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Jair Bolsonaro pede autorização a Moraes para fazer cirurgia no ombro

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Na última terça-feira, 21, a defesa de Jair Bolsonaro pediu ao ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Alexandre de Moraes, autorização para o ex-presidente realizar um procedimento cirúrgico no ombro direito.

Os advogados pediram urgência na análise. A defesa pede que a possível liberação cubra todas as etapas do tratamento, do tratamento pós-operatório até a reabilitação.

Segundo informações da defesa, o procedimento pode ocorrer em 24 ou 25 de abril e tem por objetivo reparar o manguito rotador e lesões associadas no ombro direito, por via artroscópica, técnica minimamente invasiva.

Os laudos enviados ao STF apontam dor persistente e limitação funcional no ombro. “Dentro deste quadro refratário à fisioterapia, e considerando que foi uma lesão traumática, adicionado ao fato de que o paciente apresenta melhora do quadro clínico, se encontrando, por conseguinte, apto para a realização da operação”, diz trecho de laudo ortopédico encaminhado a Moraes.

O ex-presidente cumpre prisão domiciliar humanitária temporária desde 27 de março, em Brasília. O benefício tinha prazo inicial de 90 dias e foi concedido por Moraes após Bolsonaro apresentar problemas de saúde, segundo documentos enviados ao STF.

Bolsonaro está em prisão domiciliar com regras impostas por Alexandre de Moraes. Entre as medidas, estão restrições de visitas e proibição de uso de celular, sob justificativa de controle de infecções.

 

Com informações de Uol Notícias

Aleam publica edição extraordinária de Diário Oficial com relação das chapas inscritas para a eleição indireta

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Em edição extra, o Diário Oficial da Assembleia Legislativa do Amazonas (Aleam) desta segunda-feira, 20, traz a publicação das chapas que devem concorrer à eleição para o mandato-tampão ao Governo do Estado, marcada para o dia 4 de maio.

A publicação no Diário Oficial tem como objetivo dar início ao prazo para eventuais impugnações das chapas registradas, conforme previsto no edital e na legislação vigente. A partir da divulgação, podem ser apresentados pedidos de impugnação. Caso haja contestação, será aberto prazo para que o candidato impugnado apresente sua defesa.

Encerrada essa etapa, a Procuradoria da Assembleia Legislativa emitirá parecer sobre a regularidade das candidaturas e a elegibilidade dos concorrentes.

Com base nesse parecer, caberá à Mesa Diretora analisar os pedidos de registro, podendo deferi-los ou indeferi-los. Somente após essa decisão é que ocorre a homologação oficial das chapas aptas a concorrer na eleição.

Ao todo, cinco chapas foram registradas, com candidatos aos cargos de governador e vice-governador, representando diferentes partidos políticos.

A Chapa nº 1 tem como candidato ao Governo William Bitar Barroso dos Santos (PSDB), com João Ricardo de Melo e Lima (PL) como vice.

A Chapa nº 2 é formada por Roberto Maia Cidade Filho (União Brasil) para governador e Serafim Fernandes Corrêa (PSB) como vice.

Na Chapa nº 3, concorre ao Governo Cícero José de Lima Alencar (DC), ao lado de Roque Lane Wilkens Marinho (DC) como vice.

Já a Chapa nº 4 apresenta Sérgio Augusto Coelho Bezerra (Novo) como candidato a governador, com Audriclea Viana Frota (Novo) na vice.

Fechando a lista, a Chapa nº 5 é composta por Daniel Fabiano Soares de Araújo (PT) como candidato ao Governo e Daiane de Jesus Dias Araújo (PT) como vice-governadora.

Conforme determina a Constituição Estadual, a eleição será realizada de forma indireta pelo Poder Legislativo, em Sessão Extraordinária no Plenário Ruy Araújo,  no dia 4 de maio, com início previsto para as 9h, e definirá o nome que assumirá o Executivo Estadual até 5 de janeiro de 2026. A votação será aberta e nominal, realizada pelos 24 deputados estaduais.

Possibilidade de impugnação

Após a lista completa das chapas  ter sido publicada no Diário Oficial do Legislativo, será aberto prazo de 48 horas para a apresentação de impugnações por candidatos, partidos políticos ou pelo Ministério Público, desde que devidamente fundamentadas.

Para efeito de contagem dos prazos previstos no Edital da Eleição Indireta 2026, deverá ser considerado o horário das 17 horas desta segunda-feira, 20, como sendo o horário de publicação oficial dessa edição extra.

Encerrada essa etapa, a Procuradoria-Geral da Aleam emitirá parecer técnico sobre a regularidade das candidaturas. Caberá à Mesa Diretora decidir pelo deferimento ou indeferimento dos registros. Eventuais recursos poderão ser analisados pelo plenário, em caráter definitivo.

