fevereiro 9, 2026 22:40
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Em pronunciamento, Bolsonaro critica a imprensa, a quarentena e o fechamento de escolas

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Durante pronunciamento em cadeia nacional na noite desta terça-feira, 24, o presidente Jair Bolsonaro voltou a minimizar a gravidade do coronavírus, criticou a imprensa, o fechamento das escolas no país e a quarentena imposta aos brasileiros para evitar o avanço da pandemia do vírus no país.

Bolsonaro exaltou o Ministro da Saúde, Luiz Henrique Mandetta, pelo excelente trabalho, mas reafirmou que não é necessário pânico nem histeria. “Grande parte dos meios de comunicação fizeram o contrário, espalhando o pavor. Foi espalhado os dados da Itália, espalhando histeria no país”, afirmou, comparando o clima entre Brasil e Itália assim como a faixa etária predominante nos países.

Após criticar o trabalho da imprensa brasileira, que segundo Bolsonaro espalhou “pavor”, o presidente parabenizou a mídia, porém sem citar a Rede Globo, que em seu editorial da noite de segunda-feira, pediu “calma”.

A crítica também se estendeu para parte dos governadores, pelas medidas adotadas nos respectivos Estados para conter a propagação do vírus. “Algumas autoridades estaduais e municipais devem abandonar o conceito de terra arrasada. A proibição de transportes, confinamento em massa e fechamento de comércio”.

Em sua fala, o presidente apontou a necessidade de o país voltar a normalidade, e que nada justifica o fechamento das escolas, “já que o grupo de risco são de pessoas com mais de 60 anos. Raros sãos os casos fatais, de pessoas sãs com menos de 40 anos de idade”, disse.

Bolsonaro ainda exaltou “seu histórico de atleta”, e que não precisaria se preocupar caso fosse infectado pelo covid-19. “Eu nada sentiria, ou quando muito, poderia ser acometido de uma gripezinha, um resfriadinho, como bem disse aquele conhecido médico daquela conhecida televisão”.

 

Conteúdo: Exame

Foto: Reprodução

Serafim questiona governo sobre denúncias de atrasos salariais de profissionais da saúde

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Num momento em que todos os esforços estão voltados ao combate ao coronavírus, médicos e enfermeiros do Estado estão há três meses sem receber salários, segundo denunciou o deputado Serafim Corrêa (PSB), nesta terça-feira, 23, durante o seu pronunciamento na primeira sessão virtual da Assembleia Legislativa do Estado do Amazonas (Aleam).

Serafim Corrêa disse que esse é o momento de concentrar  todos os esforços no sentido do combate a essa doença, que é grave e que está se alastrando pelo mundo. “É nesse sentido, entendo que o governo do Estado deve concentrar todas as forças para esse combate. Ontem me chegaram notícias de que muitos profissionais da saúde estão reclamando de atrasos de salários. Em um momento como esse isso não pode acontecer”, enfatizou o deputado.

Serafim fez um apelo ao governador Wilson Lima (PSC) para que veja o que existe de concreto nisso e possa resolver o problema da falta de salários médicos e enfermeiros que estão na linha de frente do combate à doença. “Não dá para imaginar um cenário como esse e os profissionais da saúde ainda sem receber”, lamentou.

O parlamentar também sugeriu ao governo que reveja processos licitatórios que estejam vigentes na administração pública porque, em sua avaliação, não faz o menor sentido num cenário de pandemia do novo coronavírus. “Os recursos do Estado precisam estar voltados à saúde da população, à manutenção da dignidade humana, do emprego e da renda”, concluiu.

O portal O Poder entrou em contato com a assessoria da Secretaria de Estado de Saúde (Susam), mas até o fechamento desta edição não obteve resposta.

 

Augusto Costa para, O Poder

Foto: Aleam

Serafim questiona governo sobre denúncias de atrasos salariais de profissionais da saúde

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Num momento em que todos os esforços estão voltados ao combate ao coronavírus, médicos e enfermeiros do Estado estão há três meses sem receber salários, segundo denunciou o deputado Serafim Corrêa (PSB), nesta terça-feira, 23, durante o seu pronunciamento na primeira sessão virtual da Assembleia Legislativa do Estado do Amazonas (Aleam).

Serafim Corrêa disse que esse é o momento de concentrar  todos os esforços no sentido do combate a essa doença, que é grave e que está se alastrando pelo mundo. “É nesse sentido, entendo que o governo do Estado deve concentrar todas as forças para esse combate. Ontem me chegaram notícias de que muitos profissionais da saúde estão reclamando de atrasos de salários. Em um momento como esse isso não pode acontecer”, enfatizou o deputado.

