O pré-candidato ao Senado pelo PL, Capitão Alberto Neto, surpreendeu parte dos apoiadores bolsonaristas nesta sexta-feira, 26, ao aparecer ao lado de Matheus Assayag, prefeito de Parintins que também é aliado político do senador Omar Aziz (PSD) e de grupos que apoiam o presidente Lula (PT).
“Ô, meu prefeito”, cumprimentou Alberto, falando rapidamente de uma lei de sua autoria.
Ele também postou uma foto, nos stories, parabenizando Assayag pelo seu aniversário.
O encontro entre os políticos ocorreu poucos dias depoias que a pré-candidata ao Governo do Amazonas, Maria do Carmo, cobrou mais fidelidade aos seus parceiros de legenda.
Faltam 100 dias para o primeiro turno, e a campanha ainda nem começou, mas o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) já lida com uma enxurrada de ações em que partidos e candidatos recorrem à Justiça para acusar adversários de violar regras.
Até a publicação desta reportagem, ao menos 135 representações já haviam sido protocoladas. No mesmo período de 2022, eram 33.
A maioria das representações trata de propaganda eleitoral antecipada, quando há pedidos de voto, promoção de candidatos e críticas a rivais antes do período autorizado pela legislação, que só começa em 16 de agosto.
Muitos dos casos envolvem conteúdos produzidos por inteligência artificial, um dos temas centrais destas eleições. As campanhas podem recorrer a essas ferramentas, mas com regras e limites definidos pelo TSE.
Ações permitidas envolvem a publicação e divulgação de conteúdos criados com apoio de inteligência artificial, desde que o uso e a ferramenta sejam informados explicitamente. É permitido impulsionar posts que contenham conteúdos de IA, mas as campanhas devem identificar de forma clara que o conteúdo é patrocinado.
Veja lista do que não é permitido:
usar deepfakes, tecnologia que manipula ou cria vídeos, fotos e áudios hiper-realistas, mesmo que com autorização da pessoa representada;
impulsionar posts com ataques a candidatos nas redes sociais;
compartilhar e publicar conteúdos gerados por inteligência artificial nas 72 horas que antecedem a eleição e nas 24 horas após a votação;
assistentes de IA como ChatGPT, Gemini e Claude não podem recomendar candidatos nem criar rankings de nomes, mesmo quando o usuário pede.
Uma denúncia de supostas práticas de perseguição, intimidação e coação no município de Tapauá está sendo apurada pelo Ministério Público do Amazonas (MPAM). As retaliações envolvem moradores e servidores público do município.
A instauração do procedimento preparatório foi assinada pela promotora de Justiça, Tania Maria de Azevedo Feitosa, e tem como objetivo verificar se existem elementos mínimos que comprovem o uso da estrutura da administração municipal, de agentes públicos ou de recursos públicos para retaliar pessoas críticas à gestão do município.
A denúncia teve origem em uma manifestação encaminhada por meio do Disque 100/180, registrada em julho de 2025. Segundo o documento, os relatos apontam que moradores e servidores estariam sendo identificados, constrangidos ou intimidados por críticas feitas à administração municipal, inclusive por meio de redes sociais, páginas locais e contatos telefônicos.
Apesar da gravidade das alegações, a promotora destaca que a denúncia apresentada até o momento é considerada ampla e genérica, sem a individualização das supostas vítimas ou a demonstração de atos administrativos que comprovem perseguição política ou abuso de poder.
A portaria ressalta ainda que os documentos anexados ao procedimento consistem, em sua maioria, em capturas de tela de conversas, perfis de redes sociais e comentários na internet, elementos que, segundo o Ministério Público, justificam uma apuração inicial, mas ainda não constituem prova suficiente de improbidade administrativa, abuso de poder, desvio de finalidade ou uso indevido da máquina pública.
Além disso, a Promotoria afirma que, até o momento, não foram apresentados elementos que indiquem que servidores concursados ou ocupantes de cargos efetivos tenham sofrido prejuízos.
Denunciante terá 15 dias para apresentar novas provas
Como parte das diligências iniciais, o Ministério Público determinou que o denunciante seja intimado para, no prazo de 15 dias úteis, apresentar informações e provas mais detalhadas.
