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Eleições 2026 | Com peso de votos do interior, Roberto Cidade e Omar Aziz polarizam briga pelo Governo do Amazonas

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Após a sinalização de empate técnico nas intenções de voto no estado, a disputa pelo Governo do Amazonas nas Eleições 2026 afunila no desenho das alianças regionais. Dados do levantamento realizado pelo instituto Projeta Pesquisa de Mercado e Opinião Pública, registrado sob o nº AM-03824/2026 indicam que a manutenção da polarização entre o senador Omar Aziz (PSD) e o governador e candidato à reeleição Roberto Cidade (União Brasil) passa diretamente pela força eleitoral construída nos municípios do interior.

Na amostra estimulada do levantamento, Omar Aziz registra 25,72% e Roberto Cidade soma 24,00%. O cenário traz em seguida o ex-prefeito de Manaus, David Almeida, com 15,46%, e Maria do Carmo, com 14,43%. O levantamento contabiliza ainda Cabo Daciolo (4,26%), Gilberto Vasconcelos (0,71%) e Isael Munduruku (0,52%). Respostas em branco e nulo somam 6,33%, enquanto 8,58% não souberam ou não responderam.

O peso do interior na disputa

A amostragem da pesquisa reflete a divisão do eleitorado amazonense: dos 3.000 entrevistados, 1.590 foram ouvidos na capital e 1.410 em 15 municípios do interior, incluindo polos como Manacapuru (169), Itacoatiara (159), Parintins (153), Coari (108) e Tefé (105).

O avanço sobre essas bases é um fator determinante para o desempenho das candidaturas. Como a capital costuma pulverizar votos entre diferentes nomes, a capacidade de articular apoio de prefeitos, vereadores e lideranças comunitárias nos municípios do interior desponta como o divisor de águas para consolidar a ida ao segundo turno. Historicamente, a vantagem construída nas calhas dos rios já garantiu viradas e assegurou vitórias a alguns políticos do Amazonas.  

Índices de Rejeição

O levantamento também mediu a rejeição aos nomes apresentados. David Almeida lidera com 29,20%, seguido por Omar Aziz com 19,61%, Maria do Carmo com 10,39% e Roberto Cidade com 7,47%. Completam a lista Cabo Daciolo (7,01%), Isael Munduruku (5,82%) e Gilberto Vasconcelos (2,94%). Um total de 10,52% afirmou não rejeitar nenhum candidato e 7,05% não souberam responder.

Metodologia

A pesquisa quantitativa do instituto Projeta foi realizada presencialmente com 3.000 eleitores no Amazonas, apresentando margem de erro de 1,79 ponto percentual para mais ou para menos e nível de confiança de 95%.

 

Da Redação

Justiça Eleitoral retira seções nas faculdades de Maria do Carmo em Manaus

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A Justiça Eleitoral determinou a transferência temporária das seções de votação que funcionavam na Fametro e na Faculdade Santa Teresa, empreendimentos de ensino vinculados à candidata ao Governo do Amazonas , Maria do Carmo (PL). Com a decisão, as duas unidades deixaram de ser locais de votação para as Eleições 2026, e os eleitores que votavam nesses endereços deverão comparecer a novos locais.

A alteração faz parte de um conjunto de readequações promovido pelo Tribunal Regional Eleitoral do Amazonas (TRE-AM) na capital. Além das duas faculdades privadas, outros pontos com grande concentração de eleitores tiveram seções transferidas, como o Centro Estadual de Convivência do Idoso (CECI Aparecida), a Uninorte (Unidade 1), a Escola Municipal Professor Waldir Garcia e as Escolas Estaduais Vicente Telles, Nossa Senhora das Graças, Saldanha Marinho e Colégio Amazonense Dom Pedro II.

O TRE-AM reforça que a mudança do prédio não altera o domicílio eleitoral do cidadão. A inscrição permanece regular na mesma zona e seção, sendo necessário apenas consultar com antecedência o novo endereço onde funcionará a urna no dia do pleito.

Como consultar o novo local

Para saber para qual prédio a seção foi transferida, o eleitor pode acessar a opção “Onde Votar” no serviço de Autoatendimento Eleitoral, disponível no portal do TSE. É necessário informar o CPF ou número do Título de Eleitor, o nome completo e a data de nascimento.

