fevereiro 6, 2026 11:25
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Próximos presidente e governadores tomarão posse em nova data; entenda

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O próximo presidente do Brasil será empossado no dia 5 de janeiro, enquanto os governadores assumirão seus cargos no dia 6, mudança que ocorrerá pela primeira vez na história do país.

Há mais de três décadas, as cerimônias de posse dos chefes do Poder Executivo vinham sendo realizadas no dia 1º de janeiro, como determina a Constituição de 1988. No entanto, uma emenda constitucional aprovada pelo Congresso Nacional em 2021 alterou o calendário, com validade a partir do próximo período eleitoral.

A mudança teve como objetivo evitar conflitos com as celebrações de Réveillon e facilitar a participação de autoridades. Até então, presidentes e governadores tomavam posse no mesmo dia, o que frequentemente inviabilizava a presença de governadores nas cerimônias realizadas em Brasília.

O primeiro presidente a assumir o cargo em 1º de janeiro foi Fernando Henrique Cardoso, em 1995. Antes disso, Fernando Collor de Mello tomou posse em 15 de março de 1990, seguindo uma tradição da Constituição de 1946, enquanto vigorava um ato sobre regras transitórias da nova Constituição.

Presidentes como Juscelino Kubitschek (1956), Jânio Quadros (1961) e João Goulart (1961, após a renúncia de Jânio), assim como os mandatários durante o regime militar, assumiram seus cargos no mês de março.

Com a Emenda Constitucional de 1994 e ajustes posteriores, o dia 1º de janeiro foi consolidado como data oficial das posses presidenciais a partir de 1995. Desde então, até hoje, todas as cerimônias ocorreram nessa data, totalizando oito posses, incluindo reeleições de Fernando Henrique Cardoso, Luiz Inácio Lula da Silva e Dilma Rousseff.

Desde a Proclamação da República, em 1889, o Brasil já teve 39 pessoas no cargo de presidente da República. No entanto, ao considerar os diferentes mandatos presidenciais — incluindo reeleições — esse número sobe para 43 presidências. Lula, por exemplo, foi eleito para três mandatos, enquanto Getúlio Vargas governou o país em dois períodos distintos.

 

Da Redação com informações de CNN Brasil 

Foto: Divulgação

Toffoli só analisará 1ª instância para Caso Master após investigações

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O ministro Dias Toffoli, do Supremo Tribunal Federal (STF), emitiu nota com principais esclarecimentos sobre o andamento do Caso Master na Corte, sob sua relatoria. Em um dos 11 pontos expostos pelo ministro, ele informa que um eventual declínio de competência para a 1ª instância só ocorrerá após o término das investigações.

“Encerradas as investigações, será possível examinar os casos para eventual remessa às instâncias ordinárias, sem a possibilidade de que se apontem nulidades em razão da não observância do foro por prerrogativa de função ou de violação da ampla defesa e do devido processo legal”, afirmou Toffoli na nota.

É a primeira vez que o ministro se defende no caso Master. Na nota, Toffoli ainda justificou os motivos que o levaram a impor sigilo aos processos relacionados ao caso Master.

Toffoli informou que foi sorteado relator do processo em 28 de novembro e que, no dia 3 de dezembro, após analisar os autos, decidiu decretar o sigilo. Segundo o ministro, a medida já havia sido adotada na instância anterior.

“Após o exame preliminar dos autos, houve a determinação, em caráter liminar, para que o processo fosse remetido ao STF, mantidas e validadas todas as medidas cautelares já deferidas, bem como o sigilo que já havia sido decretado pelo juízo de primeiro grau, a fim de evitar vazamentos que pudessem prejudicar as investigações”, diz a nota do gabinete do ministro.
Toffoli acrescentou que todas as medidas adotadas no âmbito do caso decorreram de diligências urgentes, com o objetivo de proteger o Sistema Financeiro Nacional e assegurar o êxito das investigações conduzidas pela Polícia Federal (PF).

