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Maria do Carmo ataca Delegado Péricles em matéria, causando guerra interna no PL

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A imagem de união que o PL tenta vender para a eleição de 2026 no Amazonas acaba de sofrer um duro golpe. O que antes era tratado como desconforto nos bastidores agora virou confronto público, com troca de acusações, notas oficiais e ataques nas redes sociais entre a pré-candidata ao Governo do Amazonas, Maria do Carmo Seffair, e o deputado estadual Delegado Péricles.

A crise começou após uma reportagem da Rede Rios de Notícias, empresa pertencente a Maria do Carmo e Wellington Lins, sobre a PEC que autoriza o uso de recursos do Fundo de Apoio às Micro e Pequenas Empresas. Sentindo-se atingido, Péricles partiu para o ataque e acusou o veículo de divulgar uma “notícia falsa” e uma matéria “tendenciosa”.

A reação veio de forma igualmente contundente. Em nota oficial, Maria do Carmo e Wellington Lins defenderam a reportagem e rebateram as acusações do parlamentar.

Longe de encerrar a polêmica, a manifestação serviu como combustível para uma nova ofensiva de Péricles, que voltou às redes sociais afirmando que a nota apenas confirmava aquilo que ele classificou como uma publicação falsa. Veja vídeo: 

 

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O episódio escancara um cenário de guerra interna dentro do PL. Enquanto o partido deveria estar concentrado em enfrentar adversários externos e consolidar seu projeto para 2026, suas principais lideranças estão empenhadas em guerrear e trocar farpas publicamente. 

A situação é ainda mais delicada porque envolve justamente a pré-candidata escolhida pelo partido para disputar o Governo do Amazonas e um dos nomes mais influentes do bolsonarismo amazonense. Quando duas lideranças desse peso passam a trocar ataques em praça pública, fica difícil sustentar o discurso de unidade.

O que era rumor virou fato político. O PL vive hoje um racha exposto, público e cada vez mais difícil de esconder. Nos bastidores, já há quem afirme que a candidatura de Maria do Carmo ficou insustentável e que pode nem chegar à convenção do partido prevista para o início de agosto.

 

Da Redação 

Foto: 

Aliados de Lula no Amazonas silenciam sobre corte federal de R$ 23,7 bilhões que atinge Saúde e Educação

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O bloqueio de R$ 23,7 bilhões no orçamento do Governo Federal, assinado pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), no fim de maio, ainda tem repercutido no país. Setores essenciais como Educação e Saúde foram afetados. No cenário político, a decisão colocou em evidência a postura de aliados do governo federal no Amazonas.

Decreto 12.990/2026 

A medida que está em vigor desde o dia 29 de maio formalizou e detalhou a distribuição de cortes por ministérios. Em março, o governo já havia bloqueado R$ 1,6 bilhão no 1° bimestre.

O decreto incide sobre verbas que o governo tem liberdade de executar ou não. São investimentos em obras, custeio de programas e contratos de serviços. Essas despesas diferem das obrigatórias, como aposentadorias, salários e benefícios sociais, que não podem ser cortadas sem alteração legal.

Seis ministérios concentram quase R$ 16 bilhões do total bloqueado. O valor corresponde a cerca de 68% do corte total.

Os maiores cortes por ministério foram:

  •  Defesa: R$ 4,4 bilhões;
  •  Cidades: R$ 3,8 bilhões;
  • Educação: R$ 2,6 bilhões;
  • Integração Regional: R$ 2 bilhões;
  • Transportes: R$ 1,7 bilhão;
  • Saúde: R$ 1,3 bilhão.

O decreto atualiza a programação orçamentária estabelecida em fevereiro e revisa também os limites de empenho e pagamento de cada órgão federal para os próximos meses.

Congresso

O decreto também apresentou mudanças nas regras internas de execução orçamentária. A SRI (Secretaria de Relações Institucionais), responsável pela articulação política com o esso, ganha mais margem para liberar verbas de emendas parlamentares. É uma concessão ao Centrão.

A medida permite ampliar os valores autorizados para pagamento de emendas.

