O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) afirmou nesta quarta-feira, 3, que espera uma nova revogação de tarifas dos Estados Unidos sobre produtos brasileiros. A declaração ocorre após uma conversa com o presidente norte-americano, Donald Trump, na terça-feira, 2.
“Pode esperar [uma nova revogação]. Muita coisa vai acontecer, pode esperar. Eu estou convencido”, declarou o petista ao ser questionado sobre a revogação das tarifas aconteceria ou não. A declaração foi dada em entrevista à TV Verdes Mares.
O chefe do Executivo afirmou estar “muito otimista” de sua conversa com Trump. Lula telefonou para o republicano para, além de pedir uma redução das tarifas impostas ao Brasil, propor uma cooperação com os Estados Unidos para o combate ao crime organizado.
Em julho, Trump anunciou uma tarifa adicional de 40% contra os importados brasileiros.
No entanto, em novembro, após conversas com Lula, a Casa Branca decidiu zerar as tarifas de 40% sobre a importação de determinados produtos agrícolas brasileiros. Dentre os produtos, estão inclusos café, carne bovina, petróleo, frutas e peças de aeronaves.
A ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro saiu fortalecida após a primeira crise política no clã desencadeada depois da prisão em regime fechado de Jair Bolsonaro (PL), condenado a 27 anos e três meses por tentativa de golpe de Estado.
Após ser criticada publicamente pelos enteados por rechaçar o apoio do PL ao ex-ministro Ciro Gomes (PSDB) ao governo no Ceará, a presidente do PL Mulher fez prevalecer sua vontade na reunião convocada pela cúpula do partido para “enquadrá-la”.
Ao final, a sigla suspendeu o acordo e disse que a estratégia será reavaliada no estado. Participaram do encontro o presidente nacional da legenda Valdemar Costa Neto, os senadores Flávio Bolsonaro (PL-RJ) e Rogério Marinho (PL-RJ), e o deputado federal e presidente do PL no Ceará, André Fernandes (PL-CE).
Segundo apurou a CNN, Michelle não descartou que um acordo possa ser construído por André Fernandes, mas exigiu que Ciro Gomes, uma das principais lideranças no Ceará, faça gestos explícitos em favor de Bolsonaro e à família, incluindo uma retratação.
De acordo com integrantes do PL, uma das exigências seria que o ex-ministro faça inclusive críticas ao processo do plano de golpe de Estado e à prisão do ex-presidente. Essas condições seriam essenciais para que Michelle pudesse relevar críticas feitas por Ciro ao marido no passado
Na carta que divulgou após o desentendimento público com os enteados, porém, Michelle disse que não há hipótese de apoiar Ciro, que chamou o ex-presidente de genocida, ladrão de galinha e frouxo, entre outros xingamentos.
Desde a eclosão da crise político-familiar, o apoio recebido por Michelle nas redes sociais também chamou a atenção de integrantes do PL. De modo geral, a postura dela foi entendida pelo bolsonarismo como uma defesa intransigente do ex-presidente preso.
Com Bolsonaro fora do circuito político, antes que o entrevero escalasse, Michelle e o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ), apontado como porta-voz do pai, se acertaram na segunda-feira , 1º, antes mesmo da reunião na sede do PL nesta terça.
“Eu falei para ele [Jair Bolsonaro] que já me resolvi com a Michelle, que pedi desculpas a ela e ela também. A gente vai ter uma reunião hoje no PL pra gente criar uma rotina de tomar as decisões em conjunto”, afirmou Flávio após visitar o pai, que está preso na Superintendência da Polícia Federal desde o dia 22 de novembro.
“Gosto de ver pelo lado bom e o lado bom é que isso não vai se repetir, a gente vai tomar decisões muito mais conscientes”, prosseguiu. “A gente vai estar junto, não adianta querer me separar. Divergências fazem parte. A gente vai sentar, conversar e realinhar”, disse.
Michelle é considerada um ativo com mulheres e evangélicos no PL. Porém, costuma ser criticada por membros do partido por ter atuação isolada e pouca disposição para diálogo.
Sob reserva, aliados do ex-presidente afirmam que essa postura a impede de ser vista como opção viável para compor uma chapa da direita na disputa presidencial.
