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Após 40 dias sem êxito na Justiça contra Pontual Pesquisas, Avante tenta emplacar discurso de fraude

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Após mais de 40 dias após a divulgação do primeiro estudo para a Prefeitura de Manaus no pleito de 2024, o Avante, do prefeito David Almeida, tenta emplacar um novo processo na Justiça Eleitoral contra o instituto Pontual Pesquisas alegando divulgação de Pesquisa Eleitoral Fraudulenta. 

A primeira ação contra o instituto ainda tramita no Tribunal Regional Eleitoral do Amazonas (TRE-AM) sem sucesso de êxito para o partido. Uma ação parecida, do Novo, foi arquivada pela Justiça Eleitoral amazonense e, pela jurisprudência, o mesmo pode ocorrer com a do Avante. 

David Almeida adota judicialização como estratégia política

O ‘modus operandi’ que David Almeida tem adotado é o de tentar censurar, por meio da Justiça, seus críticos toda vez que o cenário é desfavorável a ele. O político processou jornalistas que fazem cobranças à sua gestão e sua pré-candidatura. Outros pré-candidatos, como o presidente da Assembleia Legislativa do Amazonas (Aleam), Roberto Cidade, e o deputado federal Amom Mandel, também foram alvos. Agora, o prefeito parte para cima dos institutos de pesquisas numa tentativa de descredibilizar as pesquisas realizadas na cidade. Esse tipo de ação tem sido criticada nos bastidores políticos por falta de “fair play”, ou seja, ao invés de jogar limpo e fortalecer suas bases para conquistar a preferência do eleitorado, David e sua equipe preferem atacar adversários, institutos e quem faz cobertura política em Manaus. 

Dobradinha 

O advogado do Avante,  Vitor Jose Borghi, aparenta ter uma certa “sintonia” com o site RealTime1. Isso porque onde o analista fake do site informa que pode ter alguma irregularidade, o representante do partido entra com um pedido na Justiça alegando a suposta falha, logo em seguida. É como se o RealTime1 antecipasse e guiasse os passos do advogado, até mesmo nos pedidos de aplicação de multas. Exemplo disso, é que no dia 26 de março, o portal “cantou a pedra” dos movimentos do advogado do Avante e no dia 1º de abril, os pedidos alegados na matéria foram concretizados. 

A única pesquisa que o advogado do partido não entrou na Justiça para ter acesso aos dados e, até mesmo barrar a veiculação, foi a da Paraná Pesquisas, que mostrou o prefeito David Almeida à frente da corrida para a Prefeitura de Manaus. 

 

Da Redação 

Ilustração: Portal O Poder 

RR: PF pede ao STF para investigar Mecias por compra de votos. Senador diz que acusações são improcedentes

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A Polícia Federal (PF) pediu ao Supremo Tribunal Federal (STF) para investigar o senador roraimense Mecias de Jesus (Republicanos) por suposta compra de votos na eleição suplementar da cidade de Alto Alegre, ocorrida no dia 28 de abril. Mecias é o atual líder da bancada do Republicanos no Senado.

Ao Estadão, o senador Mecias de Jesus disse que já prestou todos os esclarecimentos à PF. Disse ainda que o dinheiro não estava com ele ou no carro dele, e que se destinava a pagar custos de uma propriedade rural dele no município.

“Todos os esclarecimentos necessários já foram prestados à Polícia Federal em momento oportuno diante das autoridades. É importante reafirmar que a quantia encontrada não estava com o Senador ou dentro de seu veículo e destinava-se a quitação de custeios e manutenção de propriedade privada no município. Seguimos confiando no esclarecimento dos fatos”, disse ele, em nota.

Na representação ao STF, a PF afirma existirem “fortes indícios” de envolvimento do senador na tentativa de compra de votos – há duas semanas, o motorista dele foi preso em flagrante com R$ 50 mil em notas de R$ 100 escondidas no corpo. Em nota, o senador disse que já prestou todos os esclarecimentos à PF, e que o dinheiro era para pagar custos de uma propriedade dele no município.

A prisão do motorista foi no dia 25 de abril, uma quinta-feira, três dias antes da eleição. Ao receber uma denúncia anônima, a Polícia Federal revistou dois suspeitos que estavam em um estabelecimento em Alto Alegre. No corpo de um deles, encontrou R$ 50 mil em notas de R$ 100, “divididas entre a cintura e as meias”, segundo divulgou a corporação, à época. O homem chama-se Josiran Silva Cruz Barbosa, e seria motorista de Mecias de Jesus, segundo a PF.

