fevereiro 7, 2026 18:03
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Roberto Cidade se consolida como político mais presente nos bairros do Amazonas

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O deputado estadual e presidente da Assembleia Legislativa do Estado do Amazonas, Roberto Cidade (UB), vem se consolidando como o político mais presente nos bairros do Amazonas, reforçando um estilo de atuação baseado na proximidade com as pessoas, no diálogo direto e na resolução prática dos problemas do dia a dia.

Esse trabalho ganhou ainda mais força com o início das atividades do Gabinete Itinerante, uma iniciativa que levou o mandato para dentro das comunidades. Em menos de 60 dias de atuação, o projeto já percorreu mais de 100 bairros, ouvindo moradores, lideranças comunitárias e encaminhando demandas diretamente aos órgãos responsáveis.

A proposta do Gabinete Itinerante é simples e poderosa: fazer a boa política acontecer onde as pessoas vivem. É o mandato olho no olho, escutando de perto, entendendo a realidade de cada bairro e buscando soluções concretas para áreas como infraestrutura, saúde, educação, assistência social e serviços públicos em geral.

“Política de verdade é estar presente. É ouvir, dialogar e agir. Nosso mandato não espera o problema chegar ao gabinete. A gente vai até onde o povo está, porque é assim que se constrói confiança e se resolvem as coisas”, destaca Roberto Cidade.

Além de ouvir a população, o Gabinete Itinerante também aproxima os cidadãos dos serviços públicos, orientando, encaminhando demandas e cobrando respostas efetivas do poder público. A iniciativa tem sido reconhecida pelos moradores como uma ferramenta real de participação e cidadania.

Para Daniel Menezes Rodrigues, morador da zona Leste da capital, a proposta facilita a vida do amazonense.

“Eles ajudam a gente, encaminham e também, é uma ‘mão na roda’, né, para muita gente, principalmente aqui nós, comunitários. Precisamos muito desse apoio que o Roberto Cidade nos dá”, pontuou o comunitário Daniel Menezes Rodrigues.

“É bom ver político que realmente se importa com o povo, agradeço muito ao Roberto Cidade”, frisou Ives da Conceição, residente na zona Norte da capital.

A dona de casa Elisângela Batista afirma que o projeto colabora diretamente com os moradores que não têm condições de se deslocarem até órgãos públicos.

“Esse gabinete itinerante é muito importante para nós, porque nem todas as pessoas podem sair do seu bairro para resolver alguma coisa”, disse a moradora, também da zona Norte.

Com uma agenda intensa nos bairros e comunidades, Roberto Cidade reafirma seu compromisso com uma política moderna, humana e resolutiva — uma política que sai do discurso e se transforma em presença, ação e resultado.

 

Da Redação, com informações da assessoria
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Reajuste do Judiciário é sancionado por Lula com veto a aumentos futuros; veja os novos salários

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O presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva, sancionou com vetos a lei que trata do reajuste remuneratório dos servidores do Poder Judiciário da União. A norma, lei 15.293/25, foi publicada no Diário Oficial da União desta segunda-feira, 22, e assegura apenas um reajuste de 8% a partir de 1º de julho de 2026.

O projeto original, encaminhado pelo STF e aprovado pelo Congresso Nacional, previa aumentos sucessivos e cumulativos de 8% nos anos de 2026, 2027 e 2028.

No entanto, o chefe do Executivo vetou as parcelas posteriores, sob o argumento de que a criação de despesas a serem executadas após o término do mandato presidencial viola a vedação contida no art. 21 da lei de responsabilidade fiscal.

Com os vetos, permanece válida somente a recomposição salarial prevista para 2026. As correções programadas para os dois anos seguintes foram excluídas do texto final da lei.

A norma sancionada determina, ainda, a atualização das tabelas de vencimento básico dos cargos efetivos do Judiciário da União.

A partir de julho de 2026, passam a vigorar os novos valores constantes dos Anexos II, III e VIII da lei 11.416/06, que tratam das carreiras de Analista Judiciário, Técnico Judiciário e Auxiliar Judiciário, além dos cargos em comissão e das funções comissionadas.

Confira:

 

Da Redação, com informações do Migalhas
Foto: Divulgação 

Escândalo na Assembleia de RR: Árbitro da CBF, esteticista e pastores fazem parte da folha de R$ 17mi

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Árbitro da CBF, dentista, esteticista e parentes de políticos figuram entre os 4.334 servidores comissionados da Assembleia Legislativa de Roraima, que apresenta uma das maiores proporções de cargos de confiança por deputado no país, de acordo com levantamento do site UOL publicado nesta segunda-feira, 22.

