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Israel acusa Irã de violar cessar-fogo e diz que “responderá com força”

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O ministro da Defesa israelense, Israel Katz, afirmou nesta terça-feira (24) que Israel “responderá com força” após a “violação total” do cessar-fogo declarado pelo presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, pelo Irã, acrescentando que “continuará a operação intensiva para atacar” Teerã.

“Instruí as Forças de Defesa de Israel (IDF), em coordenação com o primeiro-ministro [Benjamin Netanyahu], a continuar a operação intensiva para atacar Teerã e frustrar alvos do regime e a infraestrutura terrorista em Teerã”, disse ele.

Os militares israelenses interceptaram dois mísseis lançados do Irã contra Israel, informou um oficial das IDF à CNN.

Irã nega acusações

Veículos de comunicação estatais iranianos negaram que o Irã tenha disparado mísseis contra Israel após o cessar-fogo entrar em vigor.

“A notícia de que o Irã disparou mísseis contra os territórios ocupados após impor um cessar-fogo ao regime sionista é negada”, informou a agência de notícias semioficial ISNA em seu canal do Telegram nesta terça-feira, sem atribuição.

A Nour News, ligada ao Estado, também publicou a negação.

Um alto funcionário de segurança do Irã disse à CNN que, após as 7h30, horário local, “nenhum míssil foi disparado contra o inimigo até o momento”.

Em seu anúncio inicial sobre o cessar-fogo entre Irã e Israel, Donald Trump declarou que a trégua começaria cerca de seis horas após sua primeira mensagem nas redes sociais anunciando o acordo, o que marcou o início do acordo para perto das 0h, horário do leste.

 

 

Com informações da CNN Brasil

Reitor da UEA representa as universidades estaduais e municipais do Brasil em encontro global sobre educação superior no Reino Unido

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Em um cenário global cada vez mais atento à expansão e à equidade no acesso ao ensino superior, o reitor da Universidade do Estado do Amazonas (UEA), Prof. Dr. André Zogahib, participará de uma missão institucional no Reino Unido, promovida pelo British Council, com o objetivo de fomentar a internacionalização e contribuir para os diálogos globais sobre educação internacional e educação transnacional. Entre os dias 23 e 27 de junho, Zogahib integra a delegação brasileira em Londres e Cardiff, como representante da Associação Brasileira dos Reitores das Universidades Estaduais e Municipais (Abruem).

O reitor estará presente em dois eventos que visam avançar nas oportunidades de colaboração. Um objetivo fundamental é promover os programas brasileiros de internacionalização para ampliar a parceria com o Reino Unido. Nos primeiros dias da programação, de 23 a 24 de junho, participará de discussões no seminário “Journeys to internationalisation: Advancing on UK-Brazil Collaboration Opportunities”, em Londres, com a missão de ampliar o engajamento e fortalecer parcerias com atores estratégicos do ecossistema de educação superior e ciência no Brasil.

Em seguida, o encontro global promove o “Deep Dialogues 4 – Transnational Education: Exploring Glocalisation Strategies”, em Cardiff, que permitirá discussões abordando temas centrais para o setor, como educação internacional, educação transnacional e estratégias para apoiar as agendas de internacionalização. A iniciativa reúne gestores do ensino superior de diversos países para debater os principais desafios e estratégias no campo da educação transnacional, com foco em abordagens que aliem a perspectiva global às necessidades locais, conceito conhecido como glocalização.

Promovidos, exclusivamente, por meio de convite, os Deep Dialogues têm como objetivo fortalecer conexões internacionais e fomentar comunidades globais de prática em torno de temas estratégicos para o ensino superior. A edição deste ano discutirá como modelos inovadores de colaboração entre países podem ampliar o acesso à educação superior de qualidade, especialmente para públicos historicamente sub-representados.