Veja a nota na íntegra:

Gabinete esclarece principais andamentos do caso Master no STF

1. O Ministro Dias Toffoli foi escolhido, por sorteio, para ser o relator da operação Compliance Zero no Supremo Tribunal Federal em 28 de novembro de 2025;
2. No dia 3 de dezembro de 2025, após o exame preliminar dos autos, houve a determinação, em caráter liminar, para que o processo fosse remetido ao Supremo Tribunal Federal, mantidas e validadas todas as medidas cautelares já deferidas, bem como o sigilo que já havia sido decretado pelo juízo de primeiro grau, a fim de evitar vazamentos que pudessem prejudicar as investigações;

3. Da análise preliminar dos documentos, o ministro relator verificou, em 15 de dezembro de 2025, a absoluta necessidade da realização de diligências urgentes, não só para o sucesso das investigações, mas também como medida de proteção ao Sistema Financeiro Nacional e às pessoas que dele se utilizam, determinando, no prazo inicial de trinta dias, a oitiva dos principais investigados para esclarecer, em detalhes e com apresentação dos respectivos documentos, as denúncias em apuração;

4. Na mesma oportunidade, houve a determinação de oitiva dos dirigentes do Banco Central do Brasil sobre questões de sua atribuição envolvendo as atividades do Banco Master e de possíveis desdobramentos envolvendo outras instituições financeiras;
5. As oitivas dos presidentes dos bancos envolvidos no caso e do diretor do Banco Central responsável pela fiscalização das instituições ocorreram no dia 30 de dezembro de 2025, inclusive com a acareação, que se mostrou necessária, entre Daniel Vorcaro e Paulo Henrique Costa;

6. Após o exame do material contido nos autos e com parecer favorável do Procurador-Geral da República, foi julgada parcialmente procedente a reclamação, para reconhecer a competência da Suprema Corte a fim de supervisionar as investigações que envolvem a operação Compliance Zero, decisão contra a qual não foi apresentado recurso;

7. No curso do processo, todos os pedidos de reconhecimento de nulidades formulados pelas defesas dos investigados, inclusive por violação de prerrogativa de foro, foram rejeitados, assim como foi indeferido um pedido de composição amigável entre as partes apresentado pela defesa de Daniel Vorcaro;

8. Aberto o inquérito policial correspondente, que corre em sigilo em razão de diligências ainda em andamento, foram ouvidos alguns investigados pela autoridade policial entre os dias 26 e 27 de janeiro de 2026. A autoridade policial pediu a prorrogação do prazo para a conclusão das investigações por mais sessenta dias, o que foi deferido;

9. Paralelamente à operação Compliance Zero, outras operações foram encaminhadas ao Supremo Tribunal Federal, dentre as quais, uma realizada na cidade do Rio de Janeiro, que foi prontamente devolvida à primeira instância, e outra efetivada em São Paulo por determinação da Suprema Corte, trazida ao Supremo Tribunal Federal por iniciativa direta da Procuradoria-Geral da República;

10. Em todos os âmbitos, as investigações continuam a ser realizadas normalmente e de forma regular, sem prejuízo da apuração dos fatos, mantidos os sigilos necessários em razão das diligências ainda em andamento;

11. Encerradas as investigações, será possível examinar os casos para eventual remessa às instâncias ordinárias, sem a possibilidade de que se apontem nulidades em razão da não observância do foro por prerrogativa de função ou de violação da ampla defesa e do devido processo legal.

 

Da Redação com informações de CNN Brasil

Foto: Divulgação

Bosco sairá da Suframa, mas não de cena

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À frente da Suframa, Bosco Saraiva transformou gestão em vitrine: modernização administrativa, recorde de empregos no Polo Industrial de Manaus e discurso afinado com o desenvolvimento regional. Não é só técnica, é posicionamento político. Bosco soube usar a máquina pública para mostrar serviço, resultado e liderança.

Agora, com a desincompatibilização no horizonte, Bosco deve deixar a Suframa não apenas com capital político fortalecido, mas com protagonismo em alta. Sai com números no bolso, narrativa construída e o palco montado. Quem entrega resultado não pede espaço — ocupa. E Bosco entra no jogo dizendo que fez, mostrando como fez e se colocando no centro do debate.

 

Da Redação

 

Banco Central abre investigação interna sobre caso Master

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O Banco Central abriu uma investigação interna para entender o que aconteceu no escândalo do Banco Master. O objetivo é apurar eventuais falhas ocorridas no processo de fiscalização e liquidação da instituição financeira controlada por Daniel Vorcaro. A sindicância está sendo conduzida sob sigilo pela corregedoria e foi iniciada a partir de uma decisão do presidente da autoridade monetária, Gabriel Galípolo, tomada no fim do ano passado.

Em meio ao avanço dessa investigação, Belline Santana e Paulo Sérgio Neves de Souza, que comandavam o Departamento de Supervisão Bancária (Desup), entregaram seus cargos. Não há, até o momento, acusações formais contra eles. Procurado, o BC afirma que “a alternância de nomes em cargos comissionados é uma prática normal no âmbito da administração pública”.

O primeiro a deixar o cargo foi Souza, ex-diretor de fiscalização do BC. Servidor de carreira, ele foi o responsável por autorizar a compra por Daniel Vorcaro do Banco Máxima, que passou a se chamar Master. Mais recentemente, atuava como chefe-adjunto do Desup e era responsável por acompanhar a solidez e a estabilidade do mercado financeiro.

O segundo foi Belline, chefe do Departamento de Supervisão Bancária do BC. Ele chegou a ser cotado para substituir Neves na diretoria de Fiscalização, que hoje é ocupada por Aílton de Aquino Santos. Belline assinou diversos ofícios e despachos do Banco Central enviados ao Ministério Público Federal relativos ao Master.
Um desses documentos foi citado pela defesa de Vorcaro na argumentação do banqueiro perante a Justiça. Em um ofício enviado ao Ministério Público Federal, Belline relata que uma operação de compra suspeita de carteiras fictícias de crédito pelo Master no fim de 2024 acabou sendo desfeita no início de 2025. Em outro trecho, diz que o BC não identificou indícios de irregularidades em transações de crédito consignado originadas pelo próprio Master.
Queda de avião”

A ideia da investigação interna, segundo integrantes do BC, não é fazer uma caça às bruxas, mas sim obter uma radiografia mais profunda do escândalo do Banco Master — e, com isso, aprimorar regras e controles para o futuro. A lógica, segundo servidores da autoridade monetária, é semelhante à apuração de uma queda de avião em que precisa entender as causas que provocaram a tragédia.

O banco de Daniel Vorcaro teve um crescimento exponencial no mercado captando recursos via CDBs com taxas acima das praticadas pelos concorrentes. Em geral, os bancos emitem papéis com rendimento de até 98% do CDI, índice que acompanha de perto a taxa Selic. O Master, porém, fugia ao padrão ao oferecer retornos de até 140% do CDI.
Com o esgotamento desse modelo de negócios e a dificuldade para honrar os compromissos, o banco enfrentou problemas para se manter saudável no mercado e passou a ser monitorado mais de perto pelo Banco Central a partir de 2024. Enquanto a crise se agravava, Vorcaro negociou a venda da instituição para o BRB, que vinha socorrendo o banco ao longo do período por meio de compra de carteiras de crédito.

O escândalo do Master veio à tona em 18 de novembro de 2025, quando o Banco Central decidir liquidar a instituição financeira, encerrando as suas atividades, afastando seus administradores e bloqueando o patrimônio para pagar credores. No mesmo dia, a Polícia Federal deflagrou uma operação para apurar suspeitas de fraudes em uma operação de venda de carteiras de crédito com indícios de irregularidade no valor de R$ 12,2 bilhões envolvendo o BRB, controlado pelo governo do Distrito Federal.
Tanto o Master quanto o BRB negam qualquer irregularidade e dizem que as carteiras de crédito suspeitas foram substituídas.

Outra investigação da PF em parceria com o BC apontou indícios de irregularidades na relação do Master com a gestora de recursos Reag DTVM, que foi liquidada em 15 de janeiro deste ano. Segundo as apurações, a instituição financeira de Daniel Vorcaro fazia empréstimos para empresas que repassavam os recursos para inflar o resultado de fundos da Reag. O dinheiro, após uma série de transações relâmpagos, voltava para o próprio Master em aplicações de CDBs (Certificado de Depósito Bancário), título de renda fixa emitido por instituições financeiras.

O caso mais ilustrativo é o empréstimo de R$ 459 milhões concedido pela instituição financeira de Daniel Vorcaro para a Brain Realty Consultoria e Participações Imobiliárias, dirigida por uma ex-funcionária da Reag. Conforme revelou O GLOBO, tão logo esses recursos foram recebidos pela empresa, o dinheiro foi repassado para o Fundo Brain Cash, criado pela Reag 20 dias antes, com um patrimônio de R$ 15 mil.

