fevereiro 7, 2026 15:28
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Franceses comparecem às urnas para eleições municipais sob a ameaça do coronavírus

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Os franceses comparecem às urnas neste domingo,15, para eleições municipais, uma votação que acontece em um cenário inédito e em meio a medidas extraordinárias para conter a propagação do coronavírus, que ameaça disparar o índice de abstenção.

Apesar do fechamento de centros de ensino, restaurantes e estabelecimentos comerciais não indispensáveis, a França decidiu, contra todos os prognósticos, manter as eleições municipais para “assegurar a continuidade da vida democrática e das instituições”.

“Não há nada que impeça os franceses, inclusive os mais vulneráveis, de comparecer às urnas”, declarou na quinta-feira^,12, o presidente do país, Emannuel Macron, que afirmou ter consultado cientistas sobre o tema.

As autoridades do país, um dos principais focos europeus do coronavírus, com 4.500 infectados e 91 mortes, adotaram uma série de normas para as eleições.

Antes de entrar no local de votação, os eleitores devem higienizar as mãos. Todos receberam a recomendação de levar a própria caneta até a cabine.

Os eleitores devem manter uma distância de segurança de um metro entre eles durante cada etapa do voto. Os mesários receberam álcool gel e luvas para sua proteção.

Mas não é possível saber se estas medidas serão suficientes para convencer os quase 48 milhões de eleitores a sair de casa.

Em períodos normais, as eleições municipais atraem cada vez menos franceses (63,5% de participação em 2014). Uma pesquisa mostrou que um terço da população considerava um “risco elevado” votar neste domingo.

O imunologista Jean-Francois Delfraissy, presidente do Conselho Científico sobre o coronavírus na França, insistiu que o risco de votar não é maior que o de “fazer compras”.

A incerteza é ainda maior para o segundo turno, previsto para o próximo domingo (22), sobretudo quando se leva em consideração a rápida propagação da epidemia no país, onde número de casos dobrou nas últimas 72 horas.

Medidas contra o Covid-19
Depois de determinar o fechamento de estabelecimentos comerciais não essenciais, a França começará a reduzir os serviços de avião, trem e ônibus entre as cidades a partir deste domingo. O ministro dos Transportes, Jean-Baptiste Djebbari, afirmou que o número de trens de longa distância seria reduzido pela metade enquanto vários terminais do aeroporto de Paris seriam fechados.
Foto: Eric Gaillard/Reuters

No sábado, o governo determinou que todos os estabelecimentos públicos não essenciais, como bares, restaurantes e cinemas, fiquem fechados. Serviços fundamentais, como supermercados, farmácias, postos de gasolina e bancos, poderão continuar funcionando.

 

Fonte: France Presse

Foto: Eric Gaillard/Reuters

 

Franceses comparecem às urnas para eleições municipais sob a ameaça do coronavírus

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Os franceses comparecem às urnas neste domingo,15, para eleições municipais, uma votação que acontece em um cenário inédito e em meio a medidas extraordinárias para conter a propagação do coronavírus, que ameaça disparar o índice de abstenção.

Apesar do fechamento de centros de ensino, restaurantes e estabelecimentos comerciais não indispensáveis, a França decidiu, contra todos os prognósticos, manter as eleições municipais para “assegurar a continuidade da vida democrática e das instituições”.

“Não há nada que impeça os franceses, inclusive os mais vulneráveis, de comparecer às urnas”, declarou na quinta-feira^,12, o presidente do país, Emannuel Macron, que afirmou ter consultado cientistas sobre o tema.

As autoridades do país, um dos principais focos europeus do coronavírus, com 4.500 infectados e 91 mortes, adotaram uma série de normas para as eleições.

Antes de entrar no local de votação, os eleitores devem higienizar as mãos. Todos receberam a recomendação de levar a própria caneta até a cabine.

Os eleitores devem manter uma distância de segurança de um metro entre eles durante cada etapa do voto. Os mesários receberam álcool gel e luvas para sua proteção.

Mas não é possível saber se estas medidas serão suficientes para convencer os quase 48 milhões de eleitores a sair de casa.

Em períodos normais, as eleições municipais atraem cada vez menos franceses (63,5% de participação em 2014). Uma pesquisa mostrou que um terço da população considerava um “risco elevado” votar neste domingo.

