O Ministério Público do Estado do Amazonas (MPAM) abriu Inquérito Civil contra a empresa Claro S/A. O objetivo é investigar a adequação dos serviços prestados pela operadora à Resolução Interna nº 71/2021 da Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) em Eirunepé (a 1.159 quilômetros de Manaus).
O órgão ministerial determinou, ainda, por intermédio do Promotor de Justiça, Caio Lúcio Fenellon Assis Barros, como providência inicial, o sobrestamento dos autos pelo prazo de 60 dias, aguardando a publicação do mencionado relatório.
Augusto Costa, para O Poder
Ilustração: Neto Ribeiro/Portal O Poder