fevereiro 9, 2026 04:50
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Roberto Cidade apresenta PL que amplia a rede de proteção e saúde animal

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O acesso à saúde pelos animais domésticos deve ganhar mais um mecanismo de proteção a partir do Projeto de Lei nº 1.012/25, de autoria do deputado estadual Roberto Cidade (UB), presidente da Assembleia Legislativa do Amazonas (Aleam), que obriga hospitais, clínicas e centros veterinários privados a aceitarem exames laboratoriais e complementares pré-operatórios realizados em unidades públicas veterinárias.

“Nossa proposta ganha ainda maior relevância diante da recente inauguração do Hospital Público Veterinário do Amazonas. Essa unidade tem auxiliado muitos tutores a terem acesso a exames e tratamentos indispensáveis aos seus pets e, portanto, a recusa por estabelecimentos privados de exames realizados em unidades públicas, ao invés de ampliar o acesso, limita, prejudicando todo um processo de saúde e bem-estar animal”, justificou.

Conforme o PL, hospitais, clínicas e centros veterinários privados estabelecidos no Amazonas ficam obrigados a aceitar exames laboratoriais e complementares de natureza pré-operatória realizados em unidades públicas veterinárias municipais, estaduais ou universitárias, desde que atendidos os requisitos previstos nessa Lei.

Os exames e laudos deverão ser aceitos sempre que estiverem dentro do prazo de validade clínica recomendada pelo profissional responsável; forem legíveis, completos e tecnicamente adequados ao procedimento cirúrgico a ser realizado; estiverem devidamente assinados e identificados por médico-veterinário legalmente habilitado; e apresentarem informações suficientes para avaliação pré-operatória segura e adequada.

Os estabelecimentos privados poderão solicitar exames complementares apenas quando estritamente necessários à segurança do procedimento, devendo apresentar fundamentação técnica clara, a ser disponibilizada ao tutor do animal.

Da Redação com informações da assessoria de imprensa
Foto: Artur Gomes

Ivon Rates é multado pelo TCE-AM por dano ao erário em Envira

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O prefeito de Envira, Ivon Rates da Silva, foi multado pelo Tribunal de Contas do Estado do Amazonas (TCE-AM) por irregularidades nos preços de reformas e em aluguel em escolas do município de Envira, referentes ao exercício no ano de 2013.

A Corte considerou parcialmente procedente o recurso de revisão, interposto pelo próprio prefeito. O valor inicial, no qual foram apontadas as irregularidades, foi de R$ 102,4 mil; houve a exclusão de R$ 12,5 mil, por ter sido esclarecido, por parte da defesa, o suposto superfaturamento.

Foi fixado o prazo de 30 dias para o responsável comprovar perante o tribunal o recolhimento dos débitos a ele imputados. Ivon recebeu, na mesma decisão, uma multa no valor de R$ 8.768,25, por ato praticado com grave infração à norma legal ou regulamentar de natureza contábil e financeira.

Um vereador, atuante no mesmo ano das irregularidades, Elizeu Claudio Xavier, também recebeu multa no valor de R$ 8.768,25, nos mesmos termos da multa aplicada ao prefeito. O vereador em questão alugava sem licitação o imóvel de sua companheira para a prefeitura de Envira.

Confira a decisão do TCE-AM:

TCE-Envira

 

Da Redação

PA: Ministro do Turismo usou dinheiro do próprio partido para pagar aluguel a si mesmo

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O ministro do Turismo, Celso Sabino, foi apontado como locador de um imóvel que se tornou sede estadual do União Brasil no Pará. Localizado na Zona Oeste de Belém, o casarão azul e amarelo tem Sabino como dono e negociante por ser presidente da agremiação do partido.

Foi identificado que o vínculo entre Sabino e a sede vai além de uma decisão administrativa. O ministro é dono da casa por meio de uma de suas empresas. Só foi possível verificar essa ligação por contratos e comprovantes de depósitos apresentados ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE).