O imunologista Jean-Francois Delfraissy, presidente do Conselho Científico sobre o coronavírus na França, insistiu que o risco de votar não é maior que o de “fazer compras”.

A incerteza é ainda maior para o segundo turno, previsto para o próximo domingo (22), sobretudo quando se leva em consideração a rápida propagação da epidemia no país, onde número de casos dobrou nas últimas 72 horas.

Medidas contra o Covid-19
Depois de determinar o fechamento de estabelecimentos comerciais não essenciais, a França começará a reduzir os serviços de avião, trem e ônibus entre as cidades a partir deste domingo. O ministro dos Transportes, Jean-Baptiste Djebbari, afirmou que o número de trens de longa distância seria reduzido pela metade enquanto vários terminais do aeroporto de Paris seriam fechados.
Foto: Eric Gaillard/Reuters

No sábado, o governo determinou que todos os estabelecimentos públicos não essenciais, como bares, restaurantes e cinemas, fiquem fechados. Serviços fundamentais, como supermercados, farmácias, postos de gasolina e bancos, poderão continuar funcionando.

 

Fonte: France Presse

Foto: Eric Gaillard/Reuters

 

Número de mortos da Itália salta 25% em 1 dia e chega a 1.809

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A Itália registrou 368 novas mortes relacionadas com o novo coronavírus em 24 horas, o que eleva o número de vítimas fatais a 1.809 no país, o mais afetado da Europa, segundo um balanço divulgado neste domingo (15) pela Proteção Civil.

Como no sábado,14, o número de infectados também aumentou, com 3.590 novos casos em 24 horas, quase 100 a mais que o aumento do dia anterior, elevando o total a quase 25.000. A região de Milão, na Lombardia (Norte), continua sendo a mais afetada, com 1.218 mortos e 13.272 casos.

O chefe do Instituto Nacional de Saúde da Itália, Silvio Brusaferro, disse que não se sabe se a Itália está atingindo seu pico e se pode começar a ver o número de novos casos diminuir.

Chefe do Instituto Nacional de Saúde da Itália, Silvio Brusaferro/ Foto: Divulgação

A Europa tenta estabelecer medidas de proteção ante o avanço da pandemia do novo coronavírus, que já causou 2 mil mortes no continente. O vírus começa a derrubar o princípio de uma União Europeia quase sem fronteiras: as autoridades da Alemanha decidiram fechar a partir de segunda-feira,16, as fronteiras do país com a França, Suíça e Áustria. Paris também anunciou um reforço nos controles da fronteira com a Alemanha, mas sem o fechamento parcial como decidiu o governo do país vizinho.

A pandemia superou a barreira de 6 mil mortes e 160 mil infectados em todo o mundo, segundo contagem de agências internacionais. Mas, apesar dos temores, os franceses comparecem neste domingo às urnas para eleições municipais.

Fonte: G1

Número de mortos da Itália salta 25% em 1 dia e chega a 1.809

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A Itália registrou 368 novas mortes relacionadas com o novo coronavírus em 24 horas, o que eleva o número de vítimas fatais a 1.809 no país, o mais afetado da Europa, segundo um balanço divulgado neste domingo (15) pela Proteção Civil.

Como no sábado,14, o número de infectados também aumentou, com 3.590 novos casos em 24 horas, quase 100 a mais que o aumento do dia anterior, elevando o total a quase 25.000. A região de Milão, na Lombardia (Norte), continua sendo a mais afetada, com 1.218 mortos e 13.272 casos.

O chefe do Instituto Nacional de Saúde da Itália, Silvio Brusaferro, disse que não se sabe se a Itália está atingindo seu pico e se pode começar a ver o número de novos casos diminuir.

Chefe do Instituto Nacional de Saúde da Itália, Silvio Brusaferro/ Foto: Divulgação

A Europa tenta estabelecer medidas de proteção ante o avanço da pandemia do novo coronavírus, que já causou 2 mil mortes no continente. O vírus começa a derrubar o princípio de uma União Europeia quase sem fronteiras: as autoridades da Alemanha decidiram fechar a partir de segunda-feira,16, as fronteiras do país com a França, Suíça e Áustria. Paris também anunciou um reforço nos controles da fronteira com a Alemanha, mas sem o fechamento parcial como decidiu o governo do país vizinho.