Três dias após a prisão de Josiran, os eleitores de Alto Alegre foram às urnas e elegeram o candidato apoiado por Mecias de Jesus e pelo governador do Estado, Antonio Denarium. Engenheiro civil de formação, Wagner Nunes (Republicanos) teve 4.702 votos (46,4% do total), superando o outro candidato, Valdenir Magrão (MDB), que obteve 4.070 sufrágios.

A eleição de Alto Alegre foi realizada após o prefeito anterior, Pedro Henrique Machado (PSD), ter o mandato cassado pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE) em fevereiro deste ano, justamente por compra de votos.

No pedido ao Supremo Tribunal Federal, a PF diz não haver dúvida de que o dinheiro apreendido com Josiran pertencia ao líder do Republicanos, e ressalta ainda que o candidato a prefeito que acabou vencendo o pleito estava sendo apoiado pelo senador. Hoje, a investigação está sendo conduzida na 3ª Zona Eleitoral de Alto Alegre. Com pouco mais de 21 mil habitantes, Alto Alegre está localizada a 91 km da capital de Roraima, Boa Vista.

 

Da Redação com informações do Blog Expedito Perônico

Foto: Divulgação

Saiba quanto Santa Isabel do Rio Negro irá pagar pelo cachê de Léo Magalhães

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O prefeito de Santa Isabel do Rio Negro (a 596 quilômetros de Manaus), José Beleza, contratou o cantor Léo Magalhães por meio da Inexigibilidade de Licitação nº 001/2024 para fazer um show durante a festa de visitantes do Festival de Quadrilha. O Despacho de Homologação foi assinado na quarta-feira, 8, e publicado no diário da Associação Amazonense de Municípios (AAM).

Beleza irá pagar para a Top Primer Produções Musicais LTDA, inscrita no CNPJ nº 25.376.809/0001-43, o valor global de R$ 350 mil. Veja:

 

Priscila Rosas, para Portal O Poder 

Foto: Divulgação

Municípios amazonenses recebem R$ 172 milhões de FPM nesta sexta-feira

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A transferência de R$ 9.751.207.790,08 para os cofres das prefeituras, referentes ao primeiro decêndio do Fundo de Participação dos Municípios (FPM) do mês, ocorre ao longo desta sexta-feira, 10 de maio. A Confederação Nacional de Municípios (CNM) calcula que o valor total ficará em R$ 7.800.966.232,06 por conta da retenção constitucional para o Fundo de Manutenção e Desenvolvimento da Educação Básica e de Valorização dos Profissionais da Educação (Fundeb).

O montante é parte da arrecadação federal com os Impostos de Renda e Sobre Produtos Industrializados (IR e IPI) entre os dias 20 e 30 do mês passado. Com base nos dados disponibilizados pela Secretaria do Tesouro Nacional (STN), levantamento da CNM indica crescimento de 6,48% nos valores, em comparação com o valor do primeiro repasse de maio do ano passado, que foi de pouco mais de R$ 9,1 bilhões.

Esse crescimento no primeiro repasse de maio, no entanto, reduz para 3,32% quando se retira o efeito da inflação. O mesmo ocorre com o valor total repassado aos Entes municipais de janeiro até agora, o aumento de 11,42% baixa para 7,16% ao retirar o efeito da inflação do período. Nos primeiros meses de 2023, foram transferidos R$ 70,2 bilhões às prefeituras e, no mesmo período do ano atual, R$ 78,2 bilhões.

Expansão e cuidados

Sobre os recursos destinados aos cofres municipais, vale destacar que a arrecadação federal bateu recorde em março deste ano, quando somou R$ 190,611 bilhões de imposto e tributos. O levantamento da CNM aponta expansão da base de cálculo do FPM no primeiro decêndio de maio, de R$ 40,7 bilhões para R$ 43,3 bilhões. “O fator preponderante para o crescimento de 6,5% do FPM foi a expansão de R$ 2,32 bilhões do IRPJ [Imposto de Renda de Pessoa Jurídica], obtido a partir do lucro das grandes empresas e da expansão de R$ 1,03 bilhões do IPI”, diz a nota.