 

Da Redação com informações da Aleam 

Foto: Divulgação

 

Com apoio de Hugo, CCJ vota PEC que prevê o fim da escala 6×1 nesta quarta

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A CCJ (Comissão de Constituição e Justiça) da Câmara vota nesta quarta-feira, 22, o relatório sobre o fim da escala 6×1. A PEC 8/2025, que trata do tema, já conta com parecer favorável do relator, Paulo Azi (União-BA), apresentado na semana passada. A votação, no entanto, foi adiada após pedido de vista.

O texto sugere uma redução na jornada de trabalho semanal sem alteração nos salários dos trabalhadores. O documento agrupa dois projetos. Um da deputada Erika Hilton (Psol-SP), que determina a redução para 4 dias de trabalho por semana e 3 de descanso em uma jornada de 36 horas semanais. O outro do deputado Reginaldo Lopes (PT-MG) fala somente em uma redução da jornada para 36 horas semanais.

A expectativa do governo e de deputados do centrão é de aprovação do texto nesta quarta. Para avançar na CCJ, a PEC exige maioria simples, com quórum mínimo de 34 deputados. Com isso, o próximo passo é levar a proposta para uma comissão especial que será responsável por discutir o mérito da proposta.

O relator foi favorável à admissibilidade da PEC, ou seja, a legitimidade do projeto junto à Constituição. Azi, no entanto, deixou claro que é preciso que a comissão especial faça ajustes. Ele disse que vai recomendar no relatório uma redução para que a jornada semanal seja de 5×2 e usou a proposta do próprio governo para justificar esse argumento.

“O próprio governo e as próprias centrais sindicais sinalizaram para uma proposta intermediária, que seria a redução da jornada para 40 horas e a adoção da escala 5×2. Esse é o primeiro ponto que nós vamos indicar como sendo um objeto de avaliação da comissão especial”, disse o relator.

A votação estava marcada para acontecer na última quarta, mas foi adiada por um pedido de vista de Lucas Redecker (PSDB-RS) e Bia Kicis (PL-DF) 15. Por isso, foi necessário cumprir o prazo de duas sessões de plenário para retomar a pauta.

Projeto do governo

O governo enviou um PL (Projeto de Lei) na semana passada sugerindo justamente uma jornada de trabalho de 5×2 e 40 horas por semana. A ideia do executivo era acelerar a tramitação, ter maior facilidade na aprovação e retomar o protagonismo sobre o tema em um ano eleitoral.

A votação da proposta gera expectativa no governo especialmente pela popularidade da pauta. O Planalto começou a apoiar o texto no segundo semestre de 2025. A base governista entende que a aprovação do fim da 6×1 e a isenção do Imposto de Renda para quem ganha até R$ 5.000 no final do ano passado são duas pautas que dão lastro para que o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) tente a reeleição ao quarto mandato.

Para ser aprovada em forma de PEC, o texto demanda o apoio de ao menos três quintos dos deputados (308 votos). Já um PL exige apenas maioria simples para aprovação (257 votos).

A PEC entrou nos holofotes do Congresso depois que o presidente da Câmara, Hugo Motta (Republicanos-PB), abraçou a pauta e decidiu dar encaminhamento. O parlamentar tem enfatizado a importância da pauta para a “classe trabalhadora” e sinalizado pressa na tramitação.

O objetivo do congressista é aprovar o texto ainda no primeiro semestre, realizando a votação até o final de maio no plenário.

Hugo teve encontros recentes com integrantes do governo para discutir os detalhes da proposta. Na última sexta (17), ele se reuniu com o ministro da SRI (Secretaria Relações Institucionais), José Guimarães.

Nenhum dos dois se pronunciou depois do encontro, mas a relação já havia sido colocada à prova depois do envio do PL pelo Executivo. Guimarães era líder do governo na Câmara quando Hugo anunciou um acordo com o Planalto para tramitar somente a PEC. Em coletiva, o presidente da Casa chegou a dizer que o governo não enviaria nenhuma proposta alternativa. Isso não foi cumprido.

O texto do governo foi enviado em regime de urgência para acelerar a votação. Com isso, a proposta deve ser votada em até 45 dias na Câmara. O objetivo de Hugo é terminar a tramitação da PEC antes disso.

Agora, Hugo encostou o PL do governo e vai manter a celeridade na aprovação da PEC. Ele disse que definirá o relator do texto na comissão especial depois da aprovação na CCJ. O presidente da Casa manifestou o interesse em ter um nome do centrão que seja a favor da proposta.

 

Da Redação com informações de CNN Brasil 

Foto: Divulgação

PA: Com salário de R$ 117 mil, desembargadora associa fim dos penduricalhos à escravidão; veja

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A desembargadora do Tribunal de Justiça do Pará (TJPA) que reclamou da limitação e corte de penduricalhos durante sessão da Corte recebeu, somente no mês de março, R$ 117,8 mil brutos em remuneração. Eva do Amaral Coelho também ressaltou, em sessão da 3ª Turma de Direito Penal, que as limitações nas verbas dos juízes levaria a categoria a um “regime de escravidão”.

