Início Site Página 21

Pesquisa Quaest aponta cenário de segundo turno entre Omar e Roberto Cidade no Amazonas

0

A pesquisa Quaest, divulgada nesta terça-feira, 25, é o segundo levantamento em dois dias a colocar Omar Aziz (PSD) e Roberto Cidade (União Brasil) nas duas primeiras posições da disputa pelo Governo do Amazonas.

Omar aparece com 26% das intenções de voto, enquanto Cidade ocupa o segundo lugar, com 18%. A empresária Maria do Carmo (PL) aparece em terceiro, com 16%, e David Almeida (Avante) em quarto, com 15%.

Na sequência, aparecem Cabo Daciolo (Mobiliza), com 2%; Isael Munduruku (Rede), com 1%; e Gilberto Vasconcelos (PSTU), que não pontuou.

Brancos e nulos somam 6%, enquanto 16% dos entrevistados disseram estar indecisos.

Se as urnas reproduzissem exatamente os percentuais apresentados pela Quaest, Omar Aziz e Roberto Cidade disputariam o segundo turno.

O resultado reforça a configuração apresentada pela pesquisa Projeta, divulgada na segunda-feira (24).

Naquele levantamento, Omar tinha 25,72% das intenções de voto e Roberto Cidade, 24%, ambos tecnicamente empatados na liderança. David Almeida aparecia com 15,46%, e Maria do Carmo, com 14,43%.

Foi, portanto, a segunda pesquisa consecutiva a colocar Omar Aziz e Roberto Cidade nas duas primeiras posições da disputa.

Governo de Roberto Cidade é aprovado pela maioria

A Quaest também avaliou a gestão do governador Roberto Cidade.

Segundo o levantamento, 71% dos entrevistados aprovam o governo. Outros 19% fazem uma avaliação negativa, enquanto 10% não souberam ou preferiram não responder.

Na prática, isso significa que, a cada dez amazonenses, sete aprovam a atual gestão do governador Roberto Cidade. Encomendada pela Rede Amazônica, a pesquisa ouviu 804 eleitores, com 16 anos ou mais, entre os dias 21 e 24 de agosto. A margem de erro é de três pontos percentuais, para mais ou para menos, com 95% de nível de confiança.

O levantamento está registrado na Justiça Eleitoral sob o número AM-04595/2026.

 

Da Redação

MPF abre inquérito e dá 10 dias para Prefeitura de Benjamin Constant resolver água contaminada em escolas indígenas

0

O Ministério Público Federal (MPF) instaurou um procedimento formal de investigação, instaurado pelo Procurador da República Guilherme Diego Rodrigues Leal, para verificar a omissão dos órgãos públicos responsáveis por garantir o fornecimento de água potável na Comunidade Indígena de Feijoal, em Benjamin Constant.

As irregularidades sanitárias graves foram identificadas originalmente em uma inspeção realizada em dezembro de 2025 e, por esse motivo, foi estabelecido o inquérito civil com o objetivo de realizar diligências para obter novos elementos de prova para adoção de medidas judiciais cabíveis.

Recomendação administrativa

O MPF emitiu um instrumento extrajudicial enviado diretamente à Secretaria Municipal de Saúde de Benjamin Constant, para induzir a regularização emergencial da situação sob pena de responsabilização judicial após laudos da Vigilância Sanitária confirmarem contaminação biológica na água de escolas da mesma comunidade.

Segundo os laudos, a presença de coliformes totais e da bactéria E. coli foi encontrada em amostras de água. A prefeitura teve ciência da situação e se manteve inerte por seis meses depois de tomar ciência dos documentos.

O MPF pede para que a prefeitura apresente um plano de tratamento de água para eliminar agentes patogênicos no Centro Municipal de Educação Infantil Dário Gabriel Quirino e na Escola Municipal Indígena Raimundo Carneiro Aiambo Baiatacü.

Também deve apresentar uma solução e cronograma para instalação de água encanada nos banheiros do Centro Infantil, visto que a vistoria, realizada em junho de 2026, revelou que os sanitários eram abastecidos de forma precária com baldes. A prefeitura deve comprovar a instalação adequada dos filtros de água adquiridos em parceria com a Defesa Civil.

O secretário municipal de saúde tem 10 dias para informar se acatará ou não as recomendações. Caso haja recusa ou inércia, a prefeitura poderá responder por improbidade administrativa ou responsabilização civil e criminal.