Entre os documentos solicitados estão a identificação das supostas vítimas, descrição individualizada dos fatos, documentos que comprovem eventuais exonerações ou dispensas, provas que demonstrem perseguição política, além da indicação de testemunhas, links, mensagens, áudios, vídeos e demais elementos que possam confirmar as denúncias.
A promotora advertiu que, caso não sejam apresentados elementos concretos, individualizados e minimamente verificáveis, o procedimento poderá ser arquivado por ausência de justa causa para continuidade das investigações.
Após o término do prazo concedido ao denunciante, com ou sem manifestação, os autos retornarão à Promotoria para nova deliberação sobre os próximos passos da apuração.
O Tribunal Regional Eleitoral do Amazonas (TRE-AM) negou recurso interposto pela Comissão Executiva Municipal de Manaus do Partido Avante. O partido entrou com o pedido após a Corte desaprovar as contas de campanha e solicitar devolução de valores ao Tesouro Nacional.
As contas tiveram desaprovação por falhas nos registros financeiros. O partido tentou contestar a omissão de despesas identificadas por notas fiscais não declaradas; por esse motivo, a Corte reafirmou que apenas o cancelamento formal das notas pode anular a presunção de gasto e destacou a ausência de registros como irregularidade grave.
Por conta dessas inconsistências, o TRE-AM negou o provimento do recurso, mantendo a sentença que desaprovou as contas. O partido apresentou embargos de declaração, argumentando que o acórdão anterior teria sido omisso, mas, novamente, o tribunal rejeitou os embargos, por ter o entendimento de que o partido buscava uma rediscussão do mérito.
A relatora do caso, desembargadora Nélia Caminha Jorge, apontou em sua decisão o uso de Recurso de Origem Não Identificada (RONI), quando o CNPJ ou CPF não podem ser identificados ou não têm sua origem comprovada, votando pelo conhecimento e rejeição dos embargos.
O município de Careiro vive um novo momento de desenvolvimento e protagonismo no cenário amazonense. À frente da administração municipal, a prefeita Mara Alves tem fortalecido sua liderança política ao dar continuidade a um trabalho iniciado ao lado do ex-prefeito Nathan Macena, formando uma das principais lideranças do interior do Amazonas.
Em menos de dois anos de gestão, Mara Alves já realizou a entrega do segundo grande pacote de obras do município, levando investimentos para a sede e comunidades do interior. As ações reforçam o compromisso da administração em ampliar os serviços públicos e melhorar a qualidade de vida da população.
Parceria com os senadores Eduardo Braga e Omar Aziz
O avanço do município também é resultado das parcerias construídas com os senadores Eduardo Braga e Omar Aziz, que destinaram recursos importantes para Careiro. A capacidade de articulação política da prefeita Mara Alves e de Nathan Macena tem garantido novos investimentos e ampliado o reconhecimento da gestão em todo o Amazonas.
Obras entregues
Nessa quinta-feira, 25, os senadores junto com a prefeita Mara Alves tiveram uma extensa agenda de obras entregues. Eles participaram da inauguração do Centro de Acolhimento e do novo CRAS, além de entregar ruas concretadas.
Na comunidade Purupuru, eles também participaram da inauguração do novo prédio do CREAS, entregaram um anexo escolar com 10 salas de aula e deram início a pavimentação de 37 ruas.
Em Pacatuba, eles inauguraram uma Escola Municipal padrão FNDE.
Com obras entregues, novos projetos em andamento e investimentos em áreas como saúde, infraestrutura, educação e assistência social, Careiro segue avançando cada vez mais. O trabalho desenvolvido por Mara Alves e Nathan Macena fortalece o município como referência de gestão pública e consolida o nome dos dois como importantes lideranças políticas do Amazonas.
Da Redação com informações da assessoria de imprensa
A deputada federal Priscila Costa (PL-CE) está no centro do conflito entre o senador e pré-candidato à Presidência, Flávio Bolsonaro (PL-RJ), e a ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro (PL). No vídeo publicado nas redes sociais, na quarta-feira, 24, Michelle alega que foi maltratada pelo enteado por querer lançar Priscila como candidata ao Senado.
