fevereiro 10, 2026 17:43
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Ações para enfrentar coronavírus totalizam R$ 700 bi, diz Guedes

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As ações da área econômica para reduzir os danos provocados pela crise do coronavírus totalizam R$ 700 bilhões, entre antecipações de recursos, liberação de linhas de crédito e aumento de gastos públicos, disse hoje (27) o ministro da Economia, Paulo Guedes. Em vídeo postado nas redes sociais do ministério, ele declarou que apenas a medida de renda básica para os trabalhadores autônomos, aprovada na quinta-feira, 26, pela Câmara dos Deputados, resultará em gastos de R$ 45 bilhões nos próximos três meses.

Nas contas do ministro, a liberação do Bolsa Família para 1,2 milhão de famílias e as antecipações do décimo terceiro salário para aposentados e pensionistas do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS), somadas à ajuda aos autônomos, garantirá praticamente R$ 100 bilhões em proteção para a população mais desprotegida.

“A determinação do presidente Jair Bolsonaro é que não vão faltar recursos para defender as vidas, a saúde e os empregos dos brasileiros. Nenhum brasileiro vai ficar para trás. Nós vamos cuidar de todos e começamos justamente protegendo os mais vulneráveis”, disse o ministro.

O ministro citou ainda a liberação de R$ 200 bilhões de compulsório (dinheiro que os bancos são obrigados a deixar depositados no Banco Central), de R$ 100 bilhões da Caixa Econômica Federal e de R$ 50 bilhões do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES). Ele mencionou a ajuda de R$ 88 bilhões para estados e municípios, anunciada no início da semana.

Segundo Guedes, se forem somadas as medidas listadas, que somam R$ 538 bilhões, mais as ações a serem anunciadas em breve, a ajuda chegará a R$ 700 bilhões nos próximos três meses. O ministro não especificou o quanto desse total corresponde a recursos novos, decorrente de aumento de gastos públicos, e o quanto decorre de antecipação de benefícios ou do adiamento de pagamento de tributos, mas disse que o dinheiro ajudará o Brasil a enfrentar o que chamou de “primeira onda”, caracterizada pela pressão sobre o sistema de saúde.

“Nos próximos, três, quatro meses, esses R$ 700 bilhões vão entrar na economia brasileira para nos proteger contra esse choque da saúde que está se abatendo sobre o povo brasileiro”, destacou.

Numa primeira versão do vídeo, o ministro tinha explicado como funcionaria a complementação de salário proposta pelo governo para evitar demissões em massa. Inicialmente, o ministro tinha informado que a empresa pagaria 50% do salário do trabalhador, com o governo completando 25%. Para setores mais afetados, cujas receitas tendam a cair a zero durante o estado de calamidade pública, o governo aumentaria a complementação para 33%. Em nenhum dos casos, o trabalhador afastado temporariamente continuaria a receber 100% do salário.

Posteriormente, o ministério subiu uma nova versão do vídeo, sem as explicações de Guedes sobre a suspensão do contrato de trabalho. A assessoria do Ministério da Economia explicou que a proposta foi atualizada para aumentar a renda do trabalhador dispensado temporariamente.

Segundo a assessoria da pasta, o patrão de empresas que tiverem de interromper ou reduzir as atividades cortará parte do salário do trabalhador, com o governo complementando um percentual do seguro-desemprego a que a pessoa teria direito equivalente ao percentual de corte sofrido. Dessa forma, caso o empresário corte o salário em 50%, o governo entraria com 50% do seguro-desemprego. Se o empresário cortar 25% do pagamento, o governo complementa 25%.

Além do choque sobre o sistema de saúde, Guedes citou uma segunda ameaça sobre a economia brasileira: o colapso do abastecimento provocado por eventuais interrupções de atividades essenciais. O ministro disse que o isolamento social é necessário para enfrentar a pandemia, mas advertiu que a população pode encontrar dificuldades em gastar a ajuda recebida caso a atividade econômica esteja desorganizada.

“Se nós não nos lembrarmos de que temos que continuar resistindo com a nossa produção econômica também, nós vamos ter aquele fenômeno onde todo mundo está com os recursos, mas as prateleiras estão vazias porque nós deixamos a organização da economia brasileira entrar em colapso. Então, o alerta do presidente é o seguinte. Sim, vamos cuidar da saúde, mas não podemos esquecer que, ali na frente, nós temos o desafio de continuar produzindo”, declarou.

