fevereiro 8, 2026 10:27
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Vale para trabalhador informal vai durar três meses, diz Guedes

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Para proteger os trabalhadores informais, as pessoas sem assistência social e a população que desistiu de procurar emprego, o governo distribuirá vouchers (vales) por três meses, anunciou há pouco o ministro da Economia, Paulo Guedes. A medida consumirá R$ 15 bilhões – R$ 5 bilhões por mês – e terá como objetivo, segundo o ministro, amparar as camadas mais vulneráveis à crise econômica criada pela pandemia de coronavírus.

O benefício terá valor equivalente ao do Bolsa Família e começará a ser distribuído nas próximas semanas. Os vales poderão ser retirados por pessoas inscritas no Cadastro Único para Programas Sociais do Governo Federal, instrumento administrado pelo Ministério da Cidadania que identifica e caracteriza as famílias de baixa renda, desde que o beneficiário não receba nenhum benefício social, como o Bolsa Família e o Benefício de Prestação Continuada (BPC).

“Esses trabalhadores informais estão no cadastro único, não estão no Bolsa Família, nem no BPC. É uma turma valente que está sobrevivendo sem ajuda do Estado. Vamos garantir pelo menos recursos para a manutenção básica durante a crise”, declarou o ministro em entrevista coletiva no Palácio do Planalto.

Atualmente, o Bolsa Família paga de R$ 89 a R$ 205 por mês às famílias cadastradas. O valor médio corresponde a R$ 191. Gestantes, lactantes (mães que amamentam) e filhos de até 15 anos de idade recebem, cada um, adicional de R$ 41, até o teto de R$ 205.

Ao explicar o sistema de cupons, apelidado de coronavoucher, Guedes disse que o benefício poderá ser retirado na Caixa Econômica Federal, nas agências do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) ou por meio de aplicativo, por quem queira evitar contato físico. O funcionário verificará se a pessoa está no cadastro único. Caso não receba nenhum benefício social, o trabalhador informal poderá retirar o dinheiro.

Segundo Guedes, a instituição dos vouchers foi encomendada há uma semana pelo presidente Jair Bolsonaro. “Uma preocupação que o presidente sempre teve foi com o mercado informal. Hoje existem 38 milhões de brasileiros nas praias vendendo mate, vendendo cocada na rua, sem emprego formal, entregando coisas, ou sendo flanelinhas”, disse. “Estamos assegurando a proteção daqueles que estão sendo as principais vítimas da crise”, finalizou Guedes.

Fonte: Agência Brasil

Foto: TV Brasil

Vale para trabalhador informal vai durar três meses, diz Guedes

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Para proteger os trabalhadores informais, as pessoas sem assistência social e a população que desistiu de procurar emprego, o governo distribuirá vouchers (vales) por três meses, anunciou há pouco o ministro da Economia, Paulo Guedes. A medida consumirá R$ 15 bilhões – R$ 5 bilhões por mês – e terá como objetivo, segundo o ministro, amparar as camadas mais vulneráveis à crise econômica criada pela pandemia de coronavírus.

O benefício terá valor equivalente ao do Bolsa Família e começará a ser distribuído nas próximas semanas. Os vales poderão ser retirados por pessoas inscritas no Cadastro Único para Programas Sociais do Governo Federal, instrumento administrado pelo Ministério da Cidadania que identifica e caracteriza as famílias de baixa renda, desde que o beneficiário não receba nenhum benefício social, como o Bolsa Família e o Benefício de Prestação Continuada (BPC).

“Esses trabalhadores informais estão no cadastro único, não estão no Bolsa Família, nem no BPC. É uma turma valente que está sobrevivendo sem ajuda do Estado. Vamos garantir pelo menos recursos para a manutenção básica durante a crise”, declarou o ministro em entrevista coletiva no Palácio do Planalto.

Atualmente, o Bolsa Família paga de R$ 89 a R$ 205 por mês às famílias cadastradas. O valor médio corresponde a R$ 191. Gestantes, lactantes (mães que amamentam) e filhos de até 15 anos de idade recebem, cada um, adicional de R$ 41, até o teto de R$ 205.

Ao explicar o sistema de cupons, apelidado de coronavoucher, Guedes disse que o benefício poderá ser retirado na Caixa Econômica Federal, nas agências do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) ou por meio de aplicativo, por quem queira evitar contato físico. O funcionário verificará se a pessoa está no cadastro único. Caso não receba nenhum benefício social, o trabalhador informal poderá retirar o dinheiro.

