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PF faz operação contra suspeitas de ‘rachadinha’ e assessores fantasmas; vereador do PL é investigado

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A Polícia Federal (PF) deflagrou, nesta terça-feira, 24, uma operação contra suspeitas de desvio de recursos eleitorais e de contratação de funcionários fantasmas em troca de apoio político dentro da Câmara Municipal de Angra dos Reis, no Rio de Janeiro.

O vereador Greg Duarte (PL) está entre os alvos de mandados de busca e apreensão, segundo informações obtidas pelo blog. Procurado, ele nega qualquer irregularidade no cumprimento de contratos e na contratação de serviços.

Policiais federais cumprem cinco mandados de busca e apreensão, expedidos pela Justiça Eleitoral, nas cidades de Angra dos Reis, Rio de Janeiro e Juiz de Fora (MG). A operação é chamada de Caça Fantasmas.

Entre os casos investigados está o de uma assessora parlamentar que cursa medicina, presencialmente e em tempo integral, em Juiz de Fora (MG).

Ela também trabalha como cirurgiã-dentista no local. Ou seja, não poderia atuar no gabinete em Angra dos Reis, onde é contratada.

Se trataria de um ecossistema formalmente instituído e voltado ao aparelhamento de cargos públicos para fins eleitorais, mediante vinculação de pessoas sem efetiva contraprestação laboral, associada à possível exigência de repasse de valores oriundos das remunerações percebidas pelos ocupantes dos cargos, prática comumente conhecida como “rachadinha'”, diz a PF.

As diligências ocorrem em endereços vinculados aos investigados, incluindo residências, um escritório de advocacia e um gabinete parlamentar na Câmara Municipal de Angra dos Reis.

Como funcionava o esquema?

As investigações apontam para o uso da máquina pública para práticas criminosas, com nomeação de assessores parlamentares sem efetivo exercício funcional. Na prática, isso sugere que haveria uma ligação entre a ocupação de cargos públicos e a obtenção de apoio político e financeiro.

A PF também apura se essas ligações eram usadas como mecanismo de sustentação de base política, inclusive, como recebimento e envio de dinheiro público por fora dos registros oficiais de campanha.

Investigadores relatam o uso de declarações falsas de prestação de contas eleitorais. Entre as irregularidades estão a omissão de despesas e inserção de informações incorretas sobre a contratação de serviços e envio de recursos de campanha.

Os investigados poderão responder pelos crimes de falsidade ideológica eleitoral, peculato, desvio e abuso de poder político e econômico, sem prejuízo de outras infrações que possam ser identificadas no decorrer das apurações.

O que diz o vereador

O vereador Greg Duarte afirmou que as suspeitas de declaração falsa “não procedem”. Informou que os serviços prestados são de caráter jurídico e serviços de mídia.

Segundo ele, a assessora apontada como funcionária fantasma “faz análise de pautas e projetos de lei de forma remota”. Ela é indicada de um parente do advogado dele. Também entende que nenhum assessor é obrigado a cumprir expediente em gabinete. E disse que ela presta serviços.

A Câmara Municipal de Angra dos Reis enviou uma nota à imprensa. Veja na íntegra:

“A Câmara Municipal de Angra dos Reis, no exercício de sua missão constitucional como Casa do Povo e guardiã da legalidade no âmbito municipal, vem a público manifestar-se acerca da Operação Caça Fantasmas, deflagrada pela Polícia Federal na manhã desta terça-feira, 24 de março.

Esta Casa Legislativa reafirma seu mais profundo respeito e apoio ao trabalho da Polícia Federal. Entendemos que as instituições republicanas devem atuar com independência e rigor para garantir a transparência e a correta aplicação dos recursos públicos. A Câmara Municipal não apenas chancela, mas sustenta a necessidade de uma apuração minuciosa sobre quaisquer indícios de irregularidades que envolvam o uso do aparato público.

Informamos que a Câmara atuará de forma proativa e diligente para auxiliar as autoridades em todas as fases da investigação. Colocamo-nos à inteira disposição para fornecer todos os elementos, documentos e acessos que forem necessários para a elucidação dos fatos. Nosso compromisso é com a verdade e com a justiça, sem espaço para omissões.

