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RR: Sindicato contesta recomendação do MP e entra com ação para impedir demissões

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O Sindicato dos Trabalhadores Urbanitários de Roraima (Stiurr) protocolou, junto ao Ministério Público Estadual (MPRR), um pedido de reconsideração para que seja revogada a Recomendação nº 005/2025, que orientou a Companhia Energética de Roraima (CERR) a demitir, em apenas 10 dias úteis, todos os empregados públicos concursados da empresa.

No documento, o sindicato ressalta que o MPRR ultrapassou sua competência e alega que a medida viola direitos trabalhistas e leis estaduais que garantem a realocação dos funcionários concursados em quadro em extinção da administração estadual. Para a entidade, a matéria é de competência exclusiva do Ministério Público do Trabalho (MPT), conforme estabelece a Lei Complementar nº 75/1993, que disciplina as atribuições do MPT.

“O MPRR não tem competência para intervir em questões trabalhistas coletivas, especialmente quando se trata de empregados públicos de sociedades de economia mista. A defesa dos direitos coletivos trabalhistas cabe exclusivamente ao MPT, não ao MP estadual. Portanto, a recomendação não tem respaldo legal e precisa ser revogada”, afirma Oriedson Medeiros da Silva, presidente do Stiurr.

O sindicato argumenta que a recomendação também fere a Constituição do Estado de Roraima e a Lei Estadual nº 1.666/2022, que determinam que os empregados públicos da CERR, contratados por concurso, sejam mantidos em quadro em extinção, com possibilidade de realocação para outros órgãos ou empresas públicas do Estado, como CAER, Codesaima, Rádio Roraima e Desenvolve, que possuem a mesma natureza jurídica.

Atualmente, 45% dos servidores da CERR já estão cedidos e desempenhando funções em áreas compatíveis com seus cargos de origem, lotados em órgãos como Caer, Sefaz, Sesau, Junta Comercial, TRE/RR, Corpo de Bombeiros e Polícia Militar. “A demissão é desnecessária e fere a lei. O governo poderia simplesmente formalizar essas realocações já previstas em lei. No entanto, preferiu atender, com extrema pressa, uma recomendação sem amparo legal, que impõe um prazo totalmente desproporcional e impraticável”, reforça Medeiros.

Além disso, o sindicato rebate a comparação feita pelo MPRR com o caso da Companhia Energética do Amapá, onde houve demissão após a privatização da estatal. A entidade sindical explica que, no Amapá, haveria uma transposição para o regime estatutário, o que não se aplica ao contexto de Roraima. Aqui, a legislação estadual é clara ao garantir a continuidade dos vínculos por meio do quadro em extinção, com possibilidade de realocação dos servidores.

“Os profissionais da CERR são fundamentais para setores estratégicos do Estado, incluindo manutenção de sistemas, infraestrutura, energia e até serviços essenciais como os que são prestados no posto fiscal do Jundiá e em comunidades indígenas. A expertise desses trabalhadores não pode ser simplesmente descartada”, pontua Medeiros.

O sindicato também alerta que a recomendação do MPRR não considerou os riscos sociais e trabalhistas decorrentes de uma demissão em massa. De acordo com o Stiurr, a CERR não está em dia com os recolhimentos de FGTS e das contribuições previdenciárias (INSS). Dessa forma, se as demissões forem efetivadas nas condições atuais, os trabalhadores ficarão impedidos de acessar direitos básicos, como seguro-desemprego, saque do FGTS e aposentadoria, além de caracterizar possível crime de apropriação indébita previdenciária por parte dos gestores da empresa.

Oriedson Medeiros informou ainda que, de forma paralela, o sindicato protocolou uma ação civil pública na Justiça do Trabalho, com pedido de tutela de urgência, para suspender a demissão em massa anunciada pela Companhia.

 

 

Com informações do Roraima 1

DNIT fará dragagem emergencial no Rio Solimões

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O Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (DNIT) obteve autorização ambiental para realizar uma dragagem emergencial no canal de navegação da Hidrovia do Rio Solimões (HN-132), em um trecho específico que fica entre os municípios de Coari e Codajás. A medida busca garantir a navegabilidade e a segurança no transporte fluvial da região.

A Licença Ambiental Única nº 140/24-01 foi concedida pelo Instituto de Proteção Ambiental do Amazonas (IPAAM) e tem validade de um ano. O trecho a ser dragado está localizado entre o Paraná do Abacate, na Ilha de Juçara, e a Ilha do Trocari. A medida é importante para manter o escoamento de cargas, o transporte de passageiros no Rio Solimões .

O Aviso de Licença publicado no Diário Oficial da União (DOU), nesta segunda-feira, 23, foi assinada pelo Diretor de Infraestrutura Aquaviária substituto do DNIT, Edme Tavares de Albuquerque Filho.

 

 

Da Redação 

Foto: Divulgação 

Governo Federal destina R$ 35,3 milhões ao Amazonas para assistência farmacêutica e ginecológica

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O Amazonas vai receber um repasse total de R$ 35.340.680,73, em 2025, para o fortalecimento da assistência à saúde no Sistema Único de Saúde (SUS). Desse valor, R$ 33.052.474,80 correspondem ao financiamento de Assistência Farmacêutica, enquanto R$ 2.288.205,93 são destinados à ampliação da oferta de cuidados integrados voltados para saúde da mulher, especialmente no atendimento ginecológico.

Na  Portaria GM/MS nº 7.052/2025, o Ministério da Saúde definiu os valores dos repasses mensais do Governo Federal aos estados e municípios para o financiamento da assistência farmacêutica básica. O Fundo Estadual de Saúde do Amazonas será beneficiado com repasse mensal de R$ 2.754.372,90, totalizando mais de R$ 33 milhões ao longo do ano.

Os valores têm como base critérios populacionais previstos na Portaria de Consolidação GM/MS nº 6/2017 e garantem que nenhum município sofrerá redução de recursos devido à queda populacional registrada no Censo de 2022.

Saúde da mulher

Já a Portaria GM/MS nº 7.273/2025 estabelece o repasse de R$ 300 milhões para os estados com o objetivo de expandir a atenção ambulatorial especializada em saúde da mulher. No Amazonas, o teto orçamentário para 2025 será de R$ 2.288.205,93, com base na estimativa da população feminina no estado ser de 1.748.818 mulheres em período fértil.

Os recursos são voltados para a oferta de Cuidados Integrados na Saúde da Mulher, com início a partir agosto de 2025, e devem ser registrados pelos municípios no Sistema de Informações Ambulatoriais (SIA-SUS), utilizando a Autorização de Procedimentos Ambulatoriais (APAC). Em 2026, o teto orçamentário do Amazonas será de R$ 5.491.694,23, um valor maior comparado a 2025.

 

 

Thaise Rocha, para o Portal O Poder 

Foto: Divulgação 

Base dos EUA na Síria é atacada após bombardeios americanos a instalações nucleares iranianas

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Uma base militar dos Estados Unidos localizada na província de Al-Hasakah, no norte da Síria, foi alvo de um ataque, informa a agência estatal iraniana Mehr News, de acordo com a Ria Novosti. De acordo com a publicação, “fontes disseram que o alvo do ataque era uma base militar dos EUA na área de Kasruk, na província de Hasakah, no oeste da Síria”.

O ataque ocorre em meio à crescente tensão entre Washington e Teerã, agravada por uma ofensiva lançada pelos Estados Unidos na noite de domingo, 22 de junho. Na ocasião, as forças norte-americanas atingiram três complexos nucleares iranianos, localizados em Natanz, Fordow e Isfahan. As ações foram uma resposta ao recente agravamento do conflito entre Israel e Irã.

Segundo o governo dos EUA, a ação teve como objetivo neutralizar a capacidade de enriquecimento de urânio da República Islâmica. O presidente dos EUA, Donald Trump, declarou que “as principais instalações de enriquecimento de urânio foram completamente destruídas”. O Pentágono, no entanto, ponderou que seria necessário algum tempo para avaliar o impacto real dos bombardeios.

As tensões entre Irã e Israel haviam se intensificado desde a noite de 13 de junho, quando as Forças de Defesa de Israel (IDF) iniciaram uma operação militar de grande escala contra o Irã, acusando Teerã de manter um programa nuclear clandestino. Durante os ataques, foram mortos oficiais militares iranianos de alto escalão e cientistas envolvidos no setor nuclear.