Segundo Guedes, a instituição dos vouchers foi encomendada há uma semana pelo presidente Jair Bolsonaro. “Uma preocupação que o presidente sempre teve foi com o mercado informal. Hoje existem 38 milhões de brasileiros nas praias vendendo mate, vendendo cocada na rua, sem emprego formal, entregando coisas, ou sendo flanelinhas”, disse. “Estamos assegurando a proteção daqueles que estão sendo as principais vítimas da crise”, finalizou Guedes.

Fonte: Agência Brasil

Foto: TV Brasil

Em coletiva, Bolsonaro confirma que ministro de Minas e Energia testa positivo para o Covid-19

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O ministro de Minas e Energia, Bento Albuquerque fala durante Fórum de Energia Brasil – Estados Unidos, na Escola Superior de Guerra, no Rio.

O presidente Jair Bolsonaro confirmou, nesta quarta-feira,18, que o ministro de Minas e Energia, Bento Albuquerque, testou positivo para o exame de detecção do novo coronavírus. É o segundo ministro diagnosticado com Covid-19. Mais cedo, foi confirmada a infecção do general Augusto Heleno, ministro-chefe do Gabinete de Segurança Institucional (GSI).

“Por que estamos usando máscaras agora? Além do general Heleno, também tivemos positivo o teste do ministro das Minas e Energia, o almirante Bento. Então, obviamente, o cuidado tem que ser redobrado”, disse o presidente, ao lado de oito ministros, em coletiva de imprensa para tratar das ações contra a pandemia do Covid-19, no Palácio do Planalto.

Bento Albuquerque, de 61 anos, e Augusto Heleno, com 72, por causa da idade, estão dentro do grupo de risco da doença. Os idosos e pacientes com doenças crônicas fazem parte do grupo que mais causa preocupação com a pandemia de Covid-19. A baixa imunidade os deixa mais vulneráveis à ação do coronavírus e a complicações decorrentes dele.

Os dois ministros integraram a comitiva do presidente Jair Bolsonaro que viajou aos Estados Unidos no início do mês. Bolsonaro, familiares e auxiliares que o acompanharam passaram a ser monitorados depois da confirmação de que o secretário de Comunicação da Presidência, Fábio Wajngarten, foi diagnosticado com o vírus. Ao menos 16 pessoas da comitiva já testaram positivo para Covid-19.

Já o exame do ministro da Defesa, Fernando Azevedo, também testado pela segunda vez, deu negativo. Assim como o do presidente Jair Bolsonaro.

De acordo com a última atualização do Ministério da Saúde, o Brasil tem 291 casos confirmados da doença e 8.819 em investigação. Uma pessoa morreu.

Fonte: Agência Brasil

Foto: Tomaz Silva/ Agência Brasil

Em coletiva, Bolsonaro confirma que ministro de Minas e Energia testa positivo para o Covid-19

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O ministro de Minas e Energia, Bento Albuquerque fala durante Fórum de Energia Brasil – Estados Unidos, na Escola Superior de Guerra, no Rio.

O presidente Jair Bolsonaro confirmou, nesta quarta-feira,18, que o ministro de Minas e Energia, Bento Albuquerque, testou positivo para o exame de detecção do novo coronavírus. É o segundo ministro diagnosticado com Covid-19. Mais cedo, foi confirmada a infecção do general Augusto Heleno, ministro-chefe do Gabinete de Segurança Institucional (GSI).

“Por que estamos usando máscaras agora? Além do general Heleno, também tivemos positivo o teste do ministro das Minas e Energia, o almirante Bento. Então, obviamente, o cuidado tem que ser redobrado”, disse o presidente, ao lado de oito ministros, em coletiva de imprensa para tratar das ações contra a pandemia do Covid-19, no Palácio do Planalto.

Bento Albuquerque, de 61 anos, e Augusto Heleno, com 72, por causa da idade, estão dentro do grupo de risco da doença. Os idosos e pacientes com doenças crônicas fazem parte do grupo que mais causa preocupação com a pandemia de Covid-19. A baixa imunidade os deixa mais vulneráveis à ação do coronavírus e a complicações decorrentes dele.

