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Prefeitura de Manacapuru é alvo do TCE-AM por ilegalidades em pregão eletrônico

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A Prefeitura de Manacapuru realizou um pregão eletrônico para contratação de serviços laboratoriais, incluindo equipamentos automatizados em comodato, sistema de informação laboratorial com interfaceamento bidirecional, telemetria para monitoramento contínuo e plataforma digital para consulta de resultados com o intuito de atender à rede pública de saúde, mas foi denunciada ao Tribunal de Contas do Amazonas (TCE-AM), após serem apontadas supostas irregularidades no certame.

O Laboratório de Análises Clínicas Arnaldo Oliveira S/A entrou com pedido de concessão de medida cautelar, visando apurar o motivo de sua inabilitação por conta de uma ausência de apresentação de Certidão Simplificada da Junta Comercial.

No edital do certame não havia nenhuma cláusula referente à inabilitação por ausência da Certidão Simplificada, e as causas de inabilitação deveriam ser única e exclusivamente à documentação exigida de sociedades simples e de empresários individuais. Segundo a decisão monocrática, as cláusulas não se aplicam ao caso citado.

O relator do caso e conselheiro-substituto, Mário José de Moraes Costa Filho, ressaltou, por meio de outras decisões do Tribunal de Contas da União (TCU), que a exigência de certidão simplificada e a específica da junta comercial é considerada exigência abusiva.

Foi destacado pelo conselheiro que, em outro pregão, a mesma empresa foi indevidamente inabilitada sido concedida medida cautelar à nulidade do ato, determinando a convocação da licitante para prosseguimento do certame. “Causa estranheza que, mesmo após tal decisão, a Administração reincida nas mesmas práticas”, é ressaltado pelo relator na decisão.

O descumprimento das determinações acarretará o encaminhamento da cópia dos autos ao Ministério Público do Estado do Amazonas para apuração de eventual prática de ato de improbidade administrativa.

Foi reconhecida a nulidade do ato que desqualifica o Laboratório e ficou determinada a continuidade do certame com a imediata habilitação de representante, possibilitando o prosseguimento regular na licitação. A medida cautelar foi concedida e será investigada pela Secretaria Geral de Controle Externo (Secex) para apurar atos ilegais cometidos pela representada e possíveis danos ao erário.

Confira a decisão na íntegra:

 

Da Redação 

Após desfile na Sapucaí, TSE analisa possível propaganda irregular pró-Lula

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Encerrado na noite deste domingo, 15, o desfile em homenagem ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) na Marquês de Sapucaí, a atenção agora se desloca ao processo aberto no TSE (Tribunal Superior Eleitoral) que apura a configuração de propaganda eleitoral antecipada na apresentação.

Na semana passada, a Corte rejeitou um pedido de liminar para barrar o desfile de acontecer. A ação foi movida pelo Partido Novo, que denúnciava possível propaganda irregular e uso de recursos públicos no evento.

Segundo os ministros, barrar o desfile poderia ser considerado censura prévia, já que o TSE não pode impedir manifestações artísticas e julgar ilícitos que ainda não foram cometidos.

No entanto, todos os magistrados alertaram para o potencial ilegal do desfile e decidiram manter o processo em aberto para analisar as irregularidades que poderiam vir a ocorrer.

A relatora do caso na Corte é a ministra Estela Aranha, indicada por Lula em 2025. Com o desfile encerrado, os partidos que moveram a ação podem pedir à relatora a inclusão de novas provas contra Lula, o PT e a Acadêmicos de Niterói no processo.

O próximo passo seria a manifestação das partes acusadas. O Ministério Público Eleitoral também deverá emitir um parecer. Só depois o caso será julgado, a depender da inclusão dele na pauta, que é definida pela presidência do Tribunal. Hoje, a presidente é a ministra Cármen Lúcia. Em junho, Kássio Nunes Marques, indicado por Jair Bolsonaro (PL), assumirá o posto.

