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Congresso promulga reforma tributária com presença de Lula

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O Congresso Nacional promulgou nesta quarta-feira, 20, a emenda constitucional da reforma tributária após mais de 30 anos de tramitação. Houve participação da cúpula dos três Poderes na cerimônia.

O que aconteceu

  • O presidente Lula (PT) e o ministro Fernando Haddad marcaram presença. Também participaram os presidentes da Câmara e do Senado, deputado Arthur Lira (PP-AL) e senador Rodrigo Pacheco (PSD-MG), respectivamente, do vice Geraldo Alckmin (PSB) e do presidente do STF, Roberto Barroso. 
  • A base governista saudou o petista durante o ato. Gritaram: “Lula, guerreiro do povo brasileiro”. A oposição tentou encampar um “cachaceiro” em vez do guerreiro, mas foi abafada.
  • As mudanças só serão concluídas só em 2033. Até lá, há um período de transição e de regulamentação de diversos trechos. O Executivo terá até 180 dias a partir da promulgação para enviar os projetos de lei complementar que regulamentarão a reforma.
  • Pacheco exaltou o texto como “vitória do Congresso”. Teve elogio para Lira e para todos os parlamentares envolvidos no processo.

“Fomos capazes de superar as incertezas. Fomos capazes de superar as dificuldades do processo, de fazer valer os princípios democráticos, de dialogar com a sociedade, com o governo, com os agentes públicos, com os agentes privados. A reforma ora promulgada é produto do diálogo democrático. E esse é um mérito excepcional deste Parlamento.”, disse Rodrigo Pacheco (PSD-MG), presidente do Senado.

  • A proposta foi aprovada duas vezes na Câmara. O texto foi aprovado em definitivo pela Câmara na última sexta-feira, 15, em vitória para o governo Lula. Em votação no mês passado, senadores alteraram o conteúdo da reforma, por isso a Câmara teve que apreciar novamente o projeto.
  • Os deputados aprovaram com boa margem de folga. No primeiro turno, foram 371 votos favoráveis e 121 contrários. Já no segundo turno o placar ficou em 365 a 118. Eram necessários ao menos 308 votos.
  • Haddad foi o responsável por negociar a reforma com o Congresso. O ministro da Fazenda articulou um texto em comum com Lira e Pacheco, além dos relatores nas duas Casas.
  • O presidente da Câmara foi o principal fiador da proposta e trabalhou para finalizar a votação ainda neste ano. Para conseguir quórum, convocou sessão semipresencial com desconto no salário de quem não votasse.

“O Congresso Nacional aprovou a reforma porque não havia mais como adiá-la. A reforma tributária se impôs porque o Brasil não podia mais conviver com o atraso.”, comemorou Rodrigo Pacheco, presidente do Senado.

Cesta básica nacional

  • O relator da medida na Câmara, Aguinaldo Ribeiro (PP-PB), retirou do texto um dos modelos de cesta básica aprovado pelos senadores. A “cesta básica estendida” previa produtos com alíquota reduzida em 60% e com cashback obrigatório.
  • A proposta estabelece apenas a “cesta básica nacional” com isenção de imposto. De acordo com o texto, os produtos que compõem a cesta serão definidos em projeto de lei complementar, que ainda será discutida e votada pelo Congresso Nacional.
  • O relator manteve a inclusão de um cashback obrigatório — ou seja, a devolução do imposto pago pelo consumidor — para famílias de baixa renda na compra do gás de botijão. Os senadores já tinham incluído o reembolso sobre a conta de luz.

Aumento para auditores

  • Os deputados ainda emplacaram um aumento salarial para auditores municipais e estaduais. A categoria ganhará igual aos ministros do STF. A sugestão foi feita pelo bloco MDB, PSD, Republicanos e Podemos. A remuneração dos magistrados é de R$ 41.650,92.
  • Outra mudança feita na Câmara excluiu cinco setores no regime específico da reforma, que terão regras próprias de tributação. Na prática, eles serão tributados no novo modelo de imposto.

São esses:

  • serviços de saneamento e de concessão de rodovias;
  • serviços de transporte aéreo;
  • operações que envolvam a disponibilização da estrutura compartilhada dos serviços de telecomunicações;
  • bens e serviços que promovam a economia circular;
  • operações com microgeração e minigeração distribuída de energia elétrica.

