Sobre ação da PF, pesquisadora se defende e diz que reunião se tratava de pesquisa qualitativa: ‘denúncia infundada’

A empresária e pesquisadora Márcia Gordinho considerou a prisão realizada pela Polícia Federal (PF), no último dia 10, como arbitrária e negou que houvesse qualquer ilícito, como compra de votos e favor da candidatura de Ricardo Nicolau (PSD). A pesquisadora ressaltou que a denúncia de compra de votos é infundada e que na noite da diligência acontecia uma pesquisa qualitativa.

A diretora do Centro de Estudo e Pesquisa da Amazônia (Cepam), Márcia Gordinho, disse que no momento que a Polícia Federal iniciou as diligências em seu escritório, estava ocorrendo um processo de pesquisa qualitativa.

“Não existe compra de voto e nem essa possibilidade. Estávamos fazendo uma pesquisa qualitativa. Os próprios convidados para a pesquisa não sabiam o que estava o correndo, é o que se faz nesse tipo de pesquisa. Até para analisarmos a recepção do produto que estamos trabalhando, seja um produto para o período de eleição, ou qualquer objeto de marketing”, explicou a pesquisadora.

Márcia explicou que sempre manteve um trabalho sério e reservado, seja no período de política ou até na produção de qualquer peça publicitária.

Em defesa de Márcia Gordinho, o diretor do Instituto Pontual, Eric Barbosa, comentou nesta sexta-feira, 13, sobre o episódio envolvendo a empresa da pesquisadora, quando ocorreu uma diligência da PF, na noite de terça para apurar a suspeita de compra de votos.

De acordo com o pesquisador, existem dois tipos de pesquisa, a quantitativa, que é quando as pessoas vão para as ruas perguntar a opinião das pessoas. “Mas, também, existe a pesquisa qualitativa, aquela que o eleitor é convidado para ir até o instituto de pesquisa para dar sua opinião sobre as peças publicitárias. Isso não tem nada haver da compra de votos. O participante recebe os incentivos para participar das reuniões”, disse Eric Barbosa.

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Da Redação O Poder

Foto: Divulgação

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