O recado de terça-feira, 2, contudo, é que a ex-primeira-dama está disposta a não ser vista como coadjuvante no jogo político, nem no clã Bolsonaro nem no PL.
O Ministério Público Federal (MPF) instaurou um inquérito civil para investigar possível irregularidade na nomeação de um servidor para cargo comissionado na Prefeitura de São Gabriel da Cachoeira (AM). A Portaria nº 13/2025 assinada pelo procurador da República, Igor Jordão Alves, consta no Diário Eletrônico do órgão desta terça-feira, 2.
O procedimento foi aberto para apurar a suposta nomeação irregular do servidor identificado apenas pelas iniciais R. M. C. ao cargo de Diretor de Departamento, vinculado ao gabinete do ex-prefeito Clóvis Moreira Saldanha, mais conhecido como ‘Curubão‘ que comandou o município de 2020 a 2024. O MPF investiga indícios de que a nomeação teria ocorrido por influência de R. F. C., identificado como chefe do cartório da 19ª Zona Eleitoral.
A investigação tem como base informações colhidas no Procedimento Preparatório nº 1.13.000.000279/2025-84, que já apontava possíveis inconsistências na nomeação. Com a abertura do inquérito civil, o caso passa agora a ser analisado de forma mais aprofundada.
O governo de Roraima enviou crédito suplementar no valor de R$ 17 milhões para a Assembleia Legislativa de Roraima (ALE-RR). A informação consta no Diário Oficial do dia 25 de novembro.
Conforme publicação, o recurso será destinado à implementação de atividades legislativas, justamente no último mês para o fim do exercício do ano na Casa. O envio da verba extra contou com a assinatura do governador Antonio Denarium.
Pai atípico, o presidente da Assembleia Legislativa do Estado do Amazonas (Aleam), deputado estadual Roberto Cidade (UB), inaugurou, nesta terça-feira, 2, o Centro de Inclusão Sensorial Dr. Hamilton Cidade, um dos maiores espaços da região Norte especializados no atendimento a pessoas com Transtornos do Espectro Autista (TEA), Déficit de Atenção e Hiperatividade (TDAH), Síndrome de Down e outros transtornos neurodivergentes. O espaço funciona nas dependências da Aleam.
“É dessa forma que a gente faz política. Cuidando das pessoas. Pensando nas pessoas que mais precisam. Fazendo entregas como essa que ajudam a mudar a vida das pessoas da nossa cidade, do nosso Estado. O nosso centro vai poder atender por dia 250 crianças, vão atender todos os filhos atípicos dos servidores da Casa e as outras vagas nós vamos abrir também para a sociedade, porque isso que nos preconiza a lei. A partir de agora, do mês de dezembro, nós já vamos começar a atender e no ano que vem nós só vamos aumentar, evoluir”, afirmou o presidente da Assembleia do Amazonas.
O presidente Roberto Cidade informou que o Centro Sensorial, além de atender crianças e adolescentes neurodivergentes, também vai ofertar acolhimento aos pais e mães, que precisam de acompanhamento para melhorar o dia a dia do paciente atípico.
“Nós também vamos ter um tratamento para as nossas mães com psicólogos para dar toda a orientação para elas, porque muitas vezes uma mãe, um pai, não sabem o que fazer, precisam ter orientação, eles sofrem muito. Eu mesmo passo por isso quando estou com o Robertinho: muitas vezes não sei o que ele quer, se ele quer comer, se ele quer pular, se ele quer brincar. Enfim, mas quero dizer para vocês que é um sentimento de dever cumprido hoje. Hoje eu me encho de orgulho de poder estar fazendo história aqui na Assembleia”, declarou o deputado-presidente.
O espaço inaugurado por Roberto Cidade deixa um dos maiores legados no atendimento a pessoas TEA no Amazonas e se torna a segunda Casa Legislativa do Brasil a ofertar atendimento especializado aos pacientes com transtornos de desenvolvimento.
“A primeira a ter um centro desse é o Estado do Ceará, mas o nosso é o melhor. Eu tenho certeza de que nós só vamos evoluir, que vai ser um legado que os outros presidentes, os outros deputados não vão tirar”, disse Cidade.
O presidente agradeceu a todos os deputados que apoiaram a construção do espaço de acolhimento e ressaltou que a Assembleia do Amazonas passa a ser a mais inclusiva do país.
