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MPAM investiga madereira em Humaitá para apurar supostos dados falsos 

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O Ministério Público do Amazonas (MPAM) iniciou uma investigação para averiguar a existência de créditos florestais fictícios na empresa Caupiúba Indústria e Comércio de Madeiras Ltda., localizada em Humaitá.

Em abril deste ano, o Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (IBAMA) realizou uma vistoria no pátio da empresa e cruzou os dados do estoque físico com o saldo disponível no sistema DOF+, sistema de rastreabilidade do órgão para controle de quantidade de madeira, carvão e outros produtos com origem das florestas nativas no Brasil.

Os agentes do IBAMA apontaram que havia 611,7886 m³ de créditos virtuais excedentes, madeiras que constavam apenas no sistema, mas fisicamente não estavam no pátio, e cerca de 89,96 m³ de madeira física sem cobertura de saldo no sistema.

A empresa foi multada pelo órgão no valor aproximado de R$ 167.680,60, por prestar informações falsas. Os créditos excedentes foram suspensos. O promotor de justiça Weslei Machado requisitou a instauração de um inquérito policial para apurar a autoria e o elemento subjetivo na inserção desses dados falsos no sistema.

Da Redação

Senado tem 54 cadeiras em disputa; 32 titulares tentam reeleição

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O Senado Federal terá dois terços de suas cadeiras renovados nas eleições de 2026. Das 81 vagas da Casa, 54 estarão em disputa — duas para cada estado e duas para o Distrito Federal. Isso ocorre porque o mandato de senador é de oito anos e a renovação acontece de forma alternada: em uma eleição geral são escolhidos 54 parlamentares e, na seguinte, 27.

Entre os 54 senadores cujo mandato termina este ano, 32 tentam se reeleger. O grupo reúne nomes de diferentes partidos e regiões e representa pouco menos de 60% dos titulares que precisam passar novamente pelas urnas se quiserem continuar com mandatos.

Outros 10 senadores decidiram disputar cargos diferentes. Há ainda 12 que não concorrem nas eleições deste ano. 

O levantamento considera a situação eleitoral dos atuais senadores a partir dos registros e informações disponíveis para as eleições de 2026.

Mais da metade dos senadores tenta reeleição

Os 32 senadores que buscam a reeleição são:

  • Alessandro Vieira (MDB-SE)
  • Angelo Coronel (Republicanos-BA)
  • Carlos Fávaro (PSD-MT)
  • Carlos Portinho (PL-RJ)
  • Carlos Viana (PSD-MG)
  • Chico Rodrigues (PSB-RR)
  • Cid Gomes (PSB-CE)
  • Ciro Nogueira (PP-PI)
  • Eduardo Braga (MDB-AM)
  • Eduardo Gomes (PL-TO)
  • Eliziane Gama (PSD-MA)
  • Esperidião Amin (PP-SC)
  • Fabiano Contarato (PT-ES)
  • Humberto Costa (PT-PE)
  • Jaques Wagner (PT-BA)
  • Leila Barros (PDT-DF)
  • Lucas Barreto (PSD-AP)
  • Marcelo Castro (MDB-PI)
  • Marcio Bittar (PL-AC)
  • Marcos do Val (Avante-ES)
  • Plínio Valério (PSDB-AM)
  • Randolfe Rodrigues (PT-AP)
  • Renan Calheiros (MDB-AL)
  • Rogério Carvalho (PT-SE)
  • Sérgio Petecão (PSD-AC)
  • Soraya Thronicke (PSB-MS)
  • Styvenson Valentim (Podemos-RN)
  • Vanderlan Cardoso (PSD-GO)
  • Veneziano Vital do Rêgo (MDB-PB)
  • Weverton (PDT-MA)
  • Zenaide Maia (PSD-RN)
  • Zequinha Marinho (Podemos-PA)

A disputa, porém, não se limita aos senadores que estão no fim do mandato. Outros nove parlamentares eleitos em 2022, portanto com mandato previsto até 2030, também decidiram deixar a corrida pela cadeira no Senado para tentar um cargo no Executivo estadual.