Na última quinta-feira, 12, quando o tribunal analisou o pedido de liminar para barrar o desfile, os ministros demonstraram preocupação com possíveis excessos na apresentação.

Nunes Marques afirmou que a Justiça Eleitoral estaria atenta ao desfile e a todos os fatos relacionados às eleições e que a negativa da liminar não representa um salvo-conduto.

A ministra Cármen Lúcia afirmou que o desfile configurava um “ambiente muito propício à ocorrência de excessos, abusos e ilícitos”, comparando-o a uma “areia movediça”, em que quem entra “sabe que pode afundar”.

Já o ministro André Mendonça destacou que, embora a homenagem possa ser vista como manifestação artística, o uso massivo de sons e imagens que remetam à disputa eleitoral pode violar a paridade de armas e confundir expressão cultural com propaganda vedada.

Propaganda antecipada

Pela legislação, a propaganda eleitoral só é permitida a partir de 5 de julho do ano da eleição. Antes disso, qualquer manifestação que busque influenciar o eleitor e angariar votos pode ser considerada propaganda antecipada.

Não há definição totalmente objetiva sobre o que configura a irregularidade. A análise é feita caso a caso, com base na interpretação dos juízes e em precedentes da Justiça Eleitoral. Um dos consensos, porém, é de que não pode haver pedido explícito de voto.

Também podem ser considerados indícios de propaganda irregular a referência ao processo eleitoral, exaltação de qualidades do possível candidato, menção a número de urna e ataques a adversários.

No caso do desfile na Sapucaí, um dos trechos do samba-enredo menciona “13 dias e 13 noites”, o que pode ser interpretado como referência ao número do PT, por exemplo.

A punição prevista é multa que varia de R$ 5 mil a R$ 25 mil, ou valor equivalente ao custo da propaganda, se este for maior. A penalidade pode atingir tanto quem divulgou quanto o candidato beneficiado.

Para evitar questionamentos, o diretório do PT no Rio chegou a divulgar orientações à militância. Entre as recomendações estavam não fazer pedido de voto, não usar número de urna ou slogan eleitoral e evitar impulsionamento com caráter eleitoral.

O partido também orientou que não fossem usadas roupas, bandeiras ou símbolos ligados ao número 13 ou às eleições de 2026, além de evitar frases como “Lula 2026” e ataques a adversários.

 

Da Redação com informações de CNN Brasil

Foto: Alex Ferro/Riotur

 

‘Audição’ para vice: Lula embaralha cenário e amplia disputa

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A disputa pela vaga de vice em uma eventual chapa de reeleição do presidente Lula (PT) voltou ao centro das articulações políticas após declarações recentes que deixaram em aberto a manutenção da parceria com o atual vice-presidente, Geraldo Alckmin (PSB).

Ao citar diferentes nomes com papel estratégico no cenário eleitoral, entre eles, o ministro da Fazenda, Fernando Haddad (PT), e a ministra do Planejamento e Orçamento, Simone Tebet (MDB), Lula alimentou as especulações e sinalizou que o roteiro da composição ainda está longe de um desfecho. O governador do Pará, Helder Barbalho (MDB), ainda tem esperança de ser escolhido, mas vê as chances diminuírem por não ter o mesmo nível de influência que os seus oponentes.

Nos bastidores, partidos avaliam cenários, testam alianças e calculam o peso político de São Paulo, principal colégio eleitoral do país, enquanto a cadeira de número dois do Planalto se transforma em uma das posições mais cobiçadas da pré-campanha.

Entre declarações estratégicas e movimentos calculados, o processo lembra menos uma decisão a ser definida e mais uma espécie de “audição política”, em que nomes se posicionam e aguardam o momento certo para entrar em cena.

 

Da Redação 

RR: Escolas em situação precária viram alvos de denúncia por conta de forros estragados e fossa aberta

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Um prédio na Comunidade Cachoeirinha, localizada no Baixo Rio Branco, em Caracaraí, região Sul de Roraima foi denunciado por conta de telhados podres, teto sem forro, madeiras em decomposição que comprometem a estrutura, sem contar a grande quantidade de fezes de morcegos dentro das salas de aulas.

