abril 6, 2025 05:14

Projeto que garante 14º e 15º salários para os profissionais da educação deve ser votado na volta do recesso

O Projeto de Lei do Governo do Amazonas que vai garantir a implantação do pagamento do 14º e 15º salários para os profissionais da educação, do programa Educa+Amazonas, deve ser voltado no retorno do recesso parlamentar, em agosto. O programa vai investir R$ 400 milhões na área educacional.

O presidente da Assembleia Legislativa do Estado do Amazonas (Aleam), deputado Roberto Cidade (PV), confirmou nesta terça-feira, 27, que está no aguardo do projeto que foi lançado na última sexta-feira, 23, pelo governador Wilson Lima (PSC).

A matéria precisa cumprir a tramitação regulamentar para depois ser votado pelos deputados assim que terminar o recesso parlamentar, na próxima semana. Roberto Cidade afirmou que ainda precisa receber o projeto de lei para acessar o seu conteúdo, mas adiantou que todas as matérias enviadas pelo governo do Estado para a Alem que forem benéficas à população terão o apoio do parlamento estadual.

“As matérias do Executivo que favoreçam a população amazonense e o servidor público do Estado sempre terão total atenção do Legislativo Estadual”, afirmou.

A princípio também não deve acontecer uma convocação extraordinária dos deputados que estão em recesso parlamentar de 15 dias e só voltam às atividades parlamentares no próximo dia 3 para análise e votação uma vez que a Mesa Diretora da Aleam não recebeu pedido de urgência para tramitação da matéria.

De acordo com a Mensagem Governamental, o programa Educa+Amazonas vai investir mais de R$ 400 milhões nos próximos 15 meses, além de desenvolver 13 projetos prioritários na educação do Amazonas: básica, profissionalizante e superior, por intermédio da Secretaria de Estado de Educação e Desporto (Seduc).

Além dos projetos que estão sendo implantados na rede estadual, contemplando o ensino básico com ampliação de oportunidades aos estudantes, foram firmadas parcerias para atuações dentro do programa.

O Portal O Poder entrou em contato via e-mail com a Secretária de Estado de Comunicação (Secom) e com a Seduc, mas até a publicação dessa matéria não obteve resposta.

 

Augusto Costa, para O Poder

Foto: Acervo O Poder

Edição e Revisão: Alyne Araújo e Henderson Martins

 

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