“Agradeço a Deus pela oportunidade, agradeço imensamente a todos os 24 deputadas e deputados, porque ninguém faz nada sozinho. Isso aqui é um braço da Assembleia, e eu tenho certeza de que a Assembleia mais inclusiva do país é a nossa, porque todos os deputados e deputadas apresentam leis que ajudam a melhorar a vida dessas pessoas que precisam ter o apoio não só da Assembleia, mas também do Executivo”, comentou Cidade, agradecendo aos diretores de Saúde, médico Arnoldo Andrade, que vai coordenar o centro, e o diretor-geral da Aleam, Wander Motta.
Participaram da inauguração mães e pais atípicos, parlamentares e familiares do médico Hamilton Cidade, homenageado com o nome do centro.
Gratidão
Emocionada, a servidora efetiva da Aleam há 14 anos, a professora de Educação Física Jeane Silva Carvalho, mãe de um menino de 8 anos com TEA e TDAH, destacou que o Centro Sensorial é uma grande oportunidade para avançar no tratamento do seu primogênito, sobretudo pela dificuldade em conseguir atendimento adequado tanto na rede particular quanto na pública.
“Estou me sentindo, como funcionária efetiva, com um orgulho muito grande, que não cabe no meu peito, em ver que a Casa olhou para esse público e vamos ter essa possibilidade de trazer o meu filho para o meu local de trabalho e ter todo esse acesso, que é maravilhoso. Sempre é muito difícil para a gente conseguir terapia, conseguir atendimento. É muita luta, só quem é mãe, pai atípico sabe a luta que a gente enfrenta. E, vendo essa maravilha, essa clínica multiprofissional, tudo de primeira, me dá assim muita, muita gratidão. Eu fico muito feliz em ver que meu filho vai ter a possibilidade de avançar, não só ele, outras crianças também vão avançar, porque sem terapia fica muito difícil tanto para a criança como para os pais”, comentou Jeane, agradecendo ao presidente Roberto Cidade pelo olhar sensível com os pacientes atípicos.
“Eu tenho muita gratidão no meu coração. Como funcionária desta Casa, estou sentindo muito orgulho em ver que o presidente (Roberto Cidade) teve esse olhar de inclusão, olhou para quem precisa”, concluiu a mãe atípica.
Estrutura
Com capacidade de atender inicialmente 250 crianças, filhos dos servidores da Aleam, na faixa etária de 1 a 14 anos, o Centro de Inclusão Sensorial conta com uma equipe de 22 profissionais, atendimento médico ambulatorial com sete consultórios, acompanhamento com nutricionistas, terapias ocupacionais, fonoaudiologia, fisioterapia, odontologia e outras especialidades voltadas à recuperação motora e ao desenvolvimento sensorial.
No local, os pacientes vão dispor de recursos terapêuticos sensoriais, como brinquedos infantis, tapetes, tatames, almofadas e itens para estimular a criatividade e simular o dia a dia, com foco no acolhimento, estímulo e desenvolvimento. Eles também contarão com o auxílio do Complexo de Esportes, Lazer e Condicionamento Físico Mestre Osvaldo Alves de Albuquerque, que ofertará atividades psicomotoras na quadra poliesportiva e na piscina aquecida.
O Centro Sensorial homenageia o ex-deputado, médico pediatra e radialista Hamilton Maia Cidade, que participou da 11ª Legislatura da ALE-AM (1987–1990).
Dados
Dados do Censo 2022 apontam que o Amazonas possui 43.983 pessoas diagnosticadas com autismo, sendo 27.636 em Manaus, o que representa 1,3% da população da capital. A maior concentração está entre crianças de 5 a 9 anos, com quase 6 mil casos registrados.
No Amazonas, os dados mostram que o diagnóstico é mais comum entre homens (1,4%) do que entre mulheres (0,8%). Em relação à cor ou raça, o percentual é maior entre pessoas brancas (1,5%), seguido por pretas (1%), enquanto o menor índice está entre indígenas (0,7%).
Da Redação com informações da assessoria de imprensa
Júlio Cesar Vieira Gomes, ex-secretário da Receita Federal que foi expulso do serviço público por ser investigado na tentativa de liberação de joias sauditas dadas de presente a Jair Bolsonaro, afirmou que vai recorrer da decisão.