Dez senadores em fim de mandato disputam outros cargos

Entre os 54 senadores que precisam renovar o mandato ou deixar a Casa, 10 optaram por disputar outros cargos.

Dois miram a Presidência ou a Vice-Presidência da República: Flávio Bolsonaro (PL-RJ) concorre à Presidência, enquanto Eduardo Girão (Novo-CE) disputa a Vice-Presidência ao lado de Romeu Zema (Novo).

Marcos Rogério (PL-RO) tenta o governo de Rondônia.

Outros três buscam uma vaga em casas legislativas como deputados: Izalci Lucas (PL-DF) e Roberta Acioly (Republicanos-RR) concorrem a deputado federal, e Mara Gabrilli (PSD-SP), a deputada estadual.

Há ainda quatro senadores que aparecem em chapas como suplentes ao Senado: Daniella Ribeiro (PP-PB), Dra. Eudocia (PSDB-AL), Jader Barbalho (MDB-PA) e Nelsinho Trad Filho (PSD-MS).

A chapa para o Senado é formada por um candidato titular e dois suplentes. Os suplentes podem assumir a vaga em situações previstas pela legislação.

Doze senadores não disputam as eleições 2026

O grupo de senadores em fim de mandato que não concorrerá em 2026 reúne 12 nomes:

  • Confúcio Moura (MDB-RO)
  • Fernando Dueire (PSD-PE)
  • Flávio Arns (PSB-PR)
  • Giordano (Podemos-SP)
  • Irajá (PSD-TO)
  • Ivete da Silveira (MDB-SC)
  • Jayme Campos (União-MT)
  • Jorge Kajuru (PSB-GO)
  • Luis Carlos Heinze (PP-RS)
  • Oriovisto Guimarães (PSDB-PR)
  • Paulo Paim (PT-RS)
  • Rodrigo Pacheco (PSB-MG)

Nove senadores podem deixar o cargo mesmo com mandato até 2030

Nove senadores que foram eleitos em 2022 e ainda têm mandato até 2030 decidiram disputar governos estaduais e, caso sejam eleitos, deixarão antecipadamente a cadeira no Senado.

São eles:

  • Alan Rick (Republicanos-AC)
  • Cleitinho (Republicanos-MG)
  • Efraim Filho (PL-PB)
  • Omar Aziz (PSD-AM)
  • Professora Dorinha (União-TO)
  • Renan Filho (MDB-AL)
  • Sergio Moro (PL-PR)
  • Wellington Fagundes (PL-MT)
  • Wilder Morais (PL-GO)

Trocas de partido, de estado civil e de cor desde 2018

Além da movimentação entre cargos e partidos, a comparação das candidaturas permite identificar alterações nas informações declaradas pelos próprios candidatos ao longo das eleições.

Entre os atuais senadores que tentam a reeleição, pelo menos 20 mudaram de partido desde a eleição de 2018. Veja a lista abaixo. O primeiro partido é aquele pelo qual o senador foi eleito em 2018; o segundo é o partido ao qual ele pertence atualmente:

  • Alessandro Vieira: Rede → MDB
  • Angelo Coronel: PSD → Republicanos
  • Carlos Portinho: PSD → PL
  • Carlos Viana: PHS → PSD
  • Chico Rodrigues: DEM → PSB
  • Cid Gomes: PDT → PSB
  • Eduardo Gomes: Solidariedade → PL
  • Eliziane Gama: PPS → PSD
  • Fabiano Contarato: Rede → PT
  • Leila Barros: PSB → PDT
  • Lucas Barreto: PTB → PSD
  • Marcio Bittar: MDB → PL
  • Marcos do Val: PPS → Avante
  • Randolfe Rodrigues: Rede → PT
  • Soraya Thronicke: PSL → PSB
  • Styvenson Valentim: Rede → Podemos
  • Vanderlan Cardoso: PP → PSD
  • Veneziano Vital do Rêgo: PSB → MDB
  • Zenaide Maia: PHS → PSD
  • Zequinha Marinho: PSC → Podemos

Também há mudanças em informações autodeclaradas ao Tribunal Superior Eleitoral. Styvenson Valentim e Marcos do Val, por exemplo, passaram de “casado” para “divorciado” na declaração de estado civil. Randolfe Rodrigues fez o caminho inverso, passando de “divorciado” para “casado”.