Serafim fez um apelo ao governador Wilson Lima (PSC) para que veja o que existe de concreto nisso e possa resolver o problema da falta de salários médicos e enfermeiros que estão na linha de frente do combate à doença. “Não dá para imaginar um cenário como esse e os profissionais da saúde ainda sem receber”, lamentou.

O parlamentar também sugeriu ao governo que reveja processos licitatórios que estejam vigentes na administração pública porque, em sua avaliação, não faz o menor sentido num cenário de pandemia do novo coronavírus. “Os recursos do Estado precisam estar voltados à saúde da população, à manutenção da dignidade humana, do emprego e da renda”, concluiu.

O portal O Poder entrou em contato com a assessoria da Secretaria de Estado de Saúde (Susam), mas até o fechamento desta edição não obteve resposta.

 

Augusto Costa para, O Poder

Foto: Aleam

Covid-19: Promotor de Coari quer derrubar decreto do governo que proíbe cultos religiosos

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O promotor de Justiça de Coari, Weslei Machado, instaurou inquérito civil para apurar os efeitos do decreto estadual 42.099/2020, do governador Wilson Lima (PSC), que proíbe o funcionamento de templos, igrejas e estabelecimentos afins. O promotor defende, inclusive, que a medida seja revogada.

A decisão do promotor foi publicada no Diário Oficial do Ministério Público do Estado do Amazonas (MP-AM) na edição desta terça-feira, 24.

Procurado pela reportagem para explicar o porquê do inquérito, Machado argumentou que a questão não é atrapalhar o combate ao Covid-19, mas, sim, observar a questão da restrição de liberdade de culto. “Independentemente da situação, existe uma forma constitucional para a restrição da liberdade de culto. Não se deve admitir que um ato de um chefe do Poder Executivo adote esse tipo de atitude sem ter competência, legitimidade democrática”, declarou Wesley para O Poder.

De acordo com o promotor, a decisão de Wilson Lima não teve “legitimidade democrática”, por não seguir os meios constitucionais para essa determinação, que deveria ser autorizada após admissão dos órgãos competentes.

“Não se deve admitir que um ato de um chefe do Poder Executivo adote esse tipo de atitude sem ter competência, legitimidade democrática. Caso seja necessário, há meios para se alcançar essa finalidade: decretação de estado de defesa ou de sítio ou busca de ordem judicial”, diz o promotor.

Na última semana, o promotor Weslei também instaurou um ofício, contra a decisão de Wilson, que determinou a proibição do transporte fluvial de passageiros.

“Instaurei o ofício por constatar a ilegalidade da atuação do governador, assim como fiz no caso da proibição do transporte fluvial de passageiros. Milhares de pessoas estão presas no interior, sem acesso ao transporte e sem possibilidade de buscar alternativas para passar por esse momento excepcional”, destacou o promotor.

“STF”

Nesta terça-feira, 24, o Supremo Tribunal Federal (STF) determinou que Estados e Municípios têm competência para restringir temporariamente a circulação de pessoas por rodovias, portos ou aeroportos de locomoção interestadual e intermunicipal, conforme a edição da Medida Provisória nº 926/2020, assinada pelo ministro Marco Aurélio Mello.

‘Pode atrapalhar o combate’

Para o advogado Raphael Borges, especialista em direito público, o momento em que o país e o Estado se encontram, não é oportuno anular decretos que surgem como forma de prevenção para população, como defende o promotor Weslei Machado.

“A minha opinião é contrária, eu acho que o decreto do governador é legal, sim, além disso a atitude dele (promotor), pode atrapalhar diretamente no combate ao coronavírus. Não é o momento para discutir se o governador tem atribuição para isso o não, temos que focar no principal que é a saúde pública”, declarou Raphael.

O Amazonas já registra 47 casos positivos ao novo Covid-19, sendo, 45 em Manaus e 2 no município de Parintins. Em pouco mais de 10 dias, desde a oficialização do primeiro caso, o número de infectados só cresce.

Confira publicação:

 

Por Ericles Albuquerque, para O Poder

Foto: Divulgação

Covid-19: Promotor de Coari quer derrubar decreto do governo que proíbe cultos religiosos

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O promotor de Justiça de Coari, Weslei Machado, instaurou inquérito civil para apurar os efeitos do decreto estadual 42.099/2020, do governador Wilson Lima (PSC), que proíbe o funcionamento de templos, igrejas e estabelecimentos afins. O promotor defende, inclusive, que a medida seja revogada.

A decisão do promotor foi publicada no Diário Oficial do Ministério Público do Estado do Amazonas (MP-AM) na edição desta terça-feira, 24.

