Uma fiscalização realizada no Centro de Referência de Assistência Social (CRAS) de Humaitá passou a ser acompanhada pelo Ministério Público do Amazonas (MPAM) e vem gerando repercussão no município. O caso envolve o vereador Dr. Amadeu Neto e o secretário municipal de Assistência Social, Ariones Dias.
Segundo o parlamentar, ele foi impedido de fiscalizar cestas básicas armazenadas no CRAS durante uma visita ao local. Em contrapartida, uma servidora da unidade registrou acusação de agressão física contra o vereador.
Vídeos divulgados nas redes sociais mostram o momento em que o secretário afirma que não permitirá a entrada do vereador na sala. Em seguida, o parlamentar tenta acessar o ambiente, enquanto o secretário tenta impedir sua entrada fechando a porta, que é danificada. Após o episódio, passaram a circular nas redes sociais versões que apontavam uma suposta agressão do vereador contra uma servidora que estava saindo da sala no momento da confusão.
Veja o momento:
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Diante das acusações, Amadeu Neto solicitou ao Hospital Regional de Humaitá acesso às imagens e ao prontuário médico da servidora, alegando ser vítima de denunciação caluniosa. O pedido, contudo, foi negado. Posteriormente, o Ministério Público requisitou as informações ao hospital e também solicitou ao vereador documentos, testemunhas e demais elementos que possam comprovar sua versão dos fatos, além de esclarecimentos sobre a origem da denúncia.
O parlamentar também afirma ter sido alvo de ameaças de morte durante a tentativa de fiscalização. Além disso, há suspeitas sobre a destinação das cestas básicas armazenadas no CRAS, em razão da grande quantidade de itens estocados no local.
Da Redação
Foto: Reprodução/Redes Sociais