Entre março de 2022 até o fim do ano passado, o partido pagou R$ 244,7 mil à Capital Real Imóveis, empresa de Sabino, para alugar a casa que serve de sede ao partido.

Ao UOL, o ministro declarou que a decisão de alugar a casa “foi tomada de maneira colegiada pelo diretório estadual”. Classificou a negociação com a empresa como vantajosa para o partido e declarou que o valor pago ficou abaixo do mercado.

Sabino vive um momento de instabilidade no União Brasil. Em setembro, o presidente do partido, Antonio de Rueda, exigiu que os filiados saíssem do governo petista.

Às vésperas da COP30 (Conferência do Clima), Sabino se recusou a deixar o cargo. O Turismo, pasta que comanda, se envolveu na organização do evento em Belém, seu berço eleitoral.

O ministro passou, então, a enfrentar um processo por infidelidade partidária. Na próxima semana, a reunião da Executiva Nacional se reunirá e deve selar seu destino na agremiação.

Se for expulso, Sabino poderá levar consigo ao menos 55% dos membros da regional, segundo levantamento da reportagem. São filiados que trabalharam em cargos na Câmara ou em áreas de influência política dele, como o ministério e órgãos da prefeitura de Belém e do governo do Pará.

 

Com informações de UOL Notícias

Deputado do PT troca socos com homem no meio da rua; veja vídeo

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O Partido dos Trabalhadores (PT) se manifestou após a briga que envolveu o deputado estadual Renato Freitas (PT-PR), na última quarta-feira, 19. O parlamentar paranaense protagonizou uma troca de socos com outro homem no meio da rua, em Curitiba (PR).

Por nota, a sigla prestou solidariedade a Freitas e classificou o episódio como crime de violência política e racismo.

“O deputado tem sido alvo constante do fascismo porque defende suas ideias com coragem, sustenta o projeto de igualdade no estado e se mantém fiel à defesa dos programas que melhoram a vida do povo trabalhador. O que aconteceu é inadmissível e criminoso.

Manifestamos nossa total solidariedade e apoio ao companheiro Renato Freitas. Não aceitaremos que o racismo tente calar vozes que nasceram da mobilização popular e que seguem lutando para transformar o país. Racismo é crime. Violência política é crime”, diz a nota.

A briga

Um vídeo que viralizou rapidamente nessa quarta mostra o deputado brigando com outro homem. Após provocações e trocas de chutes e socos, o parlamentar caiu no chão com o nariz sangrando. Ele precisou ser levado ao hospital.

Horas após o acontecimento, Freitas se manifestou para explicar a confusão. Segundo ele, ao atravessar a rua, um motorista teria jogado o carro em sua direção. “Eu só olhei, não gesticulei e não falei nada. Ele abaixou o vidro e já veio perguntando: ‘Tá olhando o quê, cara?’, e começou a me xingar”, explicou. Em seguida, os dois iniciaram uma luta corporal.

Em um vídeo divulgado por ele, o deputado ainda diz que não pretende se apresentar como vítima ou agressor, mas questionou a motivação do ataque: “Qual a razão de alguém descer do carro, no meio do nada, para partir para cima de outra pessoa?”, questionou.

Confira o momento:

Quem é Renato Freitas

Freitas se elegeu em 2022, com mais de 50 mil votos como deputado estadual pelo PT. Segundo o deputado, ele é mestre em Direito pela Universidade Federal do Paraná (UFP).

No Paraná, ele é conhecido pelo trabalho voltado para políticas públicas de igualdade racial e por diversos confrontos políticos. Ele já foi acusado, inclusive, de invadir uma igreja com manifestantes em 2022.

Já chegou a ter o mandato de vereador cassado pela Câmara de Curitiba, retornando ao cargo somente após decisão do ministro Luís Roberto Barroso, do Supremo Tribunal Federal (STF).