A participação do reitor da UEA em um fórum dessa relevância destaca o papel da universidade na construção de políticas e parcerias internacionais voltadas ao desenvolvimento da região. “Representar a Amazônia em um debate sobre educação transnacional e glocalização é, acima de tudo, reafirmar nosso compromisso com uma universidade conectada às demandas globais, mas profundamente enraizada nas necessidades e potencialidades da nossa região. A internacionalização precisa ser um caminho para o desenvolvimento humano, científico e social da Amazônia”, disse.

Além de membros da Abruem, a comitiva será composta por representantes da Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes), do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq), e da Associação Nacional dos Dirigentes das Instituições Federais de Ensino Superior (Andifes). As associações representarão as redes universitárias, compartilhando prioridades e temas estratégicos para consolidar parcerias com o Reino Unido.

Sobre o British Council

O British Council é a organização internacional do Reino Unido responsável por relações culturais e oportunidades educacionais. Fundada em 1934, a organização promove o conhecimento e compreensão entre as pessoas do Reino Unido e de outros países, contribuindo para a paz, a prosperidade e a confiança global. Além de suas atividades culturais e educacionais, o British Council também desempenha um papel importante na diplomacia pública e na promoção da imagem global do Reino Unido.

 

 

Com informações da assessoria

Desembargadora Sandra Inês é aposentada pela segunda vez pelo CNJ por venda de sentenças

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O Plenário do Conselho Nacional de Justiça (CNJ) aposentou compulsoriamente a desembargadora Sandra Inês Moraes Rusciolelli, do Tribunal de Justiça da Bahia (TJBA). A decisão unânime foi tomada na sessão plenária do órgão no último dia (10). O relator do processo administrativo disciplinar contra a magistrada foi o conselheiro Rodrigo Badaró. Os conselheiros João Paulo Schoucair e José Rotondano, ambos baianos, se declararam impedidos de votar.

A desembargadora foi investigada, afastada e presa durante a Operação Faroeste por venda de sentenças. No CNJ, ela respondeu o processo administrativo disciplinar por integrar uma organização criminosa para negociar vantagens financeiras indevidas, proferindo decisões e outros atos judiciais para beneficiar partes em processos. A desembargadora chegou a fazer uma delação premiada com o Ministério Público Federal, homologada pelo ministro Og Fernandes, do Superior Tribunal de Justiça (STJ). Entretanto, a delação foi anulada, pois a desembargadora não cumpriu partes do acordo.

Segundo o relator, conselheiro Rodrigo Badaró, Sandra Inês permitiu a atuação de um “gabinete paralelo”, no qual eram produzidas decisões judiciais com a orientação e a influência de terceiros sem vínculo formal com a estrutura do tribunal. “Ao permitir que seu filho [Vasco Rusciolelli] tivesse acesso prévio, ingerência ou influência sobre seus atos, a magistrada violou os deveres de independência, imparcialidade e decoro, comprometendo a credibilidade do Judiciário”, afirmou Badaró.

Esta é a segunda vez que Sandra Inês recebe a pena máxima prevista na Lei Orgânica da Magistratura Nacional (Loman). Em dezembro de 2024, a desembargadora já havia sido aposentada compulsoriamente pelo CNJ, com vencimentos proporcionais ao tempo de serviço, após a confirmação da existência de um esquema de “rachadinha”, no qual ela exigia parte da remuneração de servidores nomeados em seu gabinete.

 

 

Com informações do BNews

Crise do INSS completa dois meses sem previsão para ressarcir vítimas

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Dois meses após a operação que revelou um esquema bilionário de descontos indevidos em aposentadorias e pensões do Instituto Nacional da Seguridade Social (INSS), ainda não há previsão de ressarcimento às vítimas, segundo apurou a CNN.

O prejuízo estimado é de R$ 6 bilhões, envolvendo associações, corretoras, call centers e empresas de consultoria que teriam aplicado os descontos sem autorização dos beneficiários, entre 2019 e 2024.

Para tentar separar os descontos efetivamente não autorizados, o governo lançou uma funcionalidade no aplicativo “Meu INSS” para cada aposentado contestar diretamente os lançamentos em seu benefício.