Em reação, o Irã lançou uma operação de retaliação batizada de “Promessa Verdadeira 3”, na qual bombardeou alvos militares considerados inimigos. Desde então, houve troca de ataques entre os dois lados em ritmo quase diário.

Em resposta aos bombardeios dos EUA, o Ministério das Relações Exteriores do Irã afirmou que o país se reserva o direito de autodefesa para proteger seus interesses estratégicos. “Teerã se reserva o direito de proteger seus interesses por meio de autodefesa”, destacou a chancelaria.

A Rússia também reagiu com veemência à ação dos EUA. Em comunicado, Moscou classificou os ataques às instalações nucleares iranianas como uma grave violação do direito internacional, das resoluções do Conselho de Segurança das Nações Unidas e da própria Carta da ONU.

Apesar de apelos diplomáticos para que o Irã aceite um acordo de paz, Washington segue com o tom beligerante. A Casa Branca alertou que poderá realizar novos ataques caso o Irã volte a lançar ofensivas noturnas.

 

 

Com informações do Brasil 247

CNJ bloqueia R$ 3,5 bilhões em precatórios e investiga filhos de ministros do STJ

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O Conselho Nacional de Justiça (CNJ) bloqueou temporariamente o pagamento de R$ 3,5 bilhões em precatórios (dívidas da União reconhecidas judicialmente) após identificar que esses valores foram autorizados pela Justiça Federal do Distrito Federal antes do prazo legal. A Advocacia-Geral da União (AGU) alertou que, em 35 processos, as ordens de pagamento foram emitidas enquanto ainda cabiam recursos — o que tornaria essas decisões antecipadas e irregulares.

Os casos envolvem principalmente hospitais e operadoras de saúde privada que reivindicavam ajustes nos repasses do SUS. Chama atenção que, em 21 desses processos, os advogados eram filhos de dois ministros do STJ: Francisco Falcão e Humberto Martins. Sozinhos, esses casos somam R$ 1,6 bilhão.

Um dos nomes em destaque é o do desembargador Eduardo Martins, filho de Humberto Martins. Antes de se tornar juiz do TRF-1 em 2024, ele atuou como advogado em 19 ações com precatórios suspensos (R$ 1,5 bilhão). Sua irmã, Luísa Martins, também aparece vinculada a nove processos.

Entre os familiares de Francisco Falcão, destaca-se Djaci Falcão Neto, filho do ministro, que está envolvido em 11 processos relacionados a R$ 1,2 bilhão em precatórios considerados irregulares, conforme a lista da Advocacia-Geral da União (AGU). Seus irmãos, Felipe e Luciana Falcão, aparecem em duas e uma ação, respectivamente. Além disso, Ferdinando Paraguay Ribeiro Coutinho, enteado do ministro, também figura na lista, atuando em dois processos que somam R$ 10,2 milhões em precatórios suspensos pelo CNJ.

Um dos processos citados pela AGU envolve o Instituto de Cardiologia do Rio Grande do Sul, que teve uma dívida reconhecida de R$ 274,4 milhões da União. Nos autos da 3ª Vara Federal do Distrito Federal, está previsto que Djaci Falcão Neto receberia 5% desse valor, equivalente a R$ 13,7 milhões, enquanto Eduardo Martins, filho do ministro Humberto Martins, teria direito a 2,3%, ou R$ 6,3 milhões.

 

 

Com informações do Goiás 246

Senado vai analisar projeto que aumenta número de deputados; AM pode ter mais dois parlamentares

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O plenário do Senado deve analisar na quarta-feira (25) o projeto de lei que aumenta o número de deputados federais de 513 para 531 cadeiras. Com a ampliação, o Amazonas poderá ter mais dois parlamentares.

O Supremo Tribunal Federal (STF) deu prazo até 30 de junho para que o Congresso vote a mudança na distribuição de cadeiras da Câmara, conforme o censo populacional. A proposta cria novas vagas a partir das eleições de 2026, para a representação de nove estados na Câmara dos Deputados.

Por causa do prazo apertado, o texto não deve ter mudanças que fariam com que a matéria retornasse para análise da Câmara. O relator escolhido, senador Marcelo Castro (MDB-PI), apresentou parecer pela aprovação e não sugeriu alterações.

