fevereiro 9, 2026 01:09
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Bolsonaro e 5 condenados por trama golpista passam hoje por audiência

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O ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) e outros cinco condenados da trama golpista vão passar por audiência de custódia nesta quarta-feira, 26.

Além disso, o Supremo Tribunal Federal (STF) deve concluir a análise da decisão individual do ministro Alexandre de Moraes, que rejeitou recursos e determinou o início do cumprimento da pena do grupo.

Entenda o que está previsto:

  • A Primeira Turma do STF vai concluir, nesta quarta, o julgamento virtual da decisão do ministro Alexandre de Moraes, que determinou a execução das punições do réu do “núcleo crucial” da trama golpista.
  • Os condenados, que foram presos nesta terça-feira, 25, vão passar por audiências de custódia realizadas pelo Supremo. Os procedimentos, por videoconferência, acontecem ao longo da tarde.

Julgamento virtual

A decisão de Moraes, que rejeitou recursos das defesas e determinou o encerramento do processo, está sob análise virtual da Primeira Turma. O julgamento começou na terça-feira, às 19h.

A Primeira Turma já tem unanimidade para confirmar a decisão de Moraes – os ministros Flávio Dino, Cármen Lúcia e Cristiano Zanin acompanharam o voto do ministro. O resultado, no entanto, só é declarado quando acabar o prazo da votação, às 19h desta quarta.

O ministro Alexandre de Moraes votou para manter as determinações. Além das prisões, o relator mandou:

  • comunicar a decisão ao Tribunal Superior Eleitoral, para a aplicação da inelegibilidade ao grupo.
  • comunicar a decisão ao Ministério Público Militar e ao Superior Tribunal Militar para o procedimento de perda de posto e patente.
  • comunicar à Procuradoria-Geral da República, para o cumprimento da pena de multa.

Em setembro, o colegiado condenou o ex-presidente Jair Bolsonaro e sete réus. Deste grupo, Alexandre Ramagem está foragido e Mauro Cid cumpre pena de 2 anos em regime aberto desde o começo de novembro.

 

Da Redação com informações de G1

Foto: Divulgação

Moraes decreta cumprimento da pena de Bolsonaro

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O ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), decretou nesta terça-feira, 25, o início do cumprimento da pena do ex-presidente Jair Bolsonaro. Ele foi condenado a 27 anos e três meses de prisão no caso da trama golpista.

Segundo a decisão de Moraes, o ex-presidente deverá permanecer na Superintendência da Polícia Federal em Brasília, onde já está preso preventivamente desde o último sábado, 22, para o cumprimento da pena.

“Determino o início do cumprimento da pena de Jair Messias Bolsonaro, em regime inicial fechado, da pena privativa de liberdade de 27 anos e três meses, sendo 24 anos e nove meses de reclusão (em regime fechado) e dois anos e seis meses de detenção”, diz a decisão de Moraes.

Bolsonaro foi condenado pela Primeira Turma do Supremo Tribunal Federal (STF) em setembro a 27 anos e 3 meses de prisão, em regime inicial fechado, por liderar uma organização criminosa que tentou impedir a posse do presidente Lula e subverter o Estado democrático de Direito.

Moraes também mandou prender os outros seis condenados do núcleo crucial do golpe:

  • Alexandre Ramagem, ex-diretor da Agência Brasileira de Inteligência (Abin), que está nos Estados Unidos;
  • Almir Garnier, ex-comandante da Marinha;
  • Anderson Torres, ex-ministro da Justiça;
  • Augusto Heleno, general da reserva e ex-ministro do Gabinete de Segurança Institucional (GSI), que foi preso em Brasília;
  • Jair Bolsonaro, ex-presidente e capitão da reserva do Exército, que está preso na PF em Brasília;
  • Paulo Sérgio Nogueira, general da reserva e ex-ministro da Defesa, que foi preso em Brasília;
  • Walter Braga Netto, general da reserva e ex-ministro da Casa Civil, que está preso no Rio de Janeiro.

