uma demonstração concreta de que queremos ajudar a construir uma saída para o país!”, concluiu.

O deputado Delegado Pablo (PSL-AM) se mostrou favorável ao projeto. Para ele a redução de salários deve ser em cima dos maiores vencimentos: deputados federais, senadores, governadores, prefeitos, deputados estaduais, vereadores. Além de membros do Judiciário, Ministério Público, Tribunais de Contas e procuradores. “Todos podem contribuir com a sociedade para que o equilíbrio seja rapidamente restabelecido”, completou.

Bosco Saraiva (Solidariedade) disse que a depender do seu voto, o projeto será aprovado. “Todos devem participar efetivamente do enfrentamento do coronavírus, primeiro salvando vidas e em seguida ajudando a reequilibrar nossa economia”, concluiu.

Sidney Leite também é a favor da redução dos salários dos deputados. Entretanto, disse que é preciso fazer um estudo prévio para que a medida não prejudique os demais servidores.

“Term que ter inúmeros estudos, senão corremos risco igual a medida provisória do governo que baixou essa semana por falta de estudo. Uma pessoas ganha 7 mil, aí corta 50%, mas essa pessoas têm um comprometimento e X de financiamento. E aí, como é que fica… como é que ela paga as contas dela? É só essa a minha preocupação, que haja um estudo técnico”, ponderou o deputado.

Assim como Sidney, o deputado José Ricardo (PT) também demonstrou preocupação com os servidores que têm rendimentos menores. “Eu não tenho nada contra se a ideia principal for reduzir os altos salários dos juízes, dos políticos, dos funcionários dos três Poderes que ganham altíssimos salários. Mas o que eu vejo é que eles querem cortar de todo mundo”, observou.

Procurado pela reportagem, o senador Omar Aziz (PSD-AM), por meio da assessoria de imprensa, respondeu que só “comenta projetos que estejam no Senado”. 

Plínio Valério (PSDB-AM) apesar de ser favorável ao projeto, acredita que a tributação sobre grandes fortuna seria mais viável e traria um volume maior de recursos. “Acho demagogia essa coisa de redução de salário porque não resolve nada. No entanto, meu voto será favorável. Mas seria bom ampliar essa contribuição também ao Judiciário porque é lá que estão os maiores salários. Agora a oportunidade de votarmos o meu projeto que taxa as grandes fortunas. Estamos falando de bilhões. Aí sim, resolveria o problema”, declarou.

Para se tornar lei, a proposta precisa ser aprovada pela maioria simples dos deputados e senadores. Neste período, tanto Câmara quanto Senado estão em regime de votação remota para diminuir as chances de contágio de seus congressistas e servidores pelo Covid-19.

 

Izael Pereira, de Brasília para O Poder

Foto: Senado 

PL que pede a redução salarial de servidores públicos é visto com cautela pela bancada do AM

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Brasília – A proposta de lei do deputado federal Carlos Sampaio (PSDB-SP), que propõe a redução escalonada de salários do setor público durante a pandemia do coronavírus foi recebida com cautela pela bancada federal do Amazonas, que se mostraram reticentes em relação a um impacto negativo nas finanças de servidores públicos que tenham salários mais abaixo do que os que estão em outros escalões.

O projeto de Sampaio inclui também a redução salarial no período de deputados federais, senadores e até do presidente da República. A ideia tem o apoio do presidente da Câmara dos Deputados, Rodrigo Maia (DEM-RJ) e, inclusive, a matéria já está em suas mãos para análise.  

Caso o texto seja aprovado da forma como foi apresentado, salários dos três poderes deverão ser reduzidos. Os recursos economizados seriam repassados ao Ministério da saúde para o enfrentamento da pandemia. Veja a íntegra do projeto.

Inicialmente a proposta tem validade de 3 meses, podendo ser prorrogada por mais três meses.  A medida deve vigorar apenas durante o decreto de estado de calamidade pública, reconhecido pelo Congresso a pedido do Governo em 20 de março.  O decreto é válido até 31 de dezembro deste ano.