A contrapartida é redução equivalente em outras rubricas do orçamento. O governo preserva, assim, o canal de negociação com parlamentares mesmo em cenário de contenção fiscal.

As emendas parlamentares somam cerca de R$ 61 bilhões no orçamento de 2026. As individuais impositivas chegam a R$ 26,6 bilhões no limite total de empenho. As de bancada estadual somam R$ 11,2 bilhões. As de comissão, R$ 12,1 bilhões.

O impacto nacional da medida também abriu espaço para comparações com o debate sobre contenção de despesas no Amazonas, onde cortes semelhantes vêm gerando reações políticas distintas

Silêncio de aliados no Amazonas 

Antes mesmo das discussões sobre os cortes de gastos anunciados pelo Governo do Amazonas, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) já havia determinado o bloqueio bilionário. A medida, em vigor desde o fim de maio, passou sem críticas públicas de parlamentares amazonenses alinhados ao Palácio do Planalto.

O silêncio levanta questionamentos sobre a ausência de manifestações diante do corte de recursos para pastas promovido pela gestão federal, enquanto, no âmbito estadual, medidas semelhantes adotadas são alvo de cobranças.

Da Redação, com informações do Poder360
Foto: Reprodução 

Licitação da Prefeitura de São Gabriel da Cachoeira entra na mira do MP após denúncia de empresa

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Uma empresa privada denunciou a Prefeitura de São Gabriel da Cachoeira por supostas irregularidades em uma licitação destinada à Secretaria Municipal de Saúde (Semsa). O procedimento preparatório instaurado pelo Ministério Público do Amazonas (MPAM) foi publicado no Diário Oficial do órgão na última quarta-feira, 10.

De acordo com a portaria, a empresa Sieg Especialista em Licitações afirmou não ter conseguido acessar o edital da licitação PR nº 25/2025, conduzida pela Prefeitura de São Gabriel da Cachoeira e destinada à aquisição de suprimentos e equipamentos de informática para atender as necessidades da Semsa.

Segundo a denúncia, a empresa buscou o documento tanto no Portal da Transparência do Município quanto no Portal Nacional de Contratações Públicas (PNCP), sem sucesso. Além disso, alega que não obteve resposta às solicitações encaminhadas aos endereços eletrônicos oficiais do órgão.

Diante da denúncia, o MPAM instaurou procedimento preparatório para apurar possível ausência de publicidade e eventual restrição à competitividade no certame.

Como medida inicial, o promotor de Justiça Paulo Beriba determinou que a Prefeitura de São Gabriel da Cachoeira e a Comissão de Contratação, ou o pregoeiro responsável pela licitação PR nº 25/2025, prestem informações no prazo de 10 dias.

O Ministério Público também requisitou justificativas para a suposta indisponibilidade do edital no PNCP e no Portal da Transparência, além do envio de cópia integral do processo licitatório e informações sobre o atual estágio da licitação, acompanhadas dos respectivos documentos comprobatórios.

 

Da Redação
Foto: Divulgação

Roberto Cidade afirma que está sob ‘ataques políticos sincronizados da velha política’ em coletiva de imprensa

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Nesta quinta-feira, 11, o governador do Amazonas, Roberto Cidade (União Brasil), rebateu os ataques políticos que vem sofrendo em relação a sua gestão. O governador alertou que essas ofensivas são “sincronizadas” e oriundas da “velha política”.

“A nossa gestão está sendo aprovada pela população, e esses ataques políticos são por isso. Ataques sincronizados no mesmo dia da velha política”. Cidade citou que as críticas precisam ser de verdade, por meio de diálogo e conversa, sem descontrole ou utilização do palanque político.

 

Cidade afirmou que não irá se calar sobre os ataques que vêm ocorrendo, destacando o trabalho sério e transparente realizado por sua gestão, e salientou que “isso tudo é desespero político”, além de afirmar que essa movimentação é uma antecipação do processo eleitoral que ocorrerá em outubro deste ano.