Ressaltamos que, até o presente momento, esta Câmara Municipal não teve acesso formal aos autos da investigação, desconhecendo o teor detalhado dos elementos probatórios colhidos. Tão logo as informações sejam compartilhadas pelo Judiciário e pela Polícia Federal, as medidas administrativas cabíveis serão rigorosamente adotadas, respeitando-se o devido processo legal.

A Câmara Municipal de Angra dos Reis reitera que as atividades legislativas seguem em curso, mantendo o foco no atendimento às demandas da nossa cidade. A investigação de condutas individuais, isoladas em um gabinete parlamentar, não deve e não irá paralisar o compromisso desta Casa com o interesse público.”

 

Da Redação, com informações do G1
Foto: Divulgação/PF

Após renúncia, TSE retoma julgamento que pode tornar Castro inelegível

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O TSE (Tribunal Superior Eleitoral) retoma nesta terça-feira, 24, o julgamento que pode tornar o ex-governador do Rio de Janeiro Cláudio Castro (PL) inelegível por até oito anos, um dia após ele anunciar a renúncia ao cargo.

A saída ocorre em meio ao avanço do processo na Justiça Eleitoral, que apura suposto abuso de poder político e econômico nas eleições de 2022, no âmbito de irregularidades envolvendo a Fundação Ceperj e a Uerj (Universidade do Estado do Rio de Janeiro).

O julgamento foi iniciado em novembro do ano passado e já conta com dois votos pela cassação do mandato e pela declaração de inelegibilidade. A análise havia sido suspensa após pedido de vista do ministro Nunes Marques.

Antes da interrupção, a relatora Isabel Gallotti votou pela cassação de Castro e também do presidente afastado da Alerj, Rodrigo Bacellar, defendendo ainda a realização de novas eleições no estado.

Apesar da renúncia, o processo segue no TSE e pode resultar na inelegibilidade de Castro, já que o Ministério Público Eleitoral também pede a aplicação da sanção.

Nos bastidores, a decisão de deixar o cargo na véspera do julgamento é vista como uma estratégia política, que também visa evitar um “vexame” público diante de uma decisão desfavorável da Corte. A medida pode tentar esvaziar a discussão sobre a cassação do mandato, embora a inelegibilidade possa ser aplicada independentemente da permanência no cargo.

A renúncia também altera o quebra-cabeça político no estado. Com a vacância simultânea dos cargos de governador e vice, o Rio de Janeiro terá uma eleição indireta na Alerj (Assembleia Legislativa) para escolha de um novo chefe do Executivo.

Castro deixou o cargo afirmando que pretende disputar uma vaga no Senado, mas o desfecho no TSE será determinante para a viabilidade eleitoral do ex-governador.

Entenda o caso

As ações em julgamento apontam um suposto esquema de contratações irregulares na Fundação Ceperj (Centro Estadual de Estatísticas, Pesquisas e Formação de Servidores Públicos do Rio de Janeiro), com cerca de 27 mil cargos temporários que, segundo as investigações, teriam sido usados para empregar cabos eleitorais e fortalecer a campanha de reeleição de Castro em 2022.

O caso chegou ao TSE após recurso do Ministério Público Eleitoral contra decisão anterior do TRE-RJ (Tribunal Regional Eleitoral do Rio de Janeiro) que havia rejeitado os pedidos de cassação.

 

Da Redação com informações da CNN

Foto: Divulgação

Irã lança mísseis contra Israel após declarações de Trump sobre negociações

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O Irã lançou ondas de mísseis contra Israel nesta terça-feira, 24, segundo as Forças Armadas israelenses, um dia depois de o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, afirmar que houve conversações “muito boas e produtivas” com o objetivo de encerrar o conflito no Oriente Médio.

Três autoridades israelenses de alto escalão, falando sob condição de anonimato, disseram que Trump parecia determinado a fechar um acordo, mas consideravam altamente improvável que o Irã aceitasse as exigências dos EUA em qualquer nova rodada de negociações.