O texto fala em servidores e políticos. As reduções devem ser de acordo com o volume remuneratório.

  • 10%, para os que ganham de R$ 5.000,00 a R$ 10.000; 
  • de 20% a 50%, para ganhos superior a R$ 10.000

Ficam de fora dos cortes os servidores da saúde e da segurança pública. 

Cautela

O projeto propõe ainda, que a redução seja estendida às outras esferas dos três poderes, como o Judiciário e o Executivo. No entanto, para parlamentares da bancada do Amazonas, a proposta deve ser avaliada com cautela. 

Para Marcelo Ramos (PL-AM), por exemplo, a medida só pode ser discutida quando o Executivo e o Judiciário, também mandarem suas proposta para o Congresso. 

“A proposta que foi apresentada na Câmara é de iniciativa de um deputado e propõe redução de salários dos três poderes. O Poder Legislativo não tem iniciativa legislativa sobre remuneração dos outros poderes. Portanto, para essa proposta ser discutida, o Executivo tem que mandar seu projeto, o Judiciário o seu e o Legislativo um que trate só de servidores do legislativo”, declarou.

O autor da proposta, Carlos Sampaio, afirma na justificativa do projeto, que a irredutibilidade dos salários estabelecida na Constituição pode ser contornada devido à excepcionalidade do momento de calamidade.

Para o deputado, diante da MP que o governo enviará ao Congresso, que permite reduzir até 50% dos salários e da carga horária dos trabalhadores do setor privado, além de permitir a taxação de grandes fortunas e dos bancos e a possibilidade de suspensão do contrato de trabalho por  4 meses, não é possível ficar inerte à situação.

“Não é possível ficarmos estáticos, sem nenhum gesto de compreensão para com a gravidade do problema!!! Temos, penso eu, o dever de buscar uma saída para o caos e de darmos uma demonstração concreta de que queremos ajudar a construir uma saída para o país!”, concluiu.

O deputado Delegado Pablo (PSL-AM) se mostrou favorável ao projeto. Para ele a redução de salários deve ser em cima dos maiores vencimentos: deputados federais, senadores, governadores, prefeitos, deputados estaduais, vereadores. Além de membros do Judiciário, Ministério Público, Tribunais de Contas e procuradores. “Todos podem contribuir com a sociedade para que o equilíbrio seja rapidamente restabelecido”, completou.

Bosco Saraiva (Solidariedade) disse que a depender do seu voto, o projeto será aprovado. “Todos devem participar efetivamente do enfrentamento do coronavírus, primeiro salvando vidas e em seguida ajudando a reequilibrar nossa economia”, concluiu.

Sidney Leite também é a favor da redução dos salários dos deputados. Entretanto, disse que é preciso fazer um estudo prévio para que a medida não prejudique os demais servidores.

“Term que ter inúmeros estudos, senão corremos risco igual a medida provisória do governo que baixou essa semana por falta de estudo. Uma pessoas ganha 7 mil, aí corta 50%, mas essa pessoas têm um comprometimento e X de financiamento. E aí, como é que fica… como é que ela paga as contas dela? É só essa a minha preocupação, que haja um estudo técnico”, ponderou o deputado.

Assim como Sidney, o deputado José Ricardo (PT) também demonstrou preocupação com os servidores que têm rendimentos menores. “Eu não tenho nada contra se a ideia principal for reduzir os altos salários dos juízes, dos políticos, dos funcionários dos três Poderes que ganham altíssimos salários. Mas o que eu vejo é que eles querem cortar de todo mundo”, observou.

Procurado pela reportagem, o senador Omar Aziz (PSD-AM), por meio da assessoria de imprensa, respondeu que só “comenta projetos que estejam no Senado”. 