Apesar do resultado positivo do fundo, o presidente Paulo Ziulkoski aconselha a aplicação cuidadosa dos recursos, lembrando que a tendência de crescimento está abaixo do observado em 2021 e 2022; e por ser ano eleitoral é necessário atentar às exigências legais, como as previstas nas Leis de Responsabilidade Fiscal e eleitoral, por exemplo. Os cuidados devem ser redobrados, pois além dos prazos, limites e proibições, os prefeitos não devem gastar mais do que arrecadam, não devem endividar o Município e não podem deixar débitos sem os recursos previstos.

Amazonas

 

 

Da Redação, com informações da CNM

Foto: Reprodução

Cássio Borges toma posse como membro do TRE- AM

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Na manhã desta sexta-feira, 10, o juiz Cássio Borges tomou posse como membro do Tribunal Regional Eleitoral do Amazonas (TRE-AM). O magistrado foi eleito em fevereiro deste ano, por votação quase unânime, para assumir a vaga de Victor Liuzzi.

“Cumprirei os deveres do cargo em conformidade com a Constituição Federal e as leis da República”, disse o novo membro do TRE-AM.

Participaram da solenidade demais membros dos órgãos judiciários, além do vice-governador do Amazonas, Tadeu de Souza. “O currículo de Cássio Borges é exemplar e mostra uma trajetória dedicada ao conhecimento jurídico, ao longo de mais de 20 anos de carreira”, disse.

 

 

Da Redação

MPAM impede Lúcio Flávio de comprar carros com valor milionário

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O prefeito de Manicoré (a 333 quilômetros de Manaus), Lúcio Flávio, foi orientado a anular um Pregão Presencial referente a compra de veículos. A recomendação é do Ministério Público do Amazonas (MPAM).

Os veículos seriam destinados para a Secretaria de Saúde de Manicoré. No entanto, por conta de possíveis irregularidades, Lúcio Flávio foi impossibilitado de comprar os novos carros para a cidade.

Em caso de descumprimento da decisão do MPAM, o prefeito poderá responder judicialmente por suas ações ou omissões que, por ventura, caracterizam a prática de atos de improbidade administrativa. No ano passado, o Portal O Poder divulgou matéria em que Lúcio Flávio gastou mais de R$ 4 milhões para comprar veículos automotores.

 

 

Da Redação

Eletrobras joga pesado para receber dívida de R$ 10 bi da Amazonas Energia

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A Eletrobras está buscando de diversas formas garantir o recebimento de seus créditos junto à Amazonas Energia, distribuidora que foi privatizada em 2018, mas que ainda traz prejuízos à ex-estatal e acumula uma inadimplência de 10 bilhões de reais.

A situação da distribuidora de energia amazonense teve importante impacto negativo sobre a receita da Eletrobras no primeiro trimestre, haja vista o não reconhecimento de 432 milhões de reais referentes à Amazonas, segundo balanço divulgado pela companhia.

“A companhia tem trabalhado intensamente na busca pelo recebimento de seus créditos, é um volume muito expressivo, já alcança 10 bilhões de reais… Temos buscado não só ações de natureza legal, mas também discussões intensas com a Aneel e o próprio Ministério de Minas e Energia”, disse o CEO da Eletrobras, Ivan Monteiro, em teleconferência nesta quinta-feira.

Segundo a Eletrobras, a Amazonas Energia não realiza nenhum pagamento desde novembro, quando a agência reguladora recomendou ao governo a caducidade da concessão após negar um plano de transferência de controle apresentado pelo atual concessionário, o grupo Oliveira Energia.

“Já temos nesse momento judicializadas as execuções contra a Amazonas Energia em mais de três quartos do valor total da dívida que eles têm com o grupo, os processos de cobrança estão em andamento, com atuação bastante forte da Eletrobras”, disse o vice-presidente jurídico, Marcelo de Siqueira Freitas.

“Mas nós iremos sim, na sequência, adotar algumas medidas legais mais incisivas, com objetivo de cessar essa situação de inadimplência corrente e também buscar os créditos passados”, acrescentou o executivo.

A privatização da Amazonas Energia foi um processo à época visto com ceticismo pelo mercado, uma vez que a concessão, além de acumular elevados prejuízos, tem uma natureza complexa, por envolver região de floresta e atendimento a comunidades isoladas.

Segundo o diagnóstico da Aneel e governo, o grupo Oliveira Energia não foi capaz de melhorar a concessão do ponto de vista econômico-financeiro e operacional.

Em fevereiro, o Ministério de Minas e Energia divulgou um relatório no qual aponta a necessidade de troca do controlador da distribuidora e também mudanças legislativas para garantir a sustentabilidade da concessão.

À espera do governo

De acordo com o vice-presidente regulatório da Eletrobras, Rodrigo Limp, a companhia tem expectativa de que o governo proponha medidas para viabilizar a troca de controle.

“Especialmente depois da recomendação de caducidade da Aneel, o atual controlador vem demonstrando crescente perda de condições de prestação dos serviços… Trabalhamos com cenário de termos avanço no curto prazo em termos de troca de controle”, afirmou Limp.

Questionados se o tema da Amazonas poderia ser incluído nas negociações com a União em torno do poder de voto do governo na empresa, o CEO da Eletrobras afirmou que não comentaria, porque as discussões no âmbito da câmara de conciliação são sigilosas.

Ainda na teleconferência, os executivos comentaram que a companhia está avançando no desinvestimento de usinas termelétricas, prevendo conclusão do processo ainda em 2024, e que estudará os próximos leilões de transmissão, para avaliar eventual participação.

“Já estamos olhando para o leilão (de transmissão) de setembro… Estamos estudando e no tempo vamos decidir estratégia de participação ou não”, disse Élio Wolff, vice-presidente de estratégia e de desenvolvimento de negócios, lembrando que existem ainda cerca de 25 bilhões de reais em projetos previstos para serem licitados entre 2025 e 2026.

 

 

Com informações do swissinfo.ch

Em Manacapuru, Wilson Lima recebe Título de Cidadão e inaugura iluminação pública de LED

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O governador Wilson Lima (União Brasil) entregou, na quinta-feira, 9, o novo sistema de iluminação pública de LED em Manacapuru (a 68 quilômetros de Manaus) e reforçou os setores social e primário do município com fomento a instituições sociais e aquisição e entregas de alimentos adquiridos da agricultura familiar. As entregas somam investimentos de R$ 13,3 milhões. O governador também recebeu o título de cidadão manacapuruense.

“Estamos vindo aqui para fazer algumas entregas, inauguramos hoje a iluminação pública que são 4,1 mil pontos, toda a led, que ilumina mais e gera pelo menos 40% de economia em energia elétrica”, destacou o governador. “Enfim, a gente está fazendo uma série de ações que são importantes para Manacapuru e que assistem principalmente aquelas pessoas mais necessitadas“, afirmou.

Também estiveram com o governador o deputado estadual Cristiano D’Angelo; a vice-prefeita de Manacapuru, Valcileia Flores; o prefeito de Novo Airão, Frederico Junior; o presidente da câmara de Manacapuru, vereador Tchuco Benício; e secretários do Governo do Amazonas.

A sede do município recebeu 4.166 pontos de LED pelo Programa Ilumina+ Amazonas, com investimento de R$ 9,3 milhões. Executado pela Unidade Gestora de Projetos Especiais (UGPE), o programa está modernizando o sistema de iluminação pública do interior do Estado. Já foram alcançados 40 municípios e 62 comunidades rurais e indígenas, onde foram implantados 70.670 pontos de LED.

Fomentos e cidadania

O governador Wilson Lima, por meio do Fundo de Promoção Social e Erradicação da Pobreza (FPS), entregou fomentos e equipamentos que somam R$ 3,2 milhões para 16 entidades do setor primário de Manacapuru, o que auxiliar no aumento da produtividade, aperfeiçoamento no escoamento, mecanizar o plantio e colheita e tornar os processos mais sustentáveis.

Entre as entregas estão placas solares, câmara frigorífica, caminhão baú, tratores, implementos agrícolas, triciclos, carro utilitário, roçadeiras e tratoritos. As entregas feitas pelos editais de chamamento público do FPS beneficiam mais de 10,3 mil pessoas direta e indiretamente.

“Hoje, para nós, é um dia muito importante para a minha comunidade, porque a gente está recebendo R$ 230 mil em implementos agrícolas para a agricultura familiar. Dentro da nossa comunidade isso vai nos ajudar bastante, porque vai facilitar a mão de obra, o desenvolvimento da plantação, da colheita, porque nós tínhamos muitas dificuldades”, disse Iane Alves, 56, presidente da comunidade São João que existe há 11 anos, onde moram 131 famílias.