Se considerado o salário líquido de Eva do Amaral, a quantia é de 91.211,82 em um único mês. A remuneração refere-se ao mês no qual a decisão do STF limitou pagamento de verbas remuneratórias a 35% do teto do funcionalismo, hoje em R$ 46,3 mil.

Pela regra do STF, que será aplicada no contracheque de maio, para os magistrados de última classe, também pode-se contabilizar 35% por adicional de tempo de serviço. Os penduricalhos, porém, estavam suspensos por decisões dos ministros Flávio Dino e Gilmar Mendes.

Na prática, a partir de maio, um magistrado em início de carreira poderá receber, no máximo, R$ 62.594,35. No fim da carreira, a remuneração pode chegar a R$ 78,5 mil, contando como verba indenizatória.

A declaração ocorreu dias após o STF impor limites ao pagamento de penduricalhos a magistrados brasileiros. A magistrada chegou a dizer que, após tantas perdas, os juízes acabariam entrando para “o rol daqueles funcionários que trabalham em regime de escravidão”.

Em sessão do dia 9 de abril, a desembargadora Eva do Amaral, ressaltou conhecer juízes que estão passando por dificuldades financeiras após a limitação das verbas remuneratórias da categoria pelo STF, no fim de março.Veja:

A desembargadora ressaltou que já recebeu reclamações de colegas que não conseguem pagar médicos e suspenderam medicamentos por falta de dinheiro.

Eva do Amaral, que tomou posse no TJPA, em 2020, como desembragadora, ressaltou viver uma pressão enorme. “Daqui a algum tempo não vamos ter como pagar nossas contas. Colegas estão deixando de frequentar gabinetes de médicos porque não vão poder pagar consultas.

Outros estão deixando de pagar remédios. Enfim, daqui a pouco estaremos no rol daqueles funcionários que trabalham em regime de escravidão“, analisou a magistrada durante a sessão, divulgada na página do TJPA.

Da Redação, com informações do Metrópoles
Foto: Reprodução

Motta não planeja pautar PL de Lula e escala 6×1 vira disputa política

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O Congresso Nacional e o governo federal estão de olho nos louros de uma possível derrubada da escala 6×1, onde o brasileiro trabalha por seis dias e folga em um.

Nessa semana, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) enviou um projeto de lei com urgência constitucional sobre o tema, mas o presidente da Câmara, Hugo Motta (Republicanos-PB), decidiu seguir com uma Proposta de Emenda à Constituição (PEC) que já tramita na casa.

Na sexta-feira, 17, o ministro da Secretaria de Relações Institucionais, José Guimarães, teve uma reunião reservada com Motta, para tentar convencê-lo a pautar o projeto do governo, que teria uma tramitação mais rápida e mais chances de ser aprovado ainda neste semestre, na visão do Planalto. No entanto, o parlamentar rejeitou o plano.

O impasse provoca, nos bastidores, uma disputa por protagonismo político com a aproximação das eleições, previstas para outubro. Lula pretende transformar o fim da jornada 6×1 em uma bandeira de reeleição. Já Motta, que passou 2025 desgastado por não conciliar demandas da direita e da esquerda, busca capitalizar, no Legislativo, a visibilidade de uma eventual aprovação.

PEC x PL do 6×1: principais diferenças

Tramitação: PEC muda a Constituição e exige quórum alto e mais etapas; PL altera leis e anda mais rápido, com urgência;

  • Aprovação: PEC precisa de 3/5 dos votos em dois turnos; PL passa com maioria simples nas duas Casas;
  • Jornada: a PEC como está prevê 36h semanais ou até 4 dias de trabalho; o PL fixa 40h e modelo 5×2;
  • Descanso: o PL garante dois dias de folga semanais; a PEC abre modelos mais amplos de redução;
  • Transição: a PEC como está prevê implementação gradual (até 10 anos); PL prevê aplicação imediata;
  • Poder do governo: PL pode ser sancionado ou vetado por Lula; PEC não depende de sanção presidencial.

Entenda o imbróglio

Após o encontro com Guimarães, Motta avisou que não falaria com jornalistas e, horas depois, em publicação no X (antigo Twitter), reiterou que seguirá o cronograma estabelecido para a PEC.

“É prerrogativa do governo federal enviar um PL, mas, como presidente da Câmara dos Deputados, defini que vamos seguir com a tramitação da PEC. São dois motivos principais: a segurança jurídica e a possibilidade de um debate ampliado, situações que um projeto de lei não contempla”, declarou o deputado.

Lula enviou ao Congresso o projeto na terça-feira, 14, com urgência constitucional. Nesse caso, Câmara e Senado têm, cada um, 45 dias para analisar e votar o texto.