A partir de 1º de setembro, os dados atualizados sobre os locais definitivos de votação também estarão disponíveis para consulta no aplicativo e-Título e nos portais do TRE-AM e do TSE.

 

Da Redação com informações do TRE-AM

Foto: Divulgação

 

Omar Aziz e Roberto Cidade estão empatados na disputa para Governo do Amazonas, aponta Projeta

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A disputa pelo Governo do Amazonas está cada vez mais apertada. Pesquisa do Instituto Projeta, divulgada na manhã desta segunda-feira, 24, mostra Omar Aziz (PSD) com 25,72% das intenções de voto e Roberto Cidade (União Brasil) com 24%z A diferença de apenas 1.72 ponto percentual, inferior à margem de erro de 1,79 ponto, coloca os dois candidatos em empate técnico na liderança. No cenário atual, ambos avançariam ao segundo turno.

A comparação com a rodada de julho revela movimentos opostos. Omar recuou de 27% para 25,72%, uma queda de 1,28 ponto percentual. Cidade avançou de 23,4% para 24% crescimento de 0,6 ponto. Com isso, a distância entre os dois caiu de 3,6 para 1,72 ponto percentual.

David Almeida (Avante) aparece na terceira posição, com 15,46%, seguido por Maria do Carmo (PL), com 14,43%.

Incluído pela primeira vez no levantamento como candidato ao Governo do Amazonas, Cabo Daciolo (Mobiliza) alcança 4,26%. Gilberto Vasconcelos, 0,71% e Isael Munduruku registra 0,52%. Brancos e nulos somam 6,33%, enquanto 8,58% dos entrevistados não souberam responder.

Rejeição

David Almeida lidera em rejeição com 29,20% dos eleitores afirmando que não votam nele de jeito nenhum. A rejeição de Omar Aziz é de 19,61%, Maria do Carmo 10,39%, Roberto Cidade 7,47%, Cabo Daciolo 7,01%, Isael Munduruku 5,82%, Gilberto Vasconcelos 2,94%, 10,52% não rejeitam nenhum dos candidatos e 7,05% não sabem ou não responderam.

A pesquisa ouviu 3 mil eleitores, sendo 1.590 em Manaus e 1.410 no interior, entre os dias 17 e 21 de agosto. O levantamento tem margem de erro de 1,79 ponto percentual, nível de confiança de 95% e está registrado no Tribunal Superior Eleitoral sob o número AM-03824/2026.

Confira o estudo:

Da Redação com informações da assessoria de imprensa

 

MPF investiga indígenas trancados em sede de saúde em Ipixuna

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Um inquérito civil busca investigar o confinamento forçado de indígenas nas instalações do Polo Base de Saúde em Ipixuna. A denúncia foi apresentada por meio de relatório ao Ministério Público Federal (MPF), apontando que os indígenas estariam sendo trancados em instalações inadequadas para receberem tratamento de saúde.

O documento ressalta que a ação é um desrespeito à dignidade humana, visto que o município não possui alojamentos adequados para indígenas, uma vez que o espaço mantido pelo Distrito Sanitário Especial Indígena Médio Solimões e Afluentes (DSEI-MRSA) é uma sede administrativa, não funciona 24 horas e não possui qualquer apoio estrutural para receber pessoas em tratamento de saúde.

Ficou determinado pela procuradoria que a secretaria do 15º Ofício identifique os dados necessários para autuação, registre o procedimento junto à Coordenadoria Jurídica e dê cumprimento ao despacho para dar prosseguimento às investigações.

Da Redação

Record exibe entrevista com Lula no mesmo horário do debate

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O Domingo Espetacular, da TV Record, exibe na noite deste domingo  uma entrevista com o presidente Lula no mesmo horário do debate da Band. Renan Santos (Missão), que esteve no debate, criticou ao vivo a Record por isso.

O que aconteceu

A entrevista foi gravada neste domingo, no Palácio do Planalto. Lula falou sobre as investigações da PF contra seu filho mais velho, Fábio Luis Lula da Silva, conhecido como Lulinha, e também sobre a última conversa que teve com Trump ao telefone.

Lula anunciou a entrevista em redes sociais. “Hoje tem entrevista na TV Record! Coloque o alarme para tocar. Será a partir de 20h30”, diz o post no X.