Cada contestação abriu um processo individual, com prazo para que a associação comprove a autorização do desconto. Caso o documento não seja apresentado — como prevê a lei —, a entidade terá 15 dias para devolver o valor ao INSS, que depois repassará a quantia ao beneficiário por meio de folha suplementar.

A CNN apurou que a elaboração do calendário de restituição está na fase final. Fontes envolvidas no processo apontam que o dinheiro será devolvido seguindo a ordem de solicitação, isto é, quem iniciou o processo primeiro, terá prioridade no ressarcimento.

O governo federal irá utilizar recursos do Tesouro Nacional para ressarcir os aposentados, mas ainda há impasses com a equipe econômica sobre como e quanto deverá ser retirado dos cofres públicos.

Na avaliação do ministro da Previdência Social, Wolney Queiroz, a população afetada não pode esperar pelo fim do processo judicial para ter o seu dinheiro devolvido.

Por outro lado, fontes ligadas ao orçamento afirmam que há caminhos viáveis para efetuar os pagamentos, que deverão ser detalhados no próximo relatório de avaliação de receitas e despesas, previsto para o fim de julho. Para isso, será necessário bloquear parte dos recursos disponíveis, garantindo espaço fiscal para o repasse dos valores apurados pelo INSS.

Durante audiência na Câmara dos Deputados no início de junho, Wolney Queiroz afirmou que o ressarcimento de descontos indevidos a aposentados e pensionistas do INSS pode chegar a R$ 4 bilhões.

Cerca de 3,4 milhões de aposentados já sinalizaram ao INSS que foram vítimas da fraude. De acordo com o último balanço divulgado pelo órgão em 19 de junho, somente 93,2 mil beneficiários reconheceram os descontos. Não há prazo para que os 9 milhões de aposentados se manifestem.

Em nota, a AGU informou que deve apresentar, nesta semana, ao Supremo Tribunal Federal (STF), o calendário de ressarcimento dos aposentados e pensionistas que foram vítimas de descontos associativos indevidos. Já o Ministério da Previdência disse à CNN que o prazo limite para a devolução dos valores é até 31 de dezembro de 2025.

“Informamos ainda que todos os segurados que tiveram esse desconto serão ressarcidos, em parcela única, o mais breve possível”, disse a pasta em nota.

Lentidão

Para o professor da FGV-SP e pesquisador na Escola Nacional de Administração Pública (Enap) Rafael Viegas, embora existam obstáculos reais – como a complexidade de identificar as vítimas, a necessidade de diferenciar descontos autorizados de fraudes e o risco fiscal de pagamentos em massa sem base jurídica sólida – o governo já poderia ter estabelecido um plano emergencial com prazos, ações e comunicação claras.

“A lentidão em oferecer respostas concretas agrava o prejuízo das pessoas vulneráveis que foram atingidas e transmite uma sensação de omissão ou incompetência. A falta de um cronograma alimenta judicializações, pressões políticas e perda de credibilidade”, disse à CNN.

Na avaliação de Rafael Viegas, o cenário impacta a popularidade do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), cuja aprovação já vem caindo nas pesquisas. O professor da FGV-SP defende ser necessário acelerar a automação dos processos de validação, ampliar a comunicação com os beneficiários, firmar acordos com entidades e fortalecer os mecanismos de controle para impedir que o problema se repita.

“O impacto na popularidade do governo Lula é muito negativo. Existe uma percepção de desorganização e insensibilidade com pessoas vulneráveis. Embora o escândalo tenha origem no governo anterior, ele atravessa o atual governo”, afirmou.

Já o professor da FGV Direito Rio Luis Lopes Martins diz que o governo poderia ter acelerado o processo de ressarcimento adotando um sistema de devolução automática a todos os aposentados, inclusive para quem autorizou os descontos. Para o especialista, a automatização reduziria o risco de judicialização promovido pela própria demora.

