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Senado pode votar PEC que extingue reeleição e amplia mandatos para cinco anos na próxima semana

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A Proposta de Emenda à Constituição (PEC) que prevê o extermínio da reeleição e estabelece mandato de 5 anos para cargos no Executivo foi aprovado pela Comissão de Constituição e Justiça do Senado em maio deste ano, e pode ser apreciado no plenário na próxima semana.

O pedido de pauta foi feito a Davi Alcolumbre (União-AP) pelo presidente da CCJ, Otto Alencar (PSD-BA). Pela proposta, a reeleição ficaria proibida a partir de 2034 para cargos de presidente da República, governadores e prefeitos.

O atual mandato de quatro anos seria ampliado para cinco. E as eleições seriam unificadas: brasileiros iriam às urnas uma vez a cada legislatura, e não duas, como hoje, com a separação das disputas municipais das estaduais e federais.

Para prefeitos, a última reeleição permitida seria em 2028. Para governadores e presidente, em 2030. 

Por ser uma PEC, o projeto é aprovado se conseguir angariar 49 votos, para assim ir ao Senado, e caso aprovado, passa à deliberação da Câmara.

 

Com informações de UOL Notícias

Wilson Lima reforça estabilidade das contas e afirma que pagamentos da AmazonPrev estão garantidos

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Wilson Lima

O governador do Amazonas, Wilson Lima (UB), reforçou que não há qualquer risco para o pagamento de aposentados e pensionistas do Estado em meio ao caso do Banco Master, instituição liquidada pelo Banco Central após a descoberta de um esquema bilionário que envolvia aproximadamente R$ 12 bilhões em títulos falsos.

A AmazonPrev, responsável pela gestão da previdência dos servidores estaduais desde 2001, aparece exposta aos efeitos da intervenção no banco após investir R$ 50 milhões em Letras Financeiras.

Em entrevista à uma TV local, o governador garantiu a segurança das contas estaduais e afirmou que todas as operações da Fundação passaram por vistoria.

“Estamos à disposição para esclarecer o que for necessário sobre o que estão alegando. Não há risco para os segurados. O dinheiro dos aposentados e pensionistas está garantido na AmazonPrev”, declarou.

Receita garantida

Em nota à imprensa, a AmazonPrev reiterou que o investimento realizado em fundo de investimento administrado pelo Banco Master não representa risco e não interfere no pagamento dos benefícios previdenciários. A instituição informou ainda que mantém receita suficiente para garantir integralmente todas as suas obrigações.

Confira na íntegra:

A Fundação Fundo Previdenciário do Estado do Amazonas (Amazonprev) esclarece que a aplicação financeira realizada em fundo de investimento administrado pelo Banco Master, não oferece quaisquer riscos ou interfere no pagamento de aposentados e pensionistas do estado do Amazonas.

A Fundação reforça que a Amazonprev possui receita que garante o cumprimento integral de todas as obrigações junto aos seus beneficiários.

A Amazonprev ressalta, ainda, que todas as aplicações em fundos d investimentos foram realizadas com instituições financeiras credenciadas: pela Secretaria Nacional de Previdência Social e que segu acompanhando a questão junto ao Banco Central.

Da Redação
Foto: Divulgação

Prefeitura de Nova Olinda do Norte vira alvo de investigação sobre uso de máquinas municipais por empresas

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O Ministério Público do Amazonas (MPAM) instaurou um Procedimento Preparatório para investigar denúncias de suposto uso irregular de maquinário da Prefeitura de Nova Olinda do Norte por empresas contratadas para serviços de pavimentação no município. A medida consta no Diário Oficial, assinada pela promotora de Justiça, Tainá dos Santos Madela.

De acordo com o Ministério Público do Amazonas (MP-AM), a investigação tem como base a Notícia de Fato nº 001.2025.000323, que apontou possíveis irregularidades em contratos de pavimentação, especialmente quanto à utilização de máquinas pertencentes ao município pelas empresas SCM Construções Eireli e J de O Lemos EPP. O uso indevido poderia caracterizar desvio de recursos públicos.

Como o prazo da apuração preliminar se esgotou e as solicitações feitas durante o período não foram atendidas, o MPAM decidiu avançar para a fase seguinte da investigação.