Árbitro da CBF e assessor

Aos oito minutos do primeiro tempo, o Atlético-MG abriu o placar da partida contra o Sport, pela 14ª rodada do Campeonato Brasileiro. Em uma das laterais do gramado, o bandeirinha correu em direção ao meio de campo, um sinal de que o gol poderia ser validado.

Naquela noite de quarta-feira, em um estádio em Belo Horizonte, Alex Sandro Quadros Thomé trabalhava a milhares de quilômetros de casa. Já havia feito o mesmo, uma semana antes, em um jogo no interior de São Paulo.

Thomé não é só bandeirinha de jogos da CBF(Confederação Brasileira de Futebol). É também um dos mais de 4 mil comissionados da Assembleia Legislativa de Roraima.

O levantamento analisou a folha de pagamentos do legislativo de RR e identificou um gasto com salários de R$ 17 milhões com comissionados em um único mês. A Assembleia mantém ainda 105 funcionários concursados.

Na primeira semana de dezembro, Alex Thomé disse à reportagem que não sabia como estava sua situação na Assembleia. Vinculado à federação de futebol de Roraima, o árbitro atuou em jogos em dias úteis, entre setembro e outubro deste ano, conforme registros da CBF.

“Acho que foi pedida uma exoneração esses dias. Eu nem sei, estou indo verificar isso agora” afirmou, antes de a ligação cair.

O árbitro, que recebe R$ 8.100 mensais como assessor técnico de gabinete, não respondeu mais aos contatos da reportagem, feitos por ligação e mensagem.

Esteticistas e parentes de político na folha

A Assembleia de Roraima também empregou como assessores e chefes de gabinete: parentes de deputados e vereadores, pastores evangélicos, dentista, cabeleireira e designer de sobrancelha.

Também há fisioterapeuta, condenado por rachadinha, dono de empresa proibida de contratar com o Poder Público, candidatos que perderam eleições e mais de uma centena de beneficiários do Bolsa Família e do BPC (Benefício de Prestação Continuada).

Sem se identificar, a reportagem procurou a designer de sobrancelhas na sexta-feira, 5 de dezembro, às 11h, para atendimento estético. “Eu atendo por ordem de chegada. Só vir que atendo” respondeu por mensagem.

Moradora de Caracaraí, a 140 quilômetros de Boa Vista, onde fica a Assembleia, ela é assessora parlamentar regional e casada com um pastor evangélico. Está lotada na equipe do deputado Isamar Júnior (Podemos), filho do presidente da Assembleia de Deus Brasil.

O gabinete do parlamentar abriga outros dois religiosos como assessores.

Por volta das 14h50 daquele mesmo dia, também sem se identificar, a reportagem entrou em contato com uma dentista contratada como assessora técnica de gabinete, pedindo informações sobre clareamento dentário.

“Eu atendo das 8h às 11h30. E das 14h às 17h30. De segunda a sexta”, informou por mensagem. No legislativo, ela recebe R$ 8.100 mensais.

A Assembleia Legislativa de Roraima tem 24 deputados e um índice de 180 comissionados por parlamentar. Foi considerado nesta conta, cargos de confiança de todos os setores, não apenas dos gabinetes.

Procurada pela reportagem, a Assembleia Legislativa de Roraima afirma que a estrutura de pessoal mantida pela casa garante o “funcionamento regular” de comissões, programas e gabinetes dos 24 deputados estaduais em Boa Vista e no interior do estado, e que irá apurar os casos denunciados.

Comissionados ocupam quase toda folha

Os contracheques dos funcionários de confiança da Assembleia de Roraima superaram os R$ 17 milhões em um único mês. O gasto representou 78% do total da despesa da casa com salários em agosto passado.

A matéria identificou a contratação de familiares de parlamentares na folha de pagamentos. Uma irmã e duas sobrinhas do deputado Gabriel Picanço (Republicanos) estão lotadas no setor de comissões e no gabinete do próprio parlamentar, ao custo total de R$ 24 mil mensais.

O deputado Marcinho Belota (PRTB) abriga o irmão do colega Rarison Barbosa (PMB) no posto de assistente técnico, com remuneração mensal de R$ 7.600.