Após o comentário de Trump no Truth Social na segunda-feira, 23, o Irã declarou que nenhuma negociação havia sido realizada até então.

O primeiro-ministro israelense, Benjamin Netanyahu, que conversou com Trump menos de 48 horas antes do início da guerra entre os dois países, deve convocar uma reunião de autoridades de segurança para analisar a proposta de acordo com o Irã, segundo duas autoridades israelenses de alto escalão.

Uma autoridade paquistanesa afirmou que conversações diretas podem ocorrer em Islamabad ainda nesta semana.

Os Estados Unidos e Israel lançaram ataques contra o Irã em 28 de fevereiro, após afirmarem que não conseguiram avançar nas negociações para encerrar o programa nuclear iraniano, embora Omã, mediador do processo, tenha relatado progresso significativo.

A crise se intensificou em toda a região. O Irã atacou países que abrigam bases norte-americanas, atingiu importantes instalações de energia e praticamente bloqueou o Estreito de Ormuz, passagem por onde circula cerca de um quinto do petróleo e do gás natural liquefeito do mundo.

Sirenes de ataque aéreo soam em Tel Aviv

Nesta terça-feira, 24, mísseis iranianos dispararam sirenes de alerta aéreo na maior cidade de Israel, Tel Aviv, onde um prédio de apartamentos de vários andares sofreu aberturas no teto e nas fachadas. Não ficou claro de imediato se os danos foram causados por impactos diretos ou por destroços de interceptações.

O Serviço de Bombeiros e Resgate de Israel afirmou que buscava civis presos em um prédio e encontrou pessoas abrigadas em outro edifício danificado.

As Forças Armadas de Israel informaram que seus caças realizaram uma grande ofensiva no centro de Teerã na segunda-feira, 23, atingindo centros de comando, incluindo instalações ligadas à inteligência da Guarda Revolucionária Islâmica e ao Ministério da Inteligência.

Também afirmaram que mais de 50 outros alvos foram atingidos durante a noite, incluindo locais de armazenamento e lançamento de mísseis balísticos.

Os sistemas de defesa aérea foram ativados em Teerã quando explosões foram ouvidas em várias áreas da capital, de acordo com a agência de notícias iraniana Nournews.

Trump anunciou que adiaria por cinco dias um plano para atacar as usinas de energia do Irã, caso o país não reabrisse o Estreito de Ormuz.

O Irã havia prometido responder aos ataques atingindo a infraestrutura dos aliados dos EUA na região.

Irã nega negociações com os EUA

O recuo de Trump fez com que os preços das ações subissem e o petróleo caísse para menos de US$100 por barril.

No entanto, esses ganhos foram ameaçados nesta terça-feira, 24, depois que o presidente do Parlamento iraniano, Mohammad Baqer Qalibaf — interlocutor do lado iraniano, segundo autoridades israelenses e outras fontes — afirmou que não houve negociações.

“Nenhuma negociação foi realizada com os EUA, e as fakenews são usadas para manipular os mercados financeiros e de petróleo e escapar do atoleiro em que os EUA e Israel se encontram”, escreveu ele no X.

O Ministério das Relações Exteriores do Irã, porém, mencionou iniciativas para reduzir as tensões na região.

 

Da Redação com informações de CNN Brasil 

Foto: Divulgação/Reuters

 

TCE-AM multa presidente da Câmara de Manacapuru por ausência da folha de pagamento

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A Câmara Municipal de Manacapuru (a 84 quilômetros de Manaus), por meio do presidente da Câmara, Jefferson Batalha do Nascimento, foi multada pelo Tribunal de Contas do Estado do Amazonas (TCE-AM) por ausência da folha de pagamento dos servidores e agentes políticos.

O Tribunal Pleno votou por unanimidade e em consonância com o parecer do Ministério Público Eleitoral, no sentido de conhecer a representação interposta pela Secretaria-Geral de Controle Externo (Secex) e julgar procedente a representação.

No documento, foi apresentado que houve inobservância por parte da presidência da Câmara quanto ao princípio da publicidade, previsto na Constituição Federal, tendo em vista que o Portal da Transparência da Casa apresenta graves irregularidades.