Os dois ministros integraram a comitiva do presidente Jair Bolsonaro que viajou aos Estados Unidos no início do mês. Bolsonaro, familiares e auxiliares que o acompanharam passaram a ser monitorados depois da confirmação de que o secretário de Comunicação da Presidência, Fábio Wajngarten, foi diagnosticado com o vírus. Ao menos 16 pessoas da comitiva já testaram positivo para Covid-19.

Já o exame do ministro da Defesa, Fernando Azevedo, também testado pela segunda vez, deu negativo. Assim como o do presidente Jair Bolsonaro.

De acordo com a última atualização do Ministério da Saúde, o Brasil tem 291 casos confirmados da doença e 8.819 em investigação. Uma pessoa morreu.

Fonte: Agência Brasil

Foto: Tomaz Silva/ Agência Brasil

Casos de coronavírus nos EUA vão a 7.087; mortes chegam a 97

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O Centro para Controle e Prevenção de Doenças (CDC) dos Estados Unidos reportou nesta quarta-feira 7.087 casos de coronavírus no país, um aumento de 2.812 casos em relação ao relatório anterior, e informou que o número de mortes aumentou em 22 para 97.

Os dados se referem à totalização na tarde de terça-feira (18). A agência disse que os casos de coronavírus foram relatados por todos os 50 Estados norte-americanos, em comparação aos 49 reportados anteriormente. Também foram relatados casos no Distrito de Columbia e em três territórios.

A contagem inclui 49 casos entre pessoas repatriadas do Japão e Wuhan, China, onde o surto começou.

Os números não refletem necessariamente casos relatados por Estados individuais.

Fonte : Agência Brasil 

Foto: Reuters

Casos de coronavírus nos EUA vão a 7.087; mortes chegam a 97

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O Centro para Controle e Prevenção de Doenças (CDC) dos Estados Unidos reportou nesta quarta-feira 7.087 casos de coronavírus no país, um aumento de 2.812 casos em relação ao relatório anterior, e informou que o número de mortes aumentou em 22 para 97.

Os dados se referem à totalização na tarde de terça-feira (18). A agência disse que os casos de coronavírus foram relatados por todos os 50 Estados norte-americanos, em comparação aos 49 reportados anteriormente. Também foram relatados casos no Distrito de Columbia e em três territórios.

A contagem inclui 49 casos entre pessoas repatriadas do Japão e Wuhan, China, onde o surto começou.

Os números não refletem necessariamente casos relatados por Estados individuais.

Fonte : Agência Brasil 

Foto: Reuters

Governo atualiza sobre casos de coronavírus e critica divulgação de fake news

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Em entrevista coletiva online, na tarde desta quarta-feira, 18, a diretora-presidente da Fundação em Vigilância em Saúde (FVS-AM), Rosemary Costa Pinto, atualizou os dados de casos notificados, descartados e confirmados do novo coronavírus no Amazonas e criticou a divulgação de possíveis casos de pessoas infectadas em hospitais da cidade. A coletiva contou com a presença do secretário de Saúde, Rodrigo Tobias.

Segundo Rosemary, de 29 de fevereiro até terça-feira, 17, foram feitos 44 testes. Destes, 39 foram descartados, três estão em avaliação e dois foram confirmados. “O segundo caso confirmado é de um senhor de 55 anos, que está em isolamento domiciliar”, disse. O homem está sendo acompanhado de um cuidador e equipe da FVS.

A diretora da FVS afirmou que as equipes de profissionais estão capacitadas para o atendimento e criticou a divulgação de imagens de pessoas internadas em hospitais da cidade que estariam com coronavírus. Segundo ela, há pessoas que estão internadas com síndrome respiratória grave. “Não são pacientes de coronavírus”, enfatizou.

Rosemary também orientou sobre a suspensão de grandes eventos, pois, conforme explicou, a aglomeração de pessoas aumenta em 15 vezes a proliferação do vírus. A diretora defendeu que eventos com mais de 100 pessoas precisam ser suspensos.

Campanha de vacinação

Rosemary também destacou a importância de idosos acima de 60 anos se vacinarem contra a influenza. “Estamos correndo contra o tempo para dispensar todas as vacinas para todos os municípios do interior. Então, no dia 23, iniciaremos a campanha para pessoas acima de 60 anos. Essa campanha é muito importante porque os vírus influenza atacam pessoas com essa faixa etária”, disse.