O Programa de Atendimento Comunitário, da Assembleia, criado para “acompanhar, instruir e sensibilizar o cidadão de seus direitos sociais”, empregou a mãe da deputada Angela Portella(PP). A parlamentar ainda mantém uma sobrinha em seu gabinete.

Roraima tem 15 municípios, 636 mil habitantes e tornou-se um estado com a Constituição de 1988.

Há pouco mais de duas décadas, durante uma sessão no Senado, o então senador Romero Jucá afirmou que, por ser um estado novo, Roraima teria “um grande horizonte pela frente”.

“É como um livro que tem ainda muitas páginas em branco, onde podemos escrever nossa história com os próprios punhos” disse Jucá, em 2002, na época filiado ao PSDB-RR. O pronunciamento tratava de repasse de recursos a municípios do estado.

“Temos a vantagem de construir um estado sem os problemas que afetam os grandes centros.

Porque conhecemos os erros dos outros e, assim, as nossas chances de acertos são muito maiores.”

Naquele período, o estado enfrentou o chamado escândalo dos gafanhotos, esquema que inflou a folha de pagamento do governo de Roraima entre 1998 e 2002 com funcionários “fantasmas”.

Uma assessora parlamentar, condenada pela Justiça por ajudar a incluir nomes na folha e receber parte dos salários dos “gafanhotos” é comissionada da Assembleia com salário de R$ 12 mil. Ela não chegou a cumprir pena, pois o caso prescreveu.

O desbalanço dos cargos

Na correria de um dia útil, a assessora técnica de gabinete Dyessyca Lima não conseguiu tirar uma pausa. Já havia passado da hora do almoço quando chegou “uma marmitinha”.

Em vídeo publicado no Instagram, Lima pediu “dez minutinhos” para comer e disse que, em seguida, responderia a todos. O cenário de fundo da assessora, contudo, não era a Assembleia, mas sua loja de cosméticos.

“Você que quiser aproveitar a sua hora do almoço para dar um pulinho aqui na loja e conferir as novidades de pertinho, vou logo avisar, cada coisa linda”, disse, mostrando estantes com os produtos, na tarde de quinta-feira, 4 de dezembro.

“Não deixe para depois, ontem as meninas vieram conferir as novidades de pertinho.”

Lima foi contratada em agosto passado, mês em que a Assembleia registrou o maior número de comissionados dos últimos anos. Duas canetadas, em 2025, ajudaram a chegar ao recorde. A casa criou 180 cargos adicionais ao custo de R$ 700 mil por mês em salários.

Dados do legislativo de Roraima apontam que os comissionados se concentram em determinadas áreas. Enquanto as diretorias de Gestão Patrimonial e Financeira detinham um comissionado cada, o setor de comissões contava com 714.

A Corregedoria-Geral abrigava quatro funcionários de confiança e a Controladoria, seis. Para apoiar a cúpula da Assembleia, havia 149.

Três gabinetes de deputados chegaram a ter, cada um, mais de 100 comissionados à disposição.

Uma das equipes custou quase R$ 480 mil em remunerações em um único mês.

Em Brasilia, cada deputado federal tem, por mês,

R$ 133 mil de verba de gabinete para pagar os salários de secretários parlamentares. Isso significa que podem contratar de 5 a 25 profissionais para assessorá-los na capital federal ou nos estados.

Assembleia abriga sancionados

O assessor parlamentar regional Adelino Dias de Sousa Neto tem experiência na política local: é ex-vereador da Câmara de Boa Vista. Eleito em 2012, teve um mandato único.

O período no legislativo da capital lhe rendeu uma condenação por improbidade em 2019. O Ministério Público estadual acusou Adelino Neto de rachadinha por sacar parte dos salários de um assessor. O ex-vereador chegou a ter o rosto fotografado pela câmera do caixa eletrônico.

A Justiça aplicou a Adelino Neto a sanção de proibição de contratar com o Poder Público até 2027. A Assembleia o empregou em janeiro deste ano com salário de R$ 2.520 mensais. Procurado, ele não retornou ao contato do UOL.

Não é um caso isolado. Em agosto, o legislativo contratou o dono de uma empresa também proibida de negociar com a administração pública—punida por descumprir contrato. A sanção contra a empresa vale até 2028. O dono recebe um salário de R$ 4.500 mensais na Assembleia.