A PEC em tramitação na Câmara foi apresentada pelo deputado Reginaldo Lopes (PT-MG), em 2019. O texto foi apensado a outra proposta, protocolada em 2025 pela deputada Erika Hilton (PSol-SP). As duas proposições, unificadas, estão na Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) e devem ter a admissibilidade — se está em conformidade com a Constituição de 1988 — votada na próxima quarta-feira, 22.

Por se tratar de uma PEC, a matéria ainda precisa passar por uma comissão especial, responsável por discutir o conteúdo e as regras da mudança na jornada de trabalho. Em seguida, segue para o plenário, onde deve ser votada em dois turnos.

A avaliação do governo é de que a tramitação no Congresso não avançaria no ritmo desejado. Por isso, optou por apresentar uma proposta alternativa, com o objetivo de viabilizar a aprovação ainda no primeiro semestre.

Ocorre que Motta afirmou publicamente que pretende aprovar a PEC em plenário até o fim de maio, prazo próximo aos 45 dias previstos para a tramitação do projeto enviado por Lula.

Guimarães deve tentar convencer Motta a, ao menos, definir um relator para o projeto enviado por Lula. O presidente da Câmara já disse que não há prazo para essa indicação, o que, na prática, impede o avanço da proposta, uma vez que cabe ao relator analisar iniciativas desse tipo e elaborar o texto que segue para votação em plenário.

Da Redação, com informações do Metrópoles
Foto: Divulgação/Câmara dos Deputados

Arthemisa Gadelha toma posse como presidente da AJEB-AM e Érica Lima assume vice-presidência

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A nova diretoria da Associação de Jornalistas e Escritoras do Brasil – Coordenadoria Amazonas (AJEB-AM), para o biênio 2026/2028, toma posse nesta segunda-feira, 20, às 18h, no Salão Verde da Valer Teatro, no Centro de Manaus.

A jornalista e escritora amazonense, Arthemisa Gadelha, assume a presidência da entidade, tendo ao seu lado a jornalista e escritora, Érica Lima Barbosa Aguiar, como 1ª vice-presidente e a escritora Tânia Luz como 2ª vice-presidente.

Eleita por aclamação, Arthemisa encabeçou a chapa única “Vozes do Amazonas”, que tem como slogan “Unidas pela palavra, fortalecidas pela Amazônia”. Com trajetória consolidada na AJEB-AM, onde já atuou como diretora de Comunicação e vice-presidente na gestão anterior, a nova presidente afirma que o momento é de continuidade e fortalecimento institucional.

“Queremos dar sequência ao trabalho já realizado, mas também ampliar a presença da AJEB nos territórios, nas escolas, na cultura e no debate público, fortalecendo o protagonismo das mulheres jornalistas e escritoras por meio da palavra, da educação, da ação social e da defesa da Amazônia”, destacou Arthemisa Gadelha.

A 1ª vice-presidente, Érica Lima Barbosa Aguiar, destaca que a nova gestão representa um avanço importante para a integração da AJEB Amazonas com o cenário nacional.

“Esse é um momento muito simbólico para a AJEB Amazonas. Com muita alegria e gratidão, assumo a vice-presidência da AJEB-AM no biênio 2026/2028, ao lado de Arthemisa Gadelha. Também me honra integrar a AJEB Nacional, representando a Corregedoria do Amazonas, fortalecendo ainda mais nosso lema de união e nossa conexão com os acontecimentos nacionais”, afirmou.

A 2ª vice-presidente, Tânia Luz, também ressaltou o compromisso com a associação.

“Foi na AJEB-AM que eu conheci a grandeza de uma coletividade. Uma associação de mulheres que fazem da literatura e do jornalismo um instrumento de reflexão, expressão, engajamento e conexão. Agora, como segunda vice-presidente, renovo meu compromisso de contribuir com dedicação e responsabilidade para o fortalecimento da nossa AJEB-AM, uma associação que acolhe, inspira e projeta vozes femininas da Amazônia”, declarou.

Ao todo, 38 ajebianas serão empossadas em diferentes diretorias, reforçando a atuação da entidade no Amazonas.

A escritora Sílvia Grijó, que encerra a gestão 2024/2026 à frente da AJEB-AM, destacou a força coletiva que sustentou a associação nos últimos dois anos.

“Cada passo dado nesses dois anos foi resultado da soma de muitas mãos, ideias e presenças que mantêm viva a voz e a escrita das mulheres no Amazonas. Agradeço às ajebianas que caminharam comigo, sustentando este ciclo com compromisso, respeito e generosidade. A Associação é maior do que qualquer gestão, e é justamente essa permanência que garante sua potência”, afirmou Sílvia, que passa a integrar a Diretoria de Projetos e Editoração da entidade.

