fevereiro 11, 2026 10:58
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Operação Xeque-Mate mira núcleo do crime organizado que lavava dinheiro com fintechs e criptoativos

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A Força Integrada de Combate ao Crime Organizado (FICCO/AM) deflagrou, nesta segunda-feira, 6, a Operação Xeque-Mate, desdobramento das Operações Torre 1, 2, 3 e 4, destinada a desarticular o principal núcleo de comando do crime organizado no estado do Amazonas.

Durante a ação, foram cumpridos cinco mandados de prisão, cinco mandados de busca e apreensão, além do sequestro de bens no valor de R$ 122 milhões nas cidades de Manaus/AM e Guarujá/SP.

As investigações detalharam o esquema de lavagem de dinheiro do alto escalão do grupo criminoso. 

Rede de lavagem de dinheiro tinha fintechs e empresas de fachada  

Um líder criminoso mantinha-se ativo mesmo estando na Colômbia sob identidade falsa ao tempo da investigação, de onde expedia ordens diretas aos subordinados.

Conforme apurado, o investigado foi vinculado à propriedade de parte de um carregamento superior a duas toneladas de drogas, apreendido em setembro de 2024, em Manaus/AM. Para dar aparência de legalidade aos lucros ilícitos, utilizava-se de terceiros e de um complexo esquema financeiro.

Para sustentar o esquema criminoso, foi montada uma rede de lavagem de dinheiro baseada no uso de fintechs, empresas de fachada e estruturas paralelas de pagamentos. As transações funcionavam por meio de aplicativos e permitiam movimentações com menor grau de fiscalização pelo sistema bancário tradicional. Assim, os criminosos conseguiam misturar valores ilícitos com operações legítimas, dando uma falsa aparência de legalidade ao dinheiro.

Com esse mecanismo, mais de R$ 122 milhões circularam na rede clandestina, sendo parte dos recursos posteriormente convertida em criptoativos. Há fortes indícios de que esses ativos digitais eram então enviados de volta ao exterior, especialmente para a Colômbia, como forma de pagamento direto a fornecedores de drogas.

A localização dos alvos pela Polícia Federal contou com o apoio estratégico da Secretaria-Executiva-Adjunta de Inteligência (SEAI/AM), que forneceu subsídios de inteligência determinantes para o êxito das diligências. A cooperação policial com autoridades policiais colombianas também contribuiu para a operação policial.

O que é a FICCO/AM

A FICCO/AM é uma iniciativa de cooperação promovida pelo Ministério da Justiça e Segurança Pública, sendo composta pela Polícia Federal, Polícia Rodoviária Federal, Secretaria de Estado e Segurança Pública, Polícia Civil do Amazonas, Polícia Militar do Amazonas, Secretaria Executiva-Adjunta de Inteligência, Secretaria de Administração Penitenciária e Secretaria Municipal de Segurança e Defesa Social, tendo como objetivo a integração e cooperação entre os órgãos de segurança pública em ações de prevenção e repressão ao crime organizado e à criminalidade violenta.

 

Da Redação com informações da assessoria de imprensa

Foto: Divulgação/PF

Fraudes em concursos: máfia movimentou milhões

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A Polícia Federal avança na apuração de um dos pontos mais delicados da fraude em concursos públicos: o dinheiro. O inquérito, que desmonta uma organização criminosa familiar, aponta para movimentações milionárias e abre caminho para a responsabilização não apenas dos articuladores, mas também dos “clientes” que pagaram para conquistar cargos públicos de prestígio.

A quebra de sigilo bancário autorizada pela Justiça busca rastrear o fluxo de valores que abasteceu o esquema. As primeiras pistas surgiram ainda em 2024, na Operação Before, da Polícia Civil da Paraíba, quando foram detectadas transações entre Wanderson Gabriel de Brito Limeira, filho do líder Wanderlan Limeira de Sousa, e Bianca Paskelina Pereira Freire, candidata flagrada com ponto eletrônico no ouvido.

Prejuízo milionário ao erário

A conta para os cofres públicos é alta. Um servidor aprovado de forma ilícita para o cargo de Auditor Fiscal do Trabalho, cuja remuneração inicial supera R$ 22 mil, pode custar mais de R$ 7 milhões em salários ao longo de 30 anos, sem incluir benefícios e aposentadoria.