A pandemia superou a barreira de 6 mil mortes e 160 mil infectados em todo o mundo, segundo contagem de agências internacionais. Mas, apesar dos temores, os franceses comparecem neste domingo às urnas para eleições municipais.

Fonte: G1

Nas redes sociais, Wilson Lima anuncia novas medidas de prevenção ao novo coronavírus

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O governador Wilson Lima (PSC) usou, na noite de sábado, 14, as suas redes sociais para anunciar que todas as viagens dos servidores estaduais estão canceladas e recomendou também o cancelamento de eventos públicos por conta do novo coronavírus. Na sexta-feira, 13, foi confirmado o primeiro caso de pessoa com a doença no Amazonas.

No início do vídeo, o governador enfatizou que não há casos de transmissão local, por isso não há motivos para pânico e medidas extremadas. “Ao invés de ajudar poderia prejudicar as ações em saúde”, disse.

Segundo Wilson, além da suspensão das aulas da Universidade da Terceira Idade (Unati), que é o público mais vulnerável, ele também determinou que fossem canceladas todas as viagens dos servidores públicos estaduais e recomendou que eventos públicos sejam cancelados ou adiados de acordo com normas do Ministério da Saúde.

Além disso, Lima disse que todos os eventos do Estado para próximas semanas já estão sendo reprogramados. “Todas as decisões, notas técnicas e informações a imprensa estão sendo acompanhadas por mim. Determinei transparência absoluta”, disse.

Primeiro caso de coronavírus no Amazonas

Na sexta-feira, 13, o governo do Amazonas divulgou o primeiro caso confirmado do novo coronavírus no Estado. Uma mulher de 39 anos, que voltou de Londres no dia 11, foi diagnosticada com a doença, não ficou internada e está em isolamento em casa.

 

MEDIDAS CONTRA O CORONAVÍRUSOntem foi confirmado o primeiro caso de coronavírus no Amazonas. Foi um caso “importado”, de um paciente que veio de outro país. Estamos seguindo à risca todas as orientações do Ministério da Saúde. Faça também sua parte. #GovernoDoAmazonas #TrabalhandoSério #SaúdeAM #Coronavírus

Posted by Wilson Lima on Saturday, March 14, 2020

 

Álik Menezes, para O Poder

Foto: Divulgação/Secom

 

Nas redes sociais, Wilson Lima anuncia novas medidas de prevenção ao novo coronavírus

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O governador Wilson Lima (PSC) usou, na noite de sábado, 14, as suas redes sociais para anunciar que todas as viagens dos servidores estaduais estão canceladas e recomendou também o cancelamento de eventos públicos por conta do novo coronavírus. Na sexta-feira, 13, foi confirmado o primeiro caso de pessoa com a doença no Amazonas.

No início do vídeo, o governador enfatizou que não há casos de transmissão local, por isso não há motivos para pânico e medidas extremadas. “Ao invés de ajudar poderia prejudicar as ações em saúde”, disse.

Segundo Wilson, além da suspensão das aulas da Universidade da Terceira Idade (Unati), que é o público mais vulnerável, ele também determinou que fossem canceladas todas as viagens dos servidores públicos estaduais e recomendou que eventos públicos sejam cancelados ou adiados de acordo com normas do Ministério da Saúde.

Além disso, Lima disse que todos os eventos do Estado para próximas semanas já estão sendo reprogramados. “Todas as decisões, notas técnicas e informações a imprensa estão sendo acompanhadas por mim. Determinei transparência absoluta”, disse.

Primeiro caso de coronavírus no Amazonas

Na sexta-feira, 13, o governo do Amazonas divulgou o primeiro caso confirmado do novo coronavírus no Estado. Uma mulher de 39 anos, que voltou de Londres no dia 11, foi diagnosticada com a doença, não ficou internada e está em isolamento em casa.

 

MEDIDAS CONTRA O CORONAVÍRUSOntem foi confirmado o primeiro caso de coronavírus no Amazonas. Foi um caso “importado”, de um paciente que veio de outro país. Estamos seguindo à risca todas as orientações do Ministério da Saúde. Faça também sua parte. #GovernoDoAmazonas #TrabalhandoSério #SaúdeAM #Coronavírus

Posted by Wilson Lima on Saturday, March 14, 2020

 

Álik Menezes, para O Poder

Foto: Divulgação/Secom

 

Brasil tem 121 registros do novo coronavírus

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O Ministério da Saúde informou sábado, 14, que subiu de 98 para 121 o número de casos confirmados de Covid-19 no Brasil. De acordo com os dados atualizados, 1.496 pessoas são monitoradas por suspeitas de estarem infectadas pelo novo coronavírus.