Lula teria alegado desigualdade de condições e faltou ao debate da Band. Segundo a Folha de S.Paulo, o presidente apontou o fato de a emissora ter convidado candidatos que não são obrigados por lei a serem chamados para o debate —Renan e Zema. A avaliação da campanha petista é de que Lula é o principal alvo dos presidenciáveis da direita e passaria o debate se defendendo.

Com a ausência do petista, Flávio Bolsonaro também não participou. Aliados afirmam que a estratégia é participar apenas dos debates em que o presidente marcar presença, uma vez que o senador tem Lula como principal adversário.

Romeu Zema (Novo) anunciou desistência hoje. A campanha do candidato afirmou que a mudança do debate para este domingo tinha como objetivo garantir a participação de Lula. Em nota, declarou: “Diante da ausência de Lula e de outros concorrentes, a alteração de data perdeu o seu propósito inicial”.

Com as desistências, debate tem apenas três candidatos. Augusto Cury (Avante) chegou a dizer que não participaria, mas voltou atrás. Renan Santos (Missão) e Ronaldo Caiado (PSD) também participam do debate.

Renan Santos atacou a Record por exibir entrevista com Lula durante debate da Band. “A Record é uma emissora que está se comportando como moleque, que está se entrevistando o Lula agora”, disse.

 

Da Redação com informações de UOL

Foto: Reprodução

Band abre debates presidenciais sem Lula, Zema e Flávio Bolsonaro; veja o que aconteceu

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O primeiro debate entre os candidatos à Presidência da República das Eleições 2026 aconteceu na noite deste domingo, 23. Tradicionalmente, ele é feito pela Band e a edição deste ano contou também com a parceria da TV Cultura, do Jornal Estadão, da TV Gazeta e da Jovem Pan News.

Os candidatos Lula (PT), Flávio Bolsonaro (PL) e Romeu Zema (Novo) não compareceram ao debate. Estiveram presentes Renan Santos (Missão), Ronaldo Caiado (PSD) e Augusto Cury (Avante), que primeiramente disse que não iria participar mas mudou de ideia em cima da hora. Eles apresentaram suas propostas dentro dos temas do debate e criticaram a situação atual do país.

O debate

No primeiro bloco, os candidatos presentes responderam às perguntas feitas pelos dois âncoras, os jornalistas Eduardo Oinegue e Adriana Araujo. Eles se concentraram em perguntas sobre Segurança Pública, Economia e Educação. No confronto direto, os temas levantados pelos candidatos foram a polarização, a violência contra a mulher e a educação.

No segundo bloco, os jornalistas fizeram perguntas e escolheram um candidato para responder e outro para comentar. Ernesto Paglia, da TV Cultura, abriu a rodada e perguntou a Ronaldo Caiado sobre manter a autonomia dos governadores no Governo Federal, uma vez que o candidato teve o entendimento que a PEC da Segurança Pública do Governo Lula feria esse princípio. O candidato disse que vai dar mais autonomia aos Chefes do Executivo governamentais, inclusive na parte da legislação.

Thays Freitas, da Bandeirantes, perguntou a Augusto Cury sobre a relação diplomática com os Estados Unidos e o presidente estadunidense, Donald Trump. O candidato situou que o país norte-americano passa por uma crise e que sabe trazer a pacificação que a situação precisa.

Da BandNews FM, a jornalista Sheila Magalhães perguntou a posição de Renan Santos sobre o fim da escala 6×1 e as medidas sobre este assunto. O candidato disse que a proposta é baseada numa mentira de “trabalhar menos e ganhar mais” e que suas medidas são a reforma de competitividade, alteração da Lei Trabalhista para que o processo de contratação seja mais fácil.

O terceiro bloco foi de confronto direto entre os presentes. Renan Santos abriu o tema com o escândalo do Banco Master e relembrou que tanto Lula quanto Flávio Bolsonaro estão envolvidos com o ex-banqueiro Daniel Vorcaro, além de outros políticos. Cury respondeu que a corrupção será tratada como crime e Santos disse que irá atrás dos líderes das facções criminosas.

Augusto Cury perguntou a Ronaldo Caiado sobre projetos para o ensino técnico. Caiado relembrou o que já fez em Goiás e que fará essas melhorias em âmbito federal.