Com pelo menos dez aprovações suspeitas já identificadas no Concurso Nacional Unificado (CNU) de 2024, apenas esse núcleo representa um prejuízo potencial de mais de R$ 70 milhões.

A soma pode ser muito maior se confirmadas as fraudes em outros certames, como os das Polícias Civis de Pernambuco e Alagoas, Caixa Econômica Federal, Banco do Brasil e Universidade Federal da Paraíba.

Fachadas e lavagem de dinheiro

A PF também apura indícios de lavagem. Ariosvaldo Lucena de Sousa Junior, policial militar do Rio Grande do Norte e aprovado fraudulentamente no CNU, possui uma clínica odontológica em Patos (PB), cidade onde não reside.

Para os investigadores, o negócio pode ter funcionado como fachada para dar aparência lícita ao dinheiro da fraude.

Na Operação Última Fase, um cofre apreendido na casa de um dos investigados pode revelar documentos, valores em espécie e provas de pagamentos feitos pelos candidatos.

Quem são os “clientes”?

Além da quadrilha familiar, a PF trabalha para identificar todos os candidatos que compraram suas aprovações.

Um dos destaque é uma mulher que acumulou aprovações em carreiras de altíssima concorrência, de medicina a auditoria fiscal, com gabarito idêntico ao do líder Wanderlan. Outros nomes seguem sob sigilo.

Para garantir ressarcimento ao erário, o Ministério Público Federal pediu o sequestro de bens dos investigados, evitando que patrimônios acumulados de forma ilícita sejam dissipados. O objetivo é assegurar que, em caso de condenação, parte do prejuízo seja revertida aos cofres públicos.

Da Redação, com informações do Metrópoles
Foto: Divulgação

De forma inédita, gestão de Dr Lázaro garante balsa como porto provisório em Fonte Boa

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O prefeito de Fonte Boa, Dr. Lázaro (Republicanos), anunciou que o município irá receber uma balsa que servirá como porto provisório nos próximos dias. Ela funcionará até a conclusão e inauguração do novo porto e já está a caminho da cidade. Veja vídeo:

Segundo a gestão, esse é um passo marcante para o progresso e desenvolvimento do município. Além disso, marca o empenho da administração do Dr. Lázaro e de seu vice, Sué, para a melhorar a qualidade de vida do povo fonte-boense.

Gestão inovadora

O prefeito do município tem se destacado em sua gestão. Nesta sexta-feira, 3, Dr Lázaro comunicou que o pagamento da Bolsa Escola Fonte-boense havia sido feito. “Pois em educação não existe gasto, existe investimento”, ressaltou. Além disso, junto com o vice Sué, levou apoio, atenção e ouviu as demandas dos ribeirinhos que moram na região. A Caravana da Solidariedade foi realizada nas comunidades existentes ao longo do rio Auti-Paraná e demais rios da região. Foram entregues cestas básicas, colchões e kits de higiene pessoal e de limpeza.

O gestor também está investimento na infraestrutura do município. Além do novo porto, a cidade está sendo contemplada com diversas obras.

 

Da Redação

Foto: Reprodução

Betinha e a barbárie: entre desculpas lidas e silêncios cúmplices

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Bem-vindo à Idade da Pedra, versão 2025…

Uma fala polêmica repercutiu nas redes sociais, a nível nacional, de tão absurda que foi. Se não bastassem as expressões estarrecedoras usadas, a perplexidade maior é saber onde foi pronunciada e por quem. Em uma Casa Legislativa, que requer decoro, a vereadora de Borba, Elizabeth Maciel (Republicanos), mais conhecida como ‘Betinha’, uma mulher e representante do povo, afirmou que é a “favor da violência contra mulher” ” e tem mulher que merece apanhar”.

As palavras proferidas na sessão plenária viralizaram e causaram repúdio, em escala regional e nacional. Em defesa do colega Pedro Paz, acusado de gesto agressivo contra a vereadora Jéssica, Betinha tentou relativizar a lei de proteção às mulheres e acabou normalizando a violência de gênero, um dos problemas sociais mais graves e persistentes do Brasil.

Diante da enxurrada de críticas, Betinha publicou uma retratação nas redes sociais, claramente lendo um texto preparado, pedindo desculpas. No entanto, soou protocolar e tardio: veio um dia após o discurso e principalmente depois da repercussão negativa.

A resposta institucional também expôs contradições. A presidente da Câmara, Tatiana Guedes, e outros vereadores também só se manifestaram um dia depois. Em nota de repúdio, a Procuradoria da Mulher reforçou o compromisso com a igualdade e a proteção feminina, mas o silêncio inicial dos pares da vereadora deixou transparecer conivência.

O caso é simbólico não apenas pela gravidade da fala, mas por revelar o quanto ainda é preciso avançar para que a violência contra a mulher seja compreendida como intolerável em todas as esferas, inclusive na política. Quando uma representante eleita ocupa a tribuna para normalizar agressões, ela não apenas agride a dignidade das mulheres, mas compromete a credibilidade do parlamento.

 

Da Redação

Justiça Eleitoral cassa mandato de três vereadores de Tapauá

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A Justiça Eleitoral por meio da 38ª Zona Eleitoral cassou o mandato de três vereadores em Tapauá (a 449 quilômetros de Manaus), eleitos no pleito de 2024, por fraude na cota de gênero ao registrar candidaturas femininas fictícias para cumprir a legislação eleitoral.

Os cassados são Luiz Avelino de Abreu, Izaque Martins Ferreira e Rainilson de Souza Pinheiro, que terão a perda imediata dos mandatos, sendo declarados inelegíveis pelo período de oito anos.

Na sentença, foi destacado que as candidatas registradas pelo partido não demonstraram intenção real de disputar a eleição. As mulheres não realizaram campanha efetiva, não tiveram gastos relevantes nem obtiveram números expressivos na votação.

Esses elementos são configurados para Justiça Eleitoral como candidaturas fictícias. Isso ocorre por conta dos partidos que tentam cumprir a regra que exige um mínimo de 30% de candidaturas de um dos sexos, geralmente o feminino, para preencher formalmente a porcentagem exigida por lei, sem promover uma participação política feminina real.

Como consequência direta da anulação dos mandatos, a Justiça Eleitoral determinou que todos os votos recebidos pelo União Brasil em Tapauá fossem invalidados. Com isso, será realizada uma recontagem geral dos votos para redistribuir as vagas na Câmara Municipal.

A decisão foi proferida pelo juiz Francisco Queiroz e divulgada no Diário Oficial do Tribunal Regional Eleitoral do Amazonas (TRE-AM). Os cassados tem direito de recorrer.

Confira a decisão na íntegra:

TRE-Tapauá

 

Da Redação

Ex-deputado cassado por faltas pede para exercer mandato mesmo em prisão domiciliar

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A Procuradoria-Geral da República (PGR) afirmou que a função parlamentar é incompatível com o trabalho remoto em 100% do tempo. O parecer do procurador-geral, Paulo Gonet, divulgado na quinta-feira, 2, sustenta que a presença física é regra para o exercício do mandato parlamentar.

A manifestação de Gonet se deu na ação no STF do ex-deputado federal Chiquinho Brazão. O parlamentar havia entrado com uma solicitação no qual buscava anular a decisão da Mesa Diretora da Câmara dos Deputados de declarar a perda de seu mandato parlamentar.

O ministro Flávio Dino negou o pedido e pediu uma posição da PGR acerca do caso.

No parecer, Goner citou o entendimento de Dino que a presença do parlamentar nas sessões é regra, tendo em vista algumas exceções.

“A exceção por que se bate não consta no inciso III do art. 55 da Constituição, nem nas hipóteses de licença disciplinadas no art. 235, caput e §1º, do Regimento Interno da Câmara dos Deputados. Não se vislumbra, portanto, direito líquido e certo a ser amparado pela via do mandado de segurança”, disse Gonet.

Embora o parecer da PGR esteja relacionado ao caso de Brazão no STF, a posição de Gonet pode ser interpretada como um sinal indireto a Eduardo Bolsonaro, que vem somando ausências em sessões da Câmara enquanto permanece nos Estados Unidos.

