O candidato ao Governo do Amazonas Cabo Daciolo (Mobiliza) afirmou que pretende transformar o Amazonas na capital do Brasil caso consiga chegar à Presidência da República em 2030. A declaração foi feita durante entrevista ao “Na Mira de Anynha nas Eleições 2026”, ao explicar o projeto político que pretende construir a partir de uma eventual vitória no Estado.
A Polícia Federal resolveu bater à porta de Coari justamente quando a família Pinheiro ocupa um espaço importante na engrenagem montada pelo senador e candidato ao Governo do Amazonas, Omar Aziz (PSD), para conquistar votos no interior do Amazonas.
“Em 2030, o plano dentro do nosso coração é virmos candidato à presidência. Nos tornando presidente, para honra e glória de Jesus, de Yahweh (nome próprio de Deus no Antigo Testamento), nós vamos fazer do estado do Amazonas a capital do Brasil. E vamos nos tornar um país soberano. Eu creio nisso”, declarou.
Segundo Daciolo, a proposta faz parte de um plano mais amplo de colocar a Amazônia no centro das decisões nacionais. O candidato afirma considerar a Amazônia Legal a região mais estratégica do país e diz que percorre os nove estados que compõem a área desde 2018, com atuação intensificada no Amazonas a partir de 2022.
Para ele, a dimensão territorial, os recursos naturais e a posição geopolítica da região justificariam uma mudança radical na forma como o Governo Federal olha para a Amazônia. “Estamos falando de um estado que, no futuro próximo, pós-Cabo Daciolo se tornar governador, vamos fazer um trabalho de quatro anos para mostrar o modelo de Estado para a nossa Federação”, afirmou.
Presidência
Ele revelou que sua entrada na disputa estadual ocorreu depois de ver frustrado o plano de concorrer novamente à Presidência da República em 2026. Segundo Daciolo, a intenção de voltar à corrida presidencial existia desde o fim do pleito de 2018.
Daciolo afirmou que tentou posteriormente disputar cargos majoritários no Rio de Janeiro e voltar à corrida pelo Planalto, mas atribuiu os insucessos a interferências partidárias. “Existe uma elite que acha que pode comprar todo mundo. E eu não estou à venda. Eu falo não para eles, e eles vão lá simplesmente e compram o partido que eu estou”, declarou.
Da Redação com informações de Radar Amazônico

