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TCE-AM vai apurar possível acúmulo de cargos de servidores da Prefeitura de Apuí

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O Tribunal de Contas do Amazonas (TCE-AM) admitiu Representação contra a Prefeitura de Apuí (a 455 quilômetros de Manaus). O Processo nº 16139/2023 foi publicado na edição desta terça-feira, 28, do diário da Corte de Contas. 

Oriunda da manifestação da Ouvidoria, a representawww2.tce.am.gov.brção é para apurar possíveis acúmulos irregulares de cargos praticados por três servidores. 

Veja:

 

Priscila Rosas, para Portal O Poder

Foto: Divulgação

Presidente da Amazonas Energia desmente hipótese de blecaute, mas admite situação ‘à deriva’

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O presidente da Amazonas Energia, Márcio Zimmerman, usou o início da tarde desta quarta-feira, 29, para esclarecer a situação administrativa atual da empresa e desmentir a hipótese de que o estado poderia sofrer blecautes elétricos em decorrência da suspensão dos serviços.

Segundo Zimmerman, a Amazonas Energia está trabalhando com sua responsabilidade de concessão e seguirá oferecendo o atendimento dos serviços “no mesmo padrão atual, reconhecido pela Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) como dentro dos padrões regulatórios”.

Controle à deriva

Zimmerman comentou sobre a recomendação de caducidade feita pela Aneel ao Ministério de Minas e Energia.

Admitindo nas entrelinhas que, hoje, já não cabe à empresa a decisão sobre o futuro, o presidente da concessionária disse esperar que o Ministério vá “pelo caminho natural do bom senso e avalie a complexidade desta concessão”, destacando que o governo federal também deve encontrar um novo controlador.

Inclusive, Zimmerman bateu diversas vezes na tecla sobre a dificuldade da interligação do sistema no estado, alegando ser um desafio operar na região.

Dívida oculta

A dívida de R$ 9,6 bilhões que a Amazonas Energia tem junto a Eletrobras poderia ser maior, segundo o presidente da concessionária.

Ele alega que, um erro no balanço da empresa passou despercebido no leilão e que, dois meses após o arremate, o grupo controlador viu a dívida saltar de R$ 2,6 bilhões para mais de R$ 7 bilhões.

No entanto, ele garante que o valor atual, que chega perto dos R$ 10 bi, não tem dívidas feitas na atual gestão e são decorrentes de juros da que não foi percebida no balanço inicial.

 

Da Redação O Poder 

Foto: Reprodução/Facebook

Wilson Lima leva agenda ‘ousada’ do Amazonas para COP 28

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A partir desta quinta-feira, 30, o governador Wilson Lima participará da Conferência das Nações Unidas sobre Mudanças Climáticas (COP28), realizada de 30 de novembro a 12 de dezembro em Dubai, nos Emirados Árabes Unidos.

Lá, o governador apresentará medidas que o Amazonas já realiza para o combate a desmatamentos e degradação florestal, além de novas ações previstas para conservação ambiental, incluindo captura de recursos.

Para a COP28, Wilson destaca que o Amazonas vai apresentar uma agenda “ousada”, que tem como meta o desmatamento líquido zero até 2030.

“Junto com os demais governadores do Consórcio [da Amazônia] para discutir mudanças climáticas, preservação do meio ambiente, mas, sobretudo,  proteção às nossas populações. Na oportunidade vamos apresentar nossa agenda 2030, uma meta ousada, que é o desmatamento líquido zero até 2030, além da comercialização do nosso crédito de carbono”, disse o governador.

Da Redação O Poder

Foto: Reprodução/Facebook

Municípios do AM vão receber cerca de R$ 36 milhões do FPM

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Nesta quinta-feira (30), os municípios do Amazonas receberão da União mais uma parcela do Fundo de Participação dos Municípios (FPM). Serão R$ 36.164.619,53 relativos ao terceiro decêndio de novembro de 2023. Cesar Lima, consultor de orçamento, alerta para que a prefeitura utilize o valor recebido de maneira estratégica.

“No geral, a recomendação aos prefeitos é que eles utilizem esses valores para pagamento de pessoal e pelas dívidas. Que podem vir a bloquear o FPM, como por exemplo, os valores tomados com a anuência da união, que caso não sejam pagos, a união retém parte da FPM para honrar esses compromissos”, aponta o consultor de orçamento.

Segundo a Confederação Nacional de Municípios (CNM), a quantidade de dinheiro que cada município recebe é definida pela Lei 5172/66 (Código Tributário Nacional) e o Decreto-Lei 1881/8.