Houve constatação de ausência de informações sobre diárias e passagens, desatualização de atos administrativos e dos relatórios financeiros e orçamentários, desde o exercício de 2022, bem como na inexistência de dados relativos a licitações, contratos e termos aditivos.

A multa ficou no valor de  R$ 22.771,43  e deve ser paga pelo presidente da Câmara de Manacapuru. O prazo fixado para o recolhimento do valor da multa foi de 30 dias.

A Câmara deve prestar esclarecimentos à Corte de Contas no prazo de até 90 dias. Nesse período deve ser atualizado o Portal da Transparência.

Confira a decisão do TCE-AM na íntegra:

 

Da Redação

Alvos da PF, sócios de empresa vencem licitação de R$ 188 milhões do DNIT

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O Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (DNIT) vai desembolsar cerca de R$ 188 milhões para manutenção na BR-174. O resultado do Pregão Eletrônico nº 90391/2025-01 foi publicado no Diário Oficial da União(DOU).

De acordo com o aviso de homologação e adjudicação, a vencedora do certame foi a empresa Construtora Soma Ltda., que apresentou proposta no valor total de R$ 188.090.640,65.

O objeto do pregão é a execução dos serviços de manutenção (conservação e recuperação) rodoviária previstos no Plano Anual de Trabalho e Orçamento (P.A.T.O.), na BR-174/AM. O trecho contemplado vai da divisa entre Mato Grosso e Amazonas até a divisa entre Amazonas e Roraima (Rio Alalaú).

Os serviços serão realizados no subtrecho que compreende o entroncamento com a AM-010, em Manaus, até o Igarapé Santa Cruz, abrangendo o segmento entre os quilômetros 884,50 e 1.008,30, uma extensão total de 123,80 quilômetros. A área está sob jurisdição da Superintendência Regional do DNIT no Amazonas.

Histórico

Além de ter  um histórico milionário com o DNIT, a empresa também tem com a Polícia Federal. Isso porque a Somar tem  tem como sócios Mauro Lúcio Mansur da Silva e José Paulo de Azevedo Sodré Neto. Ambos foram presos em junho de 2024, durante a Operação Entulho, deflagrada pela Polícia Federal, em conjunto com a Receita Federal e o Ministério Público Federal (MPF).

A operação apurou um esquema de fraudes em licitações, contratos públicos e lavagem de dinheiro. Segundo o MPF, as irregularidades teriam movimentado milhões de reais em contratos de obras públicas, por meio de um sofisticado mecanismo de desvios.

Da Redação
Foto: Divulgação

STF e CNJ repudiam ofensas racistas a juízes em live e acionam polícia

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O STF e o CNJ divulgaram nota de repúdio a ataques racistas direcionados ao conselheiro do CNJ e juiz do TJ/DF, Fábio Francisco Esteves, e à juíza auxiliar da presidência do STF, Franciele Pereira do Nascimento. As ofensas ocorreram durante a transmissão virtual dos programas “Paraná Lilás” e “Apresentação do Programa Brasil Lilás”, promovidos pela Escola Judicial do TJ/PR.

Durante o evento, voltado ao debate de políticas públicas e direitos fundamentais, os magistrados foram alvo de comentários racistas. Em nota conjunta, STF e CNJ ressaltaram que as ofensas, além de atingirem os juízes, configuram ataque à dignidade e à própria autoridade do Poder Judiciário.

“É absolutamente intolerável que, no exercício de suas funções institucionais e em um espaço dedicado ao debate de políticas públicas e direitos fundamentais, sejam realizadas ofensas criminosas que tentam ferir a dignidade e a própria autoridade da Justiça brasileira.”

As Cortes manifestaram solidariedade aos magistrados, destacando suas trajetórias e compromisso com a magistratura, e afirmaram que o racismo “não é apenas um ataque individual, mas uma agressão direta aos valores democráticos e aos pilares da Constituição Federal de 1988”.

Os comentários ofensivos foram imediatamente bloqueados e registrados, com preservação das provas digitais para apuração criminal. Foram adotadas diligências junto à autoridade policial da comarca de Loanda/PR, incluindo pedido de quebra de sigilo de dados aos provedores de internet, com o objetivo de identificar e responsabilizar os autores.