Na declaração de cor ou raça, Styvenson Valentim e Marcio Bittar passaram de “branca”, em 2018, para “parda”, em 2026.

Essas mudanças são informações registradas nas candidaturas.

 

Da Redação com informações de G1

Foto: Divulgação

Justiça Eleitoral determina que Raione Cabral quite R$ 45 mil em multas em até 30 dias

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O Tribunal Regional Eleitoral do Amazonas (TRE-AM) determinou que o ex-candidato à prefeitura de Coari, Raione Cabral, pague o valor de R$ 45 mil em multas, em até 30 dias.

A decisão partiu de uma tentativa de Raione de emitir a certidão de quitação eleitoral, mas a Justiça constatou que ele não havia pago quatro multas originárias da 8ª Zona Eleitoral de Coari.

O candidato alegou que realizou o pagamento das dívidas antes de registrar a sua candidatura para deputado estadual, pagando a primeira parcela de cada uma, que, por lei, deveria garantir a condição de “quite” perante a Justiça Eleitoral.

Raione entrou com pedido de tutela de urgência no TRE para considerar sua situação como quitada. A relatora, juíza Maria Auxiliadora dos Santos Benigno, decidiu pela extinção do processo sem resolução do mérito, justificando que ele já possui o direito legal de pedir uma certidão “positiva com efeitos negativos”.

Por outro lado, a União identificou divergências no pagamento de parcelas referentes aos meses de abril, maio e julho de 2026. Por esse motivo, a desembargadora Carla Maria Santos dos Reis determinou que Raione regularize esses pagamentos referentes a multas eleitorais em até 30 dias. 

Confira a decisão do TRE-AM:

 

Da Redação

Delegado da PF é alvo de operação por vazamento de informações de operações

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A Polícia Federal deflagrou a Operação Sinon, nesta quarta-feira, 19, contra um esquema de vazamento de informações sigilosas. A investigação aponta que, desde 2023, um delegado da PF utilizava o acesso aos sistemas policiais para monitorar investigações e repassar dados a empresários em troca de vantagens financeiras.

Os repasses, intermediados por advogados, permitiam que os alvos evitassem buscas e apreensões. O esquema beneficiava organizações criminosas envolvidas em contrabando de cigarros, lavagem de dinheiro, trabalho escravo, desvios de recursos públicos e crimes ambientais.

Segundo as investigações, entre os suspeitos estariam dois advogados, que atuariam como intermediários dos pagamentos, e dois empresários investigados em operações da Polícia Federal, que teriam pago pelos dados sigilosos.

A Justiça Federal de Marília (SP) determinou a suspensão da função pública do delegado, além da proibição de acesso às dependências, aos sistemas e aos recursos tecnológicos da PF.

Ao todo, foram cumpridos oito mandados de busca e apreensão em São Paulo e no Rio Grande do Sul. Os investigados respondem por corrupção, violação de sigilo e associação criminosa, e as investigações prosseguem com o objetivo de identificar todos os envolvidos.

 

Da Redação com informações de CNN Brasil 

Foto: Divulgação

Marcos Rotta assume coordenação-geral da campanha de Cidade

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Às 6h desta quarta-feira, 19, o governador e candidato à reeleição Roberto Cidade apresentou oficialmente o ex vice-prefeito de Manaus Marcos Rotta como coordenador-geral de sua campanha. Os dois gravaram um vídeo para as redes sociais e, logo depois, seguiram para um corpo a corpo com trabalhadores, feirantes e consumidores na Manaus Moderna.

Com sete mandatos eletivos e ampla experiência na vida pública, Rotta chega para reforçar o comando político e estratégico da coligação União Pelo Amazonas. Ele terá a missão de integrar as diferentes frentes da campanha, coordenar estratégias e ampliar o diálogo com prefeitos, vereadores e lideranças da capital e do interior.