Plínio Valério (PSDB-AM) apesar de ser favorável ao projeto, acredita que a tributação sobre grandes fortuna seria mais viável e traria um volume maior de recursos. “Acho demagogia essa coisa de redução de salário porque não resolve nada. No entanto, meu voto será favorável. Mas seria bom ampliar essa contribuição também ao Judiciário porque é lá que estão os maiores salários. Agora a oportunidade de votarmos o meu projeto que taxa as grandes fortunas. Estamos falando de bilhões. Aí sim, resolveria o problema”, declarou.

Para se tornar lei, a proposta precisa ser aprovada pela maioria simples dos deputados e senadores. Neste período, tanto Câmara quanto Senado estão em regime de votação remota para diminuir as chances de contágio de seus congressistas e servidores pelo Covid-19.

 

Izael Pereira, de Brasília para O Poder

Foto: Senado

Governo determina quarentena para passageiro que desembarcar no Aeroporto de Manaus

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O governador Wilson Lima (PSC) deverá baixar ainda nesta quarta-feira, 25, novos decretos de prevenção ao combate do novo coronavírus, entre elas inclui-se a quarentena de todos os passageiros que chegarem no Aeroporto Internacional Eduardo Gomes.

De acordo com declaração do governador em coletiva on-line, a ação será acompanhada por um aplicativo, que está em teste e deve ficar pronto ainda nesta quinta, que deverá ser baixado por todos os passageiros que desembarcarem em Manaus.

Agentes da Fundação de Vigilância em Saúde do Amazonas (FVS-AM) estarão à frente da abordagem e darão as instruções para todos os que desembarcarem baixarem o aplicativo, cadastrando seus dados, e a partir daí serem monitorados por 14 dias.

“É muito importante pois nós iremos saber se a pessoa desenvolve algum sintoma do Covid-19. Se surgir sintomas leves, ela vai ser orientada à distância e isolamento social, em caso de agravamento será notificado no aplicativo e essa pessoa será encaminhando para o atendimento no Hospital Delphina Aziz”, declarou a diretora-presidente da  FVS-AM, Rosemary Pinto.

A pessoa cadastrada no aplicativo também será monitorada através de GPS em tempo real, para que seja comprovado o seu isolamento. De acordo com Rosemary, o aplicativo também disponibilizará uma ficha técnica com forma de prontuário médico.

Wilson Lima informou ainda que entre as novas medidas está a liberação para que todos agentes da FVS tenham o poder de polícia. Atualmente, apenas os pertencentes à Vigilância Sanitária têm esse poder, após decreto todos os demais, endemiológica, laboratorial e ambiental poderão atuar como tal.

 

Ericles Albuquerque, para O Poder

Foto: Divulgação 

Governo determina quarentena para passageiro que desembarcar no Aeroporto de Manaus

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O governador Wilson Lima (PSC) deverá baixar ainda nesta quarta-feira, 25, novos decretos de prevenção ao combate do novo coronavírus, entre elas inclui-se a quarentena de todos os passageiros que chegarem no Aeroporto Internacional Eduardo Gomes.

De acordo com declaração do governador em coletiva on-line, a ação será acompanhada por um aplicativo, que está em teste e deve ficar pronto ainda nesta quinta, que deverá ser baixado por todos os passageiros que desembarcarem em Manaus.

Agentes da Fundação de Vigilância em Saúde do Amazonas (FVS-AM) estarão à frente da abordagem e darão as instruções para todos os que desembarcarem baixarem o aplicativo, cadastrando seus dados, e a partir daí serem monitorados por 14 dias.

“É muito importante pois nós iremos saber se a pessoa desenvolve algum sintoma do Covid-19. Se surgir sintomas leves, ela vai ser orientada à distância e isolamento social, em caso de agravamento será notificado no aplicativo e essa pessoa será encaminhando para o atendimento no Hospital Delphina Aziz”, declarou a diretora-presidente da  FVS-AM, Rosemary Pinto.

A pessoa cadastrada no aplicativo também será monitorada através de GPS em tempo real, para que seja comprovado o seu isolamento. De acordo com Rosemary, o aplicativo também disponibilizará uma ficha técnica com forma de prontuário médico.

Wilson Lima informou ainda que entre as novas medidas está a liberação para que todos agentes da FVS tenham o poder de polícia. Atualmente, apenas os pertencentes à Vigilância Sanitária têm esse poder, após decreto todos os demais, endemiológica, laboratorial e ambiental poderão atuar como tal.

 

Ericles Albuquerque, para O Poder

Foto: Divulgação 

OMS: países devem usar tempo de confinamento para combater coronavírus

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Países que adotaram o confinamento de suas populações para evitar a propagação do coronavírus precisam usar este tempo para encontrar e atacar o vírus, disse a Organização Mundial da Saúde (OMS) nesta quarta-feira,25.

“Pedir às pessoas que fiquem em casa e desativar a movimentação da população é ganhar tempo, e reduzir a pressão sobre os sistemas de saúde. Sozinhas, essas medidas não vão extinguir epidemias”, disse o diretor-geral da OMS, Tedros Adhanom Ghebreyesus.

“Pedimos que todos os países usem este tempo para atacar o vírus”, acrescentou ele em entrevista coletiva.

Os países precisam expandir, treinar e mobilizar suas equipes de saúde pública, assim como implementar sistemas para encontrar todos os casos suspeitos e ampliar os testes, disse.

Foto e conteúdo: Agência Brasil

OMS: países devem usar tempo de confinamento para combater coronavírus

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Países que adotaram o confinamento de suas populações para evitar a propagação do coronavírus precisam usar este tempo para encontrar e atacar o vírus, disse a Organização Mundial da Saúde (OMS) nesta quarta-feira,25.

“Pedir às pessoas que fiquem em casa e desativar a movimentação da população é ganhar tempo, e reduzir a pressão sobre os sistemas de saúde. Sozinhas, essas medidas não vão extinguir epidemias”, disse o diretor-geral da OMS, Tedros Adhanom Ghebreyesus.

“Pedimos que todos os países usem este tempo para atacar o vírus”, acrescentou ele em entrevista coletiva.

Os países precisam expandir, treinar e mobilizar suas equipes de saúde pública, assim como implementar sistemas para encontrar todos os casos suspeitos e ampliar os testes, disse.

Foto e conteúdo: Agência Brasil

Senado aprova distribuição de verbas para a saúde

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Os líderes partidários do Senado se reuniram no final da manhã de hoje,25, para discutir as próximas votações. Ficou decidido que haverá uma votação amanhã para decidir a antecipação do Fundo de Participação dos Municípios (FPM). Segundo o presidente em exercício do Senado, Antonio Anastasia (PSD-MG), há disposição dos parlamentares quando o assunto é liberação de verbas para o combate ao coronavírus.

“Eu observei dos líderes uma boa vontade de participar no combate à pandemia dentro das nossas limitações”, avaliou Anastasia, em coletiva à imprensa após a reunião. “Toda necessidade de recursos que o governo tenha para combater a pandemia, é evidente que o congresso vai alocar, autorizar. Isso tem sido uma unanimidade”, complementou.

Hoje já estão previstas três votações. A primeira é de um projeto que permite a utilização dos saldos dos fundos de saúde. O segundo projeto proíbe a exportação de produtos médicos, hospitalares e de higiene essenciais ao combate à epidemia de coronavírus no Brasil. Já a terceira votação decidirá se o estado de Alagoas poderá obter crédito do exterior, no valor de R$ 680 milhões. Os recursos se destinam ao financiamento do Programa Estrutura Alagoas.