Brazão

Chiquinho está em prisão domiciliar desde abril de 2025, após deixar a Penitenciária Federal de Campo Grande. Ele foi preso em março do ano passado, durante operação da Polícia Federal (PF), após ser delatado por Ronnie Lessa. O ex-deputado é investigado por envolvimento no assassinato de Marielle Franco e do motorista Anderson Gomes.

Em abril deste ano, Brazão teve seu mandato cassado pelo Mesa Diretora da Câmara dos Deputados devido a 72 ausências não justificadas nas sessões plenárias da Câmara, o equivalente a cerca de 83,72% de faltas em 2024.

Em pedido ao STF, a defesa de Brazão alegou que as ausências não foram deliberadas ou injustificadas, mas sim decorrentes do cerceamento de sua liberdade e da impossibilidade de acesso remoto às sessões.

Brazão argumentou que o ato da Mesa seria ilegal e inconstitucional, por desvirtuar o artigo 55, inciso III, da Constituição Federal, ao equiparar a ausência involuntária em razão de prisão preventiva à falta injustificada. Para o ex-parlamentar, isso esvazia a presunção de inocência e cria uma nova hipótese de restrição dos direitos políticos.

Morte de Marielle

A vereadora Marielle Franco e o motorista Anderson Gomes foram assassinados a tiros em 14 de março de 2018, no centro do Rio de Janeiro. O crime, no entanto, permaneceu sem desfecho por quase seis anos. Após uma operação da Polícia Federal (PF), em 24 de março do ano passado, os mandantes dos assassinatos foram presos.

Chiquinho Brazão, bem como o irmão, conselheiro do Tribunal de Contas do Estado do Rio de Janeiro (TCE-RJ) Domingos Brazão, e o ex-delegado-chefe da Polícia Civil Rivaldo Barbosa foram presos após serem delatados por Ronnie Lessa, autor dos disparos que mataram a vereadora e seu motorista. Todos permanecem presos.

 

Da Redação com informações do Metrópoles
Foto: Divulgação 

Esquema de rachadinha tinha cofres, cheques e dinheiro em espécie, aponta MPAM

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A Operação Face Oculta, deflagrada na manhã desta sexta-feira, 3, pelo Ministério Público do Amazonas (MPAM), desarticulou a organização criminosa atuante na Câmara Municipal de Manaus (CMM).

Foram cumpridos 19 mandados, dentre esses 17 de busca e apreensão e dois mandados de prisão, sendo um desses o vereador de Manaus, Rosinaldo Bual. Foi apontado na investigação os crimes de associação criminosa, peculato, lavagem de dinheiro e concussão.

O vereador é acusado de rachadinha. A investigação monitorou a rotatividade das visitas em seu gabinete, onde foi constatado que o parlamentar recebeu mais de 100 pessoas desde o início do mandato.

As investigações iniciaram após um afilhado do vereador ser preso por tentar roubar um cofre no valor de R$ 130 mil em espécie e arma de fogo. A partir dessa movimentação, as apurações se intensificaram, nas quais foram identificados endereços que tinham ligação com Bual e foram expedidos mandados de busca e apreensão.

Durante a apreensão, foram encontrados três cofres e o vereador se recusou a dar a chave deles. O Corpo de Bombeiros Militar do Amazonas (CBMAM) foi acionado para realizar o arrombamento. Um deles foi aberto, sendo encontrada uma grande quantia de dinheiro e dois cheques, que, somados, chegam ao valor de R$ 600 mil.

Até o momento, não há quantidades exatas do dinheiro encontrado, mas o MPAM deu uma média de R$ 2 milhões bloqueados ou apreendidos no esquema. Uma arma de fogo foi encontrada em posse do vereador.

 

 

Ludmila Dias, para Portal O Poder 

Fotos: Divulgação/MPAM

Prefeito Nicson acompanha início da obra da ponte que ligará Santo Antônio e Olaria em Tefé

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A Prefeitura de Tefé está transformando em realidade um sonho antigo dos moradores do bairro de Santo Antônio e Olaria: a construção da ponte que conecta os dois bairros, aguardada há mais de quatro décadas.