 

Da Redação, com informações do Metrópoles
Foto: Divulgação 

RR: Em Boa Vista, presidente da Câmara dos Vereadores é cassado por compra de votos e abuso de poder econômico

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O presidente da Câmara Municipal de Boa Vista, vereador Genilson Costa, teve o mandato cassado pela Justiça Eleitoral por esquema de compra de votos e uso de recursos ilícitos no pleito de 2024.

A sentença partiu da 5ª Zona Eleitoral de Roraima, do juiz Angelo Augusto Graça Mendes. O vereador pode recorrer da decisão. Por meio de nota, Genilson afirmou que recebe “com tranquilidade a decisão em primeira instância que o cassou”.

Afirmou também que, em seu entendimento, a sentença será revertida em instância superior, uma vez que a defesa apresentada nos autos foi desconsiderada nesta fase do processo. Reforçou que continua no cargo de vereador e à frente da Câmara de Boa Vista.

Conforme a sentença, o vereador comandava uma estrutura “complexa e articulada” voltada para a compra de votos, abastecida por recursos de R$ 4 milhões em recursos não declarados, muito acima dos valores oficiais da campanha.

O juiz determinou 8 anos de inelegibilidade e aplicou multa no valor máximo previsto na lei. “A materialidade da captação ilícita foi evidenciada pelo flagrante […] onde eleitores eram encontrados portando valores e santinhos de Genilson Costa, confirmando terem recebido dinheiro em troca do voto”, disse o juiz na decisão.

 

Com informações de G1 RR

Trump recua e zera tarifa de 40% sobre produtos do Brasil

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A Casa Branca publicou, na quinta-feira, 20, uma ordem executiva que zera as tarifas de 40% dos Estados Unidos sobre alguns produtos agrícolas brasileiros. Com a decisão, as tarifas sobre carne bovina fresca, resfriada ou congelada, produtos de cacau e café, certas frutas, vegetais e nozes, e fertilizantes foram zerados.

Na última sexta-feira, 14, o governo norte-americano já havia anunciado a retirada das tarifas globais de 10%, mas alguns setores brasileiros ainda continuavam taxados com 40%.

Segundo o texto, a Casa Branca considera que houve “progresso inicial” nas negociações conduzidas após uma conversa telefônica entre Trump e o presidente Luiz Inácio Lula da Silva, em 6 de outubro. O diálogo abriu caminho para uma revisão da medida punitiva, adotada sob justificativa de que políticas do governo brasileiro representariam uma “ameaça incomum e extraordinária” à segurança e aos interesses econômicos dos EUA.

A ordem, assinada pelo presidente Donald Trump, é válida para produtos que entraram no Estados Unidos a partir de 13 de novembro.

Produtos agrícolas excluídos da tarifa de 40%:

  • Carne Bovina, inclui carcaças, metades e cortes de carne bovina, frescos, resfriados ou congelados, em diversas condições (com ou sem osso, processados ou não processados);
  • Frutas, vegetais, raízes e tubérculos como tomates, chuchu e castanhas;
  • Frutas diversas, como por exemplo coco, banana, abacaxi e laranja;
  • Sucos de laranja, congelado ou não congelado, e suco de frutas cítricas;
  • Café, chá e especiarias;
  • Cacau e derivados;
  • Fertilizante.

A lista detalhada inclui uma vasta gama de minérios (ferro, estanho, carvão, linhito, turfa, alcatrão), óleos minerais (petróleo, óleos brutos, combustíveis), e numerosos artigos relacionados a peças de aeronaves.

Os setores que permanecem sujeitos à alíquota adicional de 40% são aqueles cujos produtos não constam na extensa lista de exclusão como máquinas e implementos agrícolas, veículos e autopeças, aço e derivados siderúrgicos, produtos químicos específicos, têxteis e calçados.

A decisão representa um gesto político importante: setor diretamente impactado pelo tarifaço, o agronegócio brasileiro pressionava o governo Lula por uma reação diplomática mais incisiva.

Apesar da flexibilização, o governo Trump reafirma que o estado de emergência permanece em vigor. Ou seja, as sobretaxas continuam aplicadas à maior parte dos produtos incluídos originalmente.

