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Decisões de Dino contrariam PGR sobre bloqueio de bens de Cunha e Valdemar

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O ministro Flávio Dino, do STF (Supremo Tribunal Federal), decidiu bloquear o patrimônio de políticos sem mandato investigados no esquema de desvio de emendas parlamentares mesmo diante de parecer contrário da PGR (Procuradoria-Geral da República).

Apesar disso, tanto no caso envolvendo o presidente nacional do PL (Partido Liberal), Valdemar Costa Neto, quanto na ação contra o ex-presidente da Câmara Eduardo Cunha, o órgão defendeu a continuidade das investigações conduzidas pela Polícia Federal e o rastreamento dos recursos públicos sob suspeita.

A divergência entre o ministro e a PGR ocorreu nos pedidos de bloqueio de R$ 119 milhões em bens de Valdemar e de R$ 6 milhões de Cunha.

Nas duas decisões, Dino registrou expressamente que a Procuradoria se posicionou contra o deferimento das medidas cautelares, mas ressaltou que o próprio Ministério Público reconheceu a necessidade de prosseguimento das apurações e do rastreamento dos valores supostamente desviados. 

As investigações são desdobramento da Operação Transparência, da Polícia Federal, que apura um suposto esquema de direcionamento de emendas parlamentares por pessoas sem mandato eletivo, utilizando a estrutura administrativa da Câmara dos Deputados e registros formais em nome de parlamentares.

No caso de Valdemar Costa Neto, Dino determinou a indisponibilidade de até R$ 119,2 milhões em bens, valor correspondente às 21 emendas que, segundo a investigação, teriam sido direcionadas de forma irregular pelo presidente do PL, embora ele não exerça mandato parlamentar.

A decisão também suspendeu a execução das emendas apontadas pela PF e determinou que a Câmara envie toda a documentação referente à tramitação desses recursos.

A investigação reúne planilhas, mensagens de celular e diálogos entre servidores da Câmara que, segundo a Polícia Federal, indicariam que Valdemar participava diretamente da definição dos recursos destinados a municípios.

Entre as conversas analisadas pelos investigadores aparece a pergunta: “Fechou o valor do Valdemar?”, considerada pela PF um dos indícios da atuação do dirigente partidário na distribuição das verbas.

Outra frente da investigação busca esclarecer se os deputados que figuravam oficialmente como autores das emendas tinham conhecimento do suposto esquema, participaram dele ou tiveram seus nomes utilizados sem autorização.

A Polícia Federal também trabalha com a hipótese de que parte dos parlamentares desconhecesse que apareciam formalmente como responsáveis pelas indicações.

Em entrevista à CNN Brasil, Valdemar negou qualquer irregularidade e afirmou que não indicou emendas de forma ilegal. Segundo ele, é natural que o líder de um partido participe da articulação política da bancada. Posteriormente, sua defesa divulgou nota afirmando que a decisão de Dino criminaliza a atividade político-partidária, sustentando que não existem indícios concretos de fraude, desvio funcional ou apropriação indevida de recursos públicos.

Situação semelhante ocorreu no caso envolvendo o ex-presidente da Câmara Eduardo Cunha, que negou qualquer prática ilícita e afirmou que sua atuação política jamais extrapolou os limites legais. 

PF suspeita de participação da Presidência da Câmara

Os desdobramentos das investigações também alcançam o atual presidente da Câmara, deputado Hugo Motta (Republicanos-PB). A Polícia Federal afirma existir a suspeita de que o esquema contava com aval da Presidência da Casa para operacionalizar a tramitação das emendas investigadas. A hipótese ainda é objeto de apuração e integra uma das linhas centrais do inquérito.

Após a divulgação das decisões judiciais, Hugo informou que a Câmara cumprirá integralmente as determinações do Supremo e colaborará com o envio das informações requisitadas, ressaltando o compromisso institucional com a transparência e a legalidade dos procedimentos administrativos. Mas classificou a decisão de Dino como “indevida intervenção judicial”.