O governador também levou ao município ações itinerantes de cidadania, por meio da Secretaria do Estado de Justiça, de Direitos Humanos e Cidadania (Sejusc). Foram entregues oito carteirinhas de Passe Legal, 17 carteirinhas de identificação da Pessoa com Deficiência (CIPCD) e 21 da Pessoa com Transtorno do Espectro autista (Ciptea). Além disso, três instituições da cidade receberam um total de 750 cestas de alimentos.

Produção rural

Por meio da Secretaria de Estado de Produção Rural (Sepror), o governador entregou 1,2 mil mudas de citros e de café, e realizou a compra de mais de quatro toneladas de alimentos da agricultura familiar, adquiridos por meio do Programa de Aquisição de Alimentos (PAA), do Governo Federal, executado pelo Estado. Os alimentos serão destinados à Cooperativa Mista Agropecuárias de Manacapuru (Comapem), para atender famílias em vulnerabilidade social e nutricional.

O governador também entregou à produtores rurais 593 documentos referentes ao setor primário, incluindo Cartões do Produtor Primário (CPP) e Cadastros Nacionais da Agricultura Familiar (CAF), emitidos e renovados pelo Instituto de Desenvolvimento Agropecuário e Florestal Sustentável do Estado do Amazonas (Idam), além de R$ 84,4 mil em crédito rural para custeio e investimentos em pesca e horticultura, por meio da Agência de Fomento do Amazonas (Afeam).

Também por meio da Afeam, o governador concedeu a 68 produtores rurais o benefício do perdão total ou parcial de dívidas, totalizando R$ 1,1 milhão, como medida de estímulo e fortalecimento aos que foram afetados pela estiagem de 2023.

Por meio da Agência de Desenvolvimento Sustentável do Amazonas (ADS), o governador realizou a assinatura de contratos do Programa de Regionalização da Merenda Escolar (Preme), beneficiando 27 produtores rurais, com cerca de R$ 719,3 mil. O programa é executado pela ADS, em parceria com a Secretaria de Estado de Educação e Desporto Escolar, que visa atender estudantes com alimentos de qualidade. Também foram entregues dois aeradores, equipamento que oxigena a água.

Outras agendas

Ainda em Manacapuru, ao lado do procurador-geral de Justiça Alberto Rodrigues do Nascimento Júnior, o governador Wilson Lima participou da entrega da nova sede do Ministério Público do Amazonas (MPAM). A estrutura é a maior sede da promotoria de Justiça no interior do Amazonas. A nova instalação recebe o nome de Giovanni Figliuolo, ex-procurador de justiça, e possui um ambiente mais amplo e acessível.

Wilson Lima também recebeu, na Câmara Municipal de Manacapuru, o Título de Cidadão da cidade. A proposta é do vereador Wanderley Soares Barroso e considera os relevantes serviços prestados pelo governador do Amazonas ao município, conhecido como a princesinha do Solimões.

“Me sinto muito honrado com essa deferência da câmara de vereadores, que representa o povo e isso me aumenta mais ainda a responsabilidade, sendo agora manacapuruense, em continuar trabalhando cada vez mais para trazer melhores condições de vida para quem mora aqui”, concluiu o governador.

“Aliados”

Durante o evento, o deputado estadual Cristiano D’Angelo (MDB) que é irmão do prefeito de Manacapuru Beto D’Angelo, (Republicanos), fz um discurso acalorado e parabenizou o governador Wilson Lima e afirmou que é um defensor dele na Assembleia Legislativa do Estado do Amazonas (Aleam).

Vale ressaltar que na ultima eleição para governo do Amazonas, nem Cristiano D’Angelo e nem Beto D’Angelo apoiaram Wilson Lima no primeiro e no segundo turno. Mas, de acordo com fontes dos bastidores políticos existe uma forte tendência que a partir de agora o deputado estadual e o prefeito se tornem aliados do governador.

 

 

Da Redação, com informações da Secom

Foto: Reprodução

RR: Portaria que visa controlar redes sociais de PMs gera polêmica

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O Governo do Estado de Roraima causou alvoroço nesta quinta-feira, 9, com a publicação da Portaria Nº 685/PMRR/QCG/DCS/DCS, datada de 26 de abril de 2024, que aprova o Regulamento do Uso de Redes Sociais e Aplicativos de Mensagens da Polícia Militar de Roraima. Sob o pretexto de preservar a imagem institucional da PMRR, a medida, vista por alguns como controversa, visa controlar estritamente a conduta dos policiais militares nas redes sociais.