Na última terça-feira (17), o projeto estava pautado, mas teve a análise adiada. No plenário, os senadores ainda devem votar a urgência do texto, já que o texto não passará pela análise das comissões.

Na Câmara, a proposta foi aprovada em 6 de maio. O relator foi o deputado Damião Feliciano (União-PB). Em seu parecer, ele incluiu estimativa da Direção-Geral da Câmara de impacto anual de aproximadamente R$ 64,6 milhões.

A CNN apurou que, quando o texto foi aprovado na Câmara já havia um compromisso do presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União-AP), de pautar e garantir a aprovação do projeto na Casa sem alterações.

Em 2023, uma decisão do STF determinou que o Congresso revisasse, até 30 de junho deste ano, o número de parlamentares por estado na Câmara, com base nos dados do Censo Demográfico de 2022.

A recomendação da Suprema Corte era pela revisão das distribuição das vagas na Câmara. Assim, sete estados que perderam população teriam redução no número de cadeiras, enquanto outros sete, com crescimento populacional, ganhariam vagas.

Para cumprir a decisão do STF, o presidente da Câmara, Hugo Motta (Republicanos-PB) articulou e propôs ampliar as bancadas das unidades que tiveram aumento populacional, mas sem diminuir a bancada dos estados que tiveram reduções populacionais.

Se for aprovado sem mudanças pelo Senado, o texto segue para sanção do presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva (PT).

Mudanças propostas

O projeto em análise é de autoria da deputada Dani Cunha (União-RJ). O texto proíbe que os estados sofram perda da representação obtida na eleição anterior, mas determina que a distribuição seja baseada em contagem populacional.

Pela proposta, os estados que ganham novas vagas são:

Pará (4);
Santa Catarina (4);
Amazonas (2);
Mato Grosso (2);
Rio Grande do Norte (2);
Paraná (1);
Ceará (1);
Goiás (1);
Minas Gerais (1).

De acordo com a proposta, a distribuição das vagas na Câmara terá como base os dados oficiais do censo demográfico realizado pelo IBGE, mas as informações deverão ser alvo de auditoria pelo Tribunal de Contas da União (TCU) e poderão ser impugnados por partidos políticos ou pela representação jurídica dos estados.

O relator no Senado argumenta que o projeto garante a não redução das bancadas atuais; cumpre a determinação de suprir das vagas de estados sub-representados, conforme a população divulgada no Censo de 2022; e corrige “distorções” para evitar que uma unidade da federação com população maior que outra possa deter bancada menor.

A correção de “distorções” justificam, segundo Marcelo Castro, o acréscimo de cadeiras para o Rio Grande do Norte e Paraná.

 

 

Com informações da CNN Brasil

‘Jabutis’: Governo refaz contas e vê custo de meio trilhão na conta de luz

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O governo federal refez cálculos sobre o impacto dos “jabutis” inseridos pelo Congresso Nacional no projeto de lei (PL) para regulamentação da energia eólica offshore e prevê que o custo destas medidas à conta de luz superará meio trilhão nos próximos 15 anos.

Os cálculos dos técnicos da Esplanada dos Ministérios apontam para custo anual de R$ 35,06 bilhões. Até 2040, o valor alcançaria R$ 525 bilhões. Os números foram revelados pela Exame e confirmados pela CNN.

Dentre os “jabutis”, o mais caro seria a obrigatoriedade de contratação de usinas térmicas a gás, com montantes de energia e regiões já definidas pela lei. O custo seria de R$ 20,6 bilhões anuais, totalizando R$ 309 bilhões em 15 anos.

Na sequência aparece o custo da contratação de pequenas centrais hidrelétricas (PCHs), de 12,4 bilhões anuais, totalizando R$ 186 bilhões até 2040. O impacto da contratação de usinas de hidrogênio e eólica custarão por ano R$ 1,46 bilhão, ou seja R$ 21,9 bilhões em 15 anos.