A posição da PGR, contudo, tornou-se um dos principais argumentos explorados pelas defesas de Valdemar e Cunha, que sustentam não haver elementos suficientes para justificar bloqueios patrimoniais antes da conclusão das investigações.

Já Dino entendeu que a indisponibilidade dos bens era necessária para garantir eventual ressarcimento ao erário, caso as suspeitas sejam confirmadas ao final da apuração.

 

Da Redação com informações de CNN Brasil 

Foto: Divulgação

Governo brasileiro tenta barrar tarifaço em última semana de negociação

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O prazo para que o governo do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, decida sobre a ampliação das tarifas sobre os produtos brasileiros acaba na próxima quarta-feira. A gestão do presidente Luiz Inácio Lula da Silva avalia que o cenário mais provável é que os Estados Unidos decidam pela tarifaço. 

Se aplicado, a medida vai representar uma elevação de 25% sobre as importações do Brasil. Apesar disso, o petista se reuniu com auxiliares na última sexta-feira no Palácio do Planalto e pediu que as negociações sejam mantidas até o último dia.  

Em reunião com os ministros das Relações Exteriores, Mauro Vieira e do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços, Márcio Elias Rosa, Lula avaliou o cenário e considerou que o caminho mais provável é de que haja a retaliação. 

O presidente brasileiro mantém postura de que as tarifas são injustas e injustificáveis e afirmou que a obrigação do governo é manter a negociação com os EUA até o último momento. 

Também se discutiu sobre a possibilidade de mais uma reunião com Jamieson Greer, Representante de Comércio dos Estados Unidos (USTR), até a quarta-feira. O encontro não está marcado. 

A avaliação é de que a sanção afeta setores inteiros da economia brasileira e que o Brasil não fará nenhuma concessão, como as que envolvam o Pix.

Desde a reunião de Lula com Donald Trump na Casa Branca em maio, quando se tratou do tarifaço, o governo brasileiro se reuniu quatro vezes com Greer. 

O governo também espera que, se decidirem pelo tarifaço definitivo, os Estados Unidos antecipem os itens que serão tarifados antes do comunicado oficial. 

Estimativa da Confederação Nacional da Indústria (CNI) aponta que 4,1 mil produtos exportados pelo Brasil aos EUA podem ser afetados pelo tarifaço, entre os quais: açúcar bruto, álcool etílico, molduras de madeira e hidróxido de alumínio. 

A partir da decisão do governo americano na quarta-feira, o Palácio do Planalto vai calibrar uma resposta e passar a discutir a reação. 

A possibilidade de reciprocidade no tarifaço ainda não é discutida no detalhe, pois ,para o governo, ainda é imprevisível a lista de produtos que sofrerá as sanções. 

Auxiliares de Lula explicam que é fundamental aguardar a decisão e ver item a item que sofrerá com a tarifa, para só então medir e planejar a reação do governo brasileiro. 

O tarifaço foi sugerido pelo Escritório do Representante Comercial dos Estados Unidos (USTR), órgão responsável pela política comercial do país, e classifica uma série de atos, políticas e práticas brasileiras como “irracionais” ou capazes de restringir o comércio norte-americano. 

A investigação foi aberta em julho de 2025 por determinação do presidente dos EUA, Donald Trump, com base na Seção 301 da Lei de Comércio de 1974, instrumento já utilizado em disputas comerciais contra a China. 

Entre os principais pontos apontados pelos americanos está o sistema brasileiro de pagamentos instantâneos, o Pix.  

Segundo o relatório, o Banco Central do Brasil atuaria simultaneamente como regulador e operador do sistema, criando vantagens competitivas em relação a empresas privadas estrangeiras que oferecem serviços de pagamento digital. 

Os EUA também questionam decisões de tribunais brasileiros envolvendo plataformas digitais. 

O documento afirma que autoridades judiciais emitiram ordens sigilosas para remoção de conteúdos políticos e suspensão de perfis em redes sociais, inclusive de residentes nos Estados Unidos.

