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PF desarticula grupo miliciano envolvido com a comercialização de ouro ilegal no Amazonas

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A Polícia Federal deflagrou nesta quarta-feira, 19, a Operação Ourives, que investiga grupo criminoso que atua na comercialização ilegal de ouro extraídos de garimpos clandestinos da Amazônia Legal. Foram mobilizados 17 Policiais Federais para o cumprimento de dois mandados de busca e apreensão em Manaus.

A investigação revelou que a organização criminosa cooptava ourives para manipular e revender ouro extraído ilegalmente em Boa Vista/RR, Humaitá/AM, Japurá/AM e São Gabriel da Cachoeira/AM. O transporte do minério até a capital era realizado por embarcações, caminhões e aeronaves, com apoio de agentes da segurança pública estadual, que garantiam o fluxo da carga ilícita. Esses agentes também forneciam o ouro ilegal e coordenavam sua distribuição com intermediários, incluindo ourives e empresários. A organização operava com uma estrutura definida, utilizando empresas de fachada para ocultar transações financeiras ilícitas.

Os envolvidos poderão ser responsabilizados pelos crimes de obtenção de financiamento mediante fraude, sonegação fiscal, falsidade ideológica, lavagem de dinheiro, dentre outros crimes correlatos.

 

 

Com informações da assessoria

RR: Pedido de vistas adia votação do impeachment de Denarium

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A votação do relatório sobre o pedido de impeachment do governador de Roraima, Antonio Denarium (Progressistas), foi adiada nessa terça-feira (18) após um pedido de vistas do deputado Jorge Everton (União). O parlamentar explicou que a Comissão Especial da Assembleia Legislativa de Roraima (ALE-RR), responsável por analisar a denúncia por crime de responsabilidade contra o governador, ainda aguarda informações do Tribunal de Contas do Estado (TCE-RR), que foram solicitadas em fevereiro.

Everton destacou que esses dados são fundamentais para uma análise completa e precisa do caso. Diante disso, o presidente da comissão, deputado Armando Neto (PL), deferiu o pedido e adiou a votação por até duas sessões plenárias. “Após essas duas sessões, retomaremos os trabalhos para abrir a discussão do relatório e colher os votos, encerrando essa fase e apresentando o resultado à presidência da Casa”, explicou.

Durante a sessão, o relator também apresentou seu parecer sobre as denúncias contra o governador. Segundo o relatório, os argumentos trazidos pelos denunciantes não apresentam fatos novos além dos já investigados pela Justiça.

“Os denunciantes apresentaram informações baseadas em processos já existentes, como recortes de jornais e dados de ações que tramitam publicamente. Cabe a eles trazerem provas concretas para que possamos embasar nossa análise e formar opinião sobre o caso”, afirmou Loureiro.

As acusações contra Denarium

As denúncias que levaram à criação da Comissão Especial, por meio do Ato da Presidência nº 21/2024, foram protocoladas na ALE-RR em 19 de junho de 2024 pelo representante do Partido Verde, Rudson Leite, e pelos cidadãos Fábio Almeida e Juracy “Escurinho”. Os denunciantes solicitam a perda do cargo de governador, o ressarcimento de eventuais danos ao erário e o encaminhamento das acusações aos órgãos de controle e fiscalização.

Na Denúncia por Crime de Responsabilidade nº 01/24, publicada no Diário Oficial do Poder Legislativo em 3 de julho, os denunciantes apontam quatro principais irregularidades:

  • Desvio de recursos públicos: supostas transferências voluntárias irregulares durante as eleições de 2022 e pagamentos extrajudiciais de desapropriações de imóveis declarados de utilidade pública.
  • Nepotismo e nomeações temporárias: alegações de nomeação irregular de parentes para cargos de alto escalão e contratações acima do limite legal em período eleitoral.
  • Uso de programas sociais para fins eleitorais: suposta distribuição indevida de cestas básicas pela Setrabes (Secretaria de Trabalho e Bem-Estar Social) durante o pleito de 2022 e promoção eleitoral do programa “Morar Melhor”, da Codesaima, lançado em 2021.
  • Abuso de poder econômico: suspeitas de fraudes e superfaturamento de contratos, além do atraso na conclusão de obras como o Hospital Materno Infantil Nossa Senhora de Nazareth, desde 2021. Também foram citados servidores investigados em esquemas na área da Saúde.