A chegada de Rotta também tem forte significado político. Após deixar o grupo liderado por David Almeida, o ex-prefeito passa a integrar o núcleo duro de Cidade e a participar diretamente das principais decisões da campanha, ao lado de nomes experientes como o candidato a vice-governador Serafim Corrêa.

A estreia na Manaus Moderna, logo nas primeiras horas do dia, marcou o início de uma nova fase de mobilização. Com Rotta na coordenação-geral, Cidade amplia sua capacidade de articulação, fortalece alianças e intensifica a presença da campanha em Manaus e nos 61 municípios do interior.

 

Da Redação com informações da assessoria de imprensa 

Foto: Divulgação

MPAM acompanha caso de empréstimos consignados em nome de criança com deficiência

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O Ministério Público do Amazonas (MPAM) acompanha uma ação judicial, por meio de instauração de procedimento administrativo, que visa apurar descontos de empréstimo consignado em benefício de criança com deficiência.

A ação foi movida pela mãe da criança com deficiência, que é beneficiária do Benefício de Prestação Continuada (BPC), contra o Banco C6 Consignado S.A. A disputa judicial questiona a validade de três contratos de empréstimo consignado realizados em nome da criança sem a necessária autorização judicial prévia.

Segundo o documento, as parcelas estariam sendo descontadas diretamente no benefício assistencial. Foi determinada a coleta de provas e o acompanhamento constante da tramitação judicial.

O MPAM atua para garantir a defesa do interesse individual da criança e busca investigar se esse fato é um evento isolado ou se indica uma prática bancária sistêmica, prejudicando outros beneficiários. Essa prática caracterizaria lesão de interesses difusos e coletivos.

Confira o documento na íntegra:

Da Redação

MPAM dá prazo de 15 dias para que Prefeitura de Santa Isabel do Rio Negro informe sobre irregularidades previdenciárias

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Uma portaria de instauração emitida pelo Ministério Público do Estado do Amazonas (MPAM), por meio da Promotoria de Justiça de Santa Isabel do Rio Negro, formaliza a conversão de um procedimento preparatório em Inquérito Civil para investigar irregularidades previdenciárias no município.

O inquérito visa apurar irregularidades na prestação de informações no recolhimento das contribuições previdenciárias dos servidores, referente ao exercício de 2024 e 2025.

O MP vai verificar se os valores descontados dos contracheques foram efetivamente repassados à União e se houve dano aos servidores ou ao erário. Foi constatado que as fichas financeiras indicam que o município realizou descontos previdenciários dos servidores, mas não comprovou o recolhimento satisfatório desses valores.

A Receita Federal informou ao MP que, em 2024, a prefeitura apresentou declaração sem movimento e, em 2025, faltam informações de quase todos os meses, exceto janeiro. O município alegou que as falhas foram causadas por problemas técnicos no processamento da folha e no sistema eSocial.

O MPAM exigiu que, no prazo de 15 dias, a prefeitura de Santa Isabel do Rio Negro forneça planilhas detalhadas da folha de pagamento, comprovantes bancários, cópias de contrato com empresas que fornecem o serviço de software de RH e a identificação dos servidores que são responsáveis pela pasta de Administração e Finanças nos anos citados.

Confira a portaria do MPAM:

Da Redação

Wilson Lima sobre respiradores em loja de vinho: ‘Já passou da hora de acabar com a maior mentira do Amazonas’

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“É hora de acabar com a maior fake news do Amazonas: a compra de respiradores em loja de vinho”. Com essa afirmação, o candidato ao Senado Wilson Lima (União Brasil) iniciou um vídeo publicado nas redes sociais nesta terça-feira, 18, para esclarecer informações falsas que voltaram a circular durante a campanha eleitoral sobre a aquisição dos equipamentos no início da pandemia de Covid-19.

No vídeo, ele explica que equipamentos foram adquiridos da FJAP, uma importadora autorizada a comercializar mais de 40 tipos de produtos, entre eles bebidas e produtos médico-hospitalares. Não há nenhuma referência a vinho.

Só que a empresa usava o nome fantasia Vineria Adega e tinha uma loja de vinho. Foi, segundo Wilson, a junção “perfeita” para a criação dessa mentira que é reeditada a cada eleição.