 

Da Redação com informações de O Globo 

Foto: Divulgação

Empresários apoiam fortalecimento do ciclismo no Amazonas

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O Amazonas vem ganhando destaque no ciclismo iniciando uma nova fase marcada pelo apoio e investimentos na categoria.

Empresários têm se mobilizado para contribuir com esse avanço do ciclismo no Estado. Entre os principais destaques estão o Team Zebra, Ufamzeiros, Alto Giro, GMJ-MEC, Capacete e Cia, Litiara, Pedal Raiz, Greenbike, Pedalando com Você e a Pegasus. Essas equipes vêm contribuindo significativamente para elevar o nível técnico das competições e fortalecer a presença do Amazonas no cenário nacional.

Em 2026, a Federação Amazonense de Ciclismo (FECICLAM), sob a liderança do presidente Jamilson Pereira, conduz um importante processo de reformulação, buscando fortalecer a modalidade, ampliar o calendário esportivo e incentivar o surgimento de novos talentos.

Esse trabalho conta com o apoio irrestrito de Jackson Mattos e o empresário Cristiano Costa, da academia Atlética Nacional, que vêm contribuindo de forma decisiva para o desenvolvimento do ciclismo amazonense.

A Federação tem intensificado sua presença em competições nacionais, enviando equipes para representar o Amazonas em diferentes estados do país e conta com o apoio do vereador Allan Campelo.

 Próxima competição

O próximo grande desafio será a Copa Norte-Nordeste de Ciclismo 2026, que acontecerá entre os dias 14 e 16 de agosto, em Fortaleza, no Ceará.

A Seleção Amazonense levará 30 atletas para participar da competição com seu esquadrão completo, demonstrando a confiança no trabalho realizado e a expectativa por grandes resultados.

Com uma nova geração de ciclistas surgindo, o fortalecimento das equipes, o comprometimento da Federação e o apoio de seus parceiros, o Amazonas inicia um novo capítulo em sua história esportiva. O passado inspira, o presente fortalece e o futuro aponta para novas conquistas.

 

Da Redação

Coronel Rosses justifica silêncio do PL contra Omar Aziz alegando que só fiscaliza Executivo

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Em entrevista a podcasts locais, o vereador de Manaus, Coronel Rosses, respondeu por que o Partido Liberal (PL) não critica o senador Omar Aziz (PSD), pré-candidato ao Governo e concorrente de Maria do Carmo.

A pergunta foi feita porque, nas últimas semanas, começou a circular nos bastidores que o PL mantinha um “cessar-fogo” com Omar e evitava criticá-lo, apesar da concorrência direta na disputa.

“Nós fiscalizamos os dois prefeitos, os dois governadores, o presidente, os gestores públicos que tornam a vida das pessoas esse inferno que está”, explicou o parlamentar. Ele pontuou que nunca criticou vereadores e deputados e que, por essa razão, também não adota uma postura de ataque contra senadores.

Além disso, o vereador destacou que nunca recebeu nenhuma crítica ou ataque por parte de Omar Aziz, Eduardo Braga (MDB) ou Plínio Valério (PSDB), e que não vê motivos para atacá-los publicamente.

No podcast “É de Tarde”, Rosses também foi questionado sobre o silêncio de Salazar em relação a Omar. Ele saiu em defesa do colega de partido.

“Salazar senta ao meu lado na Câmara Municipal de Manaus. Tenho certeza de que ele está atento a tudo”, ressaltou.

Mais uma vez, o vereador reforçou que só criticaria o senador caso houvesse alguma denúncia concreta e reiterou que seu papel principal é fiscalizar os gestores dos Executivos municipal, estadual e federal.

 

Da Redação 

TRE-AM mantém multa do vereador Salazar por propaganda eleitoral negativa

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O Tribunal Regional Eleitoral do Amazonas (TRE-AM) voltou a julgar novamente um recurso apresentado pelo vereador Sargento Salazar, por propaganda eleitoral antecipada negativa, envolvendo as eleições de 2026. A Corte manteve a multa no valor de R$ 15 mil.

A representação se deu após o vereador utilizar a expressão “nunca será governador”, referindo-se ao pré-candidato do Avante ao cargo de governador, David Almeida. O TRE-AM decidiu manter a multa, por entender pedido explícito de não voto fora do período permitido.

No recurso apresentado, a defesa de Salazar argumentou que o caso deveria ser julgado por juízes auxiliares, não pela relatora titular, e alegou que a ordem de não ser permitida a veiculação de novos conteúdos configura como censura prévia.

A Corte, por sua vez, acolheu parcialmente os embargos para sanar as obscuridades citadas pela defesa. Em sua decisão, a relatora Anagali Marcon Bertazzo rejeitou a possível omissão em relação à semântica da frase, tendo em vista que foi um pedido de não voto explícito.

TRE-AM ordena retirada de vídeos

Na última quinta-feira, 9, o TRE-AM determinou a retirada de vídeos das redes sociais de Salazar, por uso de inteligência artificial e cenas de violência simulada. O governador Roberto Cidade, o ex-governador Wilson Lima e o ex-prefeito de Manaus, David Almeida, foram os alvos dos ataques.

A Corte determinou a retirada do conteúdo sob pena de multa diária no valor de R$ 5 mil. Os vídeos foram considerados pelo Tribunal como propaganda eleitoral negativa.

Confira a decisão do TRE-AM:

Da Redação

Daniel Vorcaro pagou influenciadores para atacarem Banco Central

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O ex-banqueiro do Banco Master, Daniel Vorcaro, enviou pagamentos de até R$ 2 milhões para que influenciadores digitais atacassem o Banco Central (BC) nas redes sociais, segundo investigações da Polícia Federal (PF).

A 10ª fase da Operação Compliance Zero, realizada na última quinta-feira, 9, e autorizada pelo ministro André Mendonça, do Supremo Tribunal Federal (STF), investigou indícios de atuação coordenada em redes sociais voltada, em tese, a comprometer a credibilidade da atuação do BC, instituição que determinou a liquidação do Master em novembro do ano passado.  

O magistrado emitiu dois mandados de busca e apreensão em Brasília. Na determinação, Mendonça destaca que os investigadores apontaram que Vorcaro utilizou fundos das fraudes do banco liquidado para realizar uma campanha de desinformação na mídia, chamada de “Projeto DV”. 

De acordo com as investigações da PF, Vorcaro teria intimidado e coagido influenciadores que recusaram as ofertas. Além disso, jornalistas e pessoas ligadas a autoridades públicas também foram ilicitamente monitoradas.

A operação ainda analisou a atuação da possível organização criminosa para a obtenção indevida de informações sigilosas e a adoção de medidas destinadas a interferir em investigações criminais.  

Um dos alvos da operação da PF foi Thiago Miranda, dono da Miranda Comunicação, também conhecida como Agência MiThi. Na decisão, foi autorizada a busca e apreensão em endereços ligados ao suspeito. 

Na decisão, Mendonça destacou o caráter urgente da medida no intuito de evitar a perda de provas digitais e a gravidade de condutas que poderiam interferir nas investigações do caso. 

Mensagens trocadas entre Miranda e Vorcaro mencionam formas de buscar informações privadas sobre a jornalista Malu Gaspar, do jornal O Globo, na tentativa de impedir a produção de novas reportagens sobre o Banco Master.

 

Com informações de CNN Brasil

Maria do Carmo rejeita plano do PL Nacional e avisa: ‘Não tem a menor chance de ser vice’

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A pré-candidata ao Governo do Amazonas, Maria do Carmo, afirmou que não será vice nas Eleições de 2026. A declaração foi feita durante entrevista ao podcast “Arena Política” nesta quinta-feira, 9.

Segundo a empresária, a posição de vice era um desejo da Executiva Nacional do Partido Liberal (PL). Porém, esta possibilidade está descartada porque ela acredita que a sigla está vivendo um período de fortalecimento no Amazonas.