A ordem também autoriza novos ajustes tarifários caso o Departamento de Estado conclua que o Brasil não está atendendo às exigências dos EUA. Todos os órgãos de comércio e segurança envolvidos no caso — incluindo Tesouro, Comércio, Segurança Interna, USTR e Conselho de Segurança Nacional — seguem com poderes para monitorar e recomendar novas medidas.

Reembolsos e impacto econômico

Importadores afetados pela mudança poderão solicitar reembolso de tarifas cobradas indevidamente a partir da data de vigência da nova regra. Os procedimentos serão conduzidos pela Alfândega e Proteção de Fronteiras dos EUA.

Economistas ouvidos pelo setor ainda avaliam o impacto da reversão parcial. A depender da lista final, a medida pode aliviar pressões sobre cadeias exportadoras brasileiras e conter preços no mercado americano — um dos efeitos colaterais indesejados da tarifa de 40%, especialmente no setor alimentício.

Proposta brasileira entregue

No inicio do mês, Mauro Vieira confirmou que o Brasil já havia entregue aos EUA uma “proposta geral” sobre o tarifaço. Ele evitou detalhar conteúdos específicos — como a taxação sobre o café —, mas disse esperar que ambos os países fechem um acordo inicial até o começo de dezembro.

Esse acerto preliminar serviria como base para uma negociação mais ampla, prevista para durar de dois a três meses. A partir de agora, segundo Vieira, a próxima movimentação cabe aos Estados Unidos. “Temos que esperar que eles reajam”, afirmou.

Início do tarifaço

  • Em abril, o país já havia sido alvo de um tarifaço global de 10%.
  • Após sair em defesa do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL), Trump ameaçou aumentar as tarifas sobre exportações brasileiras.
  • O líder norte-americano alegou que o Brasil não está “sendo bom” para os EUA.
  • As tarifas de 40% impostas por Trump entraram em vigor em 1º de agosto, somando-se a sobretaxas anteriores.
  • Ao aplicar ampliar as tarifas sobre o Brasil, Trump associou a decisão ao julgamento do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) no STF.

De acordo com Vieira, há sinais de que o governo americano quer “virar a página” e pacificar a relação comercial.

Segundo o chanceler, Rubio transmitiu uma mensagem direta de Trump: o presidente norte-americano pretende “resolver rapidamente” o impasse e manter uma boa relação com o governo Lula.

 

Da Redação, com informações do Metropoles
Foto: Divulgação

Quem é Jorge Messias, indicado ao STF

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O advogado-geral da União, Jorge Messias, indicado ao Supremo Tribunal Federal (STF) nesta quinta-feira, 20, tem uma sólida carreira na administração pública e um histórico de fidelidade ao PT, além de ser considerado um “evangélico progressista” — membro da Igreja Batista.

Jurista experiente, o pernambucano do Recife tem formação técnica e vivência na administração pública de alto nível. Antes de assumir a AGU, atuou como consultor jurídico no Senado e foi assessor jurídico da Presidência da República. Também passou pelos Ministérios da Educação e da Ciência, Tecnologia e Inovação e foi procurador do Banco Central. É procurador da Fazenda Nacional desde 2007.

Graduado em direito pela Faculdade de Direito do Recife (UFPE), é doutor pela Universidade de Brasília (UnB). Ele defendeu a tese “O Centro de Governo e a AGU: estratégias de desenvolvimento do Brasil na sociedade de risco global”, na qual fala do período do Mensalão e da Lava-Jato. No trabalho, cita o “conservadorismo e autoritarismo do STF”, que teria atuado “de maneira partidarizada em detrimento de interesses do PT”. Também classifica o impeachment da ex-presidente Dilma Rousseff como “golpe” e “dolorosa derrota” do petismo.

É pessoa da extrema confiança do presidente Luiz Inácio Lula da Silva e, por ser evangélico, tornou-se uma aposta do petista para quebrar a resistência com esse grupo, com vistas às eleições de 2026.