“Errei ao não ter dedicado tempo nas redes sociais para me defender quando essa fake news começou a circular, em 2020. Coloquem-se no meu lugar: não havia uma UTI no interior, não havia uma usina de oxigênio no estado inteiro e não tínhamos leitos suficientes nem em Manaus. A nossa prioridade era salvar vidas”, declarou.

Segundo ele, a prioridade do Governo do Amazonas era enfrentar uma emergência sanitária sem precedentes, ampliar a estrutura hospitalar e conseguir equipamentos em meio à escassez enfrentada em todo o mundo.

O candidato lembrou que, no primeiro momento da pandemia, respiradores e outros equipamentos médicos desapareceram do mercado devido à alta procura mundial. Entre as opções disponíveis, os aparelhos oferecidos pela importadora tinham previsão de entrega mais rápida, o que foi considerado fundamental diante da urgência daquele período.

Wilson também ressaltou que acompanhou publicamente a chegada dos respiradores ao Amazonas, concedeu entrevistas e divulgou a entrega dos equipamentos. Para ele, essa postura demonstra que não houve qualquer tentativa de esconder a aquisição.

“Vocês acham que, se a equipe de saúde tivesse comprado respiradores no balcão de uma loja de vinhos, eu teria ido receber os equipamentos no aeroporto, teria ido para a televisão e para as redes sociais? Não faz sentido. Ainda mais tendo passado quase 20 anos da minha vida como jornalista de televisão”, disse.

No vídeo, Wilson também rebateu a informação divulgada pela candidata ao governo, Maria do Carmo, de que será julgado no dia 2 de setembro. Ele esclareceu que, nessa data, será apreciado apenas um recurso apresentado por sua defesa, como parte do rito processual, sem relação com o julgamento anunciado nas redes sociais.

Para Wilson, os ataques se repetem desde que entrou para a vida pública porque setores tradicionais da política amazonense ainda não aceitaram que um jornalista de origem popular tenha chegado ao Governo do Amazonas e, agora, dispute uma vaga no Senado.

“Se eu não tivesse comprado os respiradores com rapidez, hoje poderia ser considerado pelo povo e pela Justiça como um governador omisso. E isso eu não sou. Errei, acertei, mas nunca me acovardei”, concluiu.

 

 

Da Redação com informações da assessoria de imprensa 

Foto: Divulgação 

Flávio diz que autoridades do Judiciário afastaram apoio do Centrão

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O senador e candidato à Presidência Flávio Bolsonaro (PL) afirmou, nesta terça-feira, 18, que autoridades do Poder Judiciário teriam atuado para impedir que partidos do Centrão apoiassem sua candidatura.

“Apesar de esses partidos não terem vindo formalmente, seria importante ter o tempo de TV e rádio, mas hoje todos estão vendo as razões. Eles receberam ameaças de altas autoridades em Brasília para não se juntarem à minha candidatura. O sistema está com medo de Flávio Bolsonaro”, afirmou, em entrevista à rádio Itatiaia.

O candidato do Partido Liberal (PL) alegou que, apesar de não ter o apoio formal de partidos do centro, lideranças desse partido ainda são aliadas e terão papel importante em um eventual governo. 

“Só que todas as pessoas desses partidos, inclusive as mulheres que foram cogitadas para ser vice-presidente, Teresa Cristina, Dani Marques, Simone Marquetto, todas estão comigo e participaram da construção do nosso plano de governo. Elas terão um papel muito importante em meu governo. As principais lideranças desses partidos, o Tarcísio [de Freitas], o Ricardo Nunes, estão com a gente apesar de não ter o apoio formal”, disse o presidenciável.

“Esse é mais um sintoma de que não vivemos uma democracia plena a partir do momento que autoridades do Judiciário fazem algum tipo de constrangimento para líderes partidários tomarem suas decisões dentro da política”, complementou, sem citar quais seriam as autoridades.

 

Da Redação com informações de Metrópoles 

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Pardal já está disponível para denúncias de irregularidades na propaganda eleitoral

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As campanhas eleitorais já estão nas ruas. Para ajudar na fiscalização e garantir a lisura das Eleições 2026, cidadãs e cidadãos contam com o Pardal, ferramenta da Justiça Eleitoral destinada ao recebimento de denúncias sobre infrações e irregularidades na propaganda eleitoral. 