Durante a solenidade, a AJEB-AM também dará posse à ativista da Amazônia Vanda Witoto como nova integrante da associação. Reconhecida como liderança indígena do povo Witoto, Vanda atua na defesa dos direitos dos povos originários, com forte presença em pautas ligadas à valorização cultural, educação e saúde indígena

Fundada nacionalmente em 8 de abril de 1970, em Curitiba (PR), pela jornalista e escritora Hellê Vellozo Fernandes, a AJEB chegou ao Amazonas em 2018, sob a liderança da escritora Kátia Colares Ribeiro. Atualmente, a coordenadoria amazonense conta com 103 associadas.

A presidente nacional da AJEB, Irislene Castelo Branco Morato, enviou mensagem de apoio à nova diretoria.

“Parabéns à presidente coordenadora, Arthemisa Gadelha, e a toda a diretoria da AJEB-AM. Desejo uma gestão primorosa, motivada, com muitos projetos e resultados, comprometida com o sucesso”, registrou a dirigente nacional.

Arthemisa Gadelha

Jornalista com 28 anos de atuação na comunicação na Amazônia, Arthemisa Gadelha construiu carreira em importantes veículos da região. Foi repórter por 12 anos da Rede Amazônica, afiliada da Rede Globo, e correspondente em Brasília. Também atuou na TV Cultura do Amazonas, na Rádio Mix Manaus e integrou a fundação da Orquestra Sinfônica da Amazônia como assessora de imprensa. Atualmente, está à frente de projetos autorais como o Blog da Gadelha e o podcast As Jornalistas. É coautora de obras como 1ª Antologia das Ajebianas no Amazonas (2024), Jornalistas em Cena – 3ª edição (2025), A Mulher no Mundo (2025) e Uma Carta para Você (2025).

Érica Lima Barbosa Aguiar

Érica Lima Barbosa Aguiar é jornalista, escritora, pesquisadora e empresária da comunicação. Atua na produção de conteúdo, análise política e pesquisa qualitativa, com experiência em estratégia, opinião pública e comunicação institucional. Integra a AJEB Amazonas e também compõe a AJEB Nacional, representando a Corregedoria no estado. Na nova diretoria da AJEB-AM, além de assumir a 1ª vice-presidência, também estará à frente da Diretoria de Empreendedorismo, reforçando o compromisso com o fortalecimento da presença feminina nos espaços de comunicação, liderança e produção intelectual na Amazônia.

Composição da diretoria – Biênio 2026/2028

Presidente

  • Arthemisa Gadelha

Vice-Presidências

  • 1ª Vice-Presidente: Érica Lima Barbosa Aguiar
  • 2ª Vice-Presidente: Tânia Luz

Presidente Emérita

  • Kátia Colares Ribeiro

Secretarias

  • 1ª Diretora Secretária: Núbia Litaiff
  • 2ª Secretária Adjunta: Simone Garcia

Diretoria Financeira

  • 1ª Diretora Financeira: Tânia Luz
  • 2ª Diretora Financeira: Gicely Aguiar

Diretoria Jurídica

  • Eulália Bichara
  • Liliane Araújo
  • Grace Benayon

Conselho Fiscal

Titulares:

  • Liliane Araújo
  • Edilene Mafra
  • Neilany Amazonas

Suplentes:

  • Eulália Bichara
  • Marilândia Gama
  • Raimunda Gil

Diretoria de Comunicação

  • Letícia Barbosa

Assessoria de Imprensa

  • Audrey Bezerra
  • Karla Costa
  • Flávia Moura

Diretoria de Empreendedorismo

  • Érica Lima Barbosa Aguiar

Diretoria de Cerimonial

  • Tainá Lima
  • Mayara Brilhante
  • Marilândia Gama

Diretoria de Cultura & Eventos

  • Anete Valdevino
  • Gracinete Felinto

Diretoria de Ação Social

  • Juciana Vasconcelos

Diretoria das Mulheres

  • Roberta Veras

Diretoria da Juventude

  • Raissa Colares Ribeiro

Diretoria de Inclusão e Diversidade

  • Nancy Segadilha
  • Neilany Amazonas

Diretoria de Saúde e Bem-Estar

  • Iva Barbosa
  • Cristiane Rocha

Diretoria de Meio Ambiente

  • Débora Holanda
  • Izabel Santos

Diretoria de Educação

  • Edilene Mafra
  • Hydelvídia Cavalcante

Diretoria de Projetos e Editoração

  • Cecília Rodrigues
  • Ecila Mabeline
  • Kátia Colares
  • Núbia Litaiff
  • Rita Alencar
  • Sílvia Grijó

Da Redação, com informações da Assessoria
Foto: Divulgação

Alvo de processo, Eduardo Bolsonaro ataca Moraes e Tabata: ‘Amigos‘

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O ex-deputado Eduardo Bolsonaro (PL) questionou, nesta segunda-feira, 20, a proximidade entre o ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), e a deputada federal Tabata Amaral (PSB-SP). Eduardo divulgou fotos do ministro no casamento da parlamentar e questionou: “Já imaginou ser condenado por um juiz amigo daquela que te processa?”.