Mauro Cid, tenente-coronel da reserva e ex-ajudante de ordens da Presidência, foi delator do caso. Ele já cumpre pena em regime aberto e teve a menor condenação de todos: 2 anos.

O que Moraes disse na decisão?

Na decisão desta terça, 25, o ministro afirmou que a defesa do ex-presidente não apresentou novos embargos de declaração dentro do prazo estipulado, até essa segunda-feira, 24, e que não existe “previsão legal” para a apresentação de outro recurso, inclusive embargos infringentes.

O prazo para apresentar o segundo formato de recurso (embargos infringentes) terminaria apenas na próxima quarta-feira, 3.

No entanto, segundo o entendimento da Corte, ele só caberia se os réus tivessem recebido pelo menos dois votos pela absolvição. O que não aconteceu — apenas o ministro Luiz Fux votou para absolver o ex-presidente.

Moraes reafirmou este ponto ao destacar “não existir previsão legal de qualquer outro recurso, inclusive de Embargos Infringentes, em virtude de sua manifesta inadmissibilidade, pois ausente o número necessário de votos absolutórios próprios.”

Prisões decretadas

Veja o que Moraes decidiu sobre cada um dos condenados no caso:

  • O ministro também determinou que o ex-ministro da Justiça, Anderson Torres, cumpra sua sentença de 24 anos de prisão na penitenciária federal da Papuda.
  • Já o almirante e ex-comandante da Marinha Almir Garnier, também condenado a 24 anos de prisão, deverá cumprir sua sentença na Estação Rádio da Marinha, em Brasília.
  • Os generais e ex-ministros Augusto Heleno, ex-ministro do Gabinete de Segurança Institucional, e Paulo Sérgio Nogueira, ex-ministro da Defesa, deverão cumprir suas penas no Comando Militar do Planalto. Ambos foram levados ao local no começo da tarde desta terça-feira.
  • Já o general Walter Braga Netto, ex-ministro da Casa Civil, cumprirá a sentença de 26 anos na 1ª Divisão do Exército – na Vila Militar – no Rio de Janeiro. Ele está preso desde dezembro de 2024.
  • O tenente-coronel Mauro Cid, também réu na trama golpista, firmou um acordo de delação premiada. Ele vai cumprir dois anos de prisão em regime aberto.

Da Redação com informações de G1

Câmara de Novo Aripuanã será investigada por irregularidades em processo licitatório

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A Câmara Novo Aripuanã será investigada pelo Tribunal de Contas do Amazonas (TCE-AM) por possíveis irregularidades em processo licitatório. O pedido de representação foi aceito pela Corte.

O pedido de representação foi direcionado à Câmara do município, à vereadora e presidente da Casa Suzi Lopes, ao agente de contratação Luiz Carlos Lemos Fernandes e à WV Serviços de Construção Civil e Consultoria Ltda. EPP.

A medida cautelar foi requerida pela representante para a imediata suspensão de execução contratual e de qualquer ato relacionado até que sejam apuradas as irregularidades.

Conforme consta no documento, é de competência da Corte fiscalizar e exercer controle externo da máquina pública, utilizando a investigação sobre situações que possam causar dano ao erário.

A representação foi admitida dia 18 de novembro e publicada na última segunda-feira, 24, com a assinatura da conselheira-presidente Yara Amazônia Lins Rodrigues.

Confira a representação na íntegra:

[pdfembedderurl=”https://portalopoder.com.br/wp-content/uploads/2025/11/Tce-Novo-Aripuana.pdf” title=”Tce-Novo Aripuanã”]

 

Ludmila Dias, para o Portal O Poder

Juiz acusado de perseguir presidente da OAB e clientes é afastado do cargo

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O juiz de Direito Júlio Cesar Vicentini, que atuava na comarca de Ibaiti/PR, foi afastado do cargo após pedido formal da OAB/PR.

A entidade atribuiu ao magistrado uma série de comportamentos considerados incompatíveis com a função, incluindo assédio sexual, desdém público pela advocacia e perseguição direta ao presidente da subseção local, Cleber Moura de Almeida, com reflexos que alcançavam inclusive os clientes por ele representados.

Segundo a OAB/PR, as condutas apontadas não se limitavam a situações isoladas, sendo práticas reiteradas de intimidação e perseguição institucional.

Conforme relatado, Vicentini adotava postura hostil em relação ao presidente da subseção de Ibaiti, chegando a emitir ordens internas para prejudicar sua atuação.

O presidente da OAB/PR, Luiz Fernando Casagrande Pereira, reforçou a gravidade das acusações ao afirmar que o magistrado “dava ordens às assessoras para prejudicar o advogado, sem se importar com o direito ou com a parte do processo”.

Para ele, as consequências ultrapassavam o âmbito da advocacia e afetavam diretamente a população atendida, já que, conforme declarou, “para prejudicar o advogado, o Direito e a parte ficavam em segundo plano”.

Casagrande também destacou a importância da reação institucional. “Se nós baixarmos a cabeça com uma atitude como essa, quem poderá ser dirigente da Ordem em qualquer canto desse país, com receio de ser prejudicado na sua advocacia e ter os seus clientes com receio da contratação do dirigente, com medo de ser prejudicado?”, afirmou.

Mexeu com todos

O episódio reuniu advogados e dirigentes que reafirmaram o papel da Ordem na defesa da classe e na preservação do funcionamento regular da Justiça.

Para o presidente da subseção, a atuação da seccional foi enérgica e exemplar: “Em nenhum momento eles hesitaram, em nenhum momento eles demoraram da resposta, eles agiram energicamente e exemplarmente como se espera em uma sede senal. Então eu gostaria de agradecer publicamente em nome da nossa diretoria, em nome da nossa subseção, em nome dos nossos advogados”.

Nas redes sociais, a OAB/PR parabenizou o TJ/PR pelo afastamento e afirmou que acompanhará de forma minuciosa o procedimento disciplinar.

 

Da Redação, com informações do Migalhas
Foto: Divulgação 

TCE-AM aplica multa a Bi Garcia por improbidades em Convênio de Parintins

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O Tribunal de Contas do Amazonas (TCE-AM) julgou parcialmente procedente a representação que apontava infração, com diversas improbidades referentes ao Termo de Convênio nº 05/2020, da Prefeitura de Parintins. O ex-prefeito Bi Garcia recebeu multa.

O pedido de medida cautelar foi apresentado pelo Ministério Público de Contas, por preencher os requisitos pré-estabelecidos. Foram constatadas deficiências no projeto básico lastreador da obra, falta de comprovação e de qualificação técnica da empresa contratada e falhas de fiscalização do instrumento contratual e da execução da obra.

Uma multa no valor de R$ 13,6 mil foi aplicada ao prefeito da época, Bi Garcia, por ter praticado grave ato de infração à norma legal ou regulamentar de natureza fiscal, contábil, financeira, orçamentária, entre outras irregularidades.

O mesmo valor de multa foi aplicado para o fiscal do termo de contrato, Diego Eduardo Cesar, pelos mesmos motivos que foram impostos ao ex-prefeito.

Ficou determinado que a Secretaria de Estado de Infraestrutura (Seinfra) empreenda medidas que sejam mais eficazes na garantia do controle e aplicação de recursos repassados em sede de convênios e demais transferências voluntárias.

Confira a decisão na íntegra:

TCE-Parintins (1)

 

Da Redação

3° mais votado nas eleições, vereador do PL é preso por suspeita de ajudar facção

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A Polícia Civil do RJ prendeu nesta terça-feira, 25,  um vereador de São João de Meriti, na Baixada Fluminense, durante a Operação Muro de Favores, que mira uma rede criminosa ligada à facção Terceiro Comando Puro (TCP), a 2ª maior do estado. Ernane Aleixo (PL) foi pego em casa, após agentes arrombarem o portão. Outras 4 pessoas foram presas.