O ex-chefe da Receita pretende acionar a Justiça contra a decisão da Controladoria-Geral da União (CGU) tomada no dia 25 de novembro e formalizada na segunda-feira, 1º, no Diário Oficial da União.
A expulsão da carreira está fundamentada em um parecer da consultoria jurídica do ministério e em um relatório da comissão de processo disciplinar que apurou a conduta do ex-secretário nos últimos anos.
As infrações cometidas pelo ex-secretário envolvem “valer-se do cargo para lograr proveito pessoal ou de outrem, em detrimento da dignidade da função pública”.
Ainda segundo a CGU, o ex-chefe da Receita também descumpriu deveres funcionais, como ser leal à instituição a que servia e observar as normas legais e regulamentares dela.
Em julho, a Comissão de Ética Pública da Presidência da República absolveu o ex-secretário e aplicou sanção ao ex-ministro de Minas e Energia de Bolsonaro, Bento Albuquerque.
Em depoimento à Polícia Federal em abril de 2024, o ex-secretário afirmou ter pedido a incorporação do estojo de joias apreendido no aeroporto de Guarulhos por acreditar que os objetos já pertenciam à União e ficaram no acervo da Presidência da República.
Nesta terça-feira, 2, a cassação da deputada federal Carla Zambelli, pode ser analisada pela Comissão de Constituição e Justiça (CCJ). O caso está na pauta da reunião e a previsão é que o relator, deputado Diego Garcia, apresente o parecer sobre o caso durante a sessão. Um pedido de vista ainda pode adiar a votação.
Zambelli foi condenada a 10 anos de prisão pelo Supremo Tribunal Federal (STF) por comandar uma invasão no sistema do Conselho Nacional de Justiça (CNJ). Ela também foi condenada a 5 anos e 3 meses de prisão por perseguir, armada, um homem em São Paulo em 2022. Não cabe mais recurso das duas condenações.
A parlamentar está presa em Roma, na Itália, desde julho deste ano. Antes de a condenação se tornar definitiva, Zambelli fugiu para o país, o que levou a ser incluída na difusão vermelha da Interpol.
A direção da Câmara encaminhou à CCJ uma representação comunicando a decisão do Supremo, que precisa ser analisada pelo colegiado. Após a prisão, Zambelli disse que quer ser julgada pela Justiça italiana e que vai provar que não tem envolvimento na invasão do sistema do CNJ.
O vice-presidente da Comissão Parlamentar Mista de Inquérito (CPMI) do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS), deputado Duarte Jr. (PSB-MA), e o ex-coordenador de pagamentos do instituto, Jucimar Fonseca da Silva, discutiram durante a audiência realizada na segunda-feira, 1º.
No decorrer do bate-boca, Duarte Jr. chegou a dizer que Jucimar tem a “mão suja de corrupção”. As investigações indicam que o ex-diretor do INSS assinou uma nota técnica que autorizou, em lote, descontos associativos solicitados por uma das entidades envolvidas no esquema. Ele foi afastado do órgão em 27 de julho deste ano, por ordem judicial.
Antes da discussão, o depoente declarou que existiria um documento do INSS que desmente o parecer do Ministério Público, que apontou que ele teria apoiado a liberação de descontos indevidos em aposentadorias e pensões.
Diante da afirmação do depoente, Duarte Jr. cobrou pela apresentação da tal prova, já que o ex-coordenador de pagamentos do Instituto alegou a existência do documento. Com a falta de respostas, o parlamentar pediu que Jucimar lesse para os parlamentares presentes o trecho de um parecer da Procuradoria-Geral Federal, que, segundo o deputado, mostrava o contrário.
O parlamentar afirmou que o depoente estava mentindo, ao dizer que não havia fundamentação jurídica, alegação contrária ou que não teria sido alertado de problemas envolvendo as associações. Nesse momento, deu-se início ao bate-boca.
O tal parecer da Procuradoria dizia que o INSS não poderia realizar o Acordo de Cooperação Técnica (ACT) com uma das associações investigadas, o que, aos olhos do parlamentar, demostra a contradição de Jucimar. O depoente seguiu insistindo, em tom elevado, que a prova contrária existe, que está no processo e que o parlamentar poderia acessá-lo.