STF e CNJ destacaram ainda que o “Judiciário seguirá vigilante e firme no combate ao racismo estrutural, garantindo que este crime, imprescritível e inafiançável, seja enfrentado com todo o rigor da lei”.

Prática criminosa

O TJ/DF também se manifestou, com veemente repúdio aos ataques. A Corte afirmou que o racismo é prática criminosa e incompatível com os valores constitucionais, ressaltando que ofensas raciais contra magistrados representam não apenas ataque pessoal, mas afronta à própria Justiça.

O Tribunal declarou solidariedade aos juízes e reafirmou seu compromisso com o enfrentamento de toda forma de discriminação, bem como com a defesa da dignidade da pessoa humana, da igualdade e do respeito às diferenças.

Amagis-DF

A Associação dos Magistrados do Distrito Federal e Territórios também manifestou “firme repúdio” às manifestações racistas dirigidas aos magistrados.

A entidade destacou que condutas dessa natureza são incompatíveis com os valores constitucionais, especialmente a dignidade da pessoa humana, e ressaltou que ataques dessa natureza não atingem apenas os magistrados, mas também a magistratura e o próprio Poder Judiciário.

A associação afirmou confiar na apuração dos fatos e na responsabilização dos envolvidos, reiterando seu compromisso com a promoção da igualdade e o enfrentamento de toda forma de discriminação.

 

Da Redação, com informações do Migalhas
Foto: Reprodução

AJEB-AM realiza Sessão Solene de Posse de Novas Associadas no Palácio Rio Negro

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A Associação de Jornalistas e Escritoras do Brasil – Seccional Amazonas (AJEB-AM) realiza, nesta terça-feira, 24, a Sessão Solene de Posse das Novas Associadas, às 19h30, no Palácio Rio Negro, em Manaus.

A cerimônia será conduzida pela presidente da AJEB-AM, Sílvia Grijó, com cerimonial de Dora Paula, e reunirá autoridades, escritoras, profissionais da comunicação e convidados. O evento marca o ingresso oficial de novas integrantes na entidade e reforça o compromisso da associação com o fortalecimento da representatividade feminina no jornalismo, na literatura e na cultura amazonense.

Para a diretora de Comunicação da AJEB Amazonas, Érica Lima Barbosa Aguiar, a posse representa um momento de união e renovação institucional.

“Recebo com alegria a adesão de novas ajebianas à nossa seccional. Este é um momento de fortalecimento, união e valorização da escrita feminina, da cultura e do protagonismo das mulheres que transformam a sociedade por meio da palavra. Que a chegada de cada nova integrante renove ainda mais o nosso compromisso com a arte, a literatura e a construção de caminhos coletivos de inspiração e representatividade”, destaca.

Tomarão posse como novas associadas:

1. Ana Ruth Silva Fernandes

2. Blanche Miranda Maracaipe

3. Claudia Moraes de Almeida Oliveira

4. Dagmar Mendonça de Lyra

5. Jhulie Marjory Gomes Veras

6. Lourdes de Araújo Souza

7. Luciana Nunes Silva dos Santos

8. Márcia Cristina da Costa Fernandes

9. Maria Auxiliadora Tribuzzi Arce

10. Maria da Paz Nunes

11. Marta Magda Marques Nogueira

12. Meyre Lane Fonseca Pereira de Freitas

13. Simone Souza Pires

14. Sirley Marques da Silva

15. Synthia dos Santos Melo de Queiroz

Presidência AJEB-AM

Atualmente, a AJEB-AM é presidida por Sílvia Grijó, eleita para o biênio 2024–2026, tendo como vice-presidentes Arthemisa Gadelha e Marilandia Gama. A diretoria conta ainda com Eulália Bichara Rodrigues, 1ª secretária; Raimunda Schaeken, 2ª secretária; Gicely Caxias e Maria do Socorro Leite, diretoras financeiras; Kátia Maria Colares e Maria de Fátima Lira, diretoras de projetos; Erica Lima, diretora de Comunicação; Letícia Barbosa, diretora da Juventude; Amanda Vieitas, diretora de Ação Social; Nancy Segadilha, diretora de Inclusão; Debora Holanda, diretora de Meio Ambiente e Sustentabilidade; Juciana Vasconcelos dos Santos, diretora de Cerimonial; Rebeca Beatriz, diretora de Eventos e Cultura; e Arthemisa Gadelha, diretora de Mídias. O Conselho Fiscal é composto por Cecília Rodrigues de Souza, Neilany Feitosa Amazonas e Núbia Litaiff Schwamborn.

Da Redação

Ex-secretário da Seminf, Hissa Abrahão é investigado por suspeita de desvio de R$ 78 milhões

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O ex-secretário municipal de Infraestrutura de Manaus, Hissa Abrahão, está sendo investigado pelo Ministério Público do Amazonas (MPAM) por suspeita de desvio de mais de R$ 78,8 milhões destinados a obras públicas. O Procedimento Preparatório foi assinado pelo promotor de Justiça Alessandro Gouveia, e publicado no Diário Oficial do órgão no último dia 20 de março.

Os fatos investigados referem-se ao período em que Hissa esteve à frente da Secretaria Municipal de Infraestrutura (Seminf), em 2013. Além dele, Orlando Cabral Holanda, que à época ocupava o cargo de subsecretário da pasta, também é alvo da investigação.

De acordo com o documento, três contratos firmados entre a secretaria e empresas de engenharia não teriam sido executados, apesar de os pagamentos terem sido realizados.

O primeiro caso envolve o pagamento de R$ 78.437.847,45 às empresas MCW Construções, Comércio e Terraplenagem Ltda. e BR Construções e Comércio Ltda., por meio do Pregão nº 21/2011, para serviços de asfaltamento. No entanto, relatório do Tribunal de Contas do Estado do Amazonas (TCE-AM) apontou que não foi comprovada a aplicação de 52.424,16 toneladas de massa asfáltica previstas no contrato.

O segundo contrato analisado é o Termo de Contrato nº 041/2013, orçado em R$ 55.031,25, destinado à elaboração de projeto estrutural para área superior a 1.000 m², demolição de calçada em cimentado e administração da obra de um complexo viário. Segundo o TCE-AM, a comissão de inspeção identificou ausência de serviços, envolvendo Hissa, Orlando e os fiscais Hillace Mota Lopes e Edmilson Pinheiro Leão.

Outra irregularidade apontada refere-se ao 6º Termo Aditivo ao Contrato nº 01/2010, relacionado aos serviços de fornecimento e instalação de grades, porcelanato, elevador, portões e restauração de pedras, incluindo BDI. Os serviços, que totalizam R$ 369.048,61 pagos à empresa Biapó Ltda., também não teriam sido executados conforme constatado pelo relatório do TCE-AM.

Diante das irregularidades apontadas, o MPAM instaurou um procedimento preparatório com prazo inicial de 90 dias, período em que deverão ser aprofundadas as investigações para identificar responsabilidades e esclarecer a ausência  dos serviços contratados.

O procedimento atribui os fatos investigados a Hissa Nagib Abrahão Filho, Orlando Cabral Holanda, Hillace Mota Lopes, Edmilson Pinheiro Leão e José Augusto Carvalho Sena.

 

Da Redação
Foto: Divulgação

Primeiro depoimento de Vorcaro à PF deve ser nesta semana

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Nesta semana, Daniel Vorcaro, ex-banqueiro do Banco Master, deve prestar seu primeiro depoimento à Polícia Federal (PF). O movimento ocorre em meio a tentativas de um acordo de delação premiada.

Há possibilidades de depoimentos e entregas de documentos, segundo investigadores. Esse encontro é o primeiro passo para começar a entrega de informações que sejam relevantes para a investigação.

O objetivo é apurar as fraudes bilionárias do Banco Master e possível ligação dele com políticos. Vorcaro passou seu primeiro fim de semana preso na Superintendência da PF, após começar as negociações, e recebeu, durante três dias consecutivos, o advogado Sérgio Leonardo.

No domingo, 22, o defensor ficou durante uma hora com o cliente. Saiu com anotações em mãos. No sábado, 21, o mesmo roteiro. Na sexta, 20, foi até a PF por três vezes.

Os encontros constantes são após Vorcaro assinar um termo de confidencialidade e começar a negociar uma delação premiada. Ele está preso desde o começo de março por conta da operação Compliance Zero e teve a prisão referendada na Segunda Turma do Supremo Tribunal Federal (STF).

Após ter a prisão preventiva mantida, Vorcaro trocou de advogado e decidiu entrar na negociação de um processo de delação premiada.

Ele estava preso na Penitenciária Federal de Brasília, uma unidade de segurança máxima, e na quinta-feira, 19, foi transferido de helicóptero para o edifício da PF, a pedido da defesa dele.

O termo de confidencialidade assinado com a Procuradoria-Geral da República (PGR) e com a PF foi considerado o primeiro passo para que o empresário possa, de fato, delatar. Além das fraudes envolvendo o Master, Vorcaro é acusado de chefiar uma organização criminosa que coagia e intimidava supostos “desafetos”.

 

Com informações de CNN Brasil

PGR se manifesta a favor de prisão domiciliar para Bolsonaro

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A Procuradoria-Geral da República (PGR) enviou uma manifestação ao Supremo Tribunal Federal (STF) em que diz ser favorável à concessão de prisão domiciliar para o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL).

O parecer da PGR será analisado pelo ministro Alexandre de Moraes, do STF. A prisão domiciliar foi solicitada pela defesa do ex-presidente.

Jair Bolsonaro foi condenado a 27 anos e 3 meses de prisão por tentativa de golpe de Estado. O ex-presidente cumpre a pena na Papudinha, em Brasília.

No dia 13 de março, Bolsonaro passou mal e foi internado na Unidade de Terapia Intensiva (UTI) de um hospital particular da capital para tratar de uma pneumonia decorrente de broncoaspiração.

“A evolução clínica do ex-presidente, nos termos como exposto pela equipe médica que o atendeu no último incidente, recomenda a flexibilização do regime, em linha com o que admite o Supremo Tribunal em circunstâncias análogas”, afirma o procurador-geral da República, Paulo Gonet.

No parecer enviado ao STF, Gonet também declara que a concessão da prisão domiciliar “encontra apoio no dever dos Poderes de preservação da integridade física e moral” das pessoas que estão sob a custódia do Estado.

“Está demonstrado que o estado de saúde do postulante da prisão domiciliar demanda a atenção constante e atenta que o ambiente familiar, mas não o sistema prisional em vigor, está apto para propiciar”, diz o procurador.

Na manifestação, o procurador também diz que a equipe médica de Bolsonaro aponta que o quadro de comorbidades do ex-presidente expõe a integridade dele a risco iminente, com a possibilidade de novos súbitos e episódios de mal-estar.

Último boletim

Boletim médico divulgado neste domingo, 22, pelo Hospital DF Star, onde o ex-presidente está internado, apontou que Bolsonaro estava estável clinicamente, sem febre e sem intercorrências, mas seguia sem previsão de alta hospitalar.

O informe disse ainda que ele permanece com “antibioticoterapia endovenosa, suporte clínico intensivo e fisioterapia respiratória e motora”.

Essa não é a primeira vez que Bolsonaro passa mal desde que foi preso. Em setembro do ano passado, por exemplo, quando ainda estava em prisão domiciliar, ele precisou de atendimento médico. Na época, ele apresentou quadro de vômitos, tontura e queda da pressão arterial.

Em janeiro deste ano, quando ele estava detido na Superintendência da Polícia Federal, o ex-presidente precisou ser internado depois de passar mal e bater a cabeça em um móvel da cela.

Nesse mesmo mês, o ex-presidente foi transferido para a Papudinha, a pedido dos advogados dele. A unidade conta, entre outras coisas, com apoio de fisioterapia e de médicos 24 horas, barra de apoio na cama e cozinha.

 

Da Redação com informações de G1

Foto: Divulgação