Ernane, o 3º mais votado nas eleições do ano passado, é suspeito de oferecer suporte logístico e operacional à facção em troca de benefícios financeiros e eleitorais. Áudios e mensagens obtidos pelos investigadores indicam que ele teria fornecido maquinário e estrutura para a construção de barricadas em Vilar dos Teles, dificultando o acesso das forças de segurança e de serviços públicos às comunidades.

O delegado Vinícius Miranda afirmou ter identificado “uma clara troca de favores”. “Não só de favores, o que piora a situação. Houve o uso aparente de um bem público contra o povo, para erguer barricadas”, afirmou.

Na casa de Ernane, agentes apreenderam dinheiro em espécie. O vereador e a Câmara Municipal ainda não se manifestaram sobre o assunto.

Mandados

Agentes saíram para cumprir 8 mandados de prisão e 36 de busca e apreensão, expedidos pela 2ª Vara Criminal de Meriti. A ação foi deflagrada pela Delegacia de Combate às Organizações Criminosas e à Lavagem de Dinheiro (DCOC-LD) e integra a estratégia Barricada Zero, do governo do estado.

De acordo com as investigações, o TCP mantinha uma rede de “favores” envolvendo políticos locais para garantir o controle de áreas da Baixada Fluminense, como as comunidades Trio de Ouro (Meriti), Guacha e Santa Tereza (Belford Roxo). Há indícios de que Ernane também negociava vagas de emprego em hospital da região em troca de apoio político.

O núcleo investigado era chefiado por Marlon Henrique da Silva, o Pagodeiro, preso no ano passado e braço direito do traficante Geonário Fernandes Pereira Moreno, o Genaro, chefe do TCP na região. Pagodeiro confessou ter matado 3 vítimas, incluindo uma mulher, durante um confronto com facção rival há 2 anos.

Nesta terça, outra presa foi Luciana Adelia Theofilo, mulher de Pagodeiro. 

A operação busca desarticular a estrutura hierárquica e financeira do TCP, removendo barricadas e retomando o controle do Estado em comunidades da região.

Ainda segundo a Polícia Civil, o núcleo investigado atuava em crimes como tráfico de drogas, homicídios, extorsão de comerciantes e lavagem de dinheiro.

 

Da Redação, com informações do G1
Foto: Divulgação 

RR: Operação da PF investiga fraudes em contratações emergenciais com recursos da Covid-19

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Nesta terça-feira, 25, a Polícia Federal deflagrou a Operação Miqueias II, na qual cumpriu mandados de busca e apreensão em Boa Vista e Bonfim. A investigação apura irregularidades em contratações emergenciais realizadas pela Secretaria Municipal de Saúde durante a pandemia de Covid-19.

O objetivo da ação da PF foi a coleta de novos elementos que identifiquem os envolvidos e aprofundar as provas já obtidas, além de buscar a recuperação de recursos públicos desviados.

Os desvios ocorreram entre os anos de 2020 e 2021.

Segundo a PF, houve determinação, por parte da Justiça Federal, para o bloqueio e sequestro de bens e valores relacionados aos danos causados à União, incluindo o montante de R$914.215,28. Essas medidas visam garantir a reparação ao erário.

 

Com informações de Roraima em Tempo

PF, ICMBio e Funai inutilizam dragas e intensificam repressão ao garimpo ilegal no Amazonas

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A Polícia Federal, em ação conjunta com o ICMBio e a FUNAI, realizou entre os dias 22 e 24 de novembro, a Operação Hekurawetaris III, voltada ao combate de práticas criminosas que ameaçam territórios sensíveis da região amazônica.

Durante a operação, foram inutilizadas dez dragas, além de diversos equipamentos usados em atividades clandestinas na calha do Rio Boia, no município de Jutaí, no Amazonas. A medida foi considerada indispensável diante dos graves impactos ambientais provocados pelo garimpo ilegal, incluindo degradação acelerada, contaminação dos cursos d’água e avanço sobre áreas protegidas.

A ação integrada entre a PF, o ICMBio e a FUNAI reforça a importância da articulação entre órgãos federais para a proteção do meio ambiente, das terras indígenas e dos recursos naturais.

A PF mantém ações permanentes de fiscalização e enfrentamento ao garimpo ilegal na região, atuando de forma coordenada para assegurar a proteção ambiental e a preservação das áreas sob risco.

 

Da Redação com informações de PF

Foto: Divulgação/PF

PF faz operação contra comércio ilegal de ouro e cumpre mandados no Amazonas

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A Polícia Federal deflagrou, nesta terça-feira, 25, operação policial para combate a organização criminosa que estaria promovendo a comercialização ilegal de ouro obtido de forma ilícita. Policiais cumprem mandados de busca e apreensão nos estados de Goiás, Minas Gerais, Rio de Janeiro, Amazonas e Pará.

A Operação Provérbios 22:1 visa a coleta de mais elementos de provas com o fim de subsidiar/robustecer as informações policiais que já identificadas nas investigações. O grupo criminoso especializou-se na aquisição, transporte e a comercialização clandestina e ilegal de ouro obtido de forma ilícita, com a consequente lavagem de capitais com investimentos em veículos, bens móveis e imóveis dando aparência de legalidade aos proventos obtidos com a atividade criminosa desenvolvida por seus membros.

 

Da Redação com informações da PF 

Foto: Divulgação

 

 

O que acontece agora que Bolsonaro, Torres e Ramagem não recorreram ao STF?

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A defesa do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL), do deputado federal Alexandre Ramagem (PL-RJ) e do ex-ministro da Justiça Anderson Torres não apresentaram novos recursos de embargos de declaração ao STF (Supremo Tribunal Federal). O prazo para o envio desse tipo de recurso foi encerrado às 23h59 de segunda-feira, 24. 

A expectativa agora é de que as defesas apresentem os chamados “embargos infringentes”, um outro tipo de recurso que pode ser apresentado em até 15 dias após a publicação do acórdão.

Esse prazo se encerraria em 3 de dezembro. No entanto, pela jurisprudência do STF, os embargos infringentes só são permitidos quando há ao menos dois votos absolutórios no julgamento, o que não ocorreu para nenhum desses réus. Bolsonaro, Ramagem e Torres receberam apenas um voto pela absolvição, o do ministro Luiz Fux.

Diante disso, sem a apresentação do recurso cabível (embargos declaratórios) na última segunda-feira, Alexandre de Moraes não precisa aguardar os 15 dias previstos para os infringentes, podendo encerrar o processo antes. Caberá ao ministro decidir.

Para os réus que apresentaram o declaratório, a partir desta terça-feira, 25, Moraes tem duas opções: acolher os embargos e pautar o julgamento deles na Primeira Turma; ou considerá-los “protelatórios”, ou seja, voltados apenas a atrasar o fim da ação penal. Se optar pelo segundo cenário, o ministro deve declarar o trânsito em julgado do processo.

Com a certidão de trânsito em julgado, inicia-se a fase de execução penal, quando a pena passa a ser cumprida. É nesse momento que Bolsonaro deve ser preso de forma definitiva, e não mais preventiva, assim como os demais condenados pela trama golpista.

A pena de 27 anos e três meses à qual Bolsonaro foi condenado deve começar em regime fechado. Caberá a Moraes definir o local da prisão. Entre as possibilidades estão: manter o ex-presidente na cela especial da Superintendência da Polícia Federal; enviá-lo ao Complexo Penitenciário da Papuda; transferi-lo para um batalhão do Exército; ou autorizá-lo a cumprir prisão domiciliar.

A defesa deve insistir no pedido de prisão domiciliar na fase de execução penal.

 

Da Redação com informações de CNN Brasil

Foto: Divulgação

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