A aplicação de R$ 450 milhões no fundo Brain Cash foi relâmpago. Uma hora e meia depois de receber esses recursos, o dinheiro foi repassado para o Fundo D Mais, também ligado à Reag e que tinha em sua carteira de investimentos papéis do Besc. Três minutos depois, o Fundo D Mais transferiu R$ 450 milhões ao FIDC High Tower para liquidar parte de uma aquisição de papéis do Besc.

Esse fundo, segundo a investigação, reavaliou esses ativos de baixa liquidez para R$ 10,8 bilhões, registrando uma rentabilidade de 10.502.205% em 2024. No mesmo ano, para efeito de comparação, a maior criptomoeda do mundo rendeu em torno de 120% de retorno em dólar, enquanto o ouro valorizou 61,6% em reais no mesmo período.

Procurados, Master e Reag negam qualquer irregularidade.

 

Da Redação com informações de O Globo

Foto: Divulgação

 

AC: PF mira deputado Eduardo Velloso em operação sobre desvio de emendas

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A Polícia Federal (PF) realiza uma operação nesta quinta-feira, 29, para apurar suspeita de desvio de recursos públicos destinados por meio de emendas parlamentares no Acre.

A TV Globo apurou que o deputado federal Eduardo Velloso (União-AC) está entre os alvos. Policiais federais cumpriram mandados em endereços ligados ao parlamentar em Rio Branco e no apartamento funcional dele em Brasília.

Segundo informações preliminares, investigadores apontam que há suspeitas de desvio de quase R$ 1 milhão em emendas individuais do deputado, as chamadas emendas PIX.

 

Da Redação com informações de G1 

Foto: Divulgação

Ministério da Justiça informa ao STF andamento do pedido de extradição de Alexandre Ramagem

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O Ministério da Justiça informou ao Supremo Tribunal Federal (STF) que o pedido de extradição do ex-deputado federal Alexandre Ramagem (PL-RJ) já foi formalmente encaminhado ao governo dos Estados Unidos pela via diplomática.

Segundo ofício enviado nesta terça-feira, 28, ao STF, a solicitação foi transmitida pelo Ministério das Relações Exteriores. De acordo com a pasta, a Embaixada do Brasil em Washington encaminhou ao Departamento de Estado norte-americano, em 30 de dezembro de 2025, a nota verbal com o pedido de extradição, acompanhada da documentação exigida pelo tratado bilateral entre os dois países.

No documento, o Ministério da Justiça afirma que novas informações sobre o andamento do caso serão repassadas ao Supremo assim que estiverem disponíveis e coloca-se à disposição para prestar esclarecimentos adicionais.

O pedido de extradição foi determinado pelo ministro Alexandre de Moraes em dezembro do ano passado, após a fuga de Ramagem para os Estados Unidos.
O deputado deixou o Brasil em setembro, no mesmo mês em que a Primeira Turma do STF o condenou a 16 anos, 1 mês e 15 dias de prisão pelos crimes de organização criminosa, abolição violenta do Estado Democrático de Direito e golpe de Estado.

Na decisão, Moraes ordenou que a Secretaria Judiciária do STF encaminhasse ao Ministério da Justiça toda a documentação necessária para formalizar o pedido, conforme previsto no tratado de extradição firmado entre Brasil e Estados Unidos. Coube ao Itamaraty, então, fazer a remessa oficial ao governo americano.

De acordo com as investigações da Polícia Federal, Ramagem saiu do país de forma clandestina pela fronteira do Brasil com a Guiana, sem passar por controle migratório.

No país vizinho, embarcou no aeroporto de Georgetown com destino aos Estados Unidos, onde teria ingressado utilizando passaporte diplomático, apesar de existir determinação judicial para o cancelamento do documento.

Aliados do deputado afirmam que ele pretende pedir asilo político nos Estados Unidos, o que pode prolongar a tramitação do pedido de extradição.

 

Da Redação com informações de G1

Foto: Divulgação

Lula foi informado sobre consultorias de Lewandowski, diz Gleisi

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O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) tinha conhecimento de que o escritório de advocacia do ex-ministro da Justiça e Segurança Pública Ricardo Lewandowski prestava serviços de consultoria a instituições privadas.
Como revelou o Metrópoles, na coluna Andreza Matais, o Banco Master pagou R$ 5 milhões ao escritório de Lewandowski enquanto ele era ministro.

Segundo a ministra de Relações Institucionais, Gleisi Hoffmann, o petista foi informado dos negócios de Lewandowski ao convidá-lo para assumir o cargo no governo, em 2024. No entanto, ela nega que o presidente sabia especificamente da relação com a instituição financeira comandada por Daniel Vorcaro.