Caiado perguntou a Renan Santos o que ele acha de uma proposta que obriga os candidatos a irem aos debates eleitorais. Renan Santos concordou plenamente.

Ao final, cada candidato apresentou as suas considerações finais.

Críticas às ausências

A ausência de Lula e Flávio Bolsonaro foi duramente criticada pelos candidatos presentes. “Com o país completamente em crise, esses dois criminosos não vieram ao debate. Desrespeitaram a emissora Bandeirantes, desrespeitaram os brasileiros, vivem brigando na internet, botando seus ‘cachorros’ para discutirem, mas eles próprios são covardes. Não vieram aqui porque não tem coragem de falar sobre os crimes que cometeram. Lula com Lulinha, com petrolão, mensalão; Flávio Bolsonaro com seu envolvimento com Daniel Vorcaro e seu escândalo com rachadinha. Covardes e canalhas”, atacou Renan Santos.

“É um momento que a sociedade esperava a presença dos dois candidatos que são os mais rejeitados do país. Isso mostra, talvez, o porquê da fuga deles, por não terem como explicar os escândalos que estão envolvidos”, observou Ronaldo Caiado.

“Lula da Silva, você tinha que estar aqui para responder o caos que está a educação, os números estão piores do que você apontou”, disse Augusto Cury.

Por que os candidatos faltaram? 

A equipe de Lula entendeu que o formato do debate beneficiava os concorrentes do presidente, uma vez que ele seria o único candidato de esquerda no debate; por isso, ele não foi. No mesmo horário do debate, a Record exibiu uma entrevista com Lula e foi duramente atacada por Renan Santos.

A ausência de Lula desencadeou um efeito dominó. A assessoria de Flávio Bolsonaro informou que ele estava pronto para debater com Lula e, já que o presidente não iria, não tinha por que Flávio comparecer. Por sua vez, Romeu Zema, que passou intacto pelas críticas dos candidatos que foram ao debate, disse que o que o motivou a faltar foi a ausência de Lula e Flávio Bolsonaro.

 

Priscila Rosas, para Portal O Poder 

Foto: Reprodução

Adjuto Afonso mostra força política ao reunir 12 mil apoiadores em lançamento de campanha eleitoral

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Candidato à reeleição, o deputado estadual Adjuto Afonso (União Brasil) oficializou sua campanha na noite de sexta-feira, 21, durante evento realizado na casa de eventos Tarumã Fest, na Zona Oeste de Manaus. A mobilização reuniu 12 mil pessoas e contou com a presença do governador Roberto Cidade (União Brasil) e do vice-governador Serafim Corrêa (PSB).

Ao lado de autoridades políticas e lideranças comunitárias, Adjuto Afonso ressaltou a importância do momento para sua caminhada rumo à reeleição.

“É um pontapé que a gente deu na nossa campanha. Nós estamos há 44 dias da eleição. O que vimos aqui foi a força do povo. O povo, quando acredita no parlamentar, ele participa. O Amazonas é 44.111!”, afirmou o candidato.

O governador Roberto Cidade destacou a atuação de Adjuto Afonso à frente da Assembleia Legislativa do Estado do Amazonas (Aleam).

“O Adjuto é um cara competente, preparado, ajuda muito o interior, ajuda muito a cidade de Manaus, dá a sua contribuição. Este ano ele tem feito um grande trabalho e com certeza vai trabalhar mais quatro anos no Poder Legislativo”, pontuou.

O vice-governador Serafim Corrêa também ressaltou a atuação do presidente da Aleam e a confiança depositada nele pelos demais parlamentares.

“O Adjuto foi e é um bom deputado, tanto que mereceu a confiança dos demais deputados para presidir a Assembleia”, disse.

Em campanha pelo interior do estado, o ex-governador Wilson Lima (União Brasil) não pôde participar do evento, mas enviou uma mensagem em vídeo destacando sua confiança no trabalho de Adjuto Afonso.

“É alguém que conhece o nosso estado como poucos. Então a gente precisa que o Adjuto Afonso continue como deputado estadual”, frisou.

O coordenador da campanha em Manaus, vereador Diego Afonso (União Brasil), salientou a atuação do deputado na destinação de emendas parlamentares aos municípios amazonenses e os impactos desses recursos para a população.