Solicitações para prefeitura 

A promotoria determinou o envio de ofício à Prefeitura de Nova Olinda do Norte e ao secretário municipal de Obras requisitando, em até 20 dias, esclarecimentos detalhados sobre eventuais cessões, empréstimos ou disponibilização de maquinário público às empresas contratadas. Em caso positivo, a prefeitura deverá apresentar atos autorizativos, termos de cessão ou comodato, justificativas técnicas e jurídicas, além de comprovação de ressarcimento aos cofres públicos. Também deverão ser explicadas, de forma técnica e documentada, as razões para os sucessivos termos aditivos dos contratos nº 155/2022 e nº 167/2022, incluindo pareceres da fiscalização, relatórios fotográficos, cronogramas físico-financeiros atualizados, medições realizadas e valores pagos. A promotoria ainda requisitou a cópia integral dos processos administrativos referentes aos quatro aditivos do contrato 155/2022 e aos três aditivos do contrato 167/2022.

Empresas notificadas

As empresas SCM Construções Eireli e J de O Lemos EPP também foram notificadas e terão o mesmo prazo de 20 dias para apresentar manifestação formal sobre a denúncia de utilização de maquinário público na execução dos contratos. Cada empresa deverá fornecer a relação completa dos equipamentos utilizados nas obras, com descrição, origem (próprio, locado ou cedido), período de utilização e comprovação de titularidade ou dos contratos de locação. Também deverão encaminhar cópias dos contratos de locação celebrados com terceiros, acompanhadas das respectivas notas fiscais e comprovantes de pagamento.

Quem são ?

A SCM construções, inscrita no CNPJ nº 10.741.182/0001-05, atua no ramo de construção de edifícios, situada no Conjunto Manauense, bairro Nossa Senhora das Graças, em Manaus. Conforme a Receita Federal , o sócio-administrador é Samuel Chaves de Melo e a empresa possui capital social de R$ 3 millhões.

Já a J de O Lemos está localizada em Nova Olinda do Norte e tem capital social de  R$ 3,5 milhões. Não há informações, segundo a Receita Federal, de sócios e administradores.

 

Da Redação
Foto: Divulgação

André Zogahib e vice Kátia Couceiro são reconduzidos à reitoria da UEA

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Por meio da Comissão Geral Eleitoral, a Universidade do Estado do Amazonas (UEA) divulgou o resultado preliminar das eleições para a reitoria. O atual reitor, André Zogahib, e sua vice, Kátia Couceiro, foram reconduzidos aos respectivos cargos.

Única inscrita no pleito, a Chapa 19 “União, Ética e Ação – Juntos Podemos +” recebeu 4.446 votos válidos, consolidando a continuidade da gestão. Zogahib e Couceiro permanecerão na administração da instituição durante o quadriênio 2026-2030.

“Recebo a recondução ao cargo de reitor da UEA com profunda gratidão e senso de responsabilidade. Ao lado da vice-reitora Katia Couceiro, reafirmo meu compromisso em seguir construindo uma universidade cada vez mais integrada, moderna e socialmente relevante. Cada voto recebido representa não apenas reconhecimento pelo trabalho que realizamos mas, principalmente, a confiança no futuro da nossa instituição”, disse Zogahib, que também afirmou que o novo ciclo terá como foco o fortalecimento da pesquisa, da inovação e da produção científica em todas as unidades, ampliando a presença da UEA no cenário regional e nacional.

“Essa reeleição reafirma nosso compromisso conjunto com uma universidade cada vez mais forte, acolhedora e presente em todo o Amazonas. Para este segundo mandato, nosso foco, meu e do reitor André Zogahib, será ampliar o apoio às ações acadêmicas, fortalecer as políticas de assistência estudantil, incentivar a inovação e contribuir para uma gestão cada vez mais integrada e eficiente. Muito obrigada pela confiança. Continuemos avançando juntos”, ressaltou a vice-reitora, Katia Couceiro.

A eleição

Nessa terça-feira, 18, ocorreu das 9h às 20h a votação que reelegeu os reitores da Universidade do Estado do Amazonas (UEA).

A eleição ocorreu em Manaus e nas unidades presentes nos municípios do interior e define a administração dos próximos quatro anos, 2026-2030. A chapa 19 foi a única inscrita para concorrer às eleições.

Tanto o reitor como sua vice votaram pela manhã. Zogahib votou na Escola Superior de Ciências Sociais (ESO), situada na Avenida Leonardo Malcher, no Centro da capital. Couceiro votou na Escola Superior de Ciências da Saúde (ESA), no bairro Cachoeirinha.

“A nossa eleição está acontecendo hoje, dia 18 de novembro. Estou aqui junto da professora Kátia, nossa vice-reitora, para pedir teu voto, pedir que você venha aqui na sua unidade acadêmica, no local de votação, onde está a sua respectiva lotação, de acordo com a lista de votantes. Vá lá e exerça a sua cidadania, o seu direito à escolha do reitor e da vice-reitora”, convocou André Zogahib.