O governador destacou ainda que nenhuma narrativa política causará terror na população.  “Estamos trabalhando incansavelmente e estamos tendo responsabilidade com os recursos públicos. E não vai ser nenhuma narrativa política de alguém que é da velha política, que sabe fazer terror para dizer que vai solucionar, e todo mundo sabe lá atrás de fatos que aconteceram”, refutou Cidade.

 

Da Redação

Lula resiste a encontro com Alcolumbre mesmo após derrotas no Senado

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Mesmo após derrotas no Senado, o presidente da República Luiz Inácio Lula da Silva ainda resiste a um encontro com o presidente do Senado Federal, Davi Alcolumbre (União-AP), que teria condicionado a tramitação da proposta de fim da escala 6×1 a um encontro com Lula.

Assessores do presidente, no entanto, admitem que o presidente segue inconformado com a derrota sobre a indicação de Jorge Messias ao Supremo Tribunal Federal (STF), embora defendam que a pauta legislativa não se confunda com questões pessoais.

O encontro serviria para esclarecer o episódio de Messias e, como dizem aliados do senador, “virar a página”. 

Além de não ter enviado ainda a proposta da mudança da escala de trabalho para a Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) Alcolumbre aprovou três pautas-bombas com risco de piora das contas públicas.

Na avaliação de assessores do governo, Alcolumbre tenta chamar a atenção de Lula para um encontro, mas o presidente tem dito que não cederá a ameaças.

O esforço tanto de interlocutores de Alcolumbre como de Lula é que a conversa ocorra até o início da semana que vem, quando o presidente viajará para a França.

O petista já sinalizou que, caso se reúna com Alcolumbre, reafirmará que voltará a indicar Messias para a Suprema Corte, mesmo com a resistência do senador.

 

Com informações de CNN Brasil

PL e PT têm as maiores fatias do Fundo Eleitoral

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O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) divulgou na semana passada os valores do Fundo Especial de Financiamento de Campanha (FEFC) destinados aos partidos políticos para as Eleições Gerais de 2026. Aproximadamente R$ 4,9 bilhões serão distribuídos entre as legendas e os partidos que mais recebem o recurso são: Partido Liberal (PL), com o valor estimado em R$ 881,7 milhões, seguido do Partido dos Trabalhadores (PT), com aproximadamente R$ 615,4 milhões.

Essa eleição promete não só uma polarização entre direita e esquerda, mas uma separação de quem tem recursos financeiros para bancar uma campanha durante esses quase cinco meses, até o primeiro turno das eleições.

Vale ressaltar que o Fundo Eleitoral é previsto na Lei nº 13.487/2017 e adota critérios para a repartição de recursos seguindo a seguinte regra: 2% são divididos igualmente entre todos os partidos com estatuto registrado no TSE; 35% são distribuídos proporcionalmente aos votos obtidos pelas legendas na última eleição geral para a Câmara dos Deputados; 48% são repartidos de acordo com o número de representantes eleitos para a Câmara dos Deputados; e 15% são divididos conforme a representação dos partidos no Senado Federal.

 

Da Redação

Roberto Cidade inaugura primeira ponte do Programa Estadual de Construção de Pontes Urbanas em Manaus

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O governador Roberto Cidade entregou, nessa quarta-feira, 10, a primeira das 50 pontes previstas para serem construídas em Manaus, pelo Programa Estadual de Construção de Pontes Urbanas. Localizada na rua Trípoli, bairro Planalto, zona centro-oeste, a ponte em concreto armado atende a um anseio de mais de 20 anos dos moradores da área. Executado pela Secretaria de Estado de Infraestrutura (Seinfra), o programa estadual tem como objetivo ampliar a conectividade urbana, integrar áreas separadas por igarapés e melhorar a mobilidade da população.

“Esse programa vai ligar pontos estratégicos na cidade de Manaus, onde precisamos ter ligação de um bairro para o outro. Essas pontes vão ser feitas em pontos onde muitas vezes a população ficava isolada e tinha que fazer uma volta enorme para poder chegar ao bairro ao lado. A nossa missão é entregar obras para o nosso povo. A cidade de Manaus precisa de planejamento e estamos contribuindo dessa forma, com entregas, e estamos aqui para colaborar da melhor forma possível”, destacou o governador.

A ponte foi projetada em concreto armado, oferecendo segurança, durabilidade e capacidade adequada para o tráfego urbano. A estrutura conta com pista para veículos, passarelas destinadas aos pedestres e sistemas de iluminação, proporcionando maior acessibilidade e segurança aos usuários.

O Programa Estadual de Construção de Pontes Urbanas em Manaus surgiu a partir da identificação de uma demanda histórica da população, relacionada à fragmentação da malha viária urbana causada pelos cursos d’água, que atravessam diversos bairros da cidade. Com isso, o Governo do Estado deu início à iniciativa pioneira de construção de pontes, assumindo a iniciativa de estudar as deficiências de mobilidade urbana e implantar um amplo programa de construção de pontes em concreto armado.

Moradora do bairro há 35 anos, Marilene Maia, de 60 anos, destacou a importância da nova estrutura para a população que utiliza o caminho diariamente. Segundo ela, a ponte entregue traz mais segurança tanto para motoristas, quanto para pedestres.

“A comunidade esperava muito por essa ponte de concreto armado, porque até então era uma ponte de madeira e nós sofríamos muito. Então, nós estamos muito felizes, tem uma importância muito grande. Importante que não pensaram só nos carros e nos ônibus, pensaram também nos pedestres. Foi uma coisa bem planejada e vai ser bastante benéfica”, declarou Marilene Maia.

Novas pontes

Além da ponte inaugurada no bairro Planalto, duas novas estruturas no bairro Cidade Nova, zona norte de Manaus, encontram-se em fase final de conclusão. Outras seis pontes na zona leste da capital seguem em execução, evidenciando o avanço contínuo do programa e o compromisso do Governo do Amazonas com a ampliação da infraestrutura urbana, a integração viária e a melhoria da mobilidade da população.

O secretário de Estado de Infraestrutura, Carlos Henrique Lima, reforçou o papel do programa em ampliar a conectividade urbana e promover melhor qualidade de vida para os moradores da capital amazonense.

“Esse é um programa que conecta pessoas, vias e bairros e esta é a entrega da primeira ponte realizada pelo governador Roberto Cidade. Conectar famílias e visões de mundo é um dos fatores mais importantes para a construção de uma sociedade forte”, assinalou o secretário.

 

Da Redação com informações Agência Amazonas 

Foto:  Alex Pazuello e Tiago Correa/Secom

 

Senado aprova Benedito Gonçalves como corregedor Nacional de Justiça

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O plenário do Senado aprovou, nessa quarta-feira, 10, a indicação do ministro do STJ Benedito Gonçalves para o cargo de corregedor nacional de Justiça no CNJ. A nomeação será formalizada pelo presidente da República, e a posse está prevista para agosto.

O magistrado exercerá a função no biênio 2026-2028.

Indicação recebeu aval do Senado

Benedito Gonçalves obteve 53 votos favoráveis no plenário da Casa. Atualmente diretor-geral da Enfam, o ministro foi indicado para a corregedoria nacional pelo Pleno do STJ em sessão realizada em 14 de abril.

Antes da votação em plenário, a indicação já havia sido aprovada pela Comissão de Constituição, Justiça e Cidadania do Senado em 20 de maio. Na mesma sessão do STJ que definiu o nome de Benedito Gonçalves para a corregedoria, o ministro Mauro Campbell Marques foi eleito para a vice-presidência da Corte, cargo que assumirá na gestão iniciada em agosto.

Defesa de atuação preventiva e aperfeiçoamento do Judiciário

Durante a sabatina na CCJ, Benedito Gonçalves defendeu uma atuação preventiva da corregedoria, o aperfeiçoamento do Judiciário e a promoção da igualdade. O debate também abordou temas relacionados à magistratura.

A sessão foi acompanhada pelo presidente do STJ, ministro Herman Benjamin, pelo vice-presidente, ministro Luis Felipe Salomão, e por outros integrantes da Corte.

Ao apresentar sua trajetória aos senadores, o ministro ressaltou a relevância do diálogo institucional entre os Poderes.