A Escola Municipal Adonias Borges do Carmo e a Escola Estadual José Bonifácio fazem parte do mesmo prédio e ambas têm sido afetadas por conta da precariedade das unidades. Além disso, imagens também mostram que a fosse cedeu. Dessa forma, abrindo um buraco debaixo da escola, comprometendo ainda mais a segurança do prédio e dos estudantes.

Ainda segundo informações da denúncia, a previsão de retorno das aulas era para a segunda-feira, 19 de janeiro. Entretanto, a escola não dispõe de profissionais de serviços gerais, para limpar as salas, e alguns ventiladores não funcionam.

Em 2025, houve ordem de serviço para construção de duas escolas no Baixo Rio Branco, com investimento total de R$ 7,5 milhões. Uma das obras seria na Comunidade Cachoeirinha, com prazo para a execução de 300 dias, a partir do início das construções.

Nota da Seed

A Secretaria de Educação e Desporto informa que está atenta às demandas das comunidades ribeirinhas do Baixo Rio Branco. Em especial à comunidade escolar da Sala Anexa da Escola Estadual José Bonifácio, localizada na Comunidade Cachoeirinha, no município de Caracaraí.

A secretaria esclarece que está em andamento o processo de licitação para a construção de uma nova unidade escolar na comunidade, com estrutura composta por quatro salas de aula, visando oferecer melhores condições de ensino e aprendizagem para estudantes e profissionais da educação.

Quanto às demandas estruturais apontadas, o prédio é de responsabilidade do município de Caracaraí. No entanto, a Seed informa que encaminhou uma equipe do Departamento de Logística à região, para verificar in loco a situação e adotar as providências necessárias, para garantir a segurança de alunos, professores e demais servidores.

Sobre o fornecimento de merenda escolar, a secretaria destaca que o envio para as comunidades do Baixo Rio Branco é em parceria com a Secretaria do Trabalho e Bem-Estar Social de Roraima e com o Corpo de Bombeiros Militar de Roraima, considerando as especificidades logísticas da região. A merenda será encaminhada em conjunto com outros mantimentos transportados pela Setrabes, garantindo a regularização do abastecimento.

O Governo de Roraima reafirma seu compromisso com a qualidade da educação e com a segurança das comunidades escolares em todo o Estado.

 

Com informações de Roraima em Tempo

Senado tem 25 pedidos de impeachment contra o ministro Dias Toffoli

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O ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Dias Toffoli acumula 25 pedidos de impeachment no Senado. O levantamento não inclui a solicitação anunciada na quinta-feira, 12, pelo Partido Novo. Toffoli passou a sofrer pressões após virem a público informações sobre sua relação com o dono do Banco Master, Daniel Vorcaro.

Dos 25 pedidos que constam no sistema do Senado, três citam o Master como motivação. Ontem, o ministro decidiu deixar a relatoria do caso após a Polícia Federal apontar menções ao nome do magistrado no celular de Vorcaro. A decisão foi tomada depois de reunião com os demais ministros em exercício na Corte. Agora, André Mendonça substituirá Toffoli na condução da ação.

Previsto em lei desde 1950, o impeachment de ministros do STF nunca ocorreu. O processo, no entanto, segue regras parecidas com as aplicadas a presidentes da República.

A principal diferença está em quem pode dar andamento ao pedido. No caso do presidente da República, cabe ao presidente da Câmara aceitar a denúncia. Já para ministros do Supremo, essa decisão é do presidente do Senado – hoje, Davi Alcolumbre (União Brasil-AP).

Qualquer cidadão do país pode apresentar pedido de destituição de ministro do STF. Em dezembro, o ministro Gilmar Mendes chegou a proferir decisão que restringia essa possibilidade à Procuradoria-Geral da República (PGR), mas voltou atrás após críticas.