A manifestação do filho do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) ocorre após Moraes votar favorável por sua condenação em processo movido pela deputada. No voto proferido no plenário virtual, iniciado na última sexta-feira, 17, Moraes entendeu que o filho 03 do ex-mandatário cometeu crime de difamação ao divulgar conteúdo que atingiu a reputação da de Tabata Amaral.

Em uma publicação no X, Eduardo Bolsonaro aponta a proximidade e afirma: “Isso que se tornou o Brasil com a associação Lula-Moraes”.

 

“Na mesma imagem: a autora do processo contra mim (Tabata) e o “juiz” (Moraes) que me condenou a 1 ano de prisão + multa, tudo no casamento dela!”, afirmou.

O caso envolve publicações feitas por Eduardo nas redes sociais, em 2021, nas quais ele compartilha imagens insinuando que Tabata teria apresentado um projeto de lei para beneficiar interesses do empresário Jorge Paulo Lemann.

As postagens sugeriam que a atuação da deputada estaria ligada a suposto financiamento de campanha e favorecimento empresarial.

Moraes entendeu, em seu voto, que o conteúdo extrapolou o debate político e configurou imputação de fato ofensivo à reputação da deputada, o que caracteriza o crime de difamação.

Da Redação, com informações do Metrópoles
Foto: Divulgação

Quociente Eleitoral: entenda como funciona o cálculo

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No mês de outubro de 2026, eleitoras e eleitores de todo o país vão às urnas para escolher novo presidente, governador, senadores, deputados federais e estaduais, e os partidos políticos começam a fazer um dos cálculos mais importantes do pleito: o quociente eleitoral. Isso acontece, pois quanto mais votos o partido recebe, há mais possibilidades de dominar as estratégias de poder.

Existe uma diferença entre os cargos majoritários e proporcionais. Nas funções majoritárias, como presidente, governador e senador, vence o pleito quem obtiver mais da metade dos votos válidos, sendo excluídos os brancos e nulos

No caso dos cargos para deputados estaduais e federais, é utilizado o sistema proporcional, sendo o voto útil tanto para o candidato quanto para o partido. É calculado primeiro quantas vagas os partidos ou coligações têm direito; depois, dentro de cada partido, são eleitos os candidatos mais votados. É nesse momento que o cálculo do Quociente Eleitoral (QE) é utilizado para indicar quantos votos são necessários para garantir uma vaga. O QE considera somente os votos válidos para cada cargo disponível. 

Com o intuito de garantir diversidade, no caso de sobrarem vagas, essas são ofertadas entre as legendas com os melhores desempenhos. Quanto melhor o resultado no pleito, mais cadeiras o partido garante. As vagas que sobrarem após a divisão do Quociente Partidário, são chamadas de sobras e preenchidas de acordo com outro cálculo posterior, pela média.

Em suma, o voto majoritário assegura a governabilidade e a legitimidade do voto da maioria, enquanto o voto proporcional promove representatividade no parlamento. Havia expectativas de que a bancada do Amazonas aumentasse neste pleito; como não houve alteração, o estado segue com oito vagas na Câmara Federal.

Cálculo do Quociente Eleitoral

O cálculo do quociente eleitoral leva em consideração apenas os votos válidos para cada cargo na eleição. Por sua vez, o voto válido é a somatória do voto nominal (quando o eleitor escolhe o candidato ou candidata) com o voto de legenda (quando o eleitor escolhe apenas o partido ou coligação). Com esse dado, o quociente eleitoral (QE) é feito dividindo-se o número de votos válidos apurados pelos lugares a preencher nas respectivas Casas Legislativas.

Cenário do Amazonas

No Amazonas, o total de eleitores previstos para 2026 é de 2.647 milhões. Sendo apenas 2.071 milhões de votos válidos. O cálculo utiliza o número de votos válidos dividido pelas vagas estabelecidas na Câmara e Assembleias Estaduais.

Na Câmara Federal, o estado possui oito vagas, e o quociente eleitoral para as legendas deve ser de 258.290 mil votos. Já na Assembleia Legislativa do Estado do Amazonas (Aleam) são 24 vagas, que, divididas pela quantidade de votos válidos, resultam em 86.290 mil votos. 

Puxadores de voto

Tendo em vista que cada voto é importante, é notório o interesse por parte dos partidos em obterem excelentes resultados nas urnas, para realizarem essas distribuições dentro das siglas. Por isso a janela partidária e as trocas de partido são cruciais, focando principalmente nos chamados “puxadores de voto”.

Os puxadores de votos têm a principal função de atrair votos e, consequentemente, garantir mais vagas para outros candidatos dentro da Câmara e Assembleia.

O deputado mais votado no Amazonas nas eleições de 2022 foi Amom Mandel, com 288 mil votos. No final de março, o parlamentar migrou do partido Cidadania para o Republicanos. Nesse caso, além dele ter chances claras de uma reeleição para o cargo, o partido se beneficia desse alto número de votos nas eleições deste ano.

Na Aleam, a segunda mais votada no pleito de 2022 foi a deputada Joana Darc (União Brasil), reeleita com 87.182 mil votos. Ela também é considerada uma puxadora de votos por ser a mulher mais votada na história do Amazonas e vem como pré-candidata a deputada federal.

Na Câmara Municipal de Manaus (CMM), o mais votado foi o vereador Sargento Salazar, que conseguiu 22.594 votos. No pleito de 2026, ele se lança pré-candidato a deputado federal pelo Partido Liberal (PL). Essas movimentações vão delimitando a chance de os partidos conseguirem mais vagas na Câmara Federal.

 

Ludmila Dias, para o Portal O Poder 

Durante celebração dos 189 anos da PMAM, governador interino Roberto Cidade destaca mais de R$ 1 bilhão em investimentos na segurança pública

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Os investimentos e avanços na segurança pública do Amazonas, realizados pelo Governo do Estado desde 2019, foram destacados pelo governador interino Roberto Cidade, neste sábado, 18, durante abertura da Prova Hípica Noturna Tiradentes, que faz parte das comemorações pelos 189 anos da Polícia Militar do Amazonas (PMAM). Ele enfatizou o volume de recursos aplicados na área e os resultados obtidos com o fortalecimento da corporação ao longo dos anos.

“São 189 anos da Polícia Militar do Amazonas e, ao longo desses anos recentes, já ultrapassamos a marca de mais de R$ 1 bilhão investidos na segurança pública do nosso estado, com ações voltadas ao aumento do efetivo, à modernização das estruturas e ao fortalecimento da atuação policial. Sabemos dos desafios, mas seguimos avançando, com a segurança pública como prioridade e com um olhar diferenciado enquanto estivermos à frente da gestão”, afirmou o governador interino.

Desde 2019, foram investidos cerca de R$ 1,6 bilhões no fortalecimento das ações da Polícia Militar, Polícia Civil (PC-AM), Secretaria de Estado de Segurança Pública (SSP-AM) e Corpo de Bombeiros Militar do Amazonas (CBMAM), por meio do programa Amazonas Mais Seguro. Um dos principais destaques é o reforço no efetivo da Polícia Militar, com mais de 2,7 mil convocados do concurso público realizado em 2022, ampliando a presença policial em todo o estado. No total, as convocações nas forças de segurança já ultrapassam 3,4 mil servidores, incluindo Polícia Civil, Corpo de Bombeiros, SSP-AM e Detran-AM.

Outro avanço importante é a ampliação da frota e da estrutura operacional da PMAM, com a entrega de mais de 1,5 mil viaturas, sendo cerca de 450 equipadas com sistema de monitoramento integrado ao Sistema Paredão, além de motocicletas, embarcações e tecnologias que fortalecem o policiamento ostensivo e a capacidade de resposta das forças de segurança.

Os investimentos também contemplam a modernização das unidades da corporação, com obras como a construção do novo prédio da Rondas Ostensivas Cândido Mariano (Rocam), do Comando de Policiamento Ambiental, além da reforma da Policlínica da Polícia Militar e da implantação do tanque tático da Companhia de Operações Especiais (COE), reforçando a estrutura e as condições de trabalho da tropa.

A política de valorização dos profissionais também tem sido prioridade, com a concessão de reajustes e progressões salariais ao longo dos últimos anos, reconhecendo o papel estratégico dos policiais militares na garantia da segurança da população.

O comandante-geral da Polícia Militar, coronel Klinger Paiva, destacou a importância da data e o papel da corporação junto à sociedade. “A Polícia Militar do Amazonas está comemorando 189 anos de existência. E este é um momento de enaltecer o trabalho dos nossos policiais militares, homens e mulheres que estão diariamente nas ruas, se qualificando e se aperfeiçoando para proteger a população com cada vez mais eficiência”, afirmou.

Durante a solenidade, o governador interino Roberto Cidade foi agraciado com a medalha “Coronel Pedro Rodrigues Lustoza”, honraria concedida a personalidades que contribuem para o fortalecimento do policiamento montado e das atividades equestres. Na ocasião, também houve a entrega de medalhas a outros homenageados, em reconhecimento a serviços prestados à corporação.

Prova Hípica Tiradentes

A programação também contou com a realização da Prova Hípica Noturna Tiradentes, que integra o calendário oficial da Federação Amazonense de Hipismo e reuniu cerca de 80 conjuntos entre cavaleiros e amazonas. A competição reforça a tradição equestre da Polícia Militar e aproxima a corporação da sociedade por meio do esporte.