Priscila é presidente do PL Mulher no Ceará e vice-presidente nacional do PL Mulher, presidido por Michelle. Em 2024, ela se tornou a vereadora mais votada de Fortaleza, com 36.226 votos. Jornalista, Priscila diz que atua na defesa da família, da liberdade e dos valores cristãos. Ela assumiu a vaga de deputada federal no mês passado após a perda do mandato da deputada Dayany Bittencourt (União).
De acordo com Michelle, ela e Flávio divergiram sobre o palanque no Ceará. Enquanto Michelle apoia a pré-candidatura de Priscila ao Senado pelo Ceará, Flávio apoia o deputado estadual Alcides Fernandes (PL). O nome dele também é endossado pelo diretório regional, que quer lançar ele na chapa de Ciro Gomes. Alcides é pai de André Fernandes, presidente estadual do PL.
“Em 2026 serão 54 vagas para o Senado Federal. Se aplicarmos a regra dos 30% para candidaturas femininas, teríamos direito a 17 vagas para mulheres no partido. Eu pedi apenas três. Priscila Costa, Carol de Toni e Bia Kicis. Três vagas de 17 que poderíamos ter e tem sido uma batalha diária para manter essas três”, afirmou Michelle.
A ex-primeira-dama também não concorda com uma composição de chapa com Ciro Gomes (PSDB) já no primeiro turno da disputa estadual. Ela defende que a direita apoie a pré-candidatura do senador Eduardo Girão (Novo-CE) ao governo do estado.
“Ele retornou a ligação. Mas, sinceramente, para dizer o que me disse, teria sido melhor que não tivesse ligado. Foi muito ríspido, me desrespeitou e me tratou mal ao telefone. E eu não tinha feito nada contra ele. Disse que seria melhor eu ficar fora das decisões do partido. Disse que eu havia chegado ontem e não entendia nada de política. Diante dessa humilhação, respondi que tudo bem.”
Flávio responde a Michelle
Após a publicação do vídeo, Flávio negou ter desrespeitado Michelle. “Nunca desrespeitei, maltratei ou humilhei uma mulher na minha vida. Jamais o faria com a esposa do meu próprio pai”, afirmou pelas redes sociais.
Flávio disse nunca ter tido intenção de ofender a mulher do pai dele, o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL), e pediu desculpas caso isso tenha acontecido. “Em nenhum momento ofendi ou tive a intenção de ofender a Michelle. Se o fiz em algum momento, mais uma vez, peço desculpas. Tenho por ela respeito e reconhecimento pelo trabalho no PL Mulher, pelo cuidado com meu pai e por tudo o que representa para o Brasil”, destacou.
Nesta quinta-feira, 25, Flávio voltou a pedir desculpas a Michelle. Dessa vez, em um vídeo. Na publicação, o parlamentar repetiu o tom da nota e afirmou que “jamais” desrespeitou ou maltratou mulheres e não o faria com a esposa do pai, o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL).
Também na quinta-feira, 25, Michelle voltou a comentar o episódio. Em postagem nas redes sociais, Michelle negou qualquer “briga” ou “competição”, reforçando que os dois vão “trabalhar juntos para derrotar” o governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT).
“Para ficar claro: eu não tenho raiva de ninguém. Apenas esclareci uma situação que estava sendo deturpada. Vamos trabalhar juntos para derrotar o atual desgoverno”, disse.
Da Redação, com informações do Metrópoles Foto: Reprodução/Redes Sociais
A ex-primeira-dama já dava sinais nas últimas semanas de que poderia expor a crise instalada com Flávio caso o senador não pedisse desculpa.
Segundo relatos feitos à CNN, Michelle chegou a manifestar expectativa por uma conversa de recomposição com o pré-candidato do PL à sucessão presidencial.
Flávio, porém, não procurou Michelle. Em paralelo, a ex-primeira-dama observou um crescente movimento de críticas contra ela nas redes por parte de perfis de direita.
Ela então avisou o marido, Jair Bolsonaro, que gravaria um vídeo, mas não informou o conteúdo dele.
No PL, a intenção de gravar o vídeo não foi considerada grave, mas o conteúdo com críticas a Flávio foi visto como um erro da ex-primeira-dama.