Anastasia foi questionado sobre a posição do Senado em relação a uma redução temporária dos salários dos servidores, assunto que vem sendo proposto pelo presidente da Câmara, Rodrigo Maia. Ele evitou dar sua posição, explicando que poderia ser confundida com a opinião da presidência do Senado, mas afirmou que o momento é de “sacrifício”. “O momento é de sacrifício generalizado. Não vou antecipar uma posição do Senado porque não a tenho. No momento que a matéria for pautada, for comunicada formalmente, vamos conversar com os líderes para termos uma posição unânime”.

Anastasia também comentou a repercussão do pronunciamento de ontem ,24, do presidente Jair Bolsonaro. Vários políticos emitiram notas repudiando o pedido do presidente para que as pessoas voltem às ruas, com exceção apenas para idosos e doentes crônicos. Anastasia reiterou a posição expressa em nota ontem, assinada junto com o presidente Davi Alcolumbre, na qual considera “grave” a posição de Bolsonaro, mas hoje adotou um tom mais conciliador.

“A minha posição, como senador, é sempre na posição de consenso, equilíbrio, serenidade. Acredito que a necessidade para enfrentar uma crise desse tamanho é de convergência, de união de esforços. Não acho que é de apontar culpados, fazer reclamações. Acho que precisamos otimizar recursos da União, estados e municípios”.

Fonte e foto: Agência Brasil

Senado aprova distribuição de verbas para a saúde

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Os líderes partidários do Senado se reuniram no final da manhã de hoje,25, para discutir as próximas votações. Ficou decidido que haverá uma votação amanhã para decidir a antecipação do Fundo de Participação dos Municípios (FPM). Segundo o presidente em exercício do Senado, Antonio Anastasia (PSD-MG), há disposição dos parlamentares quando o assunto é liberação de verbas para o combate ao coronavírus.

“Eu observei dos líderes uma boa vontade de participar no combate à pandemia dentro das nossas limitações”, avaliou Anastasia, em coletiva à imprensa após a reunião. “Toda necessidade de recursos que o governo tenha para combater a pandemia, é evidente que o congresso vai alocar, autorizar. Isso tem sido uma unanimidade”, complementou.

Hoje já estão previstas três votações. A primeira é de um projeto que permite a utilização dos saldos dos fundos de saúde. O segundo projeto proíbe a exportação de produtos médicos, hospitalares e de higiene essenciais ao combate à epidemia de coronavírus no Brasil. Já a terceira votação decidirá se o estado de Alagoas poderá obter crédito do exterior, no valor de R$ 680 milhões. Os recursos se destinam ao financiamento do Programa Estrutura Alagoas.

Anastasia foi questionado sobre a posição do Senado em relação a uma redução temporária dos salários dos servidores, assunto que vem sendo proposto pelo presidente da Câmara, Rodrigo Maia. Ele evitou dar sua posição, explicando que poderia ser confundida com a opinião da presidência do Senado, mas afirmou que o momento é de “sacrifício”. “O momento é de sacrifício generalizado. Não vou antecipar uma posição do Senado porque não a tenho. No momento que a matéria for pautada, for comunicada formalmente, vamos conversar com os líderes para termos uma posição unânime”.

Anastasia também comentou a repercussão do pronunciamento de ontem ,24, do presidente Jair Bolsonaro. Vários políticos emitiram notas repudiando o pedido do presidente para que as pessoas voltem às ruas, com exceção apenas para idosos e doentes crônicos. Anastasia reiterou a posição expressa em nota ontem, assinada junto com o presidente Davi Alcolumbre, na qual considera “grave” a posição de Bolsonaro, mas hoje adotou um tom mais conciliador.

“A minha posição, como senador, é sempre na posição de consenso, equilíbrio, serenidade. Acredito que a necessidade para enfrentar uma crise desse tamanho é de convergência, de união de esforços. Não acho que é de apontar culpados, fazer reclamações. Acho que precisamos otimizar recursos da União, estados e municípios”.

Fonte e foto: Agência Brasil

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