As eleições foram realizadas em todas as unidades da UEA e cada eleitor deveria votar em sua própria unidade acadêmica de vínculo, portando documento de identificação, como RG, CNH, crachá ou carteira estudantil, assinar a lista de participação, votar em cédula de papel e depositar o voto na urna.

Posse somente em 2026

A cerimônia de posse da gestão superior eleita será realizada em abril de 2026.

 

 

Ludmila Dias, para o Portal O Poder 

Foto: Divulgação

AC: Após habeas corpus, governador Gladson Camelí tem julgamento remarcado no STJ

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O julgamento do governador do Acre, Gladson Camelí, previsto para ocorrer nesta quarta-feira, 19, no Superior Tribunal de Justiça (STJ) foi remarcado para o dia 3 de dezembro. A decisão partiu do ministro Gilmar Mendes.

No parecer, assinado na segunda-feira, 17, e publicado nessa terça, 18, a defesa de Camelí confirmou que o ministro acolheu o argumento que, via habeas corpus, alegou não ter tido acesso à parte das provas utilizadas pela acusação.

O decano do STF determinou que o Conselho de Controle de Atividades Financeiras (Coaf) e a Polícia Federal apresentem dois formulários utilizados para obter relatórios de inteligência financeira que embasem a investigação contra o governador.

O ministro avaliou ainda que a ausência desses formulários nos autos da ação penal compromete a atuação da defesa na verificação da origem da solicitação dos relatórios, de seus destinatários e de sua finalidade.

Mendes acrescentou também que o acesso deve ocorrer antes do julgamento, a fim de garantir as prerrogativas do contraditório e da ampla defesa.

A defesa do governador alegou ao Supremo que, embora tenha solicitado as informações, elas não foram entregues, o que prejudica o exercício da defesa e viola o entendimento do STF sobre o compartilhamento de dados entre o Coaf e órgãos de persecução penal.

O adiamento do julgamento da ação penal contra Cameli no STJ é pelo prazo mínimo de 15 dias ou até a juntada dos formulários aos autos, com a reabertura de prazo para manifestação das partes sobre os documentos.

Quando teve o julgamento marcado, Camelí disse que confia na Justiça, mas ponderou que deseja que não haja “interferência política” na análise do caso.

Camelí teve medidas cautelares prorrogadas por mais 180 dias em decisão do último dia 5. Entre as medidas estão a proibição de falar com testemunhas e outros investigados no caso, o recolhimento do passaporte e proibição de deixar o Brasil, além do bloqueio de bens e valores.

A ministra Nancy Andrighi pediu a prorrogação das cautelares porque elas perderiam a validade neste fim de semana. Esta foi a terceira prorrogação das medidas cautelares desde o recebimento da denúncia contra Camelí, em maio de 2024.

 

Com informações de G1 Acre

Foto: Pedro Devani/Secom

Procurador amazonense Silvio Amorim Junior toma posse como conselheiro do CNJ

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O procurador regional da República, Silvio Amorim Junior, tomou posse como conselheiro no Conselho Nacional de Justiça (CNJ) na terça-feira, 18. O amazonense substituiu Pablo Coutinho Barreto, que integrou o colegiado nos últimos dois anos, na vaga destinada à representação do Ministério Público da União (MPU) no CNJ.

Trajetória

O amazonense integra o Ministério Público Federal (MPF) desde fevereiro de 2002, onde é procurador regional da República, com atuação no Tribunal Regional Federal da 1ª Região (TRF1), desde abril de 2014. Amorim foi conselheiro do Conselho Nacional do Ministério Público (CNMP) nos biênios 2017/2019 e 2019/2021, onde também ocupou vaga de secretário-geral, entre 2016 e 2017, e coordenador-geral da Corregedoria Nacional do Ministério Público, em 2022.

Amorim Junior é mestre e especialista em Direito Constitucional com publicações no campo da teoria do direito, argumentação jurídica, direito constitucional e improbidade administrativa.

Homenagem

Nascido no Amazonas, o corregedor nacional de Justiça, ministro Mauro Campbell Marques, deu boas-vindas ao novo conselheiro, prestando homenagem ao pai dele, já falecido, o também amazonense Silvio Roberto Amorim.

O novo integrante do CNJ foi conduzido ao Plenário pelo conselheiro mais antigo, João Paulo Schoucair, e pelo mais recente, Rodrigo Badaró. Silvio manifestou felicidade por compartilhar a certeza da construção de algo virtuoso para a justiça brasileira.