Da Redação

TJAM dá posse ao desembargador Marco Aurélio Choy

0

O Tribunal de Justiça do Amazonas realizou nesta terça-feira, 25, a sessão de posse administrativa do desembargador Marco Aurélio de Lima Choy, nomeado para preencher a vaga destinada ao Quinto Constitucional, na classe dos advogados. A sessão, conduzida pelo presidente do TJAM, desembargador Jomar Fernandes, ocorreu no Plenário Desembargador Ataliba David Antonio, no Edifício Arnoldo Péres (Sede do Tribunal), pouco antes da sessão do Pleno.

Após a leitura do termo de posse, o novo desembargador prestou compromisso legal com os deveres do cargo e assinou documento, que também foi assinado pelo desembargador Jomar Fernandes.

Em seu pronunciamento, o desembargador Marco Aurélio Choy cumprimentou as autoridades de mesa, destacando-as como referência em sua trajetória. Sem discurso por escrito, afirmou que preferia falar de improviso, “para deixar o coração falar”, pontuou três momentos: de agradecimento, alegria e enorme senso de responsabilidade. Assim, falou de sua gratidão a Deus por permitir viver esse momento; a sua família (citando a mãe Etelvina, os filhos João Gabriel e Maria Júlia e a companheira Tamiris); aos magistrados TJAM; ao governador Roberto Cidade, pelo carinho com a advocacia amazonense; ao vice-governador Serafim Corrêa; à advocacia amazonense e à Ordem dos Advogados do Brasil, pela condução da eleição; e aos candidatos que engrandeceram a disputa.

Quanto à alegria, destacou que “vencer é bom demais”, afirmando que este é o momento de coroação de sua carreira, após 23 anos na advocacia, onde teve a honra de ser presidente da OAB/AM. E, por fim, afirmou que sabe da responsabilidade que passa a ter na cadeira de desembargador, pedindo aos outros membros conselhos para sua atuação, para dar respostas à crescente demanda que chega ao Judiciário, pedindo a Deus que o abençoe na nova caminhada.

O vice-governador Serafim Corrêa, que representou o governador Roberto Cidade na posse, desejou ao novo magistrado uma atuação profícua, por ser depositário da confiança da sua classe de advogados, de colegas magistrados e do chefe do Poder Executivo. “Tenho certeza que será um grande magistrado”, afirmou, desejando-lhe sucesso na carreira.

Além dos desembargadores do TJAM e do vice-governador, compuseram a mesa de autoridades: o presidente da Assembleia Legislativa do Amazonas – deputado Adjuto Afonso, a procuradora de Justiça Sílvia Tuma, o presidente da Ordem dos Advogados do Brasil – Jean Cleuter Mendonça, a procuradora-geral do Município de Manaus – Carmem Soeiro, o presidente da Associação dos Magistrados do Amazonas – juiz Luís Márcio Albuquerque.

Boas-vindas

Depois da posse, o presidente Jomar Fernandes falou à imprensa sobre sua satisfação em receber o novo membro da Corte. “Nós recebemos o desembargador Choy com muita satisfação, após um longo processo de seleção e escolha do novo desembargador pelo Quinto Constitucional. Para nós do Tribunal de Justiça, que acompanhamos a vida profissional do Dr. Choy, agora desembargador, é uma honra recebê-lo, ainda que o processo seja por exclusão (do Quinto Constitucional). Para nós todos os concorrentes são dignos de transformarem-se em membros desta Corte e infelizmente como o processo é de exclusão apenas um depois desse longo processo foi escolhido. O que importa para o Poder Judiciário do Amazonas é que agora temos nossa composição completa e a partir de então poderemos entregar nossos serviços constitucionais de forma muito mais plena”, afirmou o presidente, dando as boas-vindas ao desembargador Choy.

E Marco Aurélio Choy destacou novamente sua alegria e o compromisso que assume. “Essa é a vitória do menino que pegou muito ônibus para ir à faculdade, que viveu as dificuldades de estudante, de instituição pública e que conseguiu chegar num grande posto do Poder Judiciário, mas sem sombra de dúvidas com a missão na cabeça de prestar o melhor serviço público da prestação jurisdicional possível. E é com essa visão de advocacia que o desembargador do Quinto chega para concretizar essa missão”, afirmou Choy. O novo membro lembrou do período da eleição – o mais longo da história do Quinto Constitucional – e destacou o fato de o representante do Quinto ser um representante do cidadão, e que quer honrar todos que participaram dessa etapa, além de cumprir as metas do Conselho Nacional de Justiça, atender à advocacia e aos cidadãos, prestando o melhor serviço jurisdicional possível.