Os casos confirmados no Brasil estão divididos em 13 estados: São Paulo tem 65 registros; o Rio de Janeiro, 22; o Paraná, 6; o Rio Grande do Sul, 6; o Distrito Federal, 6; Santa Catarina, 4; Goiás, 3; Pernambuco, 2; a Bahia, 2; Minas Gerais, 2; o Rio Grande do Norte, 1; Alagoas, 1; e Espírito Santo, 1. Entre os casos suspeitos, apenas os estados do Amapá e de Roraima ainda não têm registro.

Os estados de  São Paulo e do Rio de Janeiro já registraram casos de transmissão comunitária de coronavírus. Esse tipo de transmissão ocorre quando as equipes de vigilância não conseguem mais mapear a cadeia de infecção, não sabendo quem foi o primeiro paciente responsável pela contaminação dos demais. A maioria, entretanto, ainda é de casos importados (pessoas contaminadas no exterior) e de transmissão local (por meio de contato com pessoas de casos importados).

Na quarta-feira, 11, a Organização Mundial da Saúde (OMS) declarou pandemia de coronavírus. O termo é usado quando uma epidemia – grande surto que afeta uma região – se espalha por diferentes continentes com transmissão sustentada de pessoa para pessoa.

Atualmente, há mais de 135 países com casos confirmados da infecção.

Fonte: Agência Brasil

Foto: TAO EDGE/iStock

 

Brasil tem 121 registros do novo coronavírus

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O Ministério da Saúde informou sábado, 14, que subiu de 98 para 121 o número de casos confirmados de Covid-19 no Brasil. De acordo com os dados atualizados, 1.496 pessoas são monitoradas por suspeitas de estarem infectadas pelo novo coronavírus.

Os casos confirmados no Brasil estão divididos em 13 estados: São Paulo tem 65 registros; o Rio de Janeiro, 22; o Paraná, 6; o Rio Grande do Sul, 6; o Distrito Federal, 6; Santa Catarina, 4; Goiás, 3; Pernambuco, 2; a Bahia, 2; Minas Gerais, 2; o Rio Grande do Norte, 1; Alagoas, 1; e Espírito Santo, 1. Entre os casos suspeitos, apenas os estados do Amapá e de Roraima ainda não têm registro.

Os estados de  São Paulo e do Rio de Janeiro já registraram casos de transmissão comunitária de coronavírus. Esse tipo de transmissão ocorre quando as equipes de vigilância não conseguem mais mapear a cadeia de infecção, não sabendo quem foi o primeiro paciente responsável pela contaminação dos demais. A maioria, entretanto, ainda é de casos importados (pessoas contaminadas no exterior) e de transmissão local (por meio de contato com pessoas de casos importados).

Na quarta-feira, 11, a Organização Mundial da Saúde (OMS) declarou pandemia de coronavírus. O termo é usado quando uma epidemia – grande surto que afeta uma região – se espalha por diferentes continentes com transmissão sustentada de pessoa para pessoa.

Atualmente, há mais de 135 países com casos confirmados da infecção.

Fonte: Agência Brasil

Foto: TAO EDGE/iStock

 

Comércio e indústria do AM sentem os efeitos negativos impostos pelo coronavírus

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O comércio e a indústria do Amazonas já estão sentindo os efeitos negativos da pandemia do coronavírus – vírus que vem causando doença pulmonar grave em todo o mundo – e já estudam paralisações parciais e férias coletivas por falta de insumos de matérias primas. No Brasil já tem mais de 100 casos confirmados e, o Amazonas, teve o primeiro caso confirmado na sexta-feira, 13.

De acordo com o presidente em exercício da Federação das Indústrias do Amazonas (Fieam), Nelson Azevedo, “o mundo todo está preocupado com os casos de Coronavírus e no Amazonas não é diferente.”