 

Da Redação, com informações do UOL
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Humaitá e Tefé passam a ter delegacias da Polícia Federal

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Duas novas delegacias da Polícia Federal serão criadas nos municípios de Humaitá e Tefé. A Portaria MJSP nº 1.112/2025 foi publicada no Diário Oficial da União desta segunda-feira, 22.

A instalação da Delegacia da Polícia Federal em Humaitá fortalece a presença da instituição na Amazônia Legal e representa um avanço relevante para a região. No sul do Amazonas, a atuação da PF é essencial no enfrentamento ao tráfico de drogas, ao contrabando e, sobretudo, aos crimes ambientais, como a exploração ilegal de madeira, a caça de animais silvestres e o garimpo clandestino.

A nova unidade de Humaitá contará, em sua estrutura inicial, com um Chefe de Delegacia e pelo menos cinco subchefias, assegurando capacidade administrativa e operacional para atender às demandas locais e regionais.

A Delegacia de Tefé, situada em uma área estratégica do médio Solimões, será estruturada também com um Chefe de Delegacia e cinco subchefias, ampliando a atuação da Polícia Federal em uma região de grande importância logística, social e ambiental.

A medida é um avanço estratégico na interiorização das ações da Polícia Federal e no fortalecimento da atuação federal em áreas estratégicas da Amazônia Legal.

 

Da Redação, com informações da Polícia Federal
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AC: STF anula parte das provas da Operação Ptolomeu contra Gladson Camelí: ‘Confiei na Justiça’

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  1. O governador do Acre, Gladson Camelí (PP), se manifestou após a Segunda Turma do Supremo Tribunal Federal (STF) decidir, por 4 votos a 1, anular parte da apuração da Polícia Federal (PF) em torno da Operação Ptolomeu, que investiga um suposto esquema de desvios de recursos públicos.

Votação no STF

A Segunda Turma do STF decidiu, na última sexta-feira, 19, anular parte das provas produzidas contra Gladson Camelí no âmbito da Operação Ptolomeu, que investiga um suposto esquema de desvios de recursos públicos no estado.

A decisão começou a ser formada na quarta-feira, 17, quando os ministros analisaram um pedido da defesa do governador.

Os advogados alegaram que houve ilegalidade na investigação, já que a polícia local teria adotado medidas contra Cameli sem autorização judicial, o que violaria o foro por prerrogativa de função, cuja competência é do Superior Tribunal de Justiça (STJ).

Entre as irregularidades apontadas estão a solicitação de relatórios do Conselho de Controle de Atividades Financeiras (Coaf) envolvendo pessoas e empresas ligadas ao governador, que ainda não faziam parte formal da investigação, além da menção ao cargo de governador em interceptações telefônicas de investigados.

O relator do caso, ministro Edson Fachin, votou pela rejeição do pedido da defesa, ao afirmar que não houve violação do foro. No entanto, o ministro André Mendonça abriu divergência e defendeu a nulidade das provas produzidas entre 25 de maio de 2020 e 12 de janeiro de 2021, além daquelas derivadas desse período.

Para Mendonça, houve usurpação da competência do STJ.

“Desse modo, autoridade policial atuou de forma deliberadamente indevida. De forma voluntária, buscou elementos de convicção em face do Governador, cujo potencial envolvimento já se apresentava, por meio de requisições de dados de pessoas de seu entorno, como empresas, esposa e até filho menor de idade. E mais, só depois da chegada desses relatórios é que, finalmente, representou pelo deslocamento da competência”, afrimou Mendonça.

O voto de Mendonça foi acompanhado pelos ministros Nunes Marques e Dias Toffoli, formando maioria. O julgamento aguardava o voto do ministro Gilmar Mendes, que se somou à maioria.

Com a decisão, parte do processo da Operação Ptolomeu envolvendo o governador é arquivada, permanecendo válidos apenas os atos e provas que não tenham relação com o período considerado ilegal pelo STF.

Provas criadas e justiça divina

Na nota, Camelí afirmou ter recebido a notícia do encerramento do julgamento com o reconhecimento de que as provas foram ‘elaboradas de forma ilegal’ e, por isso, deveriam ser anuladas.

O governador agradeceu o apoio que disse ter recebido da população acreana durante o andamento do processo da Operação Ptolomeu, e informou ainda que continuará exercendo normalmente suas funções.

“Quero agradecer todas as orações, mensagens e demonstrações de carinho, apoio e reconhecimento que recebi dos acreanos, desde o início até o dia de hoje. Essa confiança foi fundamental para me manter cada vez mais forte”, afirmou.