Entre as atividades consideradas essenciais pelo ministro estão a saúde, a produção rural e o transporte de cargas, principalmente por caminhoneiros. Ele encerrou o discurso com uma mensagem positiva e se disse confiante de que o Brasil se unirá para superar tanto a pandemia do novo coronavírus como os impactos econômicos provocados pela crise.

“O presidente da República, o Congresso brasileiro, o povo brasileiro, os empresários brasileiros que não vão deixar a produção ser desorganizada, os caminhoneiros que vão fazer o transporte, os produtores rurais que vão garantir o abastecimento. É o Brasil acima de tudo e o Brasil vai atravessar as duas ondas. Nós vamos furar as duas ondas e vamos sair mais fortes e unidos do lado de lá”, concluiu Guedes.

O ministro gravou o vídeo de sua residência, no bairro do Leblon, no Rio de Janeiro. Desde o dia 20, Guedes despacha de casa, em trabalho remoto. Ele promove reuniões com o presidente Bolsonaro, com representantes do setor privado e com membros de sua equipe por meio de videoconferências. Ontem, o ministro informou que seu teste para o coronavírus deu negativo e que está em quarentena por precaução.

Conteúdo: Agência Brasil

Foto: Fábio Rodrigues Pozzebom/Agência Brasil

Prefeito de Milão pede desculpas por ter defendido retorno de atividades

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Há exatamente um mês atrás, no dia 27 de fevereiro de 2020,o governo italiano promoveu uma campanha chamada de #MilãoNãoPara, com o objetivo de retornar as atividades socioeconômicas na cidade e no país.Na ocasião, o prefeito da cidade de Milão,Giuseppe Sala, foi um dos pioneiros na campanha.

Ela recomendava que a população não adotasse mais o isolamento social e o confinamento. Também exaltava os milagres feitos todos os dias pelos cidadãos de Milão e seus resultados econômicos importantes.

“Porque, a cada dia, não temos medo. Milão não para”, dizia o vídeo.

Na época da campanha, a Itália havia registrado 14 mortes, hoje um mês depois, o país registra mais de 9 mil mortes.

O prefeito de Milão, Giuseppe Sala, admitiu ter errado ao apoiar a campanha “Milão não para”, que pedia que a cidade não paralisasse suas atividades no início da pandemia de coronavírus na Itália.

O mea culpa de Sala, do Partido Democrático, foi feito durante o programa “Che tempo che fa”, que foi ao ar na televisão italiana no último domingo (22). De acordo com o prefeito da cidade de 3,1 milhões de habitantes, foi um erro defender a não interrupção da vida normal.

Foto: G1

 

PCdoB escolhe o ex-deputado Francisco Balieiro para disputar a Prefeitura de Manaus

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O ex-deputado estadual Francisco Balieiro será o candidato a prefeito de Manaus pelo Partido Comunista do Brasil (PCdoB). A informação foi passada com exclusividade ao O Poder pelo presidente estadual do partido, Eron Bezerra.

Ele adiantou ainda que a legenda vai lançar uma chapa proporcional com 62 candidatos a vereador para a Câmara Municipal de Manaus (CMM), além de dez candidatos a prefeito no interior, entre os quais Autazes, Envira, Manicoré, Maraã, Iranduba e São Gabriel da Cachoeira.

Perguntado se a ex-senadora Vanessa Grazziotin não iria participar do pleito, Eron revelou que o nome dela chegou a ser trabalhado internamente, mas por uma opção de conciliação partidária, o nome de Balieiro acabou tendo êxito. Ele adiantou, no entanto, que Vanessa vai disputar o pleito de 2022.

“A Vanessa só seria candidata se fosse para unir toda a oposição, como não tivemos esse apoio não será candidata. O nosso candidato será o ex-deputado Francisco Balieiro. Tem mais de dez anos que ele é da direção estadual”, disse.

Partido completa 98 anos

Na última quarta-feira, 25, o PCdoB completou 98 anos de fundação e, para não deixar a data passar em branco, Eron Bezerra gravou um vídeo para falar das conquistas do partido neste período e da luta na defesa dos direitos dos trabalhadores.

O dirigente também fez críticas à gestão do presidente Jair Bolsonaro neste momento de crise que o país atravessa por causa da pandemia do coronavírus. No vídeo, Eron diz que o país está sem governo.