Ele fez um agradecimento aos familiares e, in memoriam, também ao pai. “Levarei essas palavras para especialmente aqui no Conselho Nacional de Justiça eu ter um bom biênio de trabalho. Sei que, também no plano onde ele se encontra, compartilha essa felicidade conosco aqui”, declarou.

“Suas qualidades e atributos aliados à sólida experiência profissional e grande capacidade de trabalho credenciaram-no a ocupar o cargo que agora assume”, destacou o presidente do CNJ e do Supremo Tribunal Federal (STF), ministro Edson Fachin.

O ministro destacou que a bagagem profissional e pessoal do novo conselheiro será de extrema valia ao Conselho. “Seja no Ministério Público seja no Poder Judiciário, precisamos construir políticas públicas judiciárias que fortaleçam o acesso à justiça, promovam a inclusão digital, incorporem práticas sustentáveis e enfrentem com seriedade a redução das desigualdades estruturais, sempre com transparência e integridade”, afirmou.

Da Redação, com informações do CNJ
Foto: Divulgação/CNJ

PL Antifacção foi aprovado em sua 6ª versão; veja principais pontos

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O PL Antifacção (Projeto de Lei nº 5.582/25), aprovado na Câmara dos Deputados na noite dessa terça-feira, 18, por 370 votos a 110 e 3 abstenções, chegou a seu texto final após o relator, Guilherme Derrite (PP-SP), apresentar seis versões do parecer, em meio a críticas do centro, da direita, da base governista e da própria oposição.

O resultado é uma derrota política para o governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e expôs um racha entre o Planalto e a Câmara, comandada por Hugo Motta (Republicanos-PB). O líder do PT na Casa, Lindbergh Farias (PT-RJ), admitiu que a escolha de Derrite para relatar o projeto gerou uma “crise de confiança” entre o governo e Motta.

A base tentou adiar a análise duas vezes e ainda propôs retomar o texto original enviado pelo Executivo. Mas todas as tentativas foram rejeitadas pelo plenário. O PL foi, então, aprovado.

Ao final da noite, Motta adotou um tom conciliador e destacou que “mesmo em tempos de polarização, um ponto de encontro entre diferentes visões de mundo é possível”. “Não é uma vitória de A ou B. É uma vitória do brasileiro”, escreveu nas redes sociais.

Veja os principais pontos do PL Antifacção, aprovado em sua sexta versão:

Competência da PF: o ponto mais sensível

A maior disputa durante a tramitação do PL Antifacção na Câmara se deu em torno da competência e do controle dos recursos da Polícia Federal. No texto final, Derrite definiu que:

Se a investigação for estadual, bens apreendidos do crime organizado irão para o Fundo de Segurança Pública do estado;

Se a PF participar da operação, os valores serão destinados ao Fundo Nacional de Segurança Pública.

Mesmo assim, o texto recebeu críticas dentro da própria PF, que teme uma redução de orçamento devido à repartição estabelecida.

Organizações criminosas, penas maiores e recuos

A oposição tentou incluir no texto a equiparação das facções criminosas a grupos terroristas. Derrite não acolheu.

O líder do Partido Liberal (PL), Sóstenes Cavalcante (RJ), mesmo assim apresentou destaque para retomar a proposta – barrado por Hugo Motta, que argumentou que o tema não tinha relação com o projeto original do Executivo.

O relator endureceu penas para crimes cometidos por faccionados:

  • homicídio doloso: de 6 a 20 anos para 20 a 40 anos;
  • lesão corporal seguida de morte: de 4 a 12 anos para 20 a 40 anos;
  • lesão corporal, demais casos: aumento de 2/3 da pena respectiva;
  • sequestro ou cárcere privado: de 1 a 3 anos para 12 a 20 anos;
  • furto: de 1 a 4 anos para 4 a 10 anos;
  • roubo: de 4 a 10 anos para 12 a 30 anos;
  • roubo seguido de morte: de 20 a 30 anos para 20 a 40 anos;
  • ameaça: de detenção de 1 a 6 meses para reclusão de 1 a 3 anos;
  • receptação de bens oriundos de crime: aumento de 2/3 das penas em todos os casos;
  • extorsão: aumento do triplo das penas em todos os casos;extorsão por meio de sequestro: aumento de 2/3 das penas em todos os casos.

Bloqueio de bens

De acordo com o texto aprovado para o Projeto de Lei 5582/25, será permitido o bloqueio de bens dos envolvidos em crimes listados no projeto vinculados à atuação de organização criminosa, paramilitar ou milícia privada, seja na fase de investigação ou da ação penal.