 

 

Com informações do Folha BV

Centro Amazônico de Energias Renováveis da UEA impulsionará transição energética na região

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Com foco na inovação e sustentabilidade, a Universidade do Estado do Amazonas (UEA) anunciou a criação do Centro Amazônico de Energias Renováveis. O projeto, desenvolvido pelo Laboratório de Sistemas Embarcados (LSE-HUB) da Escola Superior de Tecnologia (EST), visa ser um hub estratégico para pesquisa, desenvolvimento e inovação em soluções energéticas limpas na Amazônia.

O lançamento ocorreu nesta terça-feira, 18,  durante o painel “Energia e Descarbonização”, no evento “Amazonas Óleo, Gás e Energia”, realizado no Centro de Convenções Vasco Vasques. A iniciativa foi apresentada pelo coordenador do LSE-HUB, Prof. Dr. Raimundo Cláudio Gomes, que destacou a relevância do centro para a transição energética da região e do país.

“Este não é um centro de pesquisas genérico. Temos um objetivo claro: desenvolver uma cadeia tecnológica integrada, desde o etanol de cupuaçu até células combustíveis aplicadas à mobilidade fluvial. Com o centro, seremos protagonistas na transição energética, reduzindo emissões e gerando desenvolvimento. Juntos, podemos mostrar ao mundo que a energia do futuro é verde, é renovável, e tem DNA amazônico”, disse o coordenador do LSE-HUB.

Futuro enérgico sustentável

O Centro Amazônico de Energias Renováveis baseia-se em quatro pilares fundamentais. O primeiro deles é a transição energética global, que abordará os desafios da intermitência das fontes solar e eólica, além da necessidade de soluções eficazes de armazenamento de energia. O segundo pilar diz respeito às oportunidades do Brasil, explorando o potencial do lítio e da biomassa amazônica, como o etanol de cupuaçu, para diversificar a matriz energética de forma sustentável.

Além disso, o centro investirá em tecnologias disruptivas, como células a combustível de hidrogênio verde e o uso do etanol como alternativa viável à mobilidade elétrica. Por fim, o papel estratégico do Centro Amazônico de Energias Renováveis será essencial para reduzir a dependência de combustíveis fósseis, promovendo impactos socioeconômicos positivos para a região.

Para o reitor da UEA, Prof. Dr. André Zogahib, a criação do Centro Amazônico de Energias Renováveis representa um marco para a pesquisa e desenvolvimento de soluções sustentáveis na Amazônia. Ao integrar tecnologia e inovação, o projeto visa fortalecer a posição do Brasil na corrida global pela transição energética, reduzindo impactos ambientais e fomentando o desenvolvimento econômico da região.

“O centro não é apenas uma referência para a academia, mas também um passo fundamental para o desenvolvimento de soluções energéticas que atendem às necessidades locais e globais. A UEA se coloca, assim, na vanguarda da transição energética, com um olhar atento à preservação ambiental e ao fortalecimento da economia da nossa região. Agradeço a todos os envolvidos nesse projeto transformador e tenho plena confiança de que, juntos, estamos construindo um futuro mais verde e sustentável para a Amazônia e para o mundo”, afirmou o reitor.

Sobre o evento

Com a realização do Governo do Estado do Amazonas, por meio da Secretaria de Estado de Energia, Mineração e Gás (Semig) e do Sebare/AM, a 2ª edição do evento Amazonas Óleo, Gás & Energia foi ampliada em 2025, contemplando: Conferência, que apresenta as oportunidades e perspectivas do Brasil e do Amazonas nas atividades de petróleo, gás e energias, e Exposição com mais de 40 empresas expositoras. O evento também conta com Simpósio, Arena de Inovação, Arena ESG e Rodada de Negócios com as principais empresas do segmento.

Da Redação, com informações da UEA

Foto: Divulgação 

Deputada Alessandra Campelo emite repúdio contra fala violenta de Plínio

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A deputada estadual da Assembleia Legislativa do Estado do Amazonas (Aleam), Alessandra Campelo (Podemos), criticou a declaração do senador do Amazonas, Plínio Valério (PSDB) que afirmou que “a Marina esteve na CPI das Ongs, 6h10 minutos, imagina o que é tolerar Marina Silva seis horas sem enforcá-la”. O pronunciamento foi feito nesta terça-feira, 18.

Alessandra Campelo manifestou o seu repúdio por uma frase de violência contra a mulher manifesta pelo senador amazonense de enforcar a ministra Marina Silva.

“Eu estava assistindo esse pronunciamento que me enviaram do Plínio Valério. Bem, com todas as reservas que eu tenho em relação a dificuldade que o ministério que a ministra controla e coloca em relação a BR-319, e discordo em muitas coisas em relação a BR-319, porque a gente precisa dessa estrada, mas eu não posso admitir como mulher, como procuradora da mulher, como representante das mulheres, esse tipo de violência”, alfinetou.

A deputada ainda afirmou que nunca viu o senador Plínio Valério dizer que iria enforcar um homem. “Engraçado não, porque de engraçado isso não tem nada, mas o patético é que eu nunca vi o senador, e eu não tenho nada pessoal contra ele, nunca tive. Eu nunca vi o senador dizer que ia enforcar um homem por achar insuportável ou alguma coisa assim. Ele nunca falou isso sobre nenhuma autoridade masculina. E aí, porque é só contra as mulheres. Isso é a cultura da violência contra a mulher”, criticou.

Senador diz que não entende p***a nenhuma de ZFM

Plínio Valério também foi infeliz na última sexta-feira, 14, em discurso proferido que causou reboliço na internet em um evento promovido pela Federação do Comércio do Amazonas (Fecomércio), após dizer que não entendia “p***a nenhuma de Zona Franca”.

No discurso, Plínio afirma que “os meus assessores estavam lá, o Omar citou a Ivone, ela é minha assessora, estava lá diuturnamente. Eu não estava porque eu não entendo porra nenhuma de Zona Franca, de tributo. Mas eu não preciso estar. A minha assessoria está lá para isso”.

 

Augusto Costa, para O Portal O Poder

Foto: Reprodução

Ivon Rates tem registro de candidatura cassado pelo TRE-AM

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Coube à presidente do TRE-AM, desembargadora Carla Reis, o voto de minerva no caso do prefeito de Envira, Ivon Rates (PSD). A magistrada votou pelo indeferimento da candidatura, levando o prefeito a ter seu registro de candidatura cassado. 

A Corte do TRE-AM ficou dividida no julgamento do caso. Três magistrados votaram a favor do indeferimento do pedido: o relator, juiz Marcelo Manuel da Costa Vieira, a juíza federal Mara Elisa Andrade e a desembargadora Nélia Caminha Jorge. Outros três optaram pelo desprovimento do recurso: o juiz Cássio André Borges dos Santos, o juiz Diogo Oliveira Nogueira e o juiz Fabrício Frota Marques.

A coligação “A História Continua”, liderada por Ruan Matos (UB) — adversário de Ivon Rates —, ingressou com um agravo regimental contra a decisão do juiz Marcelo Manuel da Costa Vieira, que havia mantido o deferimento da candidatura de Ivon Rates.

 

Da Redação

Advogados são tratados a pão de ló por ‘desembargaduráveis’

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A cadeira do quinto constitucional ainda não vagou no Tribunal de Justiça do Amazonas (TJAM), mas as movimentações já começaram. Ontem, 17, na cerimônia de recondução de Beto Simonetti à presidência da Ordem de Advogados do Brasil (OAB Nacional), os possíveis candidatos estão investindo muito para conseguir cair nas graças dos colegas advogados.