“Quando o presidente Lula convidou o ministro Lewandowski, ele sabia que o ministro tinha contratos privados, e o ministro informou que ia cumprir a lei e desvencilhar-se de todos os contratos, o que fez”, disse a ministra em entrevista a jornalistas nesta quarta-feira, 28.

Inicialmente, Gleisi havia sinalizado que Lula sabia da relação entre o escritório de Lewandowski e o Banco Master, mas se corrigiu.

“Ele avisou que prestava atividades privadas, econômicas, e que ele teria que se afastar. Não sei se ele falou exatamente do Master, mas ele falou: ‘Olha, eu tenho que me afastar de atividades’. Ele deve ter comentado, mas isso não é impeditivo”, disse a ministra.

A ministra ainda saiu em defesa de Lewandowski e ressaltou que o governo federal atua para investigar e combater as fraudes envolvendo a instituição financeira. Nesse sentido, Gleisi citou, inclusive, a prisão de Vorcaro durante a gestão de Lewandowski na Justiça.

“Foi na gestão do ministro Lewandowski que o presidente do Master, o Vorcaro, foi preso. Então, essa situação em que tentam ligar o governo ou o ministro Lewandowski é uma tentativa da oposição. O governo tem sido firme e decidido em fazer a investigação, seja por meio da fiscalização do Banco Central, seja mediante a apuração da Polícia Federal”, frisou.

Contrato

Como revelou o Metrópoles, na coluna Andreza Matais, a instituição financeira comandada por Daniel Vorcaro pagou R$ 5 milhões ao escritório de Lewandowski enquanto ele era ministro.

O contrato de consultoria jurídica foi assinado em 28 de agosto de 2023, e os pagamentos prosseguiram até o mês de setembro de 2025, quando Lewandowski já estava no Ministério da Justiça havia 21 meses. O valor era de R$ 250 mil mensais.

 

Da Redação com informações de Metrópoles 

Foto: Divulgação 

TCE-AM admite representação contra Prefeitura de Parintins por suspeita de irregularidades em licitação

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A presidente do Tribunal de Contas do Amazonas (TCE-AM), Yara Lins, admitiu Representação contra a Prefeitura de Parintins (a 370 quilômetros de Manaus) por supostas ilegalidades em procedimento licitatório. O Despacho Nº 73/2026 – GP foi publicado na edição desta terça-feira, 27, do Diário Oficial da Corte de Contas. 

A denúncia foi feita pela empresa Comércio e Indústria Combratel 2000 Ltda – ME e não há mais detalhes sobre quais seriam essas irregularidades. 

“Segundo narrado anteriormente, a Representante alega suposto ato de ilegalidade em procedimento licitatório, requerendo apuração por parte deste Tribunal, o que se enquadra nos motivos em que se fundam a Representação”, diz trecho do documento.

O relator do caso será o conselheiro Luís Fabian Pereira Barbosa. Veja: 

Edicao-de-n°3715-de-27-de-Janeiro-de-2026 (1)

 

Priscila Rosas, para Portal O Poder

Foto: Divulgação

Senador mais caro do País, Plínio Valério movimentou R$ 20 milhões em emendas Pix

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O senador Plínio Valério(PSDB-AM) lidera o ranking nacional de gastos acumulados do Senado Federal em 2025, com R$ 676.677,45 em despesas declaradas, de acordo com dados da plataforma De Olho em Você, que monitora despesas parlamentares e a execução orçamentária. No mesmo período, o parlamentar também destinou R$ 20.887.714,85 de sua cota de emendas parlamentares por meio de transferências especiais, conhecidas como Emendas Pix.

O levantamento considera os gastos acumulados com a manutenção do gabinete, incluindo a Cota para Exercício da Atividade Parlamentar (Ceap), além da execução de emendas parlamentares. No recorte mensal, Plínio Valério registrou R$ 21.463,96 em despesas da Ceap, somando R$ 67.830,15 no período analisado. Com esses números, o senador aparece como o parlamentar com maior volume de gastos no país, segundo os dados da plataforma.

Emendas Pix

As transferências especiais, conhecidas como Emendas Pix, constituem uma modalidade de repasse de recursos da União diretamente a Estados e municípios, sem a exigência de apresentação prévia de projetos técnicos ou definição de metas de execução no momento do repasse.