Procurado pela reportagem para explicar o porquê do inquérito, Machado argumentou que a questão não é atrapalhar o combate ao Covid-19, mas, sim, observar a questão da restrição de liberdade de culto. “Independentemente da situação, existe uma forma constitucional para a restrição da liberdade de culto. Não se deve admitir que um ato de um chefe do Poder Executivo adote esse tipo de atitude sem ter competência, legitimidade democrática”, declarou Wesley para O Poder.

De acordo com o promotor, a decisão de Wilson Lima não teve “legitimidade democrática”, por não seguir os meios constitucionais para essa determinação, que deveria ser autorizada após admissão dos órgãos competentes.

“Não se deve admitir que um ato de um chefe do Poder Executivo adote esse tipo de atitude sem ter competência, legitimidade democrática. Caso seja necessário, há meios para se alcançar essa finalidade: decretação de estado de defesa ou de sítio ou busca de ordem judicial”, diz o promotor.

Na última semana, o promotor Weslei também instaurou um ofício, contra a decisão de Wilson, que determinou a proibição do transporte fluvial de passageiros.

“Instaurei o ofício por constatar a ilegalidade da atuação do governador, assim como fiz no caso da proibição do transporte fluvial de passageiros. Milhares de pessoas estão presas no interior, sem acesso ao transporte e sem possibilidade de buscar alternativas para passar por esse momento excepcional”, destacou o promotor.

“STF”

Nesta terça-feira, 24, o Supremo Tribunal Federal (STF) determinou que Estados e Municípios têm competência para restringir temporariamente a circulação de pessoas por rodovias, portos ou aeroportos de locomoção interestadual e intermunicipal, conforme a edição da Medida Provisória nº 926/2020, assinada pelo ministro Marco Aurélio Mello.

‘Pode atrapalhar o combate’

Para o advogado Raphael Borges, especialista em direito público, o momento em que o país e o Estado se encontram, não é oportuno anular decretos que surgem como forma de prevenção para população, como defende o promotor Weslei Machado.

“A minha opinião é contrária, eu acho que o decreto do governador é legal, sim, além disso a atitude dele (promotor), pode atrapalhar diretamente no combate ao coronavírus. Não é o momento para discutir se o governador tem atribuição para isso o não, temos que focar no principal que é a saúde pública”, declarou Raphael.

O Amazonas já registra 47 casos positivos ao novo Covid-19, sendo, 45 em Manaus e 2 no município de Parintins. Em pouco mais de 10 dias, desde a oficialização do primeiro caso, o número de infectados só cresce.

Confira publicação:

 

Por Ericles Albuquerque, para O Poder

Foto: Divulgação

Amazonas pode receber R$ 200 milhões do Fundo Estadual de Saúde

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Senadores durante sessão no Senado Federal
Senadores devem votar o PLP 232, nas próximas semanas

Brasília – Um projeto de lei complementar, aprovado pela Câmara dos Deputados na última quarta-feria, 18, permitirá que os Estados transfiram dos seus Fundos Estaduais de Saúde recursos remanescentes do exercício anterior para o atual. O PLP 232/19, é de autoria da deputada Carmem Zanotto (Cidadanias-SC).

O projeto será votado pelo Senado Federal nesta quarta-feira, 25. O Senador Izalci Lucas (PSDB) foi designado como relator da proposta, pelo presidente do Senado em exercício Antonio Anastasia (PSD).

Em um post no twitter, o deputado federal pelo Amazonas, Marcelo Ramos (PL), disse que trabalha em conjunto com o senador Omar Aziz (PSD) para que o texto seja aprovado pelo Senado. “Com essa aprovação o Governo do Amazonas terá à sua disposição 200 milhões (de reais) de exercícios anteriores do Fundo Estadual de Saúde”, completou.

Também no twitter, Omar Aziz reforçou a importância do projeto ser aprovado. “Este recurso será de grande auxílio para a saúde pública do nosso Estado”, concluiu.

Com a aprovação do projeto, espera-se também que os Estados e municípios possam realocar recursos, destinados originalmente a outras áreas da saúde, para o combate à pandemia do novo coronavírus.

 

Izael Pereira, de Brasília para O Poder

Foto: Roque de Sá/Agência Senado

Amazonas pode receber R$ 200 milhões do Fundo Estadual de Saúde

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Senadores durante sessão no Senado Federal
Senadores devem votar o PLP 232, nas próximas semanas

Brasília – Um projeto de lei complementar, aprovado pela Câmara dos Deputados na última quarta-feria, 18, permitirá que os Estados transfiram dos seus Fundos Estaduais de Saúde recursos remanescentes do exercício anterior para o atual. O PLP 232/19, é de autoria da deputada Carmem Zanotto (Cidadanias-SC).