 

Da Redação com informações de TJAM

Após ser contrariada com resultado de pesquisa, Maria do Carmo ataca e difama pesquisador Marcel Valin; veja vídeo

0

Após o resultado de pesquisa do Instituto Projeta, que aponta o senador Omar Aziz (PSD) e o governador e candidato à reeleição Roberto Cidade (União Brasil) como possibilidade de empate técnico na disputa para o Governo do Amazonas. A candidata Maria do Carmo (PL) atacou o empresário Marcel Valin, dono do instituto de pesquisa.

Ao ser perguntada sobre o resultado da pesquisa, divulgada nessa segunda-feira, 24, a professora Maria do Carmo afirmou que o Instituto Projeta foi condenado pelo Tribunal Regional Eleitoral do Amazonas (TRE-AM) e tentou desmoralizar o trabalho realizado pela empresa.

A candidata perdeu a linha ao atacar a pesquisa eleitoral e o empresário Marcelo Valin por meio de difamação eleitoral, vedada pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE), conforme o artigo 325 do Código Eleitoral, “difamar alguém, na propaganda eleitoral, ou visando a fins de propaganda, imputando-lhe fato ofensivo à sua reputação”.

O artigo 324 do Código Eleitoral também proíbe “caluniar alguém, na propaganda eleitoral, ou visando fins de propaganda, imputando-lhe falsamente fato definido como crime”, visto a gravidade das acusações veiculadas contra um instituto que possui vasta experiência e se consolidou no Amazonas em termos de pesquisa eleitoral.

A declaração da candidata pode gerar apuração de possíveis crimes contra a honra eleitoral e no âmbito criminal, por “difamar alguém, imputando-lhe fato ofensivo à sua reputação”, conforme previsto no artigo 139 do Código Penal.

Da Redação

ICMS no AM: Entenda por que Coari passou a ter a 2ª maior cota do repasse

0

A distribuição do Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS) entre os municípios do Amazonas tornou-se centro de um impasse jurídico e financeiro. Desde 11 de agosto, Coari, administrada por Adail Pinheiro (Republicanos), recebe a segunda maior fatia do imposto no estado, o que gerou mobilização de outras prefeituras do interior.

A cota foi ampliada em cumprimento a uma ordem judicial do juiz Marco Antônio Pinto da Costa, da Vara Especializada da Dívida Ativa Estadual da Comarca de Manaus. Em 2025, a Prefeitura de Coari alegou que seu coeficiente de participação estava congelado desde 2007 e que os valores provenientes da produção de petróleo e gás natural no polo de Urucu não eram computados adequadamente no cálculo do valor adicionado.

O pedido foi acolhido, e a Justiça determinou que o Governo do Estado do Amazonas repassasse a diferença de 0,03254373 referente ao período entre janeiro e novembro de 2025 e, a partir de dezembro do mesmo ano, aplicasse o índice de 0,05809617.

Na prática, a cada R$ 300 milhões divididos entre os municípios, a Prefeitura de Coari passa a ter direito a cerca de R$ 17,4 milhões. Antes da decisão, a cidade recebia aproximadamente R$ 7,6 milhões sobre o mesmo montante, sob o índice de 0,02555244 — uma diferença de R$ 9,8 milhões.

Com a mudança, o município alcança a segunda maior cota-parte do estado, atrás apenas da Prefeitura de Manaus. Segundo a Associação Amazonense de Municípios (AAM), em repasse efetuado em agosto no valor total de R$ 50,6 milhões, Manaus recebeu R$ 30,3 milhões; Coari, R$ 2,9 milhões; Presidente Figueiredo, R$ 2,08 milhões; Itacoatiara, R$ 945,9 mil; e Parintins, R$ 659,5 mil.

O rateio do ICMS corresponde à divisão constitucional de 25% da arrecadação do imposto recolhido pelo Estado entre as municipalidades, calculado com base no Índice de Participação dos Municípios (IPM).

Judiciário reconsiderou o repasse

O Governo do Estado do Amazonas e a Prefeitura de Tabatinga ingressaram com pedidos de suspensão da liminar. A gestão de Tabatinga argumentou que a nova divisão inviabilizaria a execução orçamentária do município em 2026. Em maio, o presidente do Tribunal de Justiça do Amazonas (TJAM), desembargador Jomar Fernandes, suspendeu a decisão.

O magistrado considerou que a ordem foi fundamentada em nota técnica baseada em estudo da FGV Projetos que ainda precisa de revisão devido a inconsistências estatísticas apontadas pelo corpo técnico do Estado e pela própria instituição. “Conceder uma tutela de urgência com base em dados ainda sob contestação técnica fere o princípio da prudência”, afirmou o desembargador na ocasião.