O governador Roberto Cidade destacou, nesta quinta-feira, 25, a importância do fortalecimento do empreendedorismo indígena e da valorização da cultura dos povos originários, durante a abertura da 1ª Feira Intercultural dos Povos Indígenas de Parintins. Promovida pelo Ministério dos Povos Indígenas (MPI), a iniciativa integra a programação oficial do 59º Festival de Parintins e reúne mais de 100 artesãos indígenas de sete associações da Amazônia Legal, fortalecendo a geração de renda e ampliando o protagonismo indígena durante um dos maiores eventos culturais do país.
“É sempre bom ter o apoio do Governo Federal, porque nós sabemos que precisamos trabalhar em conjunto, especialmente para os indígenas do nosso estado. Parintins é uma ilha composta por várias etnias indígenas e eu fico muito feliz e otimista em ver que este ano nós temos uma feira com mais de 100 artesãos. Isso gera emprego e renda para as comunidades”, afirmou Roberto Cidade, acompanhado do ministro dos Povos Indígenas, Eloy Teresa, da presidente da Fundação Nacional dos Povos Indígenas, Lúcia Alberta Baré, além de lideranças indígenas.
No local, Roberto Cidade ressaltou que a iniciativa do Governo Federal se soma ao trabalho que já vem sendo realizado pelo Governo do Amazonas, por meio da Fundação Estadual dos Povos Indígenas do Amazonas (Fepiam), que chega neste ano à sexta edição da Feira de Artesanato Indígena, considerada a maior iniciativa de empreendedorismo originário do Brasil.
A Feira Intercultural dos Povos Indígenas marca um momento histórico para o Festival de Parintins. Em quase seis décadas de realização do evento, esta é a primeira vez que os povos indígenas contam com um espaço oficial e exclusivo, organizado pelo Governo Federal, para exposição e comercialização de seus produtos. A proposta é colocar os povos originários no centro da economia criativa do festival, ampliando sua autonomia econômica e garantindo maior visibilidade para sua produção cultural.
Instalada em uma área de aproximadamente 700 metros quadrados, a feira conta com 50 cabines de exposição, reunindo mais de 100 artesãos dos povos Sateré-Mawé, Hixkaryana, Maraguá, Borari, Kaxuyana e Wai Wai. Além da comercialização de artesanato, o espaço oferece grafismos indígenas, biojoias, cerâmicas, cestarias e demonstrações de pinturas corporais tradicionais, aproximando turistas e visitantes da riqueza cultural dos povos originários.
Mais do que uma vitrine de comercialização, a programação inclui ações para o fortalecimento dos empreendimentos indígenas. Ao longo dos quatro dias de evento serão realizadas oficinas sobre precificação, estratégias de marketing e gestão de negócios, além da implantação de um sistema de monitoramento das vendas para mensurar o impacto da economia indígena durante o festival.
Outra novidade é a Estação Raízes, espaço criado pelo Ministério dos Povos Indígenas para reforçar o reconhecimento da cultura indígena como origem da identidade amazônica e do próprio Festival de Parintins. O ambiente convida os visitantes a conhecerem mais sobre a contribuição dos povos originários para a formação cultural da região e do Brasil.
Fepiam
As ações do Ministério dos Povos Indígenas chegam para fortalecer um trabalho que o Governo do Amazonas já desenvolve por meio da Fepiam. Durante o festival, a fundação realiza a 6ª Feira de Artesanato Indígena de Parintins, considerada a maior iniciativa de empreendedorismo originário do Brasil e que, neste ano, reunirá mais de 120 expositores indígenas de diversas etnias do Amazonas.
A expectativa é que esta seja a maior edição da história da feira estadual. Em 2025, o evento movimentou mais de R$ 950 mil em vendas, crescimento de aproximadamente 50% em relação a 2024, quando o volume de negócios chegou a R$ 630 mil. Para este ano, a expectativa é superar esses números, impulsionada pelo aumento no número de expositores e pelo crescimento do fluxo de visitantes durante o Festival de Parintins.
Da Redação com informações da assessoria de imprensa
O senador Hiran Gonçalves (PP) utilizou suas redes sociais para criticar o governo de Roraima, que está sob o comando de Soldado Sampaio (Republicanos), por exonerar servidores da Assembleia Legislativa.