“Hoje estamos diante de duas grandes tragédias e o PCdoB não vai fugir à luta. A primeira, um presidente que não governa. Imagina um país em crise econômica com mais de 40 milhões de pessoas desempregadas e esse presidente só faz besteira todo dia. A segunda, é pandemia do coronavírus e pela ausência de um governo central terá mais dificuldades de enfrentar. A população está corretamente recomendada a ficar em casa para evitar o contágio. Mas os que não têm emprego”, questiona o comunista defendendo que sejam disponibilizados recursos dos grandes empresários e do governo federal.

 

Augusto Costa, para O Poder

Foto: Divulgação

Covid-19: Governo vai financiar R$ 40 bi da folha de médias e pequenas empresas

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Presidente Jair Bolsonaro em coletiva no Palácio do Planalto

 

Brasília – Em entrevista coletiva no palácio do Planalto, hoje, 27/03, o presidente Jair Bolsonaro (sem partido), juntamente com os presidentes da Caixa, Banco Central e BNDES, anunciaram novas medidas para o enfrentamento a crise ocasionada pelo coronavírus. Entre elas, um pacote de R$ 40 bilhões destinado a folha de pagamento de pequenas e médias empresas.

O presidente abriu a coletiva falando sobre as medidas já adotadas para dá suporte às vítimas do coronavírus, e em seguida passou a fala ao presidente do Banco Central Roberto Campos.

“Entre as medidas já anunciadas pelo Governo de modo que nós possamos atender às vítimas do coronavírus, há também uma preocupação em manter os empregos. A gente costuma falar na segunda onda… Nós devemos aos máximo possível diminuir essas duas ondas”, disse o presidente se referindo à crise de saúde e a econômica esperada após os efeitos da pandemia do Covid-19.

Na sequência, Roberto Campos disse que a linha de crédito beneficiará empresas com faturamento entre R$ 360 mil e R$ 10 milhões. A medida deve atender 1,4 milhão de pequenas e médias empresas e 2,2 milhões de pessoas. 

Serão repassados R$ 20 bilhões por mês durante 2 meses, totalizando R$ 40 bilhões, exclusivamente para o custeio da folha de pagamento dos funcionários.  

Dos R$ 20 bilhões repassados a cada mês, segundo Campos, R$ 17 bilhões serão de recursos do Tesouro Nacional, e os R$ 3 bilhões complementares, de bancos privados por meios da FEBRABAN – Federação Brasileira de Bancos.

Questionado sobre como o governo garantiria o repasses ao trabalhador, Campos respondeu que “os valores serão repassado diretamente para o CPF deles”, e que as empresas “ficarão apenas com a conta”.

O governo garantirá o pagamento de até dois salários mínimos por colaborador. Os rendimentos acima dessa faixa salarial, ficará a critério das empresas fazer o complemento ou não. 

O financiamento terá segundo o presidente do Banco Central, spread zero ou seja “uma taxa de juros de 3,75% ao ano”, completou. O prazo para quitar o empréstimo fica estabelecido em 36 meses, com 6 meses de carência para o vencimento da primeira parcela.

As empresas que aderirem ao financiamento ficarão proibidas, por meio de contrato, a fazer demissões por um período de dois meses, correspondente ao custeio das folhas. 

Roberto Campos anunciou também que o Banco Central a partir da próxima semana, passará a financiar outros bancos por meio de letras financeira. Na prática os bancos que tiverem uma carteira de crédito em liquidez, poderá colocar essa carteira num fundo, e o banco Central passará dinheiro a ele por meio do fundo.

Há também uma medida que deverá ser votada no Congresso, que permitirá ao Banco Central “comprar crédito diretamente, como faz o Banco Central Americano e outro bancos centrais no mundo”, completou. 

Atualmente o Banco Central não pode realizar esse tipo de operação. O máximo permitido é injetar liquidez no sistema. Para Campos “numa situação como essa que estamos (crise do coronavírus), essa liquidez não chega na ponta final’’, concluiu.

Campos frisou que a autonomia para que o Banco Central posa comprar credito direto, só deve se válida em crises como a que o país passa agora.

Outras medidas

Cheque especial e rotativo

Todas as linhas de créditos segundo o presidente da Caixa Econômica Federal, Pedro Guimarães, terá redução.  Segundo ele se “as pessoas não tiverem crédito mais baratos, não irá adiantar ”. 

Por essa razão, segundo Guimarães os juros do cheque especial passam de  14% para 2,9% ao mês. O presidente da Caixa disse ainda, que o valor poderia ser reduzido ainda mais, “mas a caixa faz matematicamente, porque senão vai acontecer o que aconteceu há 10 anos, quando ela precisou de dinheiro do tesouro”, ponderou.

Os juros do rotativo, segundo Guimarães, que estavam até ontem 26/03, em 7% ao mês, também será reduzido a 2,9% ao mês.

Dessa forma segundo ele, “a população em geral, vai ter mais dinheiro para estar pagando as suas contas”, apontou.

Crédito imobiliário

De acordo com Guimarães, até o momento, por meio de aplicativo da Caixa, 800 mil famílias puderam pedir para não pagar os seus  financiamentos por 2 meses. 

Segundo ele, esse período foi ampliado para 3 meses em todas as linhas de crédito, uma vez que o mecanismo já permite o postergamento dos vencimentos por até 6 meses. Caso a crise se agrave, o adiamento será feito progressivamente até que atinja os 6 meses permitidos. 

Renda auxiliar emergencial

Ao final de sua fala, Guimarães falou também sobre o pagamento do auxílio emergencial aprovado pela Câmara, na quinta feira, 26, no valor de R$ 600.

Segundo ele, assim que a proposta for aprovada pelo Senado, os valores serão pagos por meios das lotéricas, contas da Caixa e por aplicativo de celular, que permitirão à Caixa transferir os benefícios a outros Bancos, sem que haja cobrança de taxas.

Os pagamento serão liberados de maneira escalonada, como ocorreu com a liberação do FGTS, antes, para evitar grandes aglomerações em bancos e demais agentes bancários.

Izael Pereira, de Brasília para O Poder

Foto: Reprodução

Duas semanas depois, AM tem 80 casos de Covid-19; Manacapuru registra dois

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Duas semanas depois do primeiro caso confirmado de coronavírus no Amazonas, o Estado contabiliza 80 pessoas infectadas com o vírus, sendo seis em quatro municípios, Parintins, Manacapuru, Boca do Acre e Santo Antônio do Içá e, uma morte. Em 24 horas, foram confirmados mais 13 casos.

Os dados foram atualizados em entrevista coletiva on-line, realizada na tarde desta sexta-feira, 27, pela diretora-presidente da Fundação de Vigilância em Saúde (FVS-AM), Rosemary Pinto.

Desse total, 74 casos são na capital amazonense, 2 casos em Parintins, 2 em Manacapuru, 1 em Boca do Acre e 1 no município de Santo Antônio do Iça. “Onze desses pacientes estão internados, sendo 8 em unidades particulares, dois em UTI”, disse Rosemary.

Ainda conforme a diretora-presidente da FVS, três casos estão internados na rede de saúde pública. “Dois estão internados na UTI do Hospital Delphina Abdel Aziz e ambos fazem o tratamento experimental com cloroquina”, disse.

 

Álik Menezes, para O Poder

Foto: Reprodução

Organizado por Alfredo Menezes, ato ‘O Brasil não pode parar’ acontece nesta sexta, em Manaus

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O superintendente da Zona Franca de Manaus (Suframa), Alfredo Menezes, é um dos nomes responsáveis por capitanear uma carreata que acontece na tarde desta sexta-feira, 27, saindo da avenida Djalma Batista rumo ao Complexo Turístico da Ponta Negra, Zona Oeste. O movimento é em favor do discurso do presidente Jair Bolsonaro (sem partido), que pede aos brasileiros que retomem suas atividades e saiam do isolamento.

A carreata foi organizada por meio das redes sociais e não teve o envolvimento direto de representantes de movimentos da Direita no Estado, segundo apurado pela reportagem. A carreata vai sair da avenida Djalma Batista, percorrer algumas ruas de Manaus e seguir até a Ponta Negra, onde deve concentrar os manifestantes.

Fred Melo, um dos organizadores do evento, afirmou ao portal O Poder que Alfredo Menezes é um dos nomes responsáveis por organizar esta carreata em Manaus. “Foi uma ideia que surgiu ontem à noite, na realidade a partir de vídeo que vimos do Balneário Camboriú (município de Santa Catarina), uma ideia incentivada e capitaneada pelo coronel Menezes de fazermos uma carreata pedindo a volta aos trabalhos”, revelou.