Luis Lopes Martins ressalta que a judicialização aumenta os gastos diretos e indiretos dos cofres públicos, já que o aposentado pode pedir o valor dos descontos indevidos acrescido de parcelas de outras naturezas, como obrigação de juros de mora e danos morais.

“Esperar – no formato [de ressarcimento que foi adotado pelo governo ]– que fosse realizado em dois meses, seria muito difícil”, disse à CNN.

Judicialização das fraudes

Como a CNN mostrou, as ações judiciais movidas contra o governo devido a descontos associativos irregulares tiveram um “boom” após a operação que trouxe à tona as fraudes do INSS.

Apenas em maio, mês posterior à primeira fase da Operação Sem Desconto, foram ajuizadas 10.923 novas ações — uma média de 352 por dia. Para efeitos comparativos, em janeiro de 2024, foram 412 novos processos.

Os sistemas da Advocacia-Geral da União (AGU) apontam para um total acumulado de 65,2 mil ações, com impacto financeiro estimado em quase R$ 1 bilhão. As cifras preocupam a equipe econômica do governo.

Isso porque as ações pedem não apenas o reembolso integral, mas o pagamento de indenização a título de danos morais – e as sentenças têm sido, em geral, desfavoráveis ao INSS.

A AGU solicitou ao Supremo Tribunal Federal (STF) a suspensão de todas as ações que tramitam Brasil afora, para que possa ser costurado um acordo com os aposentados e pensionistas lesados.

Em razão do número de ações, a CNN apurou que o governo vai propor um acordo aos aposentados e pensionistas lesados pelas fraudes: em troca do reembolso em parcela única ainda em 2025, o beneficiário deverá se comprometer a não entrar na Justiça contra a União.

Em outra linha, o STF abriu o primeiro inquérito sobre as fraudes no INSS desde que veio à tona o esquema bilionário de descontos indevidos nas aposentadorias. O fato de a investigação ter sido instaurada na Corte indica o envolvimento de pelo menos uma autoridade com prerrogativa de foro, mas o nome é mantido em sigilo.

Imbróglio

A ofensiva foi deflagrada em 23 de abril, numa ação conjunta da Polícia Federal e da Controladoria-Geral da União (CGU), e levou ao afastamento do então presidente do INSS, Alessandro Stefanutto. Pouco depois, Carlos Lupi deixou o comando do Ministério da Previdência.

Segundo a CGU, ficou comprovado que muitas entidades envolvidas sequer tinham estrutura para oferecer os serviços que prometiam. Desde então, o governo tenta mapear a dimensão do problema.

Técnicos da área econômica alertaram para o risco fiscal: uma decisão recente do TRF-6, que determinou indenização de R$ 8 mil a uma aposentada por danos morais, acendeu o alerta.

Se valores semelhantes forem replicados em ações semelhantes, o rombo pode ultrapassar R$ 14 bilhões. No entanto, até o momento, ainda não há perspectiva de retirada dos valores do orçamento federal.

Da Redação com informações de CNN Brasil

Ilque Cunha firma contrato de R$ 1,2 milhão para compra de gêneros alimentícios em Juruá

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O prefeito de Juruá (a 672 quilômetros de Manaus), Ilque Cunha Lima (MDB), assinou o Despacho de Adjudicação e Homologação do Pregão Presencial nº 007/2025 para formação de registro de preços para aquisição de gêneros alimentícios para atendimentos da secretarias da prefeitura por um período de 12 meses. O documento foi divulgado na edição de 20 de junho, do Diário Oficial da Associação Amazonense de Municípios (AAM). 

Ao todo, será pago R$ 1,2 milhão para a G.V Comércio Atacadista de Máquinas e Equipamentos e de Comércio de Produtos Alimentícios LTDA, inscrita no CNPJ nº 22.581.616/0001-36. Com sede em Manaus, ela tem como atividade econômica principal o “comércio varejista de mercadorias em geral, com predominância de produtos alimentícios – minimercados, mercearias e armazéns. Seu capital social é de R$ 400 mil e o sócio administrador é Guilherme Costa Viana. 