“Temos várias empresas chinesas, coreanas e japonesas no Amazonas, com abastecimentos que vem da Ásia, em sua grande maioria. É lógico, muitas coisas estão ficando restritas para aquelas localidades. Por enquanto aqui, não tenho conhecimento de empresas paralisadas por conta do coronavírus, acontece que, tem muitas empresas que estão preocupadas, pois, o nosso modelo econômico tem três estoques: O do nosso fornecedor (no Brasil e no exterior), temos o estoque em trânsito e os dentro das fábricas, que vem para suprir 60 dias, e já estamos preocupados por conta de diminuição dos estoques”, disse Azevedo.

Ele explicou que a partir do final de março e início de abril, poderá haver dificuldades nas indústrias instaladas no Polo Industrial de Manaus (PIM). “As empresas já estão se planejando e se programando para uma eventual parada, que não seja total e, sim, parcial, oferecendo férias coletivas ou remunerada. O fato é que existe uma preocupação e nós estamos se reunindo constantemente”, informou.

O representante das empresas instaladas no Amazonas disse, ainda, que o único caso de restrição que teve conhecimento, em relação ao coronavírus, é de empresas que deixaram de trazer técnicos de manutenção de equipamento da Ásia para o Estado.

Comerciantes preocupados

O presidente da Câmara Dirigente dos Lojistas (CDL) Ralph Assayag, disse que os casos de coronavírus em todo o mundo podem levar a falta de insumos no distrito industrial, com a possibilidade de interferir a produtividade das indústrias, levando a férias coletivas e paralisação do terceiro turno.

“O comércio já começa a sentir a falta dos produtos que poderiam vir para o dia das mães, para o dia dos pais. Esse período que é o momento de compras, que não existe a produção e não se pode viajar para lá, há essa grande preocupação”, ressaltou Assayag.

O dirigente disse que só quem tinha em viagem a carga para suprir o comércio é que está mais tranquilo. Mas, aqueles que estavam se planejando em ir neste período para fazer as compras para suprir a venda local, estão preocupados, pois, não podem ir para lá com medo de não poder voltar.

“Tem aquela compra de produtos de lâmpada de LED, e também, alguns diferenciais que poderiam suprir o comércio que podem faltar. Se continuar isso até junho, a situação do comércio no Amazonas ficará muito séria”, projetou.

Suframa

Sobre a ameaça dos efeitos do coronavírus na produção industrial do Amazonas, o superintendente da Zona Franca de Manaus, coronel Alfredo Menezes, disse que o maior interessado em vender é a China e que o governo hhinês está fazendo o máximo possível para encontrar uma solução para o problema.

“Por outro lado, a maioria das empresas, por conta da logística na nossa região, eles têm um estoque, que dependendo do segmento, gira em torno de três a seis meses. Esperamos de dentro de um curto prazo essa situação seja resolvida e não tenhamos prejuízos para o nosso fluxo produtivo”, disse Alfredo.

‘Equação difícil’ 

Para o diretor de Relações Institucionais da Yamaha, Hilário Kobayashi, o poder de influência do coronavírus na produção industrial é uma equação difícil, pois, segundo ele, na indústria globalizada, parte da cadeia de fornecedores está espalhada por todo o planeta, e uma crise dessas, sempre se compromete o planejamento.

“Uma das formas é a programação de longo prazo, em que a aquisição de partes e peças são solicitadas com grande antecedência, e se formam estoques reguladores que funcionam de modo gradual no atendimento à linha de produção”, explicou Kobayashi.

O diretor disse, ainda, que pontualmente, os fornecedores que não conseguem embarcar peças por meio marítimo, que é o procedimento mais barato, porém mais lento, usam o frete aéreo, bem mais rápido, no entanto mais custoso.

“Há também as alternativas brasileiras, mediante a substituição pontual de fornecedores estrangeiros por empresas nacionais, que com esforço técnico e negociação comercial, sempre se acha alguma saída para contornar crises”, comentou.

 

Henderson Martins, para O Poder

Foto: Divulgação

Comércio e indústria do AM sentem os efeitos negativos impostos pelo coronavírus

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O comércio e a indústria do Amazonas já estão sentindo os efeitos negativos da pandemia do coronavírus – vírus que vem causando doença pulmonar grave em todo o mundo – e já estudam paralisações parciais e férias coletivas por falta de insumos de matérias primas. No Brasil já tem mais de 100 casos confirmados e, o Amazonas, teve o primeiro caso confirmado na sexta-feira, 13.