Pressão aumenta no Senado contra Toffoli

  • Toffoli, que acumula 25 pedidos de impeachment, deixou a relatoria do caso Banco Master. O banco é investigado pela PF por suspeita de fraude de R$ 12 bilhões em CDBs;
  • Três pedidos de 2026 citam o Banco Master e aguardam despacho;
  • Em 2025, há quatro representações pendentes, incluindo caso ligado à J&F;
  • Um pedido de agosto de 2025 menciona outros ministros do STF nominalmente. Já 16 ações entre 2015 e 2019 foram indeferidas pelo Senado;
  • Dois pedidos de 2021 passaram pela Advocacia-Geral do Senado.

Pedidos de impeachment contra Toffoli

Os três pedidos mais recentes, todos ligados ao caso Banco Master, foram protocolados em 26 de janeiro de 2026, 3 de fevereiro de 2026 e 6 de fevereiro de 2026. As representações foram apresentadas por civis e aguardam despacho de Alcolumbre.

Em 2025, há quatro pedidos ainda pendentes de análise inicial. Dois foram apresentados em 12 de agosto de 2025, um deles cita a decisão de Toffoli que, em 20 de dezembro de 2023, suspendeu o pagamento de multa de R$ 10,3 bilhões aplicada à J&F, do grupo JBS, em acordo de leniência da Lava Jato. Na decisão, o ministro apontou dúvidas sobre a voluntariedade do acordo e determinou a paralisação dos pagamentos.

Os pedidos que mencionam outros ministros do STF estão concentrados especialmente na representação de 12 de agosto de 2025, que cita nominalmente integrantes da Corte, como Alexandre de Moraes, Gilmar Mendes, Cármen Lúcia, Flávio Dino, Luiz Fux, Edson Fachin, André Mendonça, Nunes Marques, Luís Roberto Barroso, hoje aposentado, e Cristiano Zanin, além do próprio Toffoli.

Já os pedidos mais antigos, apresentados entre 10 de abril de 2015 e 6 de dezembro de 2019, somam 16 representações e foram todos indeferidos na fase inicial. Há também dois pedidos de 11 de maio de 2021 e 8 de junho de 2021, que chegaram a passar pela Advocacia-Geral do Senado.

Um dos pedidos, apresentado em 2019, tem como uma das autoras a vereadora Janaina Paschoal (PP-SP), que também assinou a petição de impeachment da ex-presidente Dilma Rousseff, protocolada em 2015 e aprovada em 2016.

Na terça-feira, 12, o partido Novo apresentou nova representação contra Toffoli. O anúncio foi feito em coletiva de imprensa no Congresso, mas o pedido ainda não foi protocolado oficialmente no sistema do Senado.

Relação de Toffoli com o caso Master

O Banco Master é alvo de apuração da Polícia Federal (PF) por suspeita de fraudes financeiras. Segundo os investigadores, a instituição pode ter movimentado cerca de R$ 12 bilhões com a emissão irregular de Certificados de Depósito Bancário (CDBs).

Toffoli é um dos sócios da Maridt Participações, empresa dirigida por irmãos dele e que fez negociações com um fundo gerido pela Reag, ligada ao Banco Master.

A Polícia Federal também encontrou conversas no celular de Vorcaro com menções a Toffoli. Em nota, o STF disse que não há cabimento para a arguição de suspeição contra Toffoli, mas que o ministro decidiu deixar a relatoria do processo.

 

Da Redação, com informações do Metrópoles
Foto: Divulgação

Saullo Vianna volta a Parintins e participa de abertura do ano letivo de 2026

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O deputado federal Saullo Vianna participou, nesta quinta-feira, 12, da abertura do Ano Letivo 2026 da rede pública de ensino de Parintins que reuniu, além do parlamentar, o prefeito Mateus Assayag e a vice, Vanessa Gonçalves, os senadores Omar Aziz e Eduardo Braga, o ex-prefeito Bi Garcia, a deputada Maira Dias, além de 1,7 mil profissionais da educação. 