Segundo informações de bastidores, muitos profissionais que compareceram à posse foram tratados a “pão de ló”, ou seja, foram bem tratados com regalias e atenção que, em outros períodos, não existiria. Dizem que até a aposentadoria do desembargador Domingos Chalub, que tem a vaga do quinto constitucional exclusiva para a Ordem, serão realizadas várias conversas e articulações para que os candidatos ao cargo de desembargadores na Corte estadual consigam a simpatia e, consequentemente, os votos necessários para irem para a lista sêxtupla. Os artifícios utilizados pelos possíveis candidatos são os almoços, feijoadas e cafezinhos.

Ainda de acordo com os bastidores do evento de ontem, os candidatos para entrarem na vaga que será deixada por Chalub são: Fabrício Marques, juiz eleitoral no Tribunal Regional Eleitoral do Amazonas (TRE-AM) pelo quinto constitucional; Giselle Pascarelli, que também é juíza eleitoral pelo quinto constitucional; Flávio Antony, secretário da Casa Civil do Governo do Amazonas e Marco Aurélio Choy, ex-presidente da OAB Amazonas.

Provavelmente, a disputa pela vaga do quinto será concorrida, mas os ‘desembargaduráveis’, fazendo uma referência aos cargos disputados nas eleições, seguem em clima harmônico e respeitoso entre eles, fazendo dessa corrida, um processo saudável.

 

Da Redação 

Foto: Portal O Poder 

Suframa comemora aumento de 38% nas vendas de ar-condicionados

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A Associação Nacional dos Fabricantes de Produtos Eletroeletrônicos (Eletros) divulgou nesta segunda-feira, 17, dados que indicam aumento de 38% na produção de ar-condicionado na indústria de eletrônicos em 2024.

A indústria prevê um aumento de 5%, no cenário mais conservador, a algo entre 8% e 10% neste ano. O produto que ganhou destaque foi o ar-condicionado, que teve o recorde histórico de 5,9 milhões de unidades fabricadas, fazendo com que saltasse da quinta para a segunda posição entre os maiores fabricantes do produto no planeta, atrás apenas da China.

O presidente da Eletros comentou sobre os fatores que aumentaram a produção. “São dois fatores preponderantes que fizeram com que a gente alcançasse esses resultados. O primeiro é o econômico. Tivemos aumento na geração de empregos, controle maior da inflação no primeiro semestre do ano passado, redução da taxa de juros em parte do ano, o que facilita a aquisição dos nossos produtos, que normalmente são parcelados, e a parcela precisa caber no bolso da população. Outro fator preponderante foi o clima. A elevação das temperaturas fez com que a população buscasse conforto, comodidade e bem-estar”, afirmou Jorge.

Em 2024, a produção de ar-condicionado na Zona Franca de Manaus (ZFM) bateu recorde, com 5,88 milhões de unidades fabricadas. Este número representa um aumento de 38% em relação ao ano anterior.

Crescimento da Zona Franca

Neste mês de março, o titular da Zona Franca de Manaus (Suframa), Bosco Saraiva, comemorou o crescimento do faturamento, que chegou a R$17,8 bilhões no Polo Industrial de Manaus (PIM), que representa aumento de 14% em relação a janeiro no ano passado.

 

Da Redação

Foto: Divulgação

Senador confessa que não entende p***a nenhuma de ZFM, veja vídeo

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O senador Plínio Valério (PSDB), em discurso proferido na última sexta-feira, 14, causou rebuliço na internet em um evento promovido pela Federação do Comércio do Amazonas (Fecomércio), após dizer que não entendia “p***a nenhuma de Zona Franca”.

No discurso, Plínio afirma que “os meus assessores estavam lá, o Omar citou a Ivone, ela é minha assessora, estava lá diuturnamente. Eu não estava porque eu não entendo porra nenhuma de Zona Franca, de tributo. Mas eu não preciso estar. A minha assessoria está lá para isso.”

A frase causou estranhamento, visto que o senador lida, assim como os outros dois senadores que representam a bancada do Amazonas, Eduardo Braga (MDB) e Omar Aziz (PSD), com os assuntos da Zona Franca.