Devido a uma viagem institucional do presidente e ao impedimento formal do vice-presidente do TJAM, desembargador Airton Gentil, o processo foi encaminhado ao corregedor-geral de Justiça, desembargador Hamilton Saraiva, que reconsiderou a decisão e restabeleceu os efeitos da ordem em 16 de julho.

Em 22 de julho, o juiz Marco Antônio Pinto da Costa determinou que a Secretaria de Estado da Fazenda (Sefaz-AM) cumprisse a ordem em prazo improrrogável de 72 horas, sob pena de multa diária de R$ 200 mil em caso de descumprimento.

Nova divisão em vigor

A nova tabela de rateio foi fixada pela Sefaz-AM em 14 de agosto, o que provocou a readequação e a redução proporcional nos valores destinados aos demais municípios.

“Nessa decisão só quem ganha é o município de Coari. O repasse do ICMS é um bolo só: se você tem R$ 100 milhões, vai dividir por forma percentual para os 62 municípios”, declarou o governador Roberto Cidade (União), ressaltando que a determinação judicial deveria ser cumprida, embora a considerasse lamentável.

No repasse parcial de R$ 36,3 milhões realizado em 11 de agosto, a Prefeitura de Coari recebeu R$ 2,1 milhões. Na transferência do dia 18, no montante de R$ 50,6 milhões, a municipalidade recebeu R$ 2,9 milhões.

 

Da Redação 

Roberto Cidade determina cancelamento de atas de registro de preços

0

Em nota, o governador do Amazonas, Roberto Cidade (União), informou que determinou o cancelamento imediato de duas atas de registro de preços que somavam R$ 184,2 milhões para eventual aquisição de kits dormitório e redes de dormir. Ele também gravou um vídeo para as redes sociais.

O posicionamento veio após o também candidato ao Governo do Amazonas, senador Omar Aziz (PSD), denunciar o processo, através de vídeos nas redes sociais.

Veja nota:

O Governo do Amazonas informa que o governador Roberto Cidade determinou o cancelamento imediato das Atas de Registro de Preços nº 0280/2026-1 e nº 0280/2026-2, decorrentes de pregão eletrônico destinado à aquisição de kits dormitório, compostos por colchão, travesseiro, lençol e fronha, além de redes de dormir.

A medida foi adotada para afastar qualquer questionamento sobre a lisura do processo de aquisição, especialmente em relação aos valores registrados. Cabe destacar que os preços obtidos no procedimento licitatório estão abaixo dos praticados no mercado, não havendo, portanto, sobrepreço na aquisição. Os itens integravam o conjunto de materiais destinados às ações de ajuda humanitária executadas pela Defesa Civil do Amazonas.

Por fim, o Governo do Amazonas informa que toda a documentação relativa ao processo será encaminhada aos órgãos de controle do estado.

 

Da Redação com informações da assessoria de imprensa

TCE-AM aponta omissão climática e cobra prazos do prefeito de Envira

0
Ivon Rates

O Tribunal de Contas do Estado do Amazonas (TCE-AM) julgou uma representação interposta pelo Ministério Público de Contas (MPC) contra o prefeito de Envira, Ivon Rates da Silva, como procedente após reconhecer omissão de políticas públicas, planos e finanças municipais voltadas ao clima.

Segundo a representação, não há uma política municipal de ação climática, nem um planejamento estrutural para mitigação e adaptação às mudanças do clima. Por esse motivo, o TCE solicitou que, no prazo de 90 dias, a Câmara Municipal do município elabore um projeto de lei para instituir políticas acerca de mudanças do clima.

No prazo de 120 dias, deve ser apresentado ao Tribunal de Contas um plano detalhado de implementação para políticas públicas, garantindo a integração do tema nas leis orçamentárias.

A Corte destaca que o descumprimento injustificado poderá resultar em sanções pecuniárias ao prefeito, Ivon Rates.

Da Redação

Prefeitura de Canutama é investigada pelo MPAM por substituir concursados por temporários desde 2005

0

O Ministério Público do Amazonas (MPAM) converteu uma notícia de fato em inquérito civil para apurar a prática reiterada da Prefeitura de Canutama em realizar contratações temporárias sucessivas desde 2005.

Segundo o MP, essas contratações estariam substituindo os servidores efetivos, que foram aprovados em concurso público, nas áreas da saúde e educação do município.

No inquérito também é apurado um projeto de lei considerado inconstitucional. A Câmara Municipal prestou esclarecimentos sobre a tramitação formal deste projeto durante o recesso parlamentar. A prefeitura não se manifestou sobre o caso, nem apresentou contratos, justificativas e estimativa de impacto orçamentário.

O MP destaca que a Constituição Federal estabelece o concurso público como regra inafastável para a investidura em cargos públicos, sendo a contratação temporária uma medida excepcional e por tempo determinado.

A continuidade em contratações temporárias por mais de duas décadas viola os princípios constitucionais de moralidade e impessoalidade. Foi expedido um ofício para que o prefeito do município esclareça a situação em até 30 dias úteis, contendo todas as informações solicitadas pelo MPAM.

A portaria foi assinada na última sexta-feira, 21, pela promotora de Justiça Maria Cynara Rodrigues Cavalcante, e publicada no Diário Eletrônico do Ministério Público do Amazonas.

Da Redação

MPAM recomenda proibições e fiscalização ostensiva para proteger grupos vulneráveis no Festisol 2026

0

A 2ª Promotoria de Justiça da Comarca de Tabatinga, por meio do Ministério Público do Estado do Amazonas (MPAM), fez recomendações ao município para proteção de grupos vulneráveis na realização do XII Festival Internacional de Tribos do Alto Solimões – Festisol 2026.

As recomendações são direcionadas a crianças, adolescentes e populações indígenas, na intenção de prevenir situações de risco, exploração e violações de direitos durante o evento. Foram destacados pontos como a venda expressamente proibida de bebidas alcoólicas para menores de 18 anos, tipificada como crime pelo Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA).

Também é proibido propiciar, disseminar ou fornecer bebidas alcoólicas para grupos tribais ou indígenas não integrados. Devem haver cartazes informando sobre a proibição e as respectivas penalidades criminais e multas cabíveis, em caso de descumprimento.

É de responsabilidade da prefeitura realizar fiscalização contínua e rigorosa sobre todos os estabelecimentos do festival, aplicando penalidades imediatas em caso de descumprimento, além de divulgar amplamente a recomendação por meios digitais. A prefeitura tem prazo de dois dias para enviar uma resposta ao MPAM, aceitando os termos.

O MP destaca que o descumprimento acarreta a adoção de providências judiciais cabíveis, com devida responsabilização administrativa e criminal dos infratores.

Da Redação

Eduardo Bolsonaro reposta críticas a Michelle: “Triste, mas verdadeiro”

0

O ex-deputado Eduardo Bolsonaro (PL-SP) voltou a fazer críticas a Michelle Bolsonaro (PL), mesmo após a pacificação entre a ex-primeira-dama e seu irmão Flávio Bolsonaro (PL-RJ), candidato à Presidência da República. 

Nas últimas horas, Eduardo repostou um vídeo do influenciador bolsonarista Allan dos Santos com críticas a Michelle e afirmou concordar com o conteúdo. “Triste, mas verdadeiro”, escreveu o ex-parlamentar. 

No vídeo, Allan dos Santos diz preferir a eleição da deputada federal Bia Kicis (PL-DF) e do ex-desembargador Sebastião Coelho (Novo) ao Senado pelo Distrito Federal à de Michelle, que lidera as pesquisas de intenção de voto. 

“Eu prefiro mil vezes Bia Kicis e Sebastião Coelho do que a Michelle com oito anos de incógnita. É uma incógnita, porque nós não sabemos o que ela poderá trazer para a direita. O que não é incógnita: pauta feminista, pauta de esquerda, saindo da boca de alguém que se diz de direita”, afirmou o influenciador. 

Allan também resgatou o episódio em que Michelle divulgou um vídeo no qual afirmou ter sido maltratada por Flávio. Na avaliação dele, ela já teria demonstrado, mesmo sem ocupar cargo público, que poderia agir contra interesses da direita. 

“A gente viu o que a Michelle foi capaz de fazer sem cargo nenhum. Ela queria retirar o Flávio Bolsonaro, gravou vídeo para atrapalhar a campanha de Flávio Bolsonaro e não quis, de jeito nenhum, pensar no povo brasileiro. Vocês imaginam o que a Michelle faria no DF como senadora por quase uma década?”, disse.

A manifestação de Eduardo ocorre apesar do recente movimento de reaproximação entre Michelle e Flávio, que vinha sendo tratado como uma pacificação entre os dois e que ajudou o senador a se recuperar nas pesquisas.

 

Da Redação com informações de Metrópoles