Realizada pelo Regimento de Policiamento Montado (RPMon), a prova é uma das etapas do ranking estadual e evidencia a técnica, o preparo e a sintonia entre atleta e animal, além de valorizar a atuação da Cavalaria da PMAM.

Além da atuação operacional, a Cavalaria também desenvolve projetos sociais, com destaque para o Núcleo de Equoterapia, que funciona nas dependências da unidade e foi inaugurado em 2020 pela atual gestão. A iniciativa atende atualmente cerca de 220 pessoas, contribuindo para o desenvolvimento e a melhoria da qualidade de vida, especialmente de crianças e jovens.

“A cavalaria opera na segurança pública e em nossos programas sociais. É fundamental, é uma atividade antiga que a segurança pública desenvolve de primeira prevenção, trazendo toda a sociedade dentro do quartel e afastando das mazelas sociais”, afirmou o comandante da cavalaria, major João Paulo Queiroz.

Corrida Tiradentes

 

Neste domingo, 19, seguindo a programação dos 189 anos, será realizada a 40ª edição da Corrida Tiradentes, um dos eventos mais aguardados do cronograma de atividades. Policiais militares e público civil vão se reunir no Sambódromo para participar da celebração em percursos de 7 e 15 quilômetros, pela avenida Constantino Nery e Centro.


Da Redação com informações da assessoria

Fotos: Divulgação/Secom

Governador interino Roberto Cidade reforça ações de esporte e lazer com entrega do Centro Social Chapéu de Zinco

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O governador interino Roberto Cidade entregou, nesta sexta-feira, 17, o Centro Social Chapéu de Zinco, no bairro Betânia, zona sul de Manaus, totalmente reformado. A obra integra o conjunto de ações voltadas à requalificação de espaços públicos e ao fortalecimento de políticas de esporte, lazer e inclusão social na capital.

Durante a entrega, o governador interino destacou o impacto social da obra para a comunidade, ressaltando que o espaço representa mais qualidade de vida e novas oportunidades para diferentes faixas etárias. 

“Essa obra representa qualidade de vida para crianças, jovens e idosos. É um espaço que recebeu uma requalificação que impacta diretamente no dia a dia da comunidade. É um local de pertencimento e de fortalecimento da identidade da população da Betânia. É dessa forma que a gente transforma vidas”, afirmou Roberto Cidade. 

A estrutura, localizada no Complexo Esportivo da Betânia, passou por uma reestruturação completa executada pela Unidade Gestora de Projetos Especiais (UGPE), vinculada à Secretaria de Estado de Desenvolvimento Urbano e Metropolitano (Sedurb). O espaço foi modernizado para receber atividades esportivas, cursos, ações sociais e serviços públicos, aproximando o Estado da população.

Com aproximadamente 1,8 mil metros quadrados de área construída e investimento de cerca de R$ 1,7 milhão, o Centro Social Chapéu de Zinco conta com quadra esportiva coberta, salão principal para atividades comunitárias, salas de treinamento, espaço administrativo, cozinha, depósitos e banheiros adaptados para Pessoas com Deficiência (PcDs), além de estacionamento.

Líder comunitário da região, Antônio Sena, de 52 anos, destacou a importância simbólica e histórica do centro social para a comunidade, ressaltando que o local representa um ponto de origem das principais conquistas do bairro. 

“Esse chapéu de zinco é o simbolismo. Foi aqui que tudo começou. Aqui saíram as ideias para o asfalto, energia, água encanada, escolas, postos de saúde. E hoje, com ele todo revitalizado, vamos trazer o esporte, o lazer, a cultura pra dentro desse espaço e reativar todo aquele passado para transformar o nosso presente”, afirmou.

Também participaram da inauguração os deputados estaduais Joana Darc e Thiago Abrahim; além dos vereadores Aldenor Lima, Ivo Neto, Allan Campelo; a secretária da Sedurb, Daniella Jaime; a coordenadora executiva da UGPE, Viviane Dutra; líderes comunitários e servidores.  

Investimentos

A entrega faz parte de um conjunto de investimentos realizados pelo Governo do Amazonas na revitalização de espaços esportivos e comunitários. Desde 2021, já foram 53 estruturas entregues ou reformadas, sendo 47 na capital e seis no interior, com investimento total de aproximadamente R$ 64 milhões.

Na Betânia mesmo, o complexo esportivo vem sendo fortalecido com outras intervenções recentes, como a revitalização da Arena Betanhão e do Campo Noroeste, além da Arena Multiuso Betânia, entregue anteriormente. Juntos, os equipamentos somam cerca de R$ 2,1 milhões em investimentos.

Os espaços integram o Programa de Esporte e Lazer na Capital e Interior (Pelci), que atualmente conta com dezenas de núcleos ativos e atende milhares de jovens, incentivando a prática esportiva e promovendo inclusão social.

 

Da Redação com informações da assessoria de imprensa 

Foto: Divulgação/Secom