Segundo o documento, o regulamento proíbe explicitamente qualquer exposição que possa prejudicar a segurança institucional, pessoal, de familiares e terceiros, bem como a percepção de vantagem econômica ou patrimonial através do uso indevido da identidade visual da PMRR nos meios digitais. Além disso, fica vetada a publicidade de ocorrências, missões, ações, operações, apurações ou investigações policiais militares, sob pena de punições severas.

O parágrafo único do artigo 1º do regulamento ressalta que o documento não proíbe a manifestação dos policiais militares em suas redes sociais pessoais, desde que essas manifestações não tenham objetivo lucrativo, comercial ou de monetização de conteúdo.

Essa portaria, que se aplica aos policiais militares da ativa e inativos, bem como aos servidores públicos civis da instituição, tem causado reações divergentes na sociedade roraimense. Enquanto alguns aplaudem a iniciativa como uma forma de manter a ordem e a disciplina na corporação, outros a veem como uma tentativa de cercear a liberdade de expressão dos policiais militares.

Veja documento aqui. 

 

Da Redação 

Foto: Divulgação

Moro entra na pauta de julgamentos do TSE

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O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) marcou o julgamento do senador Sergio Moro (União Brasil) para as sessões dos dias 16 e 21 de maio.

O Ministério Público Eleitoral apresentou parecer ao TSE na terça-feira, 7, defendendo rejeição dos recursos contra a absolvição de Moro da acusação de abuso do poder econômico durante a pré-campanha eleitoral de 2022.

Os recursos à decisão do Tribunal Regional Eleitoral do Paraná (TRE-PR), que absolveu Moro, foram apresentados no mês passado pelo PL e pelo PT.

Acusação

A chapa de Moro foi acusada de caixa dois, utilização indevida O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) marcou o julgamento do senador Sergio Moro (União Brasil) para as sessões dos dias 16 e 21 de maio.

Em parecer emitido pela Procuradoria Regional Eleitoral do Paraná em dezembro de 2023, os procuradores Marcelo Godoy e Eloisa Helena Machado descartaram as acusações de uso indevido de comunicação social e de caixa dois.

No entanto, os procuradores entenderam que houve abuso de poder econômico devido ao gasto de pelo menos R$ 2 milhões durante a pré-campanha, feito com investimentos conjuntos do Podemos e do União Brasil.

Os procuradores também analisaram o fato de que a pré-campanha de Moro, em um primeiro momento, estava voltada para a corrida presidencial. Por fim, o parecer recomendou a cassação da chapa e a inegibilidade de Sergio Moro.

Decisão do TRE-PR

Por maioria dos votos, o TRE-PR decidiu contra a cassão de Moro. Quatro desembargadores seguiram o voto do relator Luciano Carrasco Falavinha Souza e entenderam que as acusações não procedem. O julgamento foi finalizado no dia 9 de abril, em Curitiba.

Ao longo do julgamento, os desembargadores apresentaram diferentes interpretações de quais gastos informados nos processos deveriam ser considerados gastos de campanha e de pré-campanha.

Entre os valores estão, por exemplo, gastos com alimentação, contratação de escritórios de advocacia, empresas de comunicação, locação e aluguel de carros.

Dessa forma, houve divergência entre os membros da Corte quanto à soma a ser considerada dos valores gastos no período por Moro e, por consequência, se houve abuso de poder econômico.

Falavinha, relator do caso, entendeu que as acusações contra o senador por abuso de poder econômico na eleição de 2022 não procedem.

Ele destacou que despesas de eventos realizados por Moro em outros estados na pré-campanha à presidência foram consideradas como pré-campanha ao Senado pelos partidos autores das ações.

Ainda votaram contra a cassção os desembargadores Anderson Ricardo Fogaça, Sigurd Roberto Bengtsson, Guilherme Frederico Hernandes Denz e Claudia Cristina Cristofani.

Já os desembargadores José Rodrigo Sade e Julio Jacob Junior votaram a favor da cassação e pela inelegibilidade de Moro.

Após a decisão, Moro disse que a Corte preservou a “soberania popular” e “honrou os votos de quase 2 milhões de paranaenses”.

 

Da Redação com informações de G1

Foto: Divulgação