O organizador do evento explicou que é preciso que as pessoas voltem à sua normalidade, pois, as medidas adotadas pelo Estado vão colapsar a economia. “As medidas adotadas inviabilizam as atividades comerciais, a industrial e inviabilizam a economia. O país e o Estado não podem parar. O próprio governador Wilson Lima (PSC), disse durante entrevista, que o Amazonas não terá capacidade financeira por conta da queda de arrecadação que deve chegar em 40%, de pagar o funcionalismo público e nem os serviços essenciais”, ressaltou Fred Melo.

Nas redes sociais, o superintendente da Suframa fez postagem na noite de ontem falando que o Brasil não pode parar, junto com a arte em que convida as pessoas para a carreata pela volta ao trabalho #OBrasilNãoPodeParar.

Precipitado

O presidente da Associação Comercial do Amazonas (ACA), Ataliba Antônio Filho, considerou a carreata um pouco precipitada. “O governo do Estado vem atendendo os nossos pleitos, e nós da Associação Comercial não temos nenhuma participação nesse movimento. Nossa entidade está indo pela negociação, está conversando com os poderes constituídos”, afirmou.

Ataliba Filho ressaltou que alguns pleitos almejados juntos ao governo do Estado já foram atendidos. “Bater agora não é interessante, se o governador está procurando resolver o problema, é precipitado tomar esse tipo de atitude”, ressaltou.

Não sabiam

O representante do movimento Direita Norte, Renner Rodrigues, informou que o grupo não organizou o evento, mas, deverá acompanhar e dar o apoio à carreata.

“Não estamos organizando a (carreata) de hoje, ela é puxada por empresários e trabalhadores de aplicativos. Mas, apoiamos a iniciativa e iremos participar, pois é o melhor para o Brasil, o pânico e o medo e sua maioria foi causado pela grande mídia, esse extremismo não ajuda em nada.  A crise será ainda maior se as pessoas ficarem desempregadas e sem dinheiro”, ressaltou.

Receosos

A motorista de aplicativo e representante de alguns grupos de motorista em Manaus, Gleyde Lima, informou que a categoria foi convidada a participar do movimento na tarde de ontem. “Alguns motoristas aderiram, outros nem tanto. Na verdade, ficamos meios que receosos, por não saber quem está por trás desse movimento”, disse.

Vai

O presidente em exercício da Federação das Indústrias do Amazonas (Fieam), Nelson Azevedo informou que irá participar da manifestação que pede o retorno das atividades no Amazonas, mesmo com os avanços do coronavírus. “Muitos empresários irão participar da carreata, inclusive eu devo participar desse movimento em Manaus”, ressaltou Nelson Azevedo.

Não vai

O presidente da Assembleia Legislativa do Amazonas (ALE-AM), Josué Neto (sem partido), que encampou um dos movimentos de apoio a criação do partido Aliança pelo Brasil, buscando assinaturas no Amazonas, informou que não esteve acompanhando as articulações pela carreata e que também não deverá participar do evento.

Sem resposta

Apoiadores do governo Bolsonaro no Amazonas, os deputados Delegado Péricles (PSL), Capitão Alberto Neto (PRB) e delegado Pablo (PSL) não atenderam e nem responderam aos questionamentos feitos pelo O Poder, se iriam ou não acompanhar a carreata.

 

Henderson Martins, para O Poder

Foto: Divulgação

Covid-19: Governo federal lança campanha para defender retomada de atividades

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Pronunciamento do Presidente da República, Jair Bolsonaro em Rede Nacional de Rádio e Televisão.

Nesta quarta-feira, 25, o governo federal, por meio de suas redes sociais, lançou oficialmente a campanha publicitária intitulada “O Brasil Não Pode Parar”. O movimento tem como objetivo enfatizar que a retomada das atividades é importante para o combate ao Covid-19, mas vai de encontro às determinações do Ministério da Saúde para que se mantenha o isolamento e quarentena para evitar a propagação do vírus no país.

https://www.instagram.com/p/B-JwzBCHfvE/?igshid=1rxdp4al6nsfa

Em seu pronunciamento, o presidente Jair Bolsonaro recomendou o isolamento vertical para combater o Covid-19, a campanha com a tag #OBrasilNãoPodeParar diz que são raros os casos de vítimas fatais do coronavírus entre jovens e adultos e que, por isso, somente idosos e integrantes de grupos de risco devem ficar em casa.