Confira a nota na íntegra:

“Acabo de receber a notícia de que a 2ª turma do Supremo Tribunal Federal encerrou o julgamento que reconheceu que as provas criadas contra mim, na Operação Ptolomeu, foram elaboradas de forma ilegal e, por essa razão, devem ser anuladas.

Quero agradecer todas as orações, mensagens e demonstrações de carinho, apoio e reconhecimento que recebi dos acreanos, desde o início até o dia de hoje. Essa confiança foi fundamental para me manter cada vez mais forte.

Como disse em outras oportunidades, sempre confiei na justiça dos homens, mas principalmente na justiça de Deus.

Assim como fiz durante o andamento de todo o processo, continuarei minhas atividades de forma normal e amanhã, durante o dia, terei a oportunidade de conversar com a imprensa para dar mais detalhes, após o evento na Arena da Floresta, às 17h30.

Agora reservo esse momento para estar em contato com meus familiares e agradecer mais uma vez a Deus pela proteção e justiça.

Gladson de Lima Camelí
Governador do Acre”.

 

Da Redação, com informações do G1
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MPF investiga suposto desvio de verbas do Fundeb em Uarini

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O Ministério Público Federal (MPF) instaurou um Inquérito Civil para apurar suposta apropriação e desvio de recursos públicos do Fundo de Manutenção e Desenvolvimento da Educação Básica (FUNDEB), referentes ao exercício de 2017, repassados à Prefeitura Municipal de Uarini, que estava sob gestão do ex-prefeito, Antonio Uchôa.

A medida foi formalizada por meio da Portaria nº 15/2025 Ofício/PR/AM , assinada pelo Procurador da República em substituição, Valdir Monteiro Oliveira Junior.

De acordo com o MPF, a instauração do inquérito considera o conteúdo apurado no Procedimento Preparatório nº 1.13.000.000448/2025-86, que apontou indícios de possíveis irregularidades na aplicação dos recursos do FUNDEB, fundo destinado exclusivamente ao financiamento da educação básica e à valorização dos profissionais da educação.

Segundo o MPF, o inquérito civil tem como finalidade aprofundar as investigações, reunir provas e esclarecer se houve, de fato, desvio ou uso indevido dos recursos públicos federais transferidos ao município.

Como providência inicial, o procurador determinou o envio dos expedientes correlatos à Coordenadoria Jurídica (COJUD) para autuação e providências necessárias.

Da Redação
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Prefeitura de Barreirinha tem certame suspenso pelo TCE-AM por irregularidades

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A prefeitura de Barreirinha teve o Pregão Eletrônico nº 027/2025 suspenso por irregularidades nas exigências de documentos fiscais antes do julgamento das propostas, desclassificando uma empresa participante do procedimento licitatório.

O Tribunal de Contas do Estado do Amazonas (TCE-AM) suspendeu imediatamente o certame e qualquer pagamento relacionado ao pregão, visto que as ações de antecipação de documentos fere a lei de licitação e restringe a competitividade entre as empresas.

O conselheiro e relator Fabian Barbosa, destacou no documento que a decisão visa proteger o erário e garantir a justiça no processo administrativo, enquanto a defesa do prefeito e das empresas envolvidas é analisada.

Na publicação, ficou determinado também que o prefeito Darlan Taveira Peres, no prazo de 15 dias, apresente justificativas e documentos referentes ao cumprimento que consta na decisão monocrática.

Confira a decisão monocrática:

TCE-Barreirinha (1)

 

Da Redação

RR: Prefeitura de Alto Alegre contrata empresa de infraestrutura para eventos por R$ 5,6 milhões mesmo após denúncia de MP por precariedade em serviços

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A Prefeitura de Alto Alegre, em Roraima, contratou uma empresa especializada em infraestrutura para eventos por R$ 5,6 milhões. O contrato inclui estrutura estática/móvel e logística para realização de eventos, apresentações artísticas e outros similares.

Os serviços são destinados às ações das secretarias e da prefeitura do município. O documento, publicado no Diário Oficial dos Municípios de Roraima (DOM-RR), foi assinado pelo próprio prefeito Wagner Nunes (Republicanos) nesta quinta-feira, 18.

A vencedora da licitação tem sede em Boa Vista e capital de R$ 300 mil, conforme cadastro na Receita Federal. O prazo de vigência está vinculado à execução do exercício financeiro e à disponibilidade de créditos orçamentários.