“Isso é um desejo da Executiva Nacional. O PL tem envergadura para ser o cabeça de chapa, jamais para ser coadjuvante. Não tem como, não tem a menor chance de mudar essa situação”, afirmou.

A pré-candidata explicou que não faria sentido desistir da sua candidatura para ocupar a vaga de vice devido ao nível de competitividade alcançado pela legenda. Para ela, a sua postulação representa os eleitores identificados com a direita e com o projeto político do PL, e uma mudança de estratégia poderia frustrá-los.

“Hoje, realmente, eu penso que quem encarna não só os objetivos da direita, do PL e do desejo de mudança aqui no Amazonas sou eu”, disse. A empresária também adiantou que a escolha do seu vice segue em discussão.

Na entrevista, Maria do Carmo ainda criticou prefeitos do interior que, de acordo com ela, têm dificultado sua agenda nos municípios devido a alianças políticas. “Os prefeitos precisam entender que o povo não tem dono. Prefeito é servidor público e está ali para administrar a cidade, não para controlar a vontade das pessoas”, criticou, emendando que tem recebido constantes declarações de apoio dos moradores do interior.

 

Da Redação com informações de Fato Amazônico

Foco: Reprodução

Pivô de crise, aliada de Michelle afaga Flávio antes de evento; veja

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A vereadora de Fortaleza Priscila Costa (PL), presidente do PL Mulher do Ceará, publicou nessa quinta-feira, 9, um vídeo para avisar que não irá comparecer ao lançamento da pré-candidatura de Alcides Fernandes (PL) ao Senado, marcado pela esta sexta-feira, 10, na capital cearense. O evento contará com a presença do senador e pré-candidato à Presidência da República, Flávio Bolsonaro (PL).

Pivô da crise que levou ao rompimento da ex-primeira-Dama Michelle Bolsonaro (PL) com o enteado Flávio, Priscila informou, em uma publicação no Instagram, que está a caminho de Portugal para um evento sobre “mulheres conservadoras”.

Entenda a crise

  • Priscila Costa tornou-se o principal ponto de divergência entre Michelle e Flávio Bolsonaro após a disputa pela indicação do PL ao Senado no Ceará.
  • Enquanto Michelle defende a candidatura da vereadora, Flávio apoia o deputado estadual Alcides Fernandes (PL) — pai do deputado federal André Fernandes (PL), nome também respaldado pelo diretório estadual da legenda para compor uma chapa ao lado de Ciro Gomes (PSDB) na disputa pelo governo cearense.
  • Na última semana, ela afirmou que Priscila foi “maltratada” durante as negociações internas do partido e acusou aliados de Flávio de articularem para retirá-la da disputa ao Senado.
  • Segundo a ex-primeira-dama, a vereadora teve papel decisivo na campanha de André Fernandes (PL) à Prefeitura de Fortaleza em 2024, mas acabou sendo preterida para abrir espaço à aliança política no estado.
  • “Chegando no aeroporto para uma missão internacional. Já abracei meus pais, já celebrei ao telefone com a Michelle Bolsonaro a alegria de participar do evento em Portugal, Mulheres Conservadoras, reunindo diversas mulheres parlamentares de toda a Europa”, afirmou.

Em um aceno a Flávio, Priscila destaca que “sua responsabilidade no evento em Portugal se torna ainda maior”, uma vez que recebeu uma “missão” do filho 01 de Jair Bolsonaro (PL) de Flávio, que deixou um vídeo para a vereadora. No registro, o senador promete que, caso vença as eleições presidenciais, vai retomar as pautas relacionadas ao aborto.

Eu acabei de voltar para o Brasil depois de cumprir uma missão importante de defender o Brasil das tarifas e também do Lula. E você está decolando para o exterior para cumprir essa missão nobre também, em meu nome, para defender a vida. Priscila, você já sabe, a gente assumiu um compromisso de, assim que voltarmos à Presidência da República, retomar o maior pacto de proteção da vida de bebês desde o ventre”, destacou o senador.