Veja:

 

Priscila Rosas, para Portal O Poder 

Foto: Divulgação

Irã lança mísseis contra base militar dos Estados Unidos no Catar

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As Forças Armadas do Irã atacaram a base militar dos Estados Unidos (EUA) Al-Udeid, nesta segunda-feira, 23, no Catar, país do Oriente Médio. A informação foi divulgada primeiro pelas agências de notícias do Irã Fars News e IRNA News, tendo já sido confirmada pelo governo do Catar, que condenou a ação e disse ter interceptado os mísseis.

O ataque foi a resposta do governo iraniano aos bombardeios dos EUA contra três instalações nucleares iranianas no sábado, 21.  

“Em resposta à ação agressiva e descarada dos Estados Unidos contra as instalações e instalações nucleares do Irã, as poderosas forças armadas da República Islâmica do Irã destruíram a base aérea americana em Al-Udeid, no Catar”, disse, em comunicado, o Conselho Supremo de Segurança Nacional do Irã.

Segundo o informe, o número de mísseis usados teria sido o mesmo número de bombas que os EUA usaram no ataque às instalações nucleares do Irã. O alvo ficava longe das instalações urbanas do Catar.

“Esta ação não representa nenhuma ameaça ao nosso país amigo e irmão, o Catar, e ao seu nobre povo e a República Islâmica do Irã permanece comprometida em manter e dar continuidade às relações calorosas e históricas com o Catar”, completou o informe do governo iraniano.

A emissora do Catar Al-Jazera confirmou que foram ouvidas explosões e vistos sinalizadores sobre o céu de Doha, a capital do Catar. O país do Oriente Médio havia informado que fechou seu espaço aéreo.

A Al Udeid é a maior base militar dos EUA no Oriente Médio, fundada em 1996. Estima-se que a base abrigue 10 mil funcionários, entre civis e militares.

Catar

O ministro das relações exteriores do Catar, Majed Al Ansari, condenou os ataques iranianos e argumentou que a medida viola a soberania do país do Oriente Médio.

“Afirmamos que o Catar se reserva o direito de responder diretamente de maneira equivalente à natureza e à escala desta agressão descarada, em conformidade com o direito internacional”, disse Majed.

Ainda segundo o chanceler do país árabe, o ataque foi frustrado pelas defesas aéreas do Catar e o pessoal da base já havia sido evacuado por precaução.

“A base havia sido evacuada anteriormente, seguindo as medidas de segurança e precaução estabelecidas, dadas as tensões na região. Todas as medidas necessárias foram tomadas para garantir a segurança do pessoal na base, incluindo membros das Forças Armadas do Catar, forças amigas e outros. Confirmamos que não houve feridos ou vítimas no ataque”, completou.

 

Com informações de Agência Brasil

Foto: Reuters

Com semestre quase no fim, prefeito de Benjamin Constant compra kits de educação financeira por R$ 1,5 milhão

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O prefeito de Benjamin Constant (a 1.118 quilômetros de Manaus), Semeide Bermeguy (MDB), vai comprar R$ 1,5 milhão em kits de livros paradidáticos sobre educação financeira para estudantes e professores da Educação Infantil e Ensino Fundamental – anos iniciais e finais. O Extrato de Adjudicação e Homologação da inexigibilidade de licitação nº 025/2025 foi publicado na edição do dia 20 de junho do Diário Oficial da Associação Amazonense de Municípios (AAM). 

O prefeito assinou essa documentação no dia 12 de maio, mas somente agora ela foi para o diário. Além disso, o ano letivo já iniciou e o primeiro semestre encaminha-se para o fim. 

A contratada é Fada Madrinha Editora LTDA, inscrita no CNPJ nº 53.139.709/0001-39. De capital social de R$ 600 mil, a empresa tem sede em Cotia, em São Paulo. O sócio-administrador é Assis Bentes Figueiredo. A atividade econômica principal é a edição de livros. 

Veja:

Priscila Rosas, para Portal O Poder 

Foto: Divulgação

 

Araci Cunha aditiva pela quinta vez um contrato de pavimentação asfáltica em Nova Olinda por R$ 9,2 milhões

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A prefeita de Nova Olinda do Norte (a 134 quilômetros de Manaus), Araci Rodrigues da Cunha, aditivou pela quinta vez o termo de contrato nº 167/2022, que contrata empresa de engenharia para execução de pavimentação e recapeamento asfáltico no município.

O valor do aditivo ficou em R$ 9.288.375,98 e o prazo para a execução dos serviços é de 180 dias corridos, contados a partir do dia 5 de junho de 2025. Vale ressaltar que esse contrato foi firmado pela primeira vez em 25 de agosto de 2022.

A empresa contratada, J. De O. Lemos EPP, inscrita no CNPJ de nº 11.014.713/0001-20, possui sede no município de Nova Olinda do Norte, no bairro Santa Luzia. Com capital social de R$ 3,5 milhões, não há informações sobre o quadro de sócios e administradores do empreendimento, que deve cumprir o contrato até o dia 2 de dezembro de 2025.

Os recursos para a contratação foram nomeados como “recurso próprio”, sendo provenientes da própria prefeitura do município. Na atividade e projeto ficou especificado que o trabalho de abertura e drenagem também será realizado pela empresa.

 

Ludmila Dias, para o Portal O Poder

Foto: Divulgação

Gerlando Lopes contrata empresa para fornecer mão de obra por R$ 1,3 milhão em Lábrea

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O prefeito de Lábrea, Gerlando Lopes do Nascimento, homologou um contrato para a contratação de empresa especializada para prestação de serviços de limpeza e conservação, incluindo o fornecimento de mão de obra, materiais, equipamentos, ferramentas e utensílios.

A vencedora do contrato foi a empresa CWN Serviços Administrativos e Manutenção de Equipamentos, que recebeu o valor de R$1,3 milhão para a prestação dos serviços no Hospital Regional de Lábrea.

Com sede no bairro Cidade Nova, em Manaus, a CWN tem por atividade econômica principal o comércio varejista de materiais de construção em geral. Inscrita sob o CNPJ de número 09.079.306/0001-50, a empresa possui um capital social de R$ 1 milhão e tem por sócio-administrador o senhor Francisco da Silva Ramalho.

O processo administrativo nº 111/2025-PML foi assinado pelo prefeito Gerlando Lopes no dia 11 de junho de 2025 e publicado no Diário Oficial Eletrônico dos Municípios do Estado do Amazonas no dia 12 de junho.

 

Ludmila Dias, para o Portal O Poder

Foto: Divulgação

MPF investiga ausência de agentes de saúde em 71 aldeias do Médio Solimões

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O Ministério Público Federal (MPF) instaurou um procedimento administrativo para acompanhar e promover a adoção de medidas voltadas à regularização da ausência de Agentes Indígenas de Saúde (AIS) em 71 aldeias atendidas pelo Distrito Sanitário Especial Indígena (DSEI) do Médio Rio Solimões, no Amazonas. A iniciativa foi oficializada por meio da Portaria nº 18/1º OFÍCIO/PRM/TBT, assinada pelo procurador da República, Guilherme Diego Rodrigues Leal.

A medida está baseada em denúncias recebidas sobre a ausência de AIS na aldeia Estação, uma das comunidades sob responsabilidade do DSEI Médio Rio Solimões. A ausência desses profissionais compromete o acesso a serviços básicos de saúde nas aldeias.

O procedimento tem prazo de um ano para conclusão e será vinculado à 6ª Câmara de Coordenação e Revisão do MPF. A Portaria também determina o cumprimento das diligências já definidas no processo.

 

 

Da Redação 

Foto: Divulgação