Nessa modalidade, os valores não ficam vinculados a ações ou programas específicos e são depositados diretamente no caixa do ente federativo, que passa a ser responsável pela destinação dos recursos. A verificação da execução ocorre posteriormente, por meio do acompanhamento dos órgãos de controle.

No caso do senador Plínio Valério, esse tipo de transferência corresponde a 37% de sua cota parlamentar, distribuída em 23 repasses diretos a Estados e municípios. Do total de R$ 67,7 milhões empenhados em emendas parlamentares, R$ 56 milhões foram efetivamente pagos, o que representa uma execução aproximada de 82%.

A plataforma De Olho em Você não disponibiliza, até o momento, informações sobre a Verba de Gabinete, destinada ao custeio de despesas com assessores. Dessa forma, o custo total do mandato pode ser superior aos valores apresentados.

A CENARIUM questionou o parlamentar sobre os gastos realizados ao longo de 2025 e pediu esclarecimentos sobre a destinação de repasses, via emenda Pix, para Estados e municípios. Até a última atualização desta matéria não houve retorno.

 

Da Redação com informações de Cenarium

Foto: Jefferson Rudy/Agência Senado

FJJAM premia os melhores do ano em noite de casa cheia na Aleam

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A Federação de Jiu-Jitsu do Amazonas (FJJAM) premiou os melhores do ano na noite desta terça-feira, 27, no auditório Belarmino Lins na Assembleia Legislativa do Amazonas (Aleam). Com auditório lotado, o evento reuniu atletas, dirigentes e autoridades. Ao todo, 530 atletas foram premiados.

A iniciativa tem o apoio do deputado estadual Mário César Filho (União Brasil), do deputado federal Fausto Jr (União Brasil), da Pontual Pesquisas e de outras entidades do estado.

 


Faixa preta e apoiador do evento, o diretor da Pontual Pesquisas, Eric Lima Barbosa, foi um dos homenageados do evento.

Em seu discurso, o presidente da Federação, Elvys Damasceno, lembrou que o primeiro Melhores do Ano foi realizado em 2009 e demonstrou contentamento com a dedicação dos atletas. Em especial, as crianças e aos pais que apoiam os sonhos de seus filhos. Ele aproveitou para lançar oficialmente o 39º Campeonato Amazonense de Jiu-Jitsu que será realizado nos dias 18 e 19 de abril na Arena Amadeu Teixeira.

“Os Melhores do Ano é um evento que todos os atletas competem o ano todo para ganhar, para ser coroado realmente. É como o Oscar do Jiu Jitsu, então é muito legal ver que o auditório fica completamente lotado, ninguém falta. Às vezes, quando um não pode estar, ele manda a mãe ou o irmão. Então é um momento realmente histórico. É um documento que vai ficar para comprovar aí por anos, por gerações que ele foi realmente o Melhores do Ano da Federação Oficial do Estado. Então é importantíssimo coroar os atletas e nada mais justo que isso”, falou Elvys para o Portal O Poder. “Tanto os atletas como os parceiros que fazem as coisas acontecer. Inclusive a Pontual, que é do faixa preta também, o Eric, filho do senhor Antônio, que é um mestre das antigas, da minha época. A gente faz o esporte porque ama essa inclusão, realmente”, destaca.

O deputado estadual Mário César Filho também falou da parte socioeducativa do esporte. “O jiu-jitsu tira a criançada das ruas, é um agente motivador de sonhos. Dificilmente ela [a criança] vai se enveredar por um caminho que não deve”, ressaltou, em discurso.

Treinando há 10 anos, a atleta premiada no Melhores do Ano, Vitória Letícia da Silva Vasconcelos, da academia Octávio Almeida, ressalta que o evento é importante para a valorização dos atletas. “Eu comecei a treinar por causa do filme karatê kid e graças a Deus, Deus tudo certo, estou sendo premiada pela quinta vez como melhor do ano pela federação. Quero agradecer ao presidente Elvys Damasceno, pelos campeonatos que ele realiza e a todos que estão filiados com ele, estamos tendo um evento muito organizado”, destaca. Aos 19 anos, Vitória planeja continuar a faculdade de Educação Física com excelência e ganhar o sexto prêmio de Melhores do Ano.

 

Priscila Rosas, para Portal O Poder

Foto: Priscila Rosas

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