A ironia da situação é que o senador foi convidado para participar de uma homenagem promovida pela Fecomércio para parabenizar os parlamentares amazonenses na aprovação da regulamentação da reforma tributária, que ocorreu no fim do ano passado.

Plínio, após as declarações, vem sofrendo cobranças por parte dos eleitores, que não se sentem representados pelo senador e questionam o trabalho feito em relação à defesa da principal economia do Amazonas, a Zona Franca. A postura do político também foi apontada como inapropriada para a ocasião.

 

Da Redação

Foto: Reprodução

Desembargadores afastados por corrupção receberam quase R$ 7 milhões

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Após o afastamento de três desembargadores do Tribunal Regional do Trabalho da 1ª Região (TRT-1), depois da condenação pelo Superior Tribunal de Justiça (STJ), receberam R$6,9 milhões desde o afastamento do cargo, equivalente aos períodos de fevereiro de 2021 até fevereiro deste ano. Os três estavam cumprindo prisão domiciliar.

Os valores estavam disponíveis na base de dados do Conselho Nacional de Justiça (CNJ). Ao longo desses quase três anos, Marcos Pinto da Cruz recebeu R$2,032 milhões, José da Fonseca Martins Junior recebeu R$2,1 milhões e Fernando Antonio Zorzenon da Silva recebeu R$2,7 milhões.

Marcos Cruz teve sua punição aplicada para 20 anos e 3 meses de reclusão, em regime inicial fechado, mais 54 dias-multa. José Martins teve a pena de 16 anos, 3 meses e 48 dias-multa, e Fernando Zorzenon foi condenado a 10 anos e 5 meses de prisão, mais salário mínimo de multa.

Todos devem perder o cargo, conforme decisão do STJ de condenar os magistrados por corrupção. A Corte Especial se reuniu na última quinta-feira, 13, em que previu a perda dos envolvidos de suas devidas funções. Ainda há a possibilidade de recurso.

Denúncia contra os desembargadores

Por meio de investigações do Ministério Público Federal (MPF), foi apontado que os três desembargadores do TRT-1 teriam recebido propina para incluir empresas e organizações sociais (OSs) no Plano Especial de Execução da Justiça do Trabalho no Rio de Janeiro. Os réus ficaram afastados do cargo durante as investigações.

Na denúncia havia outros envolvidos, como o ex-governador do Rio, Wilson Witzel, e o ex-secretário estadual de Saúde, Edmar Santos, que fechou o acordo de delação premiada. Após desmembramento da ação, pela relatora do caso, Nancy Andrighi, apenas os quatro desembargadores se mantiveram como réus no STJ.

 

Com informações de Metrópoles

Foto: Divulgação

PF deflagra operação contra corrupção no STJ

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A Polícia Federal (PF) deflagrou, nesta terça-feira, 18, uma nova fase da Operação Sisamnes, com o objetivo de investigar crimes de obstrução de justiça, violação de sigilo funcional e corrupção ativa e passiva envolvendo informações do Superior Tribunal de Justiça (STJ). A ação ocorre em cumprimento a uma decisão do Supremo Tribunal Federal (STF).

Segundo as investigações, foi identificada uma rede clandestina de monitoramento e comércio ilegal de informações sigilosas sobre investigações sensíveis supervisionadas pelo STJ. O esquema criminoso comprometia a efetividade das operações policiais, frustrando suas deflagrações antes mesmo de serem executadas.

Diante das evidências, agentes da Polícia Federal cumprem um mandado de prisão preventiva e quatro mandados de busca e apreensão no estado do Tocantins. Além disso, foram determinadas medidas cautelares, incluindo afastamento das funções públicas, proibição de contato entre os investigados, restrição de saída do país e recolhimento de passaportes.

A Operação Sisamnes foi batizada em referência a um juiz persa do século V a.C., que teria sido punido por corrupção. A Polícia Federal segue com as investigações para desmantelar completamente o esquema criminoso e garantir a lisura das ações judiciais.

Da Redação, com informações do Metrópoles
Foto: Divulgação