Regulamentado para as Eleições Gerais de 2026 pela Portaria TSE nº 451/2026, o aplicativo Pardal Móvel está disponível desde domingo, 16, quando teve início a propaganda eleitoral. Por meio da ferramenta, eleitoras e eleitores podem encaminhar denúncias à Justiça Eleitoral, responsável pela análise e adoção das providências cabíveis. 

O objetivo é facilitar a participação da sociedade na fiscalização do cumprimento das regras eleitorais, tornando mais ágil o encaminhamento de informações sobre eventuais irregularidades. 

Como funciona o Pardal?  

O sistema está estruturado em três módulos:

– Pardal Móvel: aplicativo gratuito disponível para smartphones e tablets nas plataformas Google     Play e App Store;
– Pardal ADM: ambiente de uso exclusivo da Justiça Eleitoral para gestão de dados apresentados em denúncias relativas à respectiva circunscrição;
– Pardal Web: plataforma destinada ao acompanhamento de estatísticas das denúncias registradas (https://pardal-web.tse.jus.br/).

Para acessar o aplicativo, a pessoa usuária deverá se identificar por meio do e-Título ou da plataforma Gov.br. A norma, contudo, assegura que a identidade da pessoa denunciante permanecerá protegida por sigilo, independentemente da forma de autenticação utilizada. 

Classificação das denúncias 

Ao registrar uma denúncia, a pessoa usuária deverá descrever a suposta irregularidade. Em seguida, um agente automatizado fará uma classificação preliminar da ocorrência em duas categorias: propaganda eleitoral irregular na internet e demais modalidades de irregularidades na propaganda eleitoral.

Antes do preenchimento das informações complementares, o sistema apresentará orientações sobre quais condutas são permitidas ou proibidas pela legislação eleitoral de acordo com o tipo de denúncia selecionado. A medida busca reduzir registros equivocados ou sem fundamento.

A classificação sugerida pelo sistema poderá ser alterada pelo próprio denunciante. Além da descrição do fato, será possível anexar fotos, vídeos, áudios ou endereços eletrônicos relacionados à irregularidade apontada.

Após o envio, o sistema gerará um número de protocolo para acompanhamento da denúncia, que poderá ser consultada tanto no aplicativo quanto por meio de link enviado ao e-mail informado pela pessoa denunciante. 

Encaminhamento para outros canais 

Nas situações em que a denúncia não se enquadrar no escopo do Pardal, a pessoa será direcionada aos canais apropriados. Um deles é o Sistema de Alertas de Desinformação Eleitoral (SIADE), utilizado para comunicações relacionadas à desinformação capaz de afetar a integridade do processo eleitoral. Há ainda os canais eletrônicos do Ministério Público Eleitoral (MPE) da respectiva unidade da Federação destinados ao recebimento de denúncias sobre crimes eleitorais e outros ilícitos que afetem a disputa na circunscrição. 

Gestão pelas unidades da JE 

No Pardal ADM, módulo de uso exclusivo da Justiça Eleitoral, os tribunais regionais eleitorais e os juízos eleitorais poderão gerenciar as denúncias recebidas por meio de diferentes perfis de acesso, como administrador, triagem, cartório e consulta. O sistema também permitirá configurar regras para encaminhar automaticamente as denúncias às zonas eleitorais competentes, com base em critérios como município, categoria da ocorrência ou equipes responsáveis pela análise.

A ferramenta ainda possibilitará o envio de notificações eletrônicas a candidatas e candidatos, partidos, federações e coligações mencionados nas denúncias, para apresentação de esclarecimentos ou comprovação da regularização da situação apontada. Além disso, as ocorrências poderão ser autuadas diretamente no Processo Judicial Eletrônico (PJe), na classe processual Notícia de Irregularidade de Propaganda Eleitoral (NIPE). A integração busca dar mais rapidez à análise e ao tratamento dos casos pela JE.

 

Da Redação com informações do TSE 

Foto: Divulgação