Pessoas idosas são o público de risco do novo coronavírus e, ao não se vacinarem contra a influenza, podem ficar com o sistema imunológico mais frágil e propensos a outras doenças.

 

Álik Menezes, para O Poder

Foto: Reprodução

Governo atualiza sobre casos de coronavírus e critica divulgação de fake news

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Em entrevista coletiva online, na tarde desta quarta-feira, 18, a diretora-presidente da Fundação em Vigilância em Saúde (FVS-AM), Rosemary Costa Pinto, atualizou os dados de casos notificados, descartados e confirmados do novo coronavírus no Amazonas e criticou a divulgação de possíveis casos de pessoas infectadas em hospitais da cidade. A coletiva contou com a presença do secretário de Saúde, Rodrigo Tobias.

Segundo Rosemary, de 29 de fevereiro até terça-feira, 17, foram feitos 44 testes. Destes, 39 foram descartados, três estão em avaliação e dois foram confirmados. “O segundo caso confirmado é de um senhor de 55 anos, que está em isolamento domiciliar”, disse. O homem está sendo acompanhado de um cuidador e equipe da FVS.

A diretora da FVS afirmou que as equipes de profissionais estão capacitadas para o atendimento e criticou a divulgação de imagens de pessoas internadas em hospitais da cidade que estariam com coronavírus. Segundo ela, há pessoas que estão internadas com síndrome respiratória grave. “Não são pacientes de coronavírus”, enfatizou.

Rosemary também orientou sobre a suspensão de grandes eventos, pois, conforme explicou, a aglomeração de pessoas aumenta em 15 vezes a proliferação do vírus. A diretora defendeu que eventos com mais de 100 pessoas precisam ser suspensos.

Campanha de vacinação

Rosemary também destacou a importância de idosos acima de 60 anos se vacinarem contra a influenza. “Estamos correndo contra o tempo para dispensar todas as vacinas para todos os municípios do interior. Então, no dia 23, iniciaremos a campanha para pessoas acima de 60 anos. Essa campanha é muito importante porque os vírus influenza atacam pessoas com essa faixa etária”, disse.

Pessoas idosas são o público de risco do novo coronavírus e, ao não se vacinarem contra a influenza, podem ficar com o sistema imunológico mais frágil e propensos a outras doenças.

 

Álik Menezes, para O Poder

Foto: Reprodução

Weintraub pede que estudantes da área da saúde voltem às aulas 

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O ministro da educação, Abraham Weintraub, publicou um vídeo em seu perfil particular no Instagram, pedindo que alunos, professores, funcionários e servidores técnicos-administrativos de cursos da área da saúde voltem às aulas nas universidades brasileiras, caso seja necessário ajuda para combater o coronavírus.

De acordo com o ministro, alguns gestores de boa fé suspenderam às aulas escultando o que está acontecendo no mundo em relação ao Coronavírus (Covid-19). “Entretanto, eu preciso dos alunos de medicina, de enfermagem, de fisioterapia e de farmácia de volta às aulas. Preciso que vocês revejam a suspensão dos departamentos de saúde, não apenas dos professores e alunos, como também, dos técnicos, secretários e pessoal de escritório, para que nós consigamos acionar esse alunos, caso necessário, para que eles nos ajudem a enfrentar e assistir os brasileiros que ficarem doentes”, disse o ministro.

Confira o vídeo: 

Weintraub pede que estudantes da área da saúde voltem às aulas 

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O ministro da educação, Abraham Weintraub, publicou um vídeo em seu perfil particular no Instagram, pedindo que alunos, professores, funcionários e servidores técnicos-administrativos de cursos da área da saúde voltem às aulas nas universidades brasileiras, caso seja necessário ajuda para combater o coronavírus.

De acordo com o ministro, alguns gestores de boa fé suspenderam às aulas escultando o que está acontecendo no mundo em relação ao Coronavírus (Covid-19). “Entretanto, eu preciso dos alunos de medicina, de enfermagem, de fisioterapia e de farmácia de volta às aulas. Preciso que vocês revejam a suspensão dos departamentos de saúde, não apenas dos professores e alunos, como também, dos técnicos, secretários e pessoal de escritório, para que nós consigamos acionar esse alunos, caso necessário, para que eles nos ajudem a enfrentar e assistir os brasileiros que ficarem doentes”, disse o ministro.

Confira o vídeo: 

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