“De norte a sul desse estado, pela cidade de Manaus, você foi o deputado que mais pagou emenda de social à saúde pública, graças a seu empenho”, destacou.

Força popular

O vereador de Rio Preto da Eva, distante 80 quilômetros de Manaus, Felipe Lindoso (União Brasil), reafirmou seu apoio a Adjuto Afonso e ressaltou sua atuação em diferentes áreas do Estado.

“Estamos aqui hoje diretamente de Rio Preto da Eva acompanhando o lançamento da candidatura do nosso deputado estadual Adjuto Afonso, que tem um trabalho brilhante na Assembleia Legislativa”, pontou.

A líder comunitária Marilza Batalha, do bairro Nova Esperança, na Zona Oeste de Manaus, reforçou sua confiança na atuação do deputado em favor do empreendedorismo feminino no Amazonas.

“Eu trabalho com a bandeira do empreendedorismo feminino e o Adjuto Afonso é o único que eu conheço que eu vejo realmente levantar essa bandeira”, acrescentou.

O líder comunitário Arlen Ramos, do bairro Tancredo Neves, na Zona Leste de Manaus, falou sobre a importância de participar do evento ao lado da família e manifestar apoio ao candidato.

“Estamos aqui para contemplar o evento e também dar aquele apoio moral para nosso candidato. Estamos dando o voto de confiança.”

Prestigiaram o lançamento o vice-governador Serafim Corrêa (PSD); o vice-prefeito do Careiro Castanho (distante 124 quilômetros de Manaus), André Oliveira (MDB); o vereador de Rio Preto da Eva, Felipe Lindoso; o ex-vereador de Rio Preto da Eva, Adanilo Marinho; a ex-vereadora Glória Carratte (PSD); o candidato a deputado federal, Dr. Miguel Carratte (União Brasil), o Chefe da Casa Militar, coronel Fabiano Bó, o diretor-presidente da Superintendência de Habitação (Suhab), Jivago Castro.

 

Com informações da assessoria

Fotos: Ney Xavier

MPF abre inquérito sobre invasão de guerrilheiros colombianos em Terras Indígenas no AM

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O Ministério Público Federal (MPF), por meio da Procuradoria da República, publicou a portaria nº 16, determinando a instauração de um Inquérito Civil para apurar graves violações de direitos humanos e territoriais contra comunidades indígenas na região do Alto Tiquié e Baixo Uaupés.

A investigação se deu por meio de um ofício da Federação das Organizações Indígenas do Rio Negro (FOIRN), que noticiou a incursão e permanência de grupos armados, supostamente guerrilheiros de origem colombiana, atuando dentro de Terras Indígenas.

As áreas incluem o Rio Castanho, Comunidade São Felipe, Morro do Beija-Flor, Cachoeira Comprida e a região da Comunidade Cunurí.

O documento indica atos de violência e abuso por parte desses grupos estrangeiros, incluindo: invasão de roças de subsistência das comunidades, ameaças diretas aos moradores com uso de armas de fogo, impedimento e coação em atividades agrícolas e o livre trânsito de indígenas.

Houve também um agravante: o sequestro de uma liderança indígena da comunidade Cunurí, que foi forçada a servir de guia para os invasores.

O Procurador da República, Eduardo Sanches, determinou o envio de uma Recomendação urgente aos comandos do Exército, Marinha e Força Aérea Brasileira, assim como à Superintendência da Polícia Federal no Amazonas. O MPF exige patrulhamento e proteção territorial de forma imediata nas áreas afetadas.

Ludmila Dias, para o Portal O Poder

MPAM investiga fraude em manejo florestal e dados falsos em imóvel rural em Humaitá

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No município de Humaitá, o Ministério Público do Amazonas (MPAM) investiga um Plano de Manejo Florestal Sustentável (PMFS), por desacordo com a autorização concedida e a possível inserção de informações falsas nos sistemas de controle ambiental.

A exploração ocorria no imóvel rural São João I; a autorização de exploração (Autex) abrangia uma área de 739,3930 hectares e um volume autorizado de 17.991,0200m³ de madeira. O Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (IBAMA) lavrou infração contra Sicília Bianchini, Ricardo de Toni e Ronivaldo Rodrigues Rocha.