“O senhor vai continuar gritando comigo, rapaz? Você está pensando que está falando com quem? O senhor me respeita. Você responde quando eu pergunto. Você não venha levantar a voz para mim, não. (…) Essa sua mão está suja de corrupção”, retrucou Duarte Jr..
O ex-diretor do INSS havia faltado duas vezes às convocações da CPMI do INSS. Ele foi localizado pela Polícia Legislativa e conduzido para depor à comissão, que investiga o esquema de fraudes revelado. Jucimar foi alvo de 11 requerimentos de convocação, mas apresentou atestados médicos para não comparecer às sessões anteriores.
O empresário Sandro Temer de Oliveira, ligado a associações que integrariam o esquema de descontos ilegais em benefícios de aposentados e pensionistas, também foi convocado a depor, nesta segunda, mas foi beneficiado com um habeas corpus (HC) do ministro André Mendonça, do Supremo Tribunal Federal (STF).
Ele foi preso pela Polícia Federal (PF) na Operação Sem Desconto.
Da Redação, com informações do Metrópoles Foto: Divulgação
A Polícia Federal (PF) apura um ataque cibernético coordenado que derrubou os sites oficiais de deputados federais favoráveis ao PL 1.904/2024, o chamado PL Antiaborto.
A ação virtual, revelada após as páginas ficarem fora do ar e exibirem mensagens irregulares, inclusive um post antigo do presidente Lula no site de Eduardo Bolsonaro, levou a corporação a deflagrar a Operação Intolerans nesta terça-feira, 2.
Segundo as investigações preliminares, os sites sofreram ataques do tipo negação de serviço (DDoS), que sobrecarregam os servidores e tiram as páginas do ar.
O caso mobilizou cooperação internacional, já que indícios apontam para atuação simultânea em diferentes localidades.
Quem são os parlamentares atacados
De acordo com levantamento feito à época dos ataques, ao menos quatro deputados foram alvos diretos:
Bolsonaro (PL-SP) — teve o site invadido e substituído por um tuíte antigo de Lula.
Alexandre Ramagem (PL-RJ) — site derrubado por instabilidade no servidor.
Bia Kicis (PL-DF) — página saiu do ar após sobrecarga.
Delegado Paulo Bilynskyj (PL-SP) — domínio ficou inacessível por erro interno.
A derrubada ocorreu no mesmo fim de semana em que manifestações tomaram ruas pelo país para protestar contra o projeto, que prevê transformar em homicídio o aborto realizado após 22 semanas, inclusive em casos de estupro.
Após a repercussão, um perfil anônimo no X (antigo Twitter) assumiu a autoria e comemorou o ataque, classificando a bancada como “bancada do estupro”.
O que diz a Polícia Federal
A PF confirmou que trata o caso como ataque articulado, com indícios de ação coordenada entre mais de um investigado. Dois mandados de busca e apreensão foram cumpridos em São Paulo e Curitiba.
A corporação afirma que o objetivo da operação é identificar todos os envolvidos, mapear a origem dos disparos cibernéticos e responsabilizar os autores pelos crimes praticados.
A investigação segue em sigilo.
Da Redação, com informações do Metrópoles Foto: Divulgação
A Prefeitura de Ipixuna (a 1.363 quilômetros de Manaus) será investigada pelo Tribunal de Contas do Estado do Amazonas (TCE-AM) por irregularidades acerca das nulidades absolutas, direcionamento, coação administrativa e violação ao princípio da economicidade no pregão presencial de nº 042/2025.
A representação foi interposta por Dilmeres Freitas de Souza, em desfavor da prefeitura, da Comissão Permanente de Licitação, da pregoeira Marieta Sabina Palha Nascimento e da Procuradoria Geral do Município.
Foi requerida a imediata suspensão do pregão. Segundo o relator e auditor do caso, Alber Furtado de Oliveira Júnior, o requerimento se enquadra nos quesitos de admissibilidade, por conta das suspeitas de ilegalidade ou má gestão.
Em sede de medida cautelar, a representação foi aceita a fim de neutralizar situações de lesividade ao interesse público em procedimento administrativo e possíveis danos ao erário.