Na quinta-feira, 02, o prefeito Nicson Marreira esteve visitando o local, acompanhando de perto os preparativos finais da obra. E já nesta sexta-feira, 03, a equipe de infraestrutura iniciou a primeira etapa da concretagem da ponte, um marco histórico para os moradores da região.

A nova estrutura representa mais do que uma ligação física: é segurança, mobilidade e qualidade de vida para centenas de famílias que dependem diariamente desse acesso.

“São mais de 40 anos de espera. Hoje damos um passo decisivo para cumprir esse compromisso com o povo de Santo Antônio e Olaria, garantindo dignidade e desenvolvimento para nossa cidade”, destacou o prefeito Nicson.

A obra, que integra o pacote de investimentos em mobilidade urbana, reforça o compromisso da gestão municipal em ouvir, trabalhar e executar projetos que transformam a vida da população.

 

Da Redação com informações da assessoria de imprensa 

Foto: Divulgação

Vereador de Manaus é preso por suspeita de rachadinha 

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Na manhã desta sexta-feira, 3, o Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco) realizou operação que investiga um esquema de rachadinha na Câmara Municipal de Manaus. O vereador Rosinaldo Bual (Agir) e o chefe de gabinete dele foram presos preventivamente.

O caso segue sob investigação do Gaeco e do Ministério Público do Amazonas (MPAM). Durante o cumprimento de mandados, os agentes encontraram três cofres no gabinete do parlamentar. O vereador teria negado fornecer as senhas e os cofres serão levados para a sede do órgão e passarão por perícia.

Início das operações

As investigações iniciaram com a Polícia Civil, por conta de um assalto que ocorreu na casa do vereador, em que foi apontado que duas pessoas envolvidas eram próximas ao parlamentar, sendo um deles membro do Boi Garanhão.

De acordo com informações, mais de 100 pessoas passaram pelo gabinete do vereador desde o início do mandato. A quebra de sigilo bancário, autorizada pela justiça, revelou diversas transferências bancárias feitas diretamente para a conta pessoal de Rosinaldo Bual. Vereador e assessor foram encaminhados para o 19º Distrito Integrado de Polícia (DIP).

O Portal O Poder entrou em contato com a assessoria do vereador para obter mais informações, mas, até o fechamento dessa matéria, não houve a divulgação de nota. O espaço segue aberto para pronunciamentos.

Nota da CMM

Por meio de nota, a Câmara Municipal de Manaus (CMM) informou que segue à disposição das autoridades competentes e reitera seu compromisso com a transparência.

“A Câmara Municipal de Manaus (CMM) informa que o Ministério Público do Estado do Amazonas (MPAM), por meio do Grupo de Atuação Especial de Repressão ao Crime Organizado (GAECO), esteve na Casa Legislativa na manhã desta sexta-feira, 3 de outubro, para a realização de diligências nas dependências de um gabinete parlamentar.

No âmbito de suas atribuições, a CMM reitera seu compromisso com a transparência, a legalidade e a colaboração com os órgãos de controle e fiscalização.

A CMM seguirá à disposição das autoridades competentes.”

 

Da Redação

Foto: Divulgação

Gaeco realiza operação na Câmara Municipal de Manaus

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Nesta sexta-feira, 3, o Grupo de Atuação Especial e Repressão ao Crime Organizado (Gaeco) realiza operação de busca e apreensão para desarticular uma organização criminosa que atuava na Câmara Municipal de Manaus (CMM).

Há informações que pessoas foram presas. O Ministério Público do Amazonas (MPAM) também divulgou que foram cumpridos 10 mandados nesta operação.

Às 10h, será realizada uma coletiva de imprensa na sede do MPAM, na Zona Oeste da capital amazonense para maiores esclarecimentos sobre a operação.

Em nota, a Câmara Municipal confirmou que a Gaeco esteve na Casa Legislativa para a realização das diligências nas dependências de um gabinete parlamentar. “No âmbito de suas atribuições, a CMM reitera seu compromisso com a transparência, a legalidade e a colaboração com os órgãos de controle e fiscalização. A CMM seguirá à disposição das autoridades competentes”, ressaltou.

 

 

Da Redação com informações da assessoria de imprensa 

Foto: Divulgação/Arquivo/Portal O Poder 

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