Esse bloqueio poderá ser feito de ofício pelo juiz ou a pedido do Ministério Público e envolve todos os tipos de bens, desde móveis e imóveis, valores, criptomoeda ou cotas societárias.

O texto também proíbe anistia, graça, indulto, fiança e liberdade condicional para integrantes de facções.

Próximos passos

Os deputados analisaram os destaques do texto ainda na noite dessa terça. Agora, o PL segue para o Senado, onde será relatado por Alessandro Vieira (MDB-SE).

 

Da Redação, com informações do Metrópoles
Foto: Divulgação

RR: Sem licitações, governo libera valores milionários para secretarias

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O governador de Roraima, Antonio Denarium, tem liberado valores milionários para as secretarias do Estado. Sob comando do vice-governador, Edilson Damião, a Secretaria de Infraestrutura do Estado (Seinf) recebeu recursos de quase R$ 5 milhões para a construção de um Centro Administrativo.

Outro valor que chamou atenção foi uma licitação da Secretaria de Educação que contratou uma empresa de transporte escolar por R$ 541,3 milhões, divididos em 15 lotes, sendo esse valor distribuído nos municípios conforme a necessidade.

Não houve publicização dos documentos de licitação no Sistema Eletrônico de Informações (SEI) do governo de Roraima, ignorando procedimentos padrão para as licitações, atuando de forma irregular. Denarium sinaliza, com essas licitações suspeitas, que, se precisar de dinheiro, é só informar que a verba será disponibilizada.

 

Da Redação

RR: PF mira esquema de envio de ouro e bloqueia R$ 5 milhões em bens

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Na manhã de desta quarta-feira, 19, a Polícia Federal deflagrou uma operação que revelou um esquema de envio ilegal de ouro extraído de garimpos em Roraima. Foram cumpridos 10 mandados de busca e apreensão em endereços também em São Paulo, além do bloqueio de bens avaliados em mais de R$ 5 milhões.

De acordo com a PF, as investigações identificaram que empresas de transporte ocultavam o ouro em cargas comuns e usavam documentos falsos para conseguir passar com o material por fiscalizações, inclusive em aeroportos.

Há indícios de que os investigados recorriam a intermediários para realizar movimentações financeiras, na tentativa de lavar o dinheiro para conferir aparência lícita no produto extraído do garimpo ilegal.

A operação foi batizada de Aurum Missum, vem do latim que significa “ouro enviado”, fazendo referência ao modus operandi dos criminosos que despachavam metal precioso como mercadoria comum.

O garimpo ilegal em Roraima é algo que coloca em ameaça a vida nas terras indígenas, principalmente na Yanomami, a maior do Brasil. Relatórios apontam que garimpeiros operam dentro de terras indígenas, gerando forte impacto ambiental, social e econômico.

A extração ilegal costuma provocar devastação ambiental, contaminação por mercúrio e conflitos com populações indígenas, tornando-se um desafio persistente para a fiscalização e para os órgãos de controle.

 

Com informações de G1 AM

Yara Lins toma posse no TCE-AM em 1º de dezembro para biênio 2026-2027

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A presidente do Tribunal de Contas do Amazonas (TCE-AM), Yara Lins, será empossada para o biênio 2026-2027 no próximo dia 1º de dezembro. A data também marca o término do atual biênio da conselheira. 

O Portal O Poder apurou que a posse deve ser realizada no próprio tribunal, mas o horário ainda será definido.

Yara foi reeleita em 7 de novembro de 2024 com 5 votos, graças a uma mudança no Regimento Interno da Corte que autoriza o presidente do TCE-AM ser eleito a qualquer momento. O Projeto de Lei Complementar (PLC) nº 7 de 2024 foi mandado para apreciação dos deputados na Assembleia Legislativa do Amazonas (Aleam) e aprovado pelos parlamentares ainda no mesmo mês. 

Em 2025, Yara Lins completou 50 anos de trabalho no TCE-AM, carreira que começou como taquígrafa. 

Biênio 2026-2027

Além de Yara Lins na presidência, a vice-presidência será exercida pelo conselheiro Josué Neto e a Corregedoria por Luis Fabian Barbosa. Neste novo biênio permanecem nos cargos o conselheiro Mario de Mello como ouvidor e o conselheiro Júlio Pinheiro como coordenador da Escola Pública de Contas. 

Os titulares da Primeira e Segunda Câmara também serão escolhidos pela nova gestão que será empossada. 

 

Priscila Rosas, para Portal O Poder 

Foto: Arquivo