A prefeitura publicou o contrato após meses em que o município esteve no alvo de órgãos fiscalizatórios e decisões judiciais sobre a gestão de recursos públicos diante de condições estruturais da cidade.

Em abril, por exemplo, a Justiça cancelou o show da cantora Solange Almeida a pedido do Ministério Público de Roraima. Ela se apresentaria no Festival dos Povos Indígenas Sucuba. À época, o órgão justificou que o município enfrentava sérios problemas referentes à gestão e ao funcionamento de serviços essenciais, como saúde e educação.

O MP citou ainda que as despesas com pessoal em Alto Alegre estavam acima do limite permitido por lei. O próprio prefeito havia, inclusive, publicado um decreto reconhecendo a situação.

 

Com informações de Roraima em Tempo

Malafaia reage e acusa PF de ’inventar’ operação contra líder do PL

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O pastor Silas Malafaia fala durante almoço de Encontro do Conselho Interdenominacional de Ministros Evangélicos do Brasil.

O pastor Silas Malafaia reagiu, na manhã desta sexta-feira, 19, à operação da Polícia Federal (PF) contra o líder do PL na Câmara, Sóstenes Cavalcante (RJ), aliado de primeira hora do religioso.

Malafaia afirmou que a operação teria sido “inventada”, “para tentar pescar” informações. O pastor avaliou que a ação da PF contra o líder do PL seria ainda uma tentativa de calar a oposição.

“Isso é mais uma prova de que estamos a caminho da Venezuela. Querem calar todo mundo que se levanta contra Alexandre de Moraes e o governo Lula. Eles querem calar. Gente, que país é esse?! O líder do maior partido da oposição. Inventam uma operação para tentar pescar coisa para ver se incriminam o cara. Porque Sóstenes tem sido um gigante. Tem batido duro no Alexandre de Moraes e no governo”, disse Malafaia.

O líder do PL, como a coluna noticiou mais cedo, foi alvo de mandados de busca e apreensão no âmbito da Operação Galho Fraco, que apura de desvio de recursos da cota parlamentar.

Durante as buscas, policiais federais acharam grande quantidade em dinheiro vivo com Sóstenes. Cálculos iniciais da PF apontam que haveria R$ 430 mil em espécie em um dos endereços do deputado.

Outro alvo da operação foi o deputado federal Carlos Jordy, também do PL do Rio de Janeiro. Ao todo, a PF cumpre sete mandados, nesta sexta-feira, no Distrito Federal e no estado do Rio de Janeiro.

 

Da Redação, com informações do Metrópoles
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Presidente Roberto Cidade tem contas aprovadas por unanimidade pelo TCE-AM

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O presidente da Assembleia Legislativa do Amazonas (Aleam), deputado Roberto Cidade (UB), teve as contas da gestão de 2024 aprovadas por unanimidade pelo Tribunal de Contas do Estado do Amazonas (TCE-AM).

O julgamento ocorreu durante a 39ª sessão ordinária do Tribunal Pleno, realizada na terça-feira,16, sob relatoria do conselheiro Luís Fabian Barbosa. Os conselheiros consideraram as contas regulares, sem ressalvas.

Para Roberto Cidade, a decisão confirma o compromisso da sua gestão com a responsabilidade e o bom uso do dinheiro público.

“Cuidar das pessoas também passa por cuidar bem dos recursos do povo. A aprovação das contas mostra que nossa gestão está sendo correta, transparente e responsável, sem qualquer irregularidade em licitações, contratações ou despesas”, destacou.

O presidente da Aleam ressaltou que a boa gestão permitiu avanços importantes ao longo das suas gestões, como a valorização dos servidores, o cumprimento das datas-bases desde 2021, com a concessão de reajuste real em 2022, a realização do primeiro concurso público da Casa após 14 anos e a criação do Centro de Inclusão Sensorial para atender pessoas com TEA.

“Administrar com equilíbrio é o que nos permite investir, avançar e fortalecer a Assembleia como a verdadeira Casa do Povo”, destacou Roberto Cidade.

Em seu relatório, o conselheiro Luis Fabian destacou que não foram identificadas irregularidades em contratações e que a Assembleia Legislativa observou os princípios da legalidade, moralidade e impessoalidade que regem as aquisições e serviços no âmbito público.

O julgamento marcou a última sessão do Tribunal Pleno do TCE-AM em 2025.

 

 

Da Redação, com informações da assessoria
Foto: Divulgação 

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