Dessa forma, o valor do repasse é definido de acordo com o número de habilidades. O cálculo é feito pelo Tribunal de Contas da União (TCU), usando dados fornecidos pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

Os municípios que receberão o maior valor são: Parintins (R$ 1.271.722,70), Itacoatiara (R$ 1.192.240,10), Manacapuru  (R$ 1.192.240,10) e Coari (R$ 1.112.757,50). As cidades que irão receber o menor valor são: Silves (R$ 238.448,16), Itamarati (R$ 238.448,16), Itapiranga (R$ 238.448,16) e Japurá (R$ 238.448,16).

Fundo de Participação dos Municípios 

Os recursos do FPM fazem parte do dinheiro arrecadado pela União, através de impostos, e são repassados, a cada dez dias, a todas as prefeituras do país. Portanto, são feitas transferências de dinheiro aos municípios nos dias 10, 20 e 30 de cada mês. Caso a data caia num sábado, domingo ou feriado, o repasse é feito no primeiro dia útil anterior.

Clique no mapa para saber os valores repassados ao seu município:

Da Redação, com informações do Brasil 61

Foto: Reprodução

Aleam recebe Mensagem governamental sobre PCCR da AmazonPrev

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A Assembleia Legislativa do Estado do Amazonas (Aleam) receberá, nesta semana, a Mensagem Governamental nº 124/2023, enviada pelo governador Wilson  Lima (União Brasil). O documento é referente ao Projeto de Lei que institui o Plano de Cargos, Carreiras e Remuneração (PCCR) dos servidores da Fundação Fundo Previdenciário do Estado do Amazonas (AmazonPrev).

A matéria ainda dispõe sobre a adequação da carreira de advogado público ao princípio da unidade de representação descrita no artigo 132 da Constituição Federal. A Mensagem foi protocolada na Aleam no último dia 22 e, agora, segue para avaliação das comissões especiais, antes de ser votada pelos parlamentares.

De acordo com a propositura, o artigo 29 da Lei n.º 4.794, de 8 de abril de 2019, passa a vigorar com a seguinte redação: “Art. 29. Os atuais ocupantes dos cargos de Agente Previdenciário serão enquadrados nos cargos de Analista Previdenciário, conforme tabela de transposição constante do Anexo IV desta Lei.”

Já o artigo segundo da mesma lei passa a vigorar com a seguinte redação com a inclusão do artigo 29-A: “Art. 29-A. Os atuais ocupantes dos cargos de Advogado serão
enquadrados nos cargos de Advogado Público, conforme tabela de transposição
constante do Anexo IV desta Lei.”

Os cargos vagos de Advogado Público na vigência desta Lei serão extintos no âmbito da Fundação Fundo Previdenciário do Estado do Amazonas, sendo transformados, no mesmo quantitativo, em cargos de provimento efetivo de Procurador do Estado de 3.ª Classe, no Quadro de Pessoal da Procuradoria Geral do Estado.

Os demais cargos de Advogado Público, atualmente ocupados, à medida
que vagarem, serão extintos no âmbito da Fundação Fundo Previdenciário do Estado
do Amazonas – AMAZONPREV sendo transformados, no mesmo quantitativo, pela
criação automática de cargos de provimento efetivo de Procurador do Estado de 3.ª
Classe, no Quadro de Pessoal da Procuradoria Geral do Estado.

 

 

Augusto Costa, para O Poder

Foto: Reprodução

Greve dos auditores fiscais da Receita pode ser mais um baque para ZFM

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A primeira semana de greve dos auditores fiscais foi marcada por atos públicos em três Regiões Fiscais (Brasília, Rio de Janeiro e São Paulo), com adesão de mais de 400 Auditores, filas em aeroportos e postos aduaneiros com operação-padrão; não realização de reunião do Conselho Administrativo de Recursos Fiscais (Carf); e vitória parcial no Superior Tribunal de Justiça (STJ), junto à ação imposta pela Receita Federal, via Advocacia-Geral da União (AGU).

A greve deflagrada no último dia, 20, de acordo com calendário aprovado em Assembleia realizada em 20 de setembro, pleiteia o cumprimento integral do Plano de Aplicação do Fundaf e alterações no texto do Decreto 11.545/2023, para pagamento do bônus de eficiência, conforme acordado pelo governo federal com a categoria em 2016. Na próxima semana, a categoria segue unida na programação de novos atos públicos e reuniões setoriais.

Haverá atos públicos em 28 de novembro, na 6ª Região Fiscal (Belo Horizonte); 1º de dezembro, na 2ª Região Fiscal (Belém); e 5 de dezembro, na 4ª Região Fiscal (Recife).