Menos imposto para armas

  • A bancada da bala conseguiu retirar um imposto maior para armas e munições.
  • Apresentado pela bancada do PL, o destaque pediu a retirada do imposto seletivo, cobrado de itens e serviços prejudiciais à saúde e ao meio ambiente, incluído pelos senadores.

Montadoras e Zona Franca de Manaus

  • O relator decidiu manter a prorrogação dos incentivos fiscais às montadoras do Norte, do Nordeste e do Centro-Oeste. Pelo texto, o benefício servirá para veículos elétricos ou híbridos que utilizem etanol, além de carros flex — que utilizam gasolina e etanol.
  • A proposta manteve ainda o IPI (Imposto de Produtos Industrializados) para produtos similares aos da Zona Franca de Manaus. Também fixou uma alíquota zero em 2027 para os itens que não tenham industrialização incentivada na região.
  • Foi tirada a Cide, um imposto para tributar os produtos de outras regiões do país que concorrem com os itens produzidos na Zona Franca de Manaus. A retirada do Cide era uma demanda dos deputados, que enfrentavam resistência do relator no Senado, Eduardo Braga (MDB-AM).

Criação do IVA

A proposta cria o IVA (Imposto sobre o Valor Agregado) no sistema tributário nacional. Os cinco impostos que existem hoje serão substituídos por dois IVAs:

  • O imposto federal CBS (Contribuição sobre Bens e Serviços), que passa a reunir PIS, Cofins e IPI;
  • O tributo estadual e municipal IBS (Imposto sobre Bens e Serviços), que reúne o ICMS (estadual) e o ISS (municipal).

Imposto reduzido

A proposta no Senado prevê o corte de 60% de tributos para mais de dez setores. Ou seja, a alíquota que será cobrada será de 40% do IBS (estadual e municipal) e do CBS (federal). Os beneficiários são:

  • serviços de educação;
  • serviços de saúde;
  • dispositivos médicos;
  • dispositivos de acessibilidade para pessoas com deficiência;
  • medicamentos;
  • produtos de cuidados básicos à saúde menstrual;
  • serviços de transporte público coletivo de passageiros rodoviário e metroviário de caráter urbano, semiurbano e metropolitano;
  • alimentos destinados ao consumo humano;
  • produtos de higiene pessoal e limpeza majoritariamente consumidos por famílias de baixa renda;
  • produtos agropecuários, aquícolas, pesqueiros, florestais e extrativistas vegetais in natura;
  • insumos agropecuários e aquícolas;
  • produções artísticas, culturais, de eventos, jornalísticas e audiovisuais nacionais, atividades desportivas e com e comunicação institucional;
  • bens e serviços relacionados a soberania e segurança nacional, segurança da informação e segurança cibernética.

Profissionais liberais

Foi mantida a possibilidade de reduzir em 30% os tributos cobrados na prestação de serviços de profissionais liberais. Pelo texto, uma lei complementar vai determinar os profissionais beneficiados.

 

Da Redação com informações de UOL

Foto: Agência Senado

Queda de arrecadação impossibilita pagamento do abono do Fundeb em Manaus

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O prefeito David Almeida (Avante) informou nessa terça-feira, 19, que não haverá pagamento de abono do Fundo de Manutenção e Desenvolvimento da Educação Básica e de Valorização dos Profissionais da Educação (Fundeb) aos servidores da Educação municipal. O motivo seria que Manaus recebeu menos recursos federais em 2023 e com a queda não houve sobras para compor o abono.

Segundo o prefeito, Manaus recebeu menos recursos federais para a Educação em 2023 do que em 2022. Com a queda de repasses, não houve sobras para compor o abono.

“Esse ano recebemos menos do que no ano passado. Não temos saldo para fazer o abono. Então, nosso compromisso é pagar a data-base no momento adequado”, frisou o prefeito. 

Veja vídeo:

 

Da Redação 

Foto: Divulgação

Amazonas será contemplado com novos aeroportos até 2026

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O ministro de Portos e Aeroportos, Silvio Costa Filho, anunciou, na segunda-feira, 18, a primeira etapa do Programa de Universalização do Transporte Aéreo, com estratégias para redução dos preços de passagens aéreas e redução dos custos de operações no Brasil, em 2024. Entre as três principais medidas anunciadas, Costa Filho prevê a construção de 120 novos aeroportos no Brasil até 2026, quando o governo federal trabalha com a expectativa de transportar até 150 milhões de passageiros.

O ministro apontou o trabalho que está sendo feito ao lado da Agência Nacional de Aviação Civil (Anac), no Brasil. “Até 2026, temos um volume de investimentos privados na ordem de mais de R$ 6 bilhões e nós queremos fazer, entre privados e públicos, mais 120 novos aeroportos no país, tanto novos, quanto aeroportos mais modernos e requalificados nesses próximos três, quatro anos.

“Na Amazônia, a nossa expectativa é que possamos fazer mais de dez novos aeroportos. A gente quer ampliar mais 30 a 40 novos aeroportos do Nordeste e aeroportos requalificados. A gente espera que agora em janeiro, no mais tardar, no início de fevereiro, ao lado do TCU (Tribunal de Contas da União), a gente possa lançar esse programa que dialogue com o maior volume de investimentos da história do país, investimentos aeroportuários, que serão fundamentais. não só para o turismo de lazer, para o turismo de negócios e para a gente ajudar a saúde pública brasileira”, disse. 

Outras ações

Costa Filho também destacou que a pasta trabalha em conjunto com Ministério de Minas e Energia para reduzir o preço do querosene de aviação (QAV), que representa cerca de 36% do preço das passagens aéreas no Brasil. Segundo o ministro, a Petrobras reduziu o valor do litro do combustível em 19%, em 2023, na comparação com o preço praticado em 2022.

“Ao longo deste ano, sobretudo nos últimos cinco meses, a gente tem trabalhado com a Petrobras e com o Ministério das Minas e Energia, e tivemos uma queda ainda maior. Mas, em relação ao QAV de 2022 em relação a 2023, nós tivemos uma redução em 19% do querosene da aviação. Sabemos que ainda é alto. A gente está perseguindo e vamos continuar perseguindo a redução do QAV, ao longo do ano de 2024”.

Outra questão levantada pelo ministro é que quase 80% dos processos judiciais mundiais contra as companhias aéreas ocorrem no Brasil, o que impactaria fortemente no custo das operações da aviação brasileira. Significa que as aéreas gastam mais de R$ 1 bilhão por conta da judicialização no Brasil.

O ministro Silvio Costa Filho declarou que montou uma força-tarefa e tem buscado alternativas, sobretudo ao lado do poder Judiciário, para evitar a excessiva judicialização, sem deixar de preservar os direitos dos consumidores finais. “Preservar a sociedade brasileira, mas que a gente possa criar regras, criar de fato mais segurança para não haver essa enxurrada de judicialização que a gente vem tendo no Brasil. Isso vem impactando fortemente, também, o preço das passagens aéreas no Brasil”.

O diretor da Anac, Tiago Sousa Pereira, apresentou alternativas ao processo judicial. Primeiramente, a agência reguladora orienta ao passageiro que tiver algum problema com a companhia aérea que tente resolver a questão diretamente com a empresa. Se não for possível, que use o portal consumidor.gov.br, do Ministério da Justiça e Segurança Pública. O serviço público faz a intermediação entre consumidores e empresas para solução administrativa de conflitos de consumo pela internet. “É muito melhor do que judicializar. É melhor para todo mundo, reduz custo para todo mundo e o objetivo final é resolver o problema do consumidor. Além disso, a agência (Anac) utiliza esses dados da plataforma para verificar se uma companhia está fugindo da curva, está atuando melhor ou atuando pior”.

A Anac também atua com servidores descaracterizados em circulação nos aeroportos para verificar como as companhias aéreas prestam o serviço aos passageiros.

Voa Brasil

O ministro disse que o programa Voa Brasil será anunciado oficialmente na segunda quinzena de janeiro de 2024 e, em seguida, setores específicos da sociedade já poderão ser beneficiados pela oferta de passagens aéreas a preços acessíveis.

“O Voa Brasil será para públicos específicos que a gente vai apresentar, agora, em janeiro. É concomitante a essa primeira etapa, que está sendo apresentada. O Voa Brasil é mais um programa que a gente vai buscar e perseguir passagens mais acessíveis para a população brasileira, para determinados segmentos da sociedade. É importante deixar claro que não é passagem a R$ 200 para todo mundo”.

Companhias aéreas

A apresentação da primeira etapa do Programa de Universalização do Transporte Aéreo, contou com a presença de chief executive officer (CEO), ou diretor executivo, das três maiores companhias aéreas do Brasil, responsáveis pelo transporte aéreo de 98% dos passageiros nos pais: a Azul Linhas Aéreas Brasileiras, a GOL Linhas Aéreas e a Latam Airlines Brasil.

Os representantes justificaram que o aumento dos preços das passagens no Brasil tem como principais causas os altos juros praticados no país, o preço do querosene de aviação, a falta de acesso a crédito para absorver prejuízos durante a pandemia de covid-19 e o elevado índice de judicialização de questões aéreas por consumidores brasileiros. “Nós temos passagens que são caras e não estamos ganhando dinheiro”, declarou o CEO da Azul Linhas Aéreas Brasileiras, John Rodgerson.

O CEO da Gol, Celso Ferrer, declarou que o setor aéreo tem tentado construir o futuro da aviação no país. “O diálogo tem sido muito aberto, as companhias têm tido a oportunidade de apresentar pleitos estruturantes”.

O CEO da Latam no Brasil, Jerome Cadier, concordou com os apontamentos feitos pelos diretores das empresas concorrentes e fez um balanço sobre a atuação da companhia no Brasil. Jerome afirmou também quê confia na expansão do mercado nacional. “A gente está apostando no mercado brasileiro. Esse mercado vai crescer”.

Crescimento da aviação

Durante a entrevista coletiva à imprensa, o ministro Silvio Costa Filho antecipou que o número de passageiros internacionais e nacionais em aeroportos de todo país, subirá de 98 milhões, em 2022, para mais de 115 milhões de passageiros, no fechamento de 2023. “Estamos falando no crescimento de mais de 15% da aviação brasileira de 2023”.

Ele também declarou que o governo brasileiro tem focado em aumentar o número de visitantes internacionais. “No ano passado, tivemos 2 milhões de turistas estrangeiros que vieram visitar o Brasil. Este ano, nós estamos passando de 4 milhões. Estamos mais do que dobrando em 2 milhões um número de passagens internacionais no pais. Isso dialoga com o esforço que a gente tem procurado fazer, que é de trazer novos voos internacionais de companhias aéreas que vêm operar aqui no Brasil, companhias internacionais, como também voos low cost, que a gente espera, ao lado do Ministério do Turismo, ampliar agora no ano de 2024”.

 

Da Redação com informações do site Panrotas

Foto: Divulgação

 

Ex-primeira dama rifa vestido usado na posse de Milei

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A ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro decidiu rifar o vestido que usou na posse do novo presidente da Argentina, Javier Milei, no dia 10 de dezembro, em Buenos Aires.

Michelle prometeu doar o dinheiro arrecadado com a rifa para uma instituição de caridade de Brasília que acolhe pessoas de até 59 anos de idade com múltiplas deficiências.

A meta, segundo aliados da ex-primeira-dama, era arrecadar ao menos R$ 30 mil, montante que a instituição de caridade precisa para fechar as contas de dezembro.

veja vídeo:

Henrique Souza, com informações de Metrópoles 

Imagem: divulgação

Porto Chinês no Peru pode ser porta da ZFM para o Pacífico

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O megaprojeto bilionário do porto de Chancay, no Peru, pode encurtar em um terço o tempo médio que a produção brasileira leva para chegar ao Oriente.⁠

⁠Por ali, devem ser escoados desde materiais para a transição energética, como o lítio, a alimentos e produtos industrializados.⁠

No comando da Secretaria de Desenvolvimento, Ciência, Tecnologia e Inovação (Sedecti), o ex-deputado Serafim Corrêa também destacou que o Porto de Chankay no Peru será muito importante na logística da América do Sul.

“Ao que sei a integração com o Amazonas para idas e vindas será pelos rios peruanos com o Rio Solimões . Acontecendo isso será muito bom”, disse.

⁠Com inauguração prevista para o próximo ano, o porto conta com um investimento da China na América Latina de natureza e porte inéditos. É o primeiro terminal marítimo na região com maioria de capital chinês. ⁠

⁠Também é uma das principais iniciativas do ambicioso plano de investimentos de Pequim conhecido como One Belt, One Road (Um Cinturão, uma Rota, em tradução livre), ou “Nova Rota da Seda”, que busca transformar a geografia econômica global, como apontam especialistas.⁠

⁠Ao mesmo tempo, a construção do porto de águas profundas, que criará uma nova conexão que vem sendo apelidada de “Xangai-Chancay”, é vista com preocupação pelo governo dos Estados Unidos.⁠

⁠O receio dos americanos é que isso amplie ainda mais a influência e fortaleça os laços comerciais (e oficiais) de Pequim com países da América do Sul e contribua para que a China controle o fornecimento de materiais críticos na região.⁠

 

Da Redação, com informações da BBC Brasil

Foto: Reprodução 

Elon Musk reage à ameaça de Janja de processá-lo após invasão hacker

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O bilionário Elon Musk, proprietário da rede social X (antigo Twitter), comentou, na madrugada desta quarta-feira (20/12), a declaração da primeira-dama do Brasil, Rosângela da Silva, a Janja, de que iria processá-lo após a invasão hacker que sofreu no perfil dela na plataforma, na última semana.

Durante o programa Conversa com o Presidente, nessa terça-feira (19/12), Janja cobrou uma regulação das redes e lembrou que, durante uma hora e 30 minutos, quando os invasores estavam em poder da conta dela, “o ‘seu’ Elon Musk fico muito mais milionário com aquele ataque”.

Ao lado do marido, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), Janja garantiu: “Eu não sei nem onde processá-los. Se eu processo no Brasil, se eu processo nos Estados Unidos… Porque processá-los eu vou, de alguma forma”, apontou.

Janja foi vítima de uma invasão ao perfil dela no X (antigo Twitter), no dia 11 de dezembro. Diversas mensagens ofensivas foram postadas no perfil, por cerca de uma hora e meia. Em seguida, a rede social bloqueou publicamente as mensagens.

“Eu fico imaginando: eu sou uma pessoa pública, e foi tão difícil que o Twitter derrubasse, congelasse minha conta. [Demorou] Uma hora e meia. Por uma hora e meia, o Elon Musk ficou muito mais milionário com aquele ataque”, frisou.
Apesar de estar “acostumada” com ataques de ódio nas redes sociais, a primeira-dama defendeu que a invasão aos perfis dela foi algo “muito mais invasivo”. Ela destacou que pretende processar as plataformas em que foi hackeada, sem citar especificamente alguma.

Henrique Souza, com informações de metrópoles 

Imagem: divulgação 

Operacionalização de hospital em Uarini vai custar mais de R$ 3,1 milhões

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fardamentos uarini

O prefeito de Uarini (a 564 quilômetros de Manaus), Antônio Uchoa (PSD), assinou um contrato de mais de R$ 3,1 milhões. O valor será para admitir profissionais para o Hospital Regional Franco Lopes.

A assinatura do contrato data do dia 1⁰ de outubro e tem vigência de 12 meses. A empresa contratada para o serviço é a J G Consultoria e Assessoria na Área de Saúde LTDA (CNPJ 10.840.632/0001-17).

O objeto do contrato é o serviço de fornecimento, gerenciamento e operacionalização de profissionais de nível superior da área de saúde.

 

Da Redação O Poder 

Foto: Reprodução 

Lula chama Dino de “Comunista do Bem” e diz que ele fica no governo até 8 de janeiro

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O presidente Lula (PT) disse nesta quarta-feira (20) que Flávio Dino ficará à frente do ministério da Justiça até 8 de janeiro, quando o governo realizará um ato com os demais poderes para marcar um ano dos ataques às instituições.

O titular da pasta é quem organiza o formato do encontro, que ainda não está definido.

O chefe do Executivo disse ainda que Dino é “comunista do bem”, e voltou a dizer que ele deverá se manifestar nos autos, não ficar dando “palpite em entrevistas”.

“Ele vai ficar como ministro até dia 8 [de janeiro], porque nós estamos convidando para um ato para lembrar a tentativa de golpe dia 8 de janeiro. Estamos tentando convocar ato, que vai ser convocado por mim, pelo presidente da Suprema Corte, presidente do Senado e da Câmara, Flávio Dino está articulando para ver qual é o plenário que a gente vai fazer”, disse.

Ele completou ainda dizendo que quer a presença de todos os seus 38 ministros no evento, que ainda não tem formato definido, mas deve ocorrer na Congresso, segundo Lula.

A declaração foi dada durante a abertura da quarta e última reunião ministerial de seu primeiro ano de governo. As anteriores foram em 15 de junho, 10 de abril e 6 de janeiro.

Ao citar Dino, Lula arrancou aplausos dos participantes. “Segundo a extrema-direita, foi primeiro comunista a assumir a Suprema Corte. E espero que seja comunista do bem, que tenha amor, carinho e, sobretudo, que seja justo”, afirmou.

Ele já havia chamado o ministro de comunista antes, mas de outra forma. Na última quinta-feira (14), ele havia dito que seu governo conseguiu colocar o primeiro “ministro comunista” no STF (Supremo Tribunal Federal), em alusão à aprovação de Flávio Dino para ocupar cadeira na corte.

“Vocês não sabem como eu estou feliz hoje. Pela primeira vez na história desse país, nós conseguimos colocar na Suprema Corte um ministro comunista, o companheiro Dino”, disse Lula, um dia após a confirmação de seu indicado no Senado. Atualmente no PSB, Dino foi filiado ao PC do B.

Na última reunião ministerial, em junho, a Esplanada ainda tinha 37 ministérios e os ministros do centrão, André Fufuca (Esportes) e Silvio Costa Filho (Portos e Aeroportos), ainda não haviam entrado no governo.

À época, Lula disse que estava encerrada a fase em que ministros apresentam novas ideias e projetos, para iniciar uma etapa apenas para cumprir tudo o que foi pensado e planejado.

“A gente vai ter que lançar esse programa [Novo PAC], porque vocês sabem que daqui para a frente a gente vai ser proibido de ter novas ideias, a gente vai ter que cumprir aquilo que a gente já teve capacidade de propor até agora. A única coisa que pode mudar são a criação de escolas, porque cada vez que uma pessoa pede uma escola, eu vou dizer que nós vamos fazer”, afirmou o mandatário.

“[Que] essa reunião possa dar para nós, sobretudo para os companheiros da Casa Civil, que recebe os projetos, que a gente possa sair daqui com a certeza que o governo já tem no papel e na cabeça tudo aquilo que a gente vai fazer até o dia 31 de dezembro de 2026”.

Em abril, por sua vez, Lula aproveitou seu discurso, na reunião de balanço dos cem dias de governo no Palácio do Planalto, para fazer desagravo ao ministro Fernando Haddad (Fazenda) e cobrar medidas de titulares, de forma direta ou não.

 

Henrique Souza, com informações de Jornal de Brasília 

Imagem: divulgação

CCJR da Aleam fecha o ano com balanço positivo e dados recordes

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A Comissão de Constituição, Justiça e Redação (CCJR) da Assembleia Legislativa do Estado do Amazonas (Aleam) terminou o ano com um balanço positivo e dados recordes. A CCJR recebeu 1.338 proposituras para análise e conduziu um total de 39 reuniões em 2023, nas atividades dos últimos anos da comissão.

A Comissão ainda concluiu os trabalhos nos dois últimos biênios, ou seja, em quatro anos, com 2.762 projetos analisados, uma média de 690 proposituras apreciadas ao ano.

O presidente da CCJR, deputado estadual Delegado Péricles (PL), afirmou que a comissão conta com mais seis parlamentares como membros e outros três como suplentes, é a “porta de entrada” de toda matéria legislativa que tramita na Casa. O deputado Péricles destacou ainda o trabalho recorde realizado este ano por todos os membros da CCJR, atribuindo o bom resultado de 2023 à implantação das sessões virtuais.

“A CCJR vem realizando um trabalho sério e efetivo ao longo dos últimos cinco anos. Este ano conseguimos manter o fluxo de trabalho, após implementarmos as sessões virtuais, o que resultou nesse dado recorde de projetos analisados. Em 2024 iremos seguir os trabalhos de forma concreta, com o mesmo ritmo de 2023, para mantermos a celeridade na análise dos projetos na Aleam”, afirmou.

Dados

Dentre as 1.338 proposituras analisadas, incluindo Projetos de Lei Ordinárias, Projetos de Resolução Legislativa, Projetos de Leis Complementares, de Decretos Legislativos e Proposta de Emenda à Constituição, 1.031 receberam aprovação com pareceres favoráveis dos membros da comissão, seguindo o processo legislativo e sendo encaminhados à respectiva comissão temática. Desses, 307 projetos foram arquivados devido a algum vício ou inconstitucionalidades identificadas.

Além disso, a CCJR conduziu um total de 29 Reuniões Ordinárias, cinco Reuniões Extraordinárias e cinco Reuniões Virtuais, utilizando o Sistema de Apoio ao Processo Legislativo (SAPL).

Relatorias

Sobre o quantitativo de pareceres relatados pelos membros da comissão, o presidente da CCJR, deputado Delegado Péricles, foi relator de 380 projetos; a deputada Débora Menezes, vice-presidente da Comissão, foi designada relatora em 142 projetos; já a deputada Alessandra Campêlo foi designada relatora em 121 projetos; o deputado Carlinhos Bessa ficou responsável em elaborar o parecer de 207 projetos; o deputado Felipe Souza foi designado relator em 164 projetos; o deputado Thiago Abrahim relatou 129 projetos, e deputado Wilker Barreto analisou 142 projetos.

Sobre a CCJR

Desde 2019, com a aprovação do Projeto de Resolução Legislativa nº 50/2019, todas as matérias, ainda em regime de urgência, passarão obrigatoriamente pelo crivo da CCJR antes de seguir para as demais comissões no trâmite legislativo e, finalmente, ser apreciado em plenário pelos deputados.

A CCJR tem como atribuições verificar o aspecto constitucional, legal, jurídico, regimental e de técnica legislativa de proposições sujeitas à apreciação da Assembleia Legislativa e de matérias que lhe sejam encaminhadas; estabelecer direitos e garantias fundamentais, a organização do Estado e de seus poderes e as funções essenciais à justiça; verificar a criação, incorporação, fusão, subdivisão, desmembramento e intervenção estadual em Município, e por fim, a redação final de proposições.

 

 

Da Redação, com informações da Aleam

Foto: Reprodução

Aleam avaliará Mensagem Governamental sobre Fundo Especial da PGE

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Os deputados da Assembleia Legislativa do Estado do Amazonas (Aleam) vão avaliar a Mensagem Governamental nº 141/2023, enviada pelo governador Wilson Lima (União Brasil), referente ao Projeto de Lei que “Altera na forma especifica, a Lei nº 3.698 de 26 de dezembro de 2011, que ‘Cria o Fundo Especial da Procuradoria Geral do Estado (Fundpge). A matéria vai passar pelas comissões especiais da Aleam e deve ser votado na volta do recesso parlamentar, em fevereiro de 2024.

De acordo com a matéria, o artigo 3.º da Lei n.º 3.698, de 26 de dezembro de 2011, passa a vigorar com as seguintes modificações:

I – alteração do inciso VIII e inclusão do inciso IX, com a seguinte redação:

VIII – receitas provenientes do Tesouro, incluídas nessas:

a) o valor correspondente a 10% (dez por cento) do total dos
montantes inscritos na Dívida Ativa Estadual e efetivamente recolhidos a favor
da Fazenda Pública, por ocasião da atuação direta da Procuradoria Geral do
Estado da persecução do crédito de natureza tributária ou não tributária;

b) o valor correspondente a 10% (dez por cento) do produto das
alienações judiciais ou extrajudiciais provocadas por atuação direta da
Procuradoria Geral do Estado;

c) os recursos provenientes das quantias que reverterem ao Tesouro
Estadual pela aplicação do teto constitucional aos valores recebidos por cada
servidor da Procuradoria Geral do Estado;

IX – eventuais recursos que lhe forem expressamente atribuídos.”
II – inclusão do § 3.º, com a seguinte redação:

“Os valores em favor da Fazenda Pública nas hipóteses do inciso VIII,
“a” e “b”, serão destacados e diretamente destinados ao FUNDPGE.”

De acordo com a Mensagem Governamental, o governador Wilson Lima afirma que “em reconhecimento à essencialidade da Procuradoria Geral do Estado, editou a Lei 3.698/2011, que criou o Fundo Especial da Procuradoria-Geral do Estado – FUNDPGE, “com a finalidade de complementar os recursos financeiros indispensáveis ao custeio e aos investimentos da Procuradoria, voltados para a consecução de suas finalidades institucionais”, afirma trecho do documento.

Por meio deste Fundo, a Procuradoria-Geral do Estado do Amazonas custeia importantes e indispensáveis melhorias para o exercício de seu mister, podendo ser citado, como exemplo, o aperfeiçoamento funcional dos servidores, bem como a modernização e o investimento da Procuradoria para consecução de suas finalidades institucionais.

 

 

Augusto Costa, para O Poder

Foto: Reprodução