Vianna e demais autoridades foram recebidos no aeroporto Júlio Belém por uma multidão de populares e por ritmistas da Marujada de Guerra, do Boi Caprichoso, e da Batucada do Garantido. O deputado federal destacou que já destinou R$ 5,2 milhões em emendas parlamentares para a educação do município.    

“Nós investimos muito na educação dos parintinenses, aplicados na construção, reforma e ampliação de cinco escolas, e na construção de dois ginásios poliesportivos. E não vamos parar por aí porque entendemos que só o conhecimento transforma realidades e a vida das pessoas”, revelou Saullo Vianna.  

Com o tema “Educação para todos: Educação que Acolhe, Cuida e Transforma – compromisso coletivo pela aprendizagem na rede municipal de Parintins”, a programação contou apresentações do planejamento e de alinhamento das ações pedagógicas e administrativas para o novo ano letivo, considerando as realidades urbana, suburbana e do campo.

Na cerimônia de abertura, que aconteceu na Arena Olímpica Rubem dos Santos, diante de professores que atuarão nas zonas urbana e rural de Parintins, Saullo Vianna ressaltou a importância dos profissionais da educação na formação de cidadãos plenos.

Segundo o prefeito Mateus Assayag, a Abertura do Ano Letivo 2026 é resultado de um planejamento construído de forma coletiva, com foco em uma gestão humanizada. 

“Neste ano de 2026 daremos continuidade à jornada pedagógica, fortalecendo a formação continuada em toda a rede municipal. Esse trabalho reafirma o nosso compromisso com uma educação de qualidade e com a valorização dos nossos profissionais, tanto na zona urbana quanto na zona rural”, destacou Assayag.

As aulas com os alunos da rede municipal de ensino começam no dia 23 de fevereiro, em todas as escolas, consolidando o planejamento pedagógico e as ações formativas desenvolvidas ao longo da abertura oficial, reafirmando o fortalecimento do trabalho colaborativo entre as escolas e a Secretaria Municipal de Educação.

 

Da Redação com informações da assessoria de imprensa

Foto: Divulgação

 

Flávio Bolsonaro confirma Michelle e Carlos ao Senado e Jair Renan à Câmara

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Em entrevista ao programa Pânico, da Jovem Pan, o filho do ex-presidente Jair Bolsonaro, o senador Flávio Bolsonaro (PL) declarou que Michelle e Carlos Bolsonaro disputarão o cargo no senado e Jair Renan deve vir ao cargo de deputado federal.

Carlos Bolsonaro e Jair Renan são pré-candidatos e concorrem no estado de Santa Catarina. Já Michelle deve ser pré-candidata pelo Distrito Federal. Atualmente, Carlos é vereador pelo Rio de Janeiro (RJ) e Jair Renan, vereador em Balneário Camboriú (SC). Michelle não tem cargo público e atua como uma das lideranças do PL Mulher.

Flávio foi escolhido como pré-candidato à Presidência pelo ex-presidente Jair, que está preso em Brasília pela condenação por tentativa de golpe de estado. Segundo o senador, a família terá papel importante e “vai ficar cada um me ajudando dentro da sua área e na internet”.

Ao ser questionado sobre quem será seu vice-presidente na chapa em outubro, Flávio disse que o nome está indefinido. “O vice é uma coisa que se decide mais para frente, de verdade, e é uma posição que pode ser usada para atrair um partido para a sua posição. E só pode ser de um partido”, afirmou.

Segundo o senador, definir um nome agora pode comprometer a rede de apoios com os partidos e pode abrir a possibilidade de induzir siglas não escolhidas a apoiarem outros candidatos à Presidência.

 

Com informações de G1

Portal da Transparência de Envira apresenta índices inexistentes e vira alvo do MPAM

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O Ministério Público do Estado do Amazonas (MPAM) instaurou um procedimento administrativo para acompanhar e fiscalizar o cumprimento das obrigações legais de transparência pública e o funcionamento do Portal da Transparência do município de Envira. A medida foi formalizada pelo promotor de Justiça substituto, Christian Guedes da Silva.

A iniciativa ocorre após avaliações recentes indicarem falhas graves na divulgação de informações públicas pelo município. De acordo com o Ranking da Transparência MPC/TCE-AM 2025, o Portal da Transparência da Prefeitura de Envira apresentou índices inexistentes de transparência, apontando que o sistema não estaria sendo alimentado de forma completa, clara e acessível, em possível descumprimento de normas legais.

Avaliação nacional identifica falhas 

Os resultados do Radar Nacional da Transparência Pública, elaborado pela Associação dos Membros dos Tribunais de Contas do Brasil (Atricon), também indicaram deficiência ou ausência de dados nos portais oficiais do ente público.

Além disso, a nota técnica do Centro de Apoio Operacional das Promotorias especializadas na Proteção e Defesa do Consumidor, dos Direitos Constitucionais do Cidadão e do Patrimônio Público (CAO-PDC) apresentou parâmetros mínimos legais que devem ser observados pelos municípios, incluindo checklist para fiscalização dos portais.

Como providência inicial, o Ministério Público determinou a expedição de ofícios ao prefeito, Ivon Rates, e ao presidente da Câmara de Vereadores de Envira. Ambos terão prazo de 30 dias para informar se possuem Portal da Transparência ativo, com indicação do endereço eletrônico; qual a periodicidade de atualização das informações; e quais dados mínimos exigidos pela legislação estão disponíveis.


Da Redação
Foto: Divulgação 

Após saída de Toffoli, André Mendonça é novo relator do caso Master no STF

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Após o ministro Dias Toffoli, do Supremo Tribunal Federal (STF), deixar a relatoria do caso Master, um novo magistrado foi sorteado. Agora, quem assume o processo é o ministro André Mendonça.
A distribuição ocorreu durante a noite desta quinta-feira, 12, depois que os 10 ministros da Corte assinaram nota conjunta, na qual disseram que, “considerados os altos interesses institucionais”, ficou acolhida a comunicação de Toffoli para deixar o caso.

A presidência do STF ainda adota as providências processuais para extinguir a arguição de suspeição aberta após envio de relatório da PF que apresentou “menções” a Dias Toffoli em materiais extraídos do celular do empresário Daniel Vorcaro, dono do Banco Master. O material foi apreendido na segunda fase da Operação Compliance Zero.

A decisão foi comunicada por meio de nota, assinada pelos 10 ministros do Supremo.

Veja íntegra:

Nota do oficial dos 10 ministros do STF

Os 10 Ministros do Supremo Tribunal Federal, reunidos em 12 de fevereiro de 2026, considerando o contido no processo de número 244 AS, declaram não ser caso de cabimento para a arguição de suspeição, em virtude do disposto no art. 107 do Código de Processo Penal e no art. 280 do Regimento Interno do STF.

Reconhecem, assim, a plena validade dos atos praticados pelo Ministro Dias Toffoli na relatoria da Reclamação n. 88.121 e de todos os processos a ela vinculados por dependência.

Expressam, neste ato, apoio pessoal ao Exmo. Min. Dias Toffoli, respeitando a dignidade de Sua Excelência, bem como a inexistência de suspeição ou de impedimento. Anote-se que Sua Excelência atendeu a todos os pedidos formulados pela PF e PGR.

Registram, ainda, que a pedido do Ministro Dias Toffoli, levando em conta a sua faculdade de submeter à Presidência do Tribunal questões para o bom andamento dos processos (RISTF, art. 21, III) e considerados os altos interesses institucionais, a Presidência do Supremo Tribunal Federal, ouvidos todos os Ministros, acolhe comunicação de Sua Excelência quanto ao envio dos feitos respectivos sob a sua Relatoria para que a Presidência promova a livre redistribuição.