Por meio de vídeo, Hiran destaca que o governo atuante “não foi eleito pelo povo”. Em contrapartida, o deputado Renato Silva usou as redes sociais para criticar o senador Hiran Gonçalves.
O parlamentar lembrou que Hiran foi eleito em 2022 usando fortemente a máquina pública, inclusive com sua família nomeada em cargos estratégicos de secretários. Renato Silva também lembrou que Hiran soube usar muito bem seu mandato para ganhar contratos milionários para sua empresa no governo.
Oportunismo
Segundo o deputado Renato, Hiran usa as situações somente para se promover politicamente nas redes sociais, indicando oportunismo político nas atitudes de Hiran Gonçalves.
Em 2020, por exemplo, ele candidatou a mulher à Prefeitura de Boa Vista, que tinha como vice um correligionário filiado a um partido de esquerda. Dois anos depois, estava Hiran surfando na onda de Bolsonaro em Roraima, dizendo que defende a direita. E foi eleito pelo povo que ele nunca ajudou, dizendo defender a pauta da direita.
Agora, que sua família foi retirada dos mais altos salários do governo, ele critica e faz discurso demagogo para enganar a quem queira acreditar em seus posicionamentos oportunistas.
Hiran destacou que “Diante dessa situação (das exonerações), informo que adotarei as medidas judiciais cabíveis para buscar a apuração dos fatos, a responsabilização dos envolvidos e a proteção dos direitos daqueles que se sentirem prejudicados”, por meio de legenda no Instagram.
O Ministério Público do Estado do Amazonas (MPAM) instaurou um Procedimento Preparatório, na quarta-feira, 24, para investigar possíveis irregularidades na contratação de empresas responsáveis pelo fornecimento de merenda escolar em comunidades rurais de Fonte Boa. A apuração envolve recursos do Fundo de Manutenção e Desenvolvimento da Educação Básica (FUNDEB) e contratos firmados entre os anos de 2023 e 2025.
A investigação teve origem em uma Notícia de Fato encaminhada pela Procuradoria da República no Amazonas e aponta suspeitas de inconsistências cadastrais e de localização de empresas contratadas pela Prefeitura de Fonte Boa, levantando a hipótese de que algumas delas possam ser empresas fantasmas.
O procedimento apura a regularidade das licitações, contratações e execução do fornecimento de merenda escolar por quatro empresas: WAP Representações e Comércio de Materiais Ltda; Malu Assessoria Financeira Ltda; Lotus Representante; e Dionnes das Gama Eireli.
De acordo com a portaria assinada pelo promotor de Justiça substitut,o Miguel Angelo da Silva Ribeiro, a prefeitura informou que não possui os processos licitatórios e contratos administrativos relacionados às contratações investigadas. A justificativa apresentada foi a ausência de transição governamental por parte da gestão anterior.
TCE-AM acionado
Entre as medidas determinadas pelo Ministério Público está o envio de ofício ao Tribunal de Contas do Estado do Amazonas (TCE-AM), solicitando documentos relacionados aos contratos firmados entre o município e as empresas investigadas, a serem enviados em até 20 dias úteis.
O órgão requisitou dados cadastrais, editais, notas de empenho, liquidações, ordens de pagamento e prestações de contas referentes aos exercícios de 2023, 2024 e 2025.
Também foi solicitado ao TCE-AM a abertura de procedimento de fiscalização, por meio de auditoria temática ou inspeção extraordinária, na Prefeitura e na Secretaria Municipal de Educação para apurar a aplicação dos fundos orçamentários.
Prefeitura terá que comprovar entrega dos alimentos
A Promotoria também determinou o envio de ofício ao prefeito, Dr. Lázaro(REP) e ao secretário municipal de Educação para que apresentem, em até 20 dias úteis, notas fiscais emitidas pelas empresas investigadas, além dos documentos que comprovem a entrega dos alimentos às escolas da rede municipal.
Entre os documentos solicitados estão termos de recebimento e certidões de entrega assinadas pelas direções das unidades de ensino.
Após o retorno das informações, os autos retornarão ao promotor para deliberação.