A tag publicada pelo governo federal já se tornou pauta de discussões entre especialistas na área de saúde e de uma parte da população. A proposta da campanha não foi bem aceita por muitos, por contrariar as medidas da Organização Mundial de Saúde (OMS) de ficar em casa. A postagem recebeu um número altíssimo de reprovação e comentários como de “Irresponsáveis”, representando as opiniões de uma parte dos cidadãos.

https://twitter.com/govbr/status/1242753637077712898

Movimentos conservadores e políticos aliados ao governo já estão adotando a hashtag em suas redes sociais com o objetivo de instigar as pessoas a retornarem as suas atividades cotidianas.

Em uma versão preliminar, a campanha disponibilizou através do Youtube, um vídeo onde reforça a importância da tag,, onde há um narrador explicando que o país não pode parar por conta do Covid-19, veja o vídeo:

A campanha publicitária do governo federal com slogan “O Brasil Não Pode Parar” vai custar R$ 4,8 milhões aos cofres públicos.

 

Da Redação O Poder

Foto: Agência Brasil

Covid-19: Pacote econômico do governo vai à Aleam; arrecadação deve cair 40%

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O governador Wilson Lima (PSC) anunciou, durante entrevista coletiva on-line, nesta sexta-feira, 27, que vai enviar um pacote de medidas econômicas para apreciação dos deputados estaduais. Ele adiantou que um estudo interno mostra que o Estado prevê uma redução de R$ 2 bilhões na arrecadação. O pacote de medida será encaminhado para a Assembleia Legislativa do Amazonas ainda nesta sexta.

Conforme o governador, o momento é difícil para a saúde e também para a economia e a previsão é que o Estado tenha uma redução de arrecadação de 40%, uma perda de R$ 2 bilhões. “Muitas das contas do Estado ficaram comprometidas, tais como, pagamento do funcionalismo público, manutenção se serviços essenciais, como saúde, educação e segurança pública, por isso, estamos tomando algumas medidas para fazer essa contenção”, adiantou.

O governador informou que, dentre as medidas inseridas no pacote estão a desvinculação de receitas, para que possam ser aplicadas exclusivamente ao combate do coronavírus, mas ficam preservadas, saúde, educação e operação de créditos.

Ainda conforme Wilson, na mensagem encaminhada à Assembleia Legislativa, pede que ocorra a habilitação do fundo de promoção social para atuar diretamente no combate ao coronavírus. “Também encaminhamos outras medidas técnicas e jurídicas, que ajudaram a liberar R$ 40 milhões da Agência de Fomento do Estado do Amazonas (Afeam), para ajudar os micros e pequenos empreendedores e o pagamento de bolsas para 50 mil famílias do Estado do Amazonas em situação de vulnerabilidade”, explicou.

Pagamento de R$ 200

O governador do Amazonas afirmou que o pagamento para as 50 mil famílias, no valor de R$ 200, será para pessoas da capital e também do interior do Estado. “Estamos fazendo levantamento dessas famílias e estudando o caminho para efetuar esses pagamentos. Serão R$ 200 para a famílias pelos próximos três meses. Em paralelo a isso, o governo está fazendo cortes de despesas e o destaque é na redução de 10% no valor global dos contratos dos prestadores de serviços para o governo do Estado”, salientou Wilson Lima.

Lei sancionada

Como enfrentamento, o governador sancionou, ainda,  lei que proíbe o reajuste de produtos e serviços durante o período que estiver em vigência o plano de contingência da Secretaria de Estado da Saúde(Susam), referente ao novo coronavírus, e ainda, para fins de definição de majoração de preços, serão considerados os preços praticados do dia 1º de março de 2020, além de vedar a interrupção de serviços pelas concessionárias e serviços públicos.

“Também estou sancionando a lei que proíbe que as concessionárias de serviços públicos de água e energia elétrica realizem o corte do fornecimento por falta de pagamentos em situação de estrema gravidade social, incluindo a pandemia que estamos enfrentando”, disse Wilson Lima.

Decisões

Na transmissão, o governador falou do avanço da doença no Amazonas, que já chegou ao interior do Estado e, que, ao contrário do que uma ala da sociedade defende que, somente idosos teriam que ficar isolados, ele ressalta que os doentes no Amazonas por coronavírus estão na faixa etária entre 30 e 50 anos de idade. “É algo muito grave”, completou.

Wilson reforçou que todas as decisões que têm tomado foram sob a orientação de organizações da saúde. “Estou conversando com instituições do comércio e do setor produtivo para voltar as atividades, sem colocar em risco a vida das pessoas”, adiantou.