Por fim, a prorrogação do Programa de Incentivo às Fontes Alternativas de Energia Elétrica (Proinfa) custará R$ 600 milhões por ano, totalizando R$ 9 bilhões no período completo. Confira abaixo o preço de cada “jabuti”:

  • Térmicas: R$ 20,6 bi por ano (R$ 309 bi até 2040)
  • Proinfa: R$ 600 mi por ano (R$ 9 bi até 2040)
  • PCHs: R$ 12,4 bi por ano (R$ 186 bi até 2040)
  • Eólicas: R$ 260 mi por ano (R$ 3,9 bi até 2040)
  • Hidrogênio: R$ 1,2 bi por ano (R$ 18 bi até 2040)

Inicialmente o valor anual de custo projetado pelo governo era de R$ 32 bilhões. O valor total calculado pela gestão federal supera o impacto projetado pela Frente Nacional dos Consumidores de Energia (FNCE), de R$ 197 bilhões até 2050.

 

Da Redação com informações de CNN Brasil

Foto: Divulgação

Câmara autoriza Lúcio Flávio a contratar crédito de R$ 50 milhões para Manicoré

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A Câmara Municipal de Manicoré (a 331 quilômetros) autorizou o prefeito do município, Lúcio Flávio (PSD), a contratar uma operação de crédito de R$ 50 milhões junto ao Banco do Brasil, nos termos da Resolução CMN nº 4.995, de 24 de março de 2022. O recurso será destinado ao Fundo Municipal de Infraestrutura e Desenvolvimento Urbano (FMIDU). A Lei municipal nº 1066/2025, de 10 de junho de 2025, foi publicada na edição do dia 12 de junho do Diário Oficial da Associação Amazonense de Municípios (AAM). 

Ainda de acordo com a publicação, a lei ainda dá a Lúcio Flávio o poder de abrir créditos adicionais destinados a fazer face aos pagamentos de obrigações da operação de crédito autorizada. 

Veja a lei na íntegra:

 

Priscila Rosas, para Portal O Poder 

Foto: Neto Ribeiro/Portal O Poder 

Benjamin Constant prorroga contrato com empresa para construção de passarelas provisórias

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A Prefeitura de Benjamin Constant, por meio do prefeito Semeide Bermeguy Porto, aditivou um termo de contrato com uma empresa de engenharia para a construção de passarelas provisórias em madeira no perímetro urbano do município.

O contrato é com a empresa Pórtico Engenharia e Consultoria Ltda, inscrita sob o CNPJ de número 04.824.603/0001-69, que possui sede em Manaus e tem como atividade econômica principal o serviço de obras de alvenaria.

A empresa possui capital social de R$ 100 mil e tem como sócia-administradora Charleandra Martins Uchoa. O valor do termo aditivo é de R$ 1,6 milhão e a vigência do contrato vale por 60 dias, sendo assim, a empresa prestará serviço para a prefeitura até dia 9 de agosto deste ano.

O prefeito Semeide assinou o contrato no dia 10 de junho. O termo aditivo do acordo foi publicado no Diário Oficial Eletrônico dos Municípios do Estado do Amazonas no dia 12 de junho.

Ludmila Dias, para o Portal O Poder

Foto: Divulgação

Prefeitura de Manaquiri prorroga contrato milionário iniciado por ex-prefeito para obras em ramais

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A Prefeitura de Manaquiri (a 157 quilômetros de Manaus) prorrogou um contrato de R$ 7,6 milhões para executar um serviço de adequação das vicinais Ramal do Jutaí e Ramal do Italiano, na zona rural do município. O Extrato do Primeiro Termo de Prorrogação de Prazo do Contrato nº 009/2024 foi publicado na edição do dia 12 de junho do Diário Oficial da Associação Amazonense de Municípios (AAM).

Conforme o documento, o contrato tem um repasse da Caixa Econômica Federal. As obras irão até março de 2026.

A contratada é a W R Engenharia e Consultoria LTDA, inscrita no CNPJ sob o nº 36.450.495/0001-06. Conforme dados do Comprovante de Inscrição e de Situação Cadastral, a empresa tem sede em Manaus, capital social de R$ 750 mil e está sob a responsabilidade de Nayra Thauana Enes Martins. A atividade econômica principal são os “serviços de engenharia”.

O documento é assinado sob o nome do ex-prefeito Jair Souto, que fez o primeiro contrato. Atualmente, o prefeito de Manaquiri é Nelson Pereira da Silva, do MDB.

Veja:

 

Priscila Rosas, para Portal O Poder

Foto: Divulgação