O projeto será votado pelo Senado Federal nesta quarta-feira, 25. O Senador Izalci Lucas (PSDB) foi designado como relator da proposta, pelo presidente do Senado em exercício Antonio Anastasia (PSD).

Em um post no twitter, o deputado federal pelo Amazonas, Marcelo Ramos (PL), disse que trabalha em conjunto com o senador Omar Aziz (PSD) para que o texto seja aprovado pelo Senado. “Com essa aprovação o Governo do Amazonas terá à sua disposição 200 milhões (de reais) de exercícios anteriores do Fundo Estadual de Saúde”, completou.

Também no twitter, Omar Aziz reforçou a importância do projeto ser aprovado. “Este recurso será de grande auxílio para a saúde pública do nosso Estado”, concluiu.

Com a aprovação do projeto, espera-se também que os Estados e municípios possam realocar recursos, destinados originalmente a outras áreas da saúde, para o combate à pandemia do novo coronavírus.

 

Izael Pereira, de Brasília para O Poder

Foto: Roque de Sá/Agência Senado

Covid-19 : Brasil registra 46 mortes e mais de dois mil casos confirmados

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O número de mortes decorrentes do novo coronavírus (covid-19) chegou a 46, conforme atualização do Ministério da Saúde publicada hoje, 24. Até ontem, 23, o número de pessoas que vieram a óbito estava em 34. No domingo, 22, era de 25, um aumento de quase 20 casos em apenas dois dias.

O total de casos confirmados saiu de 1.891 ontem para 2.201 hoje, um acréscimo proporcional de 16% e de 310 em números absolutos. O resultado de hoje marcou um aumento de 42% nos casos em relação a domingo, quando foram registradas 1.546 pessoas infectadas.

As mortes continuam restritas a São Paulo, com 40 óbitos, e Rio de Janeiro, com 6 falecimentos. A taxa de letalidade saiu de 1,8% ontem, 23, para 2,1% hoje.

Como local de maior circulação do vírus no país, São Paulo também lidera o número de pessoas infectadas, com 810 casos confirmados. Em seguida vêm Rio de Janeiro (305), Ceará (182), Distrito Federal (160), Minas Gerais (130) e Santa Catarina (107).

Também registram casos confirmados Rio Grande do Sul (98), Bahia (76), Paraná (65), Amazonas (47), Pernambuco (42), Espírito Santo (33), Goiás (27), Mato Grosso do Sul (23), Acre (17), Sergipe (15), Rio Grande do Norte (13), Alagoas (nove), Maranhão (oito), Tocantins (sete), Mato Grosso (sete), Piauí (seis), Pará (cinco), Rondônia (três), Paraíba (três), Roraima (dois) e Amapá (um).

Fonte e Foto: Agência Brasil 

Covid-19 : Brasil registra 46 mortes e mais de dois mil casos confirmados

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O número de mortes decorrentes do novo coronavírus (covid-19) chegou a 46, conforme atualização do Ministério da Saúde publicada hoje, 24. Até ontem, 23, o número de pessoas que vieram a óbito estava em 34. No domingo, 22, era de 25, um aumento de quase 20 casos em apenas dois dias.

O total de casos confirmados saiu de 1.891 ontem para 2.201 hoje, um acréscimo proporcional de 16% e de 310 em números absolutos. O resultado de hoje marcou um aumento de 42% nos casos em relação a domingo, quando foram registradas 1.546 pessoas infectadas.

As mortes continuam restritas a São Paulo, com 40 óbitos, e Rio de Janeiro, com 6 falecimentos. A taxa de letalidade saiu de 1,8% ontem, 23, para 2,1% hoje.

Como local de maior circulação do vírus no país, São Paulo também lidera o número de pessoas infectadas, com 810 casos confirmados. Em seguida vêm Rio de Janeiro (305), Ceará (182), Distrito Federal (160), Minas Gerais (130) e Santa Catarina (107).

Também registram casos confirmados Rio Grande do Sul (98), Bahia (76), Paraná (65), Amazonas (47), Pernambuco (42), Espírito Santo (33), Goiás (27), Mato Grosso do Sul (23), Acre (17), Sergipe (15), Rio Grande do Norte (13), Alagoas (nove), Maranhão (oito), Tocantins (sete), Mato Grosso (sete), Piauí (seis), Pará (cinco), Rondônia (três), Paraíba (três), Roraima (dois) e Amapá (um).