“Esses diálogos marcados pela escuta, pela cordialidade e pelo espírito público reforçaram em mim a importância do relacionamento institucional entre o Poder Judiciário e o Senado Federal.”

Benedito Gonçalves também recordou sua origem humilde e destacou o papel da educação em sua formação profissional.

“Cada etapa vencida resultou de luta diária, perseverança e profundo respeito pelo estudo e pelo serviço público”, resumiu.

Trajetória

Com mais de 50 anos de carreira no serviço público, sendo 38 anos somente na magistratura, Benedito Gonçalves é graduado em direito, com mestrado e especialização na área jurídica. Antes de ingressar na magistratura, exerceu diferentes funções no serviço público, como papiloscopista da Polícia Federal e delegado de polícia no Distrito Federal.

Em 1988, assumiu o cargo de juiz federal, atuando em unidades do Rio de Janeiro, Paraná e Rio Grande do Sul. Dez anos depois, foi promovido a desembargador do TRF da 2ª região. Outra década mais tarde, chegou ao cargo de ministro do STJ, posição que ocupa atualmente.

 

Da Redação com informações de Migalhas 

Foto: Divulgação

PT pede que STF e PF investiguem se houve ‘caixa 2’ para campanha de Flávio Bolsonaro no filme Dark Horse

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O PT entrou com pedido tanto no Supremo Tribunal Federal (STF) quanto na Polícia Federal (PF) para investigarem se houve a prática de “caixa 2” para a campanha presidencial de Flávio Bolsonaro (PL) na produção do filme Dark Horse.

No documento enviado à Corte e à corporação, o diretório nacional do partido alega que a produção apresenta uso de fundos no exterior com “operação financeira complexa” para sustentar o pedido de abertura de apurações.

A ação tem como base reportagens publicadas pelo site The Intercept Brasil sobre a relação de Flávio Bolsonaro com Daniel Vorcaro, dono do Banco Master, e pedidos para financiamento do filme.

Segundo as reportagens, o filme recebeu cerca de R$ 61 milhões. Segundo o PT, parte do dinheiro foi usado para “sustentar a estrutura de Eduardo Bolsonaro nos Estados Unidos” que, de acordo com o partido, tinha “função eminentemente político eleitoral.”

“Caso confirmadas irregularidades pelos órgãos de investigação poderão surgir elementos aptos a caracterizar ilícitos eleitorais e penais, inclusive aqueles relacionados à omissão, dissimulação ou falsidade de informações relevantes para a fiscalização da atividade político-eleitoral, entre eles a hipótese falsidade ideológica eleitoral (“caixa 2”), prevista no art. 350 do Código Eleitoral”, diz trecho do pedido.

Segundo sustenta o PT no documento, a destinação de emendas parlamentares para empresas relacionadas à produtora do filme pode ser justificativa para ser investigada “eventual configuração de abuso de poder econômico”.

No documento, o PT ainda cita que STF e PF investiguem se o filme Dark Horse obteve todos os registros necessários na Ancine para ser filmado e produzido no Brasil, bem como se os atores estrangeiros obtiveram visto trabalhista para vir ao país.

Da Redação, com informações do G1
Foto: Reprodução/Redes Sociais

Denúncia aponta que Prefeitura de Careiro da Várzea repassou Fundeb a profissionais sem direito ao benefício

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A Prefeitura de Careiro da Várzea será investigada por irregularidades no uso de verbas do Fundo de Manutenção e Desenvolvimento da Educação Básica e Valorização dos Profissionais da Educação (Fundeb) referente ao ano de 2024. A Procuradora da República, Juliana Fonseca, assina a portaria do Ministério Público Federal (MPF) publicada nesta quarta-feira, 10.

Segundo o documento, uma denúncia foi protocolada no MPF apontando que servidores e funcionários receberam repasses do Fundeb sem ter direito a receber os valores. O fundo é um repasse do Ministério da Educação que deve ser usado para valorização de profissionais da Educação e manutenção de unidades de ensino.

Como medida, a procuradora determinou que cumpram as medidas estabelecidas no despacho PR-AM-000418104/20026.

 

Da Redação 
Foto: Ilustração/O Poder