Com a chegada do recesso parlamentar no Congresso Nacional, que começa no dia 19 e vai até o dia 31 de julho, pautas importantes não devem ser votadas tão cedo, visto que a campanha eleitoral começa dia 13 de agosto. Essa pausa é obrigatória e importante para os políticos que pretendem se reeleger ou alçar novos cargos.
Na última quinta-feira, 9, a sessão do Congresso Nacional foi cancelada e segundo o presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União-AP), o motivo foi falta de acordo. Essa sessão seria destinada para votar os vetos presidenciais.
Por conta do período curto para entre o fim do recesso e o início da campanha eleitoral, o Legislativo não deve votar mais nenhuma pauta relevante nesse intervalo.
Temas que são considerados prioritários como a PEC da Segurança Pública, o fim da escala 6×1, projeto de regulamentação de exploração de terras raras, projeto que permite usar receita extra de petróleo para reduzir impostos sobre combustíveis, além do ministro que irá substituir Luís Roberto Barroso no STF, após a rejeição do Messias, não devem ser votados neste período.
CMM e Aleam
A Câmara Municipal de Manaus (CMM) e a Assembleia Legislativa do Estado do Amazonas (Aleam) também entram de recesso parlamentar no mesmo período. Os políticos e pré-candidatos aproveitam para fazer articulações e promover suas agendas com foco total nas eleições que ocorrem em outubro.
Vale ressaltar que as convenções partidárias ocorrem no dia 20 de julho, possibilitando que os políticos estejam livres das obrigações parlamentares, mantendo o engajamento único e exclusivo para a corrida eleitoral.
Da Redação, com informações de G1