Se aprovado na sabatina do Senado, Messias, 45 anos, pode permanecer no STF por até três décadas. Segundo o regimento interno da Corte, os ministros são obrigados a se aposentar ao completarem 75 anos.

Mudança de foco na nomeação

O advogado constitucionalista Leonardo Morais Pinheiro aponta que as novas escolhas do terceiro governo Lula têm se baseado na lealdade para evitar arrependimentos. Neste mandato, o chefe do Executivo escolheu para a Corte os ministros Cristiano Zanin, advogado dele na Lava-Jato, e Flávio Dino, seu ex-ministro da Justiça.

“Tudo indica que Lula mudou de foco nas indicações ao STF: antes era mais suscetível a pressões políticas de grupos de interesses. Hoje, ele foca muito mais em uma composição de conhecimento técnico, habilidade política, compromisso democrático e, logicamente, fidelidade a um campo político”, ressalta.

Para Pinheiro, Messias tem um perfil único. “Se fosse rotulá-lo, diria que seria um evangélico de esquerda, ou um social-democrata assumidamente religioso. Nesse aspecto, se parece com o ministro Flávio Dino. É nordestino, e não vem de família tradicional.”

O cientista político André César ressalta que o presidente está se cercando de pessoas de sua extrema confiança. “Lula se sentiu traído em alguns momentos. Talvez, o ponto mais grave tenha sido quando ele estava preso na sede da Polícia Federal, em Curitiba, e o ministro Toffoli não autorizou que comparecesse ao velório do irmão, o Vavá”, diz.

Tentativa de aproximação com os evangélicos

O advogado Cláudio Pereira de Souza Neto avalia que, apesar da pressão para que o presidente escolhesse uma mulher, o AGU também representa uma parcela importante da população. “É nordestino e é evangélico. Então, também tem essa dimensão de representar uma parcela significativa da sociedade brasileira”, observa.

Desde a campanha de 2022, Lula tenta reduzir a distância para os evangélicos, majoritariamente ligados ao ex-presidente Jair Bolsonaro. À época do pleito, ele lançou a Carta Compromisso com os Evangélicos, prometendo respeito à liberdade religiosa e posicionando-se contra o aborto.

 

Da Redação com informações de Correio Braziliense 

Foto: Divulgação

Incêndio na COP amplia indisposição entre governo e ONU

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O incêndio na Blue Zone da COP de Belém ampliou a indisposição entre a ONU e o governo federal.

Na noite dessa quinta-feira, 20, emissários do Palácio do Planalto se preocupavam em alertar, sob reserva, que as primeiras evidências apontavam para a responsabilidade da ONU no episódio.

O órgão teria deixado representantes do pavilhão da Comunidade da África Oriental, um dos focos do incêndio, entrar na Blue Zone com um forno micro-ondas incompatível com a rede elétrica local.

É a ONU que faz toda a triagem dos credenciados para entrar na Blue Zone. Uma outra alternativa na mesa é uma falha em um gerador.

A indisposição já havia ocorrido na semana passada, após a invasão de manifestantes brasileiros na área.

Na ocasião, houve troca de acusações nos bastidores tendo em vista que a manifestação começou em uma área sob o cuidado do governo estadual, adentrou uma área federal até culminar no confronto com seguranças da ONU na entrada da Blue Zone.

O episódio culminou com uma carta da ONU na quarta-feira endereçada ao governo cobrando melhorias nas instalações da COP.

Nela, foram elencados reclamações que órgãp ouviu das delegações sobre a refrigeração no local, vazamento, inundações, falta de água e segurança.

A CNN mostrou nessa quinta-feira que na carta também foi mencionado riscos decorrentes da exposição da rede elétrica.

Para o governo, a postura da ONU seguiu a adotada na invasão da semana passada no sentido de se apressar para atribuir ao governo responsabilidades que seriam delas.

Por esse motivo também que a Polícia Federal foi rápida em abrir uma investigação preliminar para apurar o incêndio, como mostrou a CNN. A linha de investigação de que um micro-ondas que não deveria ter entrado na Blue Zone é a principal.

A expectativa do governo é que a apuração acabe por demonstrar que foi uma falha da ONU, e não do projeto ou estrutura do local.

Isso porque a construção da Blue Zone e da Green Zone foi responsabilidade da Organização dos Estados Ibero-Americanos, organizamos contratado pela Casa Civil para estruturar o local. Ela subcontratou a empresa DMDL para erguer a estrutura da BlueZone.

Chamou a atenção durante o incêndio a falta de organização para situações deste tipo. Não havia sirenes, mapas de saída ou avisos pelos autos-falantes.

Procuradas, nem a OEI nem a empresa se manifestaram sobre o incêndio.

 

Da Redação com informações de CNN Brasil 

Foto: Reprodução

Senado pode votar PEC que extingue reeleição e amplia mandatos para cinco anos na próxima semana

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A Proposta de Emenda à Constituição (PEC) que prevê o extermínio da reeleição e estabelece mandato de 5 anos para cargos no Executivo foi aprovado pela Comissão de Constituição e Justiça do Senado em maio deste ano, e pode ser apreciado no plenário na próxima semana.

O pedido de pauta foi feito a Davi Alcolumbre (União-AP) pelo presidente da CCJ, Otto Alencar (PSD-BA). Pela proposta, a reeleição ficaria proibida a partir de 2034 para cargos de presidente da República, governadores e prefeitos.

O atual mandato de quatro anos seria ampliado para cinco. E as eleições seriam unificadas: brasileiros iriam às urnas uma vez a cada legislatura, e não duas, como hoje, com a separação das disputas municipais das estaduais e federais.

Para prefeitos, a última reeleição permitida seria em 2028. Para governadores e presidente, em 2030. 

Por ser uma PEC, o projeto é aprovado se conseguir angariar 49 votos, para assim ir ao Senado, e caso aprovado, passa à deliberação da Câmara.

 

Com informações de UOL Notícias

Wilson Lima reforça estabilidade das contas e afirma que pagamentos da AmazonPrev estão garantidos

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Wilson Lima

O governador do Amazonas, Wilson Lima (UB), reforçou que não há qualquer risco para o pagamento de aposentados e pensionistas do Estado em meio ao caso do Banco Master, instituição liquidada pelo Banco Central após a descoberta de um esquema bilionário que envolvia aproximadamente R$ 12 bilhões em títulos falsos.

A AmazonPrev, responsável pela gestão da previdência dos servidores estaduais desde 2001, aparece exposta aos efeitos da intervenção no banco após investir R$ 50 milhões em Letras Financeiras.

Em entrevista à uma TV local, o governador garantiu a segurança das contas estaduais e afirmou que todas as operações da Fundação passaram por vistoria.

“Estamos à disposição para esclarecer o que for necessário sobre o que estão alegando. Não há risco para os segurados. O dinheiro dos aposentados e pensionistas está garantido na AmazonPrev”, declarou.

Receita garantida

Em nota à imprensa, a AmazonPrev reiterou que o investimento realizado em fundo de investimento administrado pelo Banco Master não representa risco e não interfere no pagamento dos benefícios previdenciários. A instituição informou ainda que mantém receita suficiente para garantir integralmente todas as suas obrigações.

Confira na íntegra:

A Fundação Fundo Previdenciário do Estado do Amazonas (Amazonprev) esclarece que a aplicação financeira realizada em fundo de investimento administrado pelo Banco Master, não oferece quaisquer riscos ou interfere no pagamento de aposentados e pensionistas do estado do Amazonas.

A Fundação reforça que a Amazonprev possui receita que garante o cumprimento integral de todas as obrigações junto aos seus beneficiários.

A Amazonprev ressalta, ainda, que todas as aplicações em fundos d investimentos foram realizadas com instituições financeiras credenciadas: pela Secretaria Nacional de Previdência Social e que segu acompanhando a questão junto ao Banco Central.

Da Redação
Foto: Divulgação

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