 Aulas

Sobre o retorno às aulas, Wilson Lima disse que não tem previsão de acontecer, mas, ressaltou que o governo está colocando em prática o projeto “Aula em Casa”, onde os alunos do 6º ao 9º e 1º,2º e 3º do ensino médio acompanham as aulas de casa, além de aplicativos que permitem a interação entre alunos e professores.

“As crianças não apresentam tanto risco como os adultos, mas, acabam transmitindo a doença para o grupo de risco, uma vez que, com a volta as aulas, teremos aglomeração de professores, merendeiras e demais profissionais da educação que representam esse grupo de risco”, disse Wilson Lima.

Festival Parintins

Wilson Lima disse que vai reunir com os presidentes das agremiações para definir se vão suspender ou adiar o festival. Sobre o decreto das igrejas, o governador explicou que continua valendo o decreto estadual. “Conversei com pastores das principais igrejas e eles entendem dessa forma, as igrejas continuam abertas para fazer alguns atendimentos esporádicos”, informou.

 

Henderson Martins, para O Poder

Foto: Reprodução

Sessões da Câmara Municipal de Manaus serão semanais por videoconferência

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Os vereadores da Câmara Municipal de Manaus (CMM), retomam as pautas de votação na segunda-feira, 30, por meio de videoconferência. A medida foi implementada para evitar as reuniões em plenárias e a aglomeração de pessoas, de forma a prevenir o contágio do Coronavírus (Covid-19).

De acordo com presidente da casa, vereador Joelson Silva (PSDB), o sistema é parecido com o implantando na Assembleia Legislativa do Amazonas (Aleam). O parlamentar afirmou que as reuniões ordinárias virtuais vão acontecer pelo menos uma vez na semana, durante o período de vigência do ato da mesa diretora que suspendeu as sessões presencias, em decorrência da pandemia do coronavírus.

“Mas, as sessões extraordinárias poderão ocorrer, a qualquer tempo, desde que haja matérias relacionadas à pandemia, que precisem ser deliberadas, em caráter de urgência. Sempre por meio de videoconferência”, ressaltou Joelson.

Na quarta-feira, 25, os vereadores fizeram a primeira reunião virtual e deliberaram cinco projetos. Entre eles, o que dispõe sobre a divulgação de informações referentes à aplicação de recursos derivados de multas de trânsito aplicadas em Manaus, de autoria do vereador Reizo Castelo Branco (PTB).

O que trata sobre habilitação referente ao conhecimento de normas técnicas para manipulação de alimentos e o que dispõe sobre o turismo pedagógico nas escolas da rede municipal de ensino, ambos de autoria do vereador Gedeão Amorim (MDB).

Foi deliberado ainda a proposta de Joelson Silva, que reconhece a música gospel e os eventos a ela relacionados como manifestação cultural da cidade de Manaus, além do que institui o Dia Municipal de Oração, do vereador André Luiz (PTC).

Os vereadores deliberam, ainda, proposta de lei que institui no calendário oficial da cidade de Manaus, o Mês de Conscientização e Inclusão Social das Pessoas com Deficiência, denominado “Setembro Verde”, de autoria do vereador Professor Fransuá (PV).

Os vereadores também deliberaram o Projeto de Emenda à Lomam nº 1, proposto pelo vereador David Reis (PV), que acrescenta o parágrafo 5º ao Artigo 261 da Lei Orgânica do Município, que trata sobre isenção de tarifa no transporte coletivo urbano.

Online

Acessando remotamente o sistema de processos legislativo, os vereadores puderam registrar presença, acessar os PLs em análise e deliberar, seguindo o mesmo rito adotado nas sessões presenciais.

 

Henderson Martins, para O Poder

Foto: Dircom/CMM

Boris Johnson testa positivo para Covid-19

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Em nota divulgada nesta sexta-feira,27 pelo governo britânico, o primeiro-ministro Boris Johnson,55, testou positivo para coronavírus.

De acordo com um comunicado do governo britânico, ele vai continuar a liderar os esforços contra a epidemia.

Segundo um porta-voz do governo, os sintomas apareceram na quinta-feira, um dia após Johnson ter ido ao Parlamento do país para uma sessão de perguntas e respostas.

A mídia britânica afirma que outros ministros poderão se isolar, por terem tido contato com Johnson.

Fonte e foto: Agência Brasil 

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