A Presidência adotará as providências processuais necessárias, para a extinção da AS e para remessa dos autos ao novo Relator.

Assinam:
Luiz Edson Fachin, Presidente
Alexandre de Moraes, Vice-Presidente
Gilmar Mendes
Cármen Lúcia
Dias Toffoli
Luiz Fux
André Mendonça
Nunes Marques
Cristiano Zanin
Flávio Dino

Reunião convocada por Fachin

A reunião desta quinta terminou pouco depois das 20h (horário Brasília) e foi convocada pelo presidente do Supremo, ministro Edson Fachin, depois que a PF indicou, em documento enviado à Corte, ter encontrado, na extração de dados dos aparelhos do empresário Daniel Vorcaro, dono do Master, mensagens com menções ao ministro Dias Toffoli.

Conforme apurou a coluna, na reunião entre Fachin e os ministros, foi apresentado o documento encaminhado pela direção-geral da PF. O presidente do STF ouviu Toffoli sobre o conteúdo. Sigiloso, o material traz menções ao ministro e a negociações sobre o resort Tayayá, no Paraná, que esteve envolvido na teia do caso Master.

Mais cedo, nesta quinta, Toffoli admitiu ser sócio do tal resort, mas afirmou não ter relação com Vorcaro nem com seus familiares.

 

Da Redação com informações de Metrópoles

Foto: Vinicius Schmidt/Metrópoles

Toffoli negociou com colegas termos de saída do caso Master durante reunião

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A nota assinada por todos os ministros do STF (Supremo Tribunal Federal) que sela a saída de Dias Toffoli do caso Master foi fruto de um trabalho conjunto.
A reunião no STF durou cerca de três horas e foi dividida em duas etapas. A primeira, mais longa, levou duas horas e meia. A segunda foi mais breve e durou menos de 30 minutos.

Os termos da saída de Toffoli da condução da investigação que apura fraudes no Banco Master de Daniel Vorcaro foram negociados com os demais ministros.

Toffoli afirmou aos colegas que não fazia questão de seguir na relatoria do inquérito, mas foi enfático ao dizer que não sairia do caso por suspeição.

O ministro tem insistido ao longo dos últimos meses, e reforçou isso nesta quinta-feira, 12, a interlocutores, que não havia motivos para ser declarado suspeito.

A declaração da suspeição de Toffoli resultaria na anulação de todas as provas colhidas e atos proferidos pelo ministro desde que o caso chegou ao STF. Na prática, faria a investigação recomeçar do zero sem o aproveitamento das provas.
Os ministros também concordaram que não seria possível analisar o pedido de suspeição de Toffoli apresentado pela Polícia Federal. O entendimento compartilhado foi o de que a corporação não tem legitimidade para propor a solicitação.

Os ministros também criticaram a Polícia Federal durante o encontro por investigar o ministro sem ter havido autorização expressa do STF.

A solução encontrada foi Toffoli abrir mão do caso, cuja relatoria foi sorteada horas depois a André Mendonça. Na declaração final constou que a saída do ministro havia sido “a pedido”.

A decisão foi justificada na nota do STF levando em conta “o bom andamento dos processos e considerados os altos interesses institucionais”.
A pressão interna e, especialmente, a externa foram determinantes. A despeito de ministros relatarem reservadamente nas últimas semanas incômodo com as decisões de Toffoli, a nota respalda oficial e publicamente sua atuação.

Nela, todos os ministros reconhecem “a plena validade dos atos praticados” por Toffoli e expressam “apoio pessoal” ao ministro, “respeitando a dignidade de sua Excelência, bem como a inexistência de suspeição ou de impedimento”.

Durante a reunião, ministros defenderam que o STF desse uma resposta à sociedade. A avaliação dos magistrados é a de que a decisão tomada, com o anúncio da saída de Toffoli, alivia a pressão no tribunal e ajuda a reduzir, por ora, a crise de imagem do STF.

 

Da Redação, com informações de CNN Brasil

Foto: Divulgação