Fonte e Foto: Agência Brasil 

Portos, aeroportos e terminais rodoviários têm até esta terça para realizarem barreiras sanitárias

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Termina nesta terça-feira, 24, o prazo para os portos, aeroportos e terminais rodoviários apresentarem providências a serem tomadas para a recomendação dos Ministérios Público Estadual (MP-AM) e Federal (MPF-AM), sobre montagem de barreiras sanitárias nestes locais onde tem grande número de fluxo de pessoas.

No domingo, 22, os órgãos ministeriais recomendaram que a Fundação de Vigilância em Saúde (FVS) e Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária) estabelecessem, de maneira coordenada e conjunta, barreiras sanitárias em portos, terminais rodoviários e aeroportos do Estado pelos próximos sessenta dias com o objetivo de conter a proliferação do novo coronavírus (Covid-19).

A Anvisa informou que vem monitorando todos os relatos feitos em aeronaves para fazer as intervenções quando necessárias, que a notificação de casos ou suspeitas a bordo bem como a veiculação dos avisos de alerta antes do voo é de responsabilidade da companhia aérea.

Sobre procedimento no desembarque, a Anvisa disse que não há uma triagem aleatória ou medicação de temperatura de forma indistinta para os passageiros, visto que está medida é avaliada pelo Brasil como de baixa efetividade, devido a diferentes fatores individuais de cada pessoa.

“A medição de temperatura de forma indistinta de todos os passageiros não tem suporte nas evidências científicas e segue as orientações da OMS, internalizadas no Brasil pelo Ministério da Saúde”, destacou a Agência.

A Agência Nacional de Vigilância Sanitária explicou que suspeitas relatadas pelas aeronaves são avaliadas, se mantida a suspeita, são encaminhadas para o serviço do município. E que se o viajante estiver sem sintomas ou qualquer outro sinal ele deverá desembarcar e observar a orientações do Ministério da Saúde para pessoas que chegam do exterior ou que apresentem sintomas.

“É importante destacar que atualmente todos os voos são de países com casos das doenças, já que estamos em um cenário de pandemia. A própria definição de pandemia diz que se trata de um problema disseminado por todo o mundo. Pessoas sem sintomas não devem ficar retidas no aeroporto, devem desembarcar e seguir as orientações que estão sendo dadas para a população”, destacou a Anvisa.

A Agência explicou, ainda, que o papel feito nos pontos de entrada no país está focado em três pontos: 1) dar encaminhamento aos casos sintomáticos, 2) adotar as medidas para encaminhamentos desta pessoa ao serviço de atendimento e 3) tornar possível o rastreamento dos demais passageiros em casos de confirmação, mediantes solicitação das secretarias de saúde.

Medidas

A medida dos órgãos ministeriais no Amazonas também recomendou que houvesse o aumento da quantidade de profissionais trabalho de controle feito pelos órgãos nas respectivas localidades citadas, bem como orientação aos viajantes quanto a medidas de proteção individual em português, espanhol e inglês.

O documento também recomendou a organização dos espaços de desembarque e desembarque, balcões de empresas aéreas, praças de alimentação para que as normas de distância entre as pessoas sejam seguidas.

Operação Acolhida

O Ministério Público Federal e a Defensoria Pública da União (DPU) requisitaram da Secretaria Especial do Desenvolvimento Social, do Ministério da Cidadania, informações sobre as medidas adotadas para contenção da pandemia da covid-19, doença causada pelo novo coronavírus, nas estruturas da Operação Acolhida, que atende os imigrantes venezuelanos no Amazonas e em Roraima.

Em ofício encaminhado nessa segunda, 23, as instituições requisitam que as medidas sejam informadas de forma detalhada, objetiva e concreta, no prazo de 48 horas, indicando, entre outros pontos, que serviços serão mantidos diante da pandemia e que equipamentos de proteção individual serão disponibilizados.

Missão

Iniciada em 2018, a Operação Acolhida realiza o trabalho de recepção, identificação e acolhimento de venezuelanos que chegam ao Brasil pela fronteira com o estado de Roraima. As Forças Armadas (Marinha, Exército e Aeronáutica) prestam apoio à operação com ações em infraestrutura, transporte, saúde e administração.

Primeira missão de natureza humanitária em território nacional, a operação é coordenada pelo Ministério da Defesa, em parceria com agências da Organização das Nações Unidas (ONU), sociedade civil e instituições do poder público federal, estadual e municipal. No Amazonas, as atividades da Operação Acolhida foram iniciadas no segundo semestre de 2019.

 

Henderson Martins, para O Poder

Com informações da assessoria do MPF

Foto: Divulgação

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