As irregularidades foram identificadas durante a Operação Seiva, na qual foram apontadas geração e movimentação de créditos florestais nos sistemas oficiais sem estarem fisicamente nos estoques de madeira, árvores declaradas no sistema como abatidas, mas que continuavam em pé na floresta, árvores com duplicidade de placas de identificação e infraestrutura incompatível com o enorme volume de madeira declarado.

A promotoria de Humaitá determinou que a Delegacia Interativa de Polícia iniciasse um inquérito criminal e que o Instituto de Proteção Ambiental do Amazonas (IPAAM), mas ambos os órgãos ignoraram os pedidos.

Diante da omissão, o promotor de justiça Weslei Machado prorrogou a tramitação do procedimento por mais 30 dias, de forma improrrogável, para tentar sanar a falta de informação.

Caso as respostas não sejam apresentadas no prazo, o MP avalia instaurar um Procedimento Investigatório Criminal (PIC) pela promotoria, além do ajuizamento de uma Ação Civil Pública, visando à reparação de danos ambientais.

Confira a decisão do MPAM:

Da Redação

Da entrega de 23 mil títulos ao Senado: Wilson Lima reafirma compromisso com a regularização fundiária

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A segurança de ter a casa reconhecida oficialmente é uma conquista que começa no papel, mas muda a vida de quem passou anos convivendo com a incerteza. Foi o que candidato ao Senado, Wilson Lima, acompanhou nessa quinta-feira, 20, ao visitar Ana Cláudia Costa, de 55 anos, moradora do Campo Sales há duas décadas e beneficiária do título definitivo de sua propriedade.

Durante a visita, Wilson Lima destacou que o trabalho envolveu a construção de parcerias com instituições responsáveis por garantir a segurança jurídica dos processos.

“Nós entregamos títulos definitivos pra 23 mil pessoas. Pra gente poder caminhar com isso, a gente teve que fazer parcerias com cartório, com Tribunal de Justiça, com a Defensoria Pública para ter certeza que ninguém ia questionar o título”, afirmou.

Ana Cláudia esperou 20 anos pelo documento. Durante esse período, o medo de perder o imóvel fazia parte da rotina. Com o título em mãos, veio também a sensação de segurança sobre o lugar onde construiu sua vida.

“Durante 20 anos, esperava o título. Antes de eu ter isso aqui, eu tinha medo de ter uma reintegração de posse, ou alguém me tomar. Agora estou garantida”, relatou.

A história de Ana Cláudia ajuda a traduzir em uma história concreta o alcance da política de regularização fundiária implementada pelo Governo do Amazonas, durante a gestão de Wilson Lima. Desde 2019, 23.349 famílias foram beneficiadas com títulos definitivos no Estado.

A regularização fundiária faz parte do Amazonas Meu Lar, programa habitacional que já atendeu 32.821 famílias em diferentes modalidades. Além dos títulos definitivos, o programa reúne iniciativas como construção de unidades habitacionais, Bônus Moradia, Cheque Moradia, indenizações, Auxílio Moradia e Bolsa Moradia.

Uma política que tem rosto e história

Ao longo de agosto, Wilson Lima também encontrou outras beneficiárias que tiveram suas vidas impactadas pela regularização fundiária. São histórias de pessoas que passaram anos esperando pelo reconhecimento formal de suas propriedades e que hoje têm a segurança jurídica sobre o lugar onde vivem.

Entre elas está Odineia Almeida Pereira, de 74 anos, moradora do Cidade Nova. Ao relembrar o período em que buscava conseguir a documentação, ela contou que chegou a perder a esperança de ver o processo chegar ao fim.

“Antes tinha que ir ‘não sei pra onde’, e nunca saía. Eu não tinha mais esperança. Isso aqui é tudo. E quem tem, agradeça muito a Deus porque é muito valorizado”, afirmou Odineia.

Outra história é a de Enoquia da Silva, de 82 anos, moradora do Educandos desde a década de 1960. Depois de anos buscando a regularização de sua propriedade, ela finalmente recebeu o documento.

“Eu esperei muitos anos. Eu andei demais atrás, eu orei muito pra chegar o dia de receber. E graças a Deus chegou aqui”, relatou.

Da Redação com informações da assessoria de imprensa