De acordo com o presidente em exercício da Federação das Indústrias do Amazonas (Fieam), Nelson Azevedo, “o mundo todo está preocupado com os casos de Coronavírus e no Amazonas não é diferente.”

“Temos várias empresas chinesas, coreanas e japonesas no Amazonas, com abastecimentos que vem da Ásia, em sua grande maioria. É lógico, muitas coisas estão ficando restritas para aquelas localidades. Por enquanto aqui, não tenho conhecimento de empresas paralisadas por conta do coronavírus, acontece que, tem muitas empresas que estão preocupadas, pois, o nosso modelo econômico tem três estoques: O do nosso fornecedor (no Brasil e no exterior), temos o estoque em trânsito e os dentro das fábricas, que vem para suprir 60 dias, e já estamos preocupados por conta de diminuição dos estoques”, disse Azevedo.

Ele explicou que a partir do final de março e início de abril, poderá haver dificuldades nas indústrias instaladas no Polo Industrial de Manaus (PIM). “As empresas já estão se planejando e se programando para uma eventual parada, que não seja total e, sim, parcial, oferecendo férias coletivas ou remunerada. O fato é que existe uma preocupação e nós estamos se reunindo constantemente”, informou.

O representante das empresas instaladas no Amazonas disse, ainda, que o único caso de restrição que teve conhecimento, em relação ao coronavírus, é de empresas que deixaram de trazer técnicos de manutenção de equipamento da Ásia para o Estado.

Comerciantes preocupados

O presidente da Câmara Dirigente dos Lojistas (CDL) Ralph Assayag, disse que os casos de coronavírus em todo o mundo podem levar a falta de insumos no distrito industrial, com a possibilidade de interferir a produtividade das indústrias, levando a férias coletivas e paralisação do terceiro turno.

“O comércio já começa a sentir a falta dos produtos que poderiam vir para o dia das mães, para o dia dos pais. Esse período que é o momento de compras, que não existe a produção e não se pode viajar para lá, há essa grande preocupação”, ressaltou Assayag.

O dirigente disse que só quem tinha em viagem a carga para suprir o comércio é que está mais tranquilo. Mas, aqueles que estavam se planejando em ir neste período para fazer as compras para suprir a venda local, estão preocupados, pois, não podem ir para lá com medo de não poder voltar.

“Tem aquela compra de produtos de lâmpada de LED, e também, alguns diferenciais que poderiam suprir o comércio que podem faltar. Se continuar isso até junho, a situação do comércio no Amazonas ficará muito séria”, projetou.

Suframa

Sobre a ameaça dos efeitos do coronavírus na produção industrial do Amazonas, o superintendente da Zona Franca de Manaus, coronel Alfredo Menezes, disse que o maior interessado em vender é a China e que o governo hhinês está fazendo o máximo possível para encontrar uma solução para o problema.

“Por outro lado, a maioria das empresas, por conta da logística na nossa região, eles têm um estoque, que dependendo do segmento, gira em torno de três a seis meses. Esperamos de dentro de um curto prazo essa situação seja resolvida e não tenhamos prejuízos para o nosso fluxo produtivo”, disse Alfredo.

‘Equação difícil’ 

Para o diretor de Relações Institucionais da Yamaha, Hilário Kobayashi, o poder de influência do coronavírus na produção industrial é uma equação difícil, pois, segundo ele, na indústria globalizada, parte da cadeia de fornecedores está espalhada por todo o planeta, e uma crise dessas, sempre se compromete o planejamento.

“Uma das formas é a programação de longo prazo, em que a aquisição de partes e peças são solicitadas com grande antecedência, e se formam estoques reguladores que funcionam de modo gradual no atendimento à linha de produção”, explicou Kobayashi.

O diretor disse, ainda, que pontualmente, os fornecedores que não conseguem embarcar peças por meio marítimo, que é o procedimento mais barato, porém mais lento, usam o frete aéreo, bem mais rápido, no entanto mais custoso.

“Há também as alternativas brasileiras, mediante a substituição pontual de fornecedores estrangeiros por empresas nacionais, que com esforço técnico e negociação comercial, sempre se acha alguma saída para contornar crises”, comentou.

 

Henderson Martins, para O Poder

Foto: Divulgação

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