Priscila Costa foi o ponto de ruptura entre Michelle e Flávio. A ex-primeira-dama também é contrária ao apoio a Ciro Gomes (PSDB), no primeiro turno, para o governo do Ceará, e aposta em Eduardo Girão (Novo).

Ao Senado, Michelle se colocou favorável a uma chapa puro-sangue composta por Alcides e Priscila. Com o apoio a Ciro, o PL cederá uma das vagas ao PSDB e a aliada de Michelle fora do páreo.

Da Redação, com informações do Metrópoles
Foto: Divulgação

Transporte escolar de Santa Isabel do Rio Negro entra na mira do MP

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O Ministério Público do Estado do Amazonas (MPAM) instaurou um Inquérito Civil para apurar a regularidade da prestação do serviço de transporte escolar no município de Santa Isabel do Rio Negro, além de acompanhar a regularização da prestação de contas dos recursos do Programa Nacional de Apoio ao Transporte do Escolar (PNATE), referente ao exercício de 2025. A portaria foi assinada pela Promotora de Justiça substituta, Taize Siqueira, e publicada no Diário Oficial do órgão, na edição de 09 de julho.

A medida foi adotada após informações encaminhadas pela Secretaria Municipal de Educação (SEMED), que apontaram a existência de pendências na prestação de contas do programa federal. Segundo o MP, a situação exige intervenção para garantir a correta aplicação dos recursos públicos, evitar prejuízos ao erário e assegurar a continuidade do transporte escolar aos estudantes da rede municipal.

Na portaria, o Ministério Público destaca que a Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional (Lei nº 9.394/1996) estabelece ser responsabilidade dos municípios garantir o transporte escolar dos alunos da rede municipal de ensino.

Como parte das diligências, a Promotoria determinou que a Secretaria Municipal de Educação seja oficiada, em caráter de urgência, para que, no prazo improrrogável de 15 dias, apresente documentos que comprovem a efetiva regularização da pendência relacionada à prestação de contas do PNATE de 2025. O Inquérito Civil terá prazo inicial de tramitação de um ano, podendo ser prorrogado, conforme previsto na legislação.

Da Redação
Foto: Divulgação

Recesso no Congresso adia pautas importantes para depois das eleições

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Palácio do Congresso Nacional na Esplanada dos Ministérios em Brasília

Com a chegada do recesso parlamentar no Congresso Nacional, que começa no dia 19 e vai até o dia 31 de julho, pautas importantes não devem ser votadas tão cedo, visto que a campanha eleitoral começa dia 13 de agosto. Essa pausa é obrigatória e importante para os políticos que pretendem se reeleger ou alçar novos cargos. 

Na última quinta-feira, 9, a sessão do Congresso Nacional foi cancelada e segundo o presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União-AP), o motivo foi falta de acordo. Essa sessão seria destinada para votar os vetos presidenciais.

Por conta do período curto para entre o fim do recesso e o início da campanha eleitoral, o Legislativo não deve votar mais nenhuma pauta relevante nesse intervalo.

Temas que são considerados prioritários como a PEC da Segurança Pública, o fim da escala 6×1, projeto de regulamentação de exploração de terras raras, projeto que permite usar receita extra de petróleo para reduzir impostos sobre combustíveis, além do ministro que irá substituir Luís Roberto Barroso no STF, após a rejeição do Messias, não devem ser votados neste período.

CMM e Aleam

A Câmara Municipal de Manaus (CMM) e a Assembleia Legislativa do Estado do Amazonas (Aleam) também entram de recesso parlamentar no mesmo período. Os políticos e pré-candidatos aproveitam para fazer articulações e promover suas agendas com foco total nas eleições que ocorrem em outubro.

Vale ressaltar que as convenções partidárias ocorrem no dia 20 de julho, possibilitando que os políticos estejam livres das obrigações parlamentares, mantendo o engajamento único e exclusivo para a corrida eleitoral.

 

Da Redação, com informações de G1