MPAM investiga condições dos serviços de telefonia móvel em Tabatinga

O Ministério Público do Amazonas (MPAM) instaurou Inquérito Civil (IC) para apurar as condições dos serviços de telefonia móvel prestados pela Oi, Claro, Vivo e Tim aos cidadãos de Tabatinga (a 1.107 quilômetros de Manaus).

A informação foi divulgada no Diário Oficial do Ministério Público. O documento tem assinatura da promotora de Justiça Fabia Melo Barbosa de Oliveira.

A promotora de Justiça considerou que o Ministério Público é instituição permanente, essencial à função jurisdicional do Estado, incumbindo-lhe a defesa da ordem jurídica, do regime democrático e dos interesses sociais e individuais indisponíveis, incumbindo-lhe, dentre outras funções, a promoção do inquérito civil e ação civil pública, para a proteção do patrimônio público e social, do meio ambiente e de outros interesses difusos e coletivos, podendo, inclusive, expedir recomendações e requisições para o melhor desempenho de suas atribuições.

“Considerando que o art. 27 da Resolução 006/2015 do CSMP permite ao membro do Ministério Público instaurar Inquérito Civil para apurar fato que possa autorizar a tutela dos interesses ou direitos difusos, coletivos e individuais homogêneos”, disse a promotora.

Fabia de Oliveira apontou, ainda, o esgotamento do prazo legal da Notícia de Fato nº. 206.2021.000161, instaurada no âmbito desta Promotoria de Justiça, com o escopo de apurar as condições dos serviços de telefonia móvel prestados aos cidadãos do município de Tabatinga.

Diante da situação, o Ministério Público resolveu converter a Notícia de Fato 206.2021.000161 – 1ª PJ/TBT em Inquérito Civil, com vistas de apurar as condições dos serviços de telefonia móvel prestados pela Oi, Claro, Vivo e TIM para a população de Tabatinga.

Leia o documento aqui

 

 

Alessandra Aline Martins, para O Poder

Foto: Divulgação

Edição e Revisão: Alyne Araújo e Henderson Martins

Últimas Notícias

Denúncia aponta que Prefeitura de Japurá descontou INSS sem repassar valores

Servidores da Prefeitura de Japurá denunciaram ao Ministério Público do Amazonas (MPAM) um suposto esquema na Prefeitura de Japurá...

Mais artigos como este