Em reunião realizada na última sexta-feira (24), pelo Comando Nacional de Mobilização (CNM), com participação da Direção Nacional e da Mesa Diretora do Conselho de Delegados Sindicais (CDS), ficaram decididas a realização de mais duas ações para intensificar a mobilização. Batizada de ‘Dia do Canal Vermelho’, será no dia 30, com verificação de documentos e cargas. O ‘Dia de devolução formal dos trabalhos’, será em 6 de dezembro, caso o governo não faça uma proposta adequada aos pleitos da categoria no próximo dia 4.

Embora exista dificuldade de aferir a adesão à greve em função do teletrabalho, o entendimento geral é que a greve é forte em todo o país. Foi informado, na reunião do Comando, que nas fronteiras do Rio Grande do Sul e no Aeroporto Internacional de Guarulhos (SP), por exemplo, há um nível elevado de adesão ao movimento. Por conta da greve, as cargas internacionais já estão no pátio do aeroporto em virtude do esgotamento de espaço dos armazéns. Para a Direção Nacional do Sindifisco a greve da categoria só terminará quando o governo apresentar uma proposta que possa ser levada à Assembleia Nacional para deliberação e que atenda aos pleitos dos Auditores.

 

 

Com informações do Sindfisco Nacional

Foto: Divulgação

Plínio Valério já fez pedido para exploração de ouro em terras indígenas

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À frente da Comissão Parlamentar de Inquérito das Organizações Não-Governamentais (CPI das ONGs), o senador Plínio Valério (PSDB-AM) solicitou pesquisas para exploração de ouro em áreas preservadas da Amazônia, em uma região marcada pela presença de povos indígenas e reservas ambientais.

De acordo com o Amazonas Atual, a Agência Pública apurou que Plínio Valério apresentou cinco requerimentos de pesquisa, todos em áreas localizadas no município de São Gabriel da Cachoeira. Cada um deles tinha área de 1 mil hectares, formando um bloco único de 5 mil hectares. Todas as solicitações miravam a extração de ouro.

Ainda conforme o Amazonas Atual, as informações constam em registros da Agência Nacional de Mineração (antigo DNPM) e foram oficializadas há 40 anos. Os requerimentos do hoje senador foram apresentados ao órgão federal em maio de 1983. Todos foram rejeitados, em setembro daquele mesmo ano, devido à impossibilidade de autorização.

À época, já estava em andamento, naquela mesma área, o processo de demarcação da Terra Indígena Balaio, que teve a sua portaria de identificação publicada em abril de 1988 e homologação, em dezembro de 2009. Atualmente, nove povos indígenas habitam a área de 257 mil hectares próxima à fronteira com a Venezuela. Ali também estão os limites da Reserva Biológica Morro dos Seis de Lagos, na bacia do Rio Negro.

A reportagem questionou o senador sobre seus requerimentos para pesquisar ouro naquela região. O parlamentar informou que seus pedidos de pesquisa tinham, na realidade, interesse jornalístico e que, já naquela época, ele pretendia “desvelar” como funcionava a atuação das ONGs com presença na Amazônia.

“Como jornalista, aos 29 anos, me dedicava à produção de uma reportagem sobre minérios na região amazônica. Nesse contexto, apresentei um pedido de exploração mineral aos órgãos competentes, ciente de que seria rejeitado. O objetivo era entender as práticas em vigor na época, especialmente diante da presença crescente de ONGs em São Gabriel da Cachoeira”, disse Plínio Valério.

O senador afirmou, ainda, que nunca teve o propósito de fazer mineração de ouro e que seu foco eram mesmo as organizações não-governamentais.

“Nunca pretendi mexer com ouro. Ali, naquele momento, sabia que tinha que combater essas ONGs que hoje dominam a Amazônia. Meu propósito era, enquanto repórter, desvelar e compreender os métodos operacionais dessas entidades. Era jovem, com vinte e poucos anos, e recebia salário de jornal. Como exploraria minério?”, questionou o senador na nota.

A Agência Pública perguntou a Valério em qual veículo de comunicação ele atuava à época e se a referida reportagem chegou a ser publicada. Não houve resposta sobre esses questionamentos. O senador declarou, porém, que sua alegada apuração acabaria por influenciar seu trabalho até os dias atuais.

O processo de autorização ou rejeição de qualquer pesquisa ou exploração mineral no Brasil se baseia em critérios técnicos. Se há sobreposição com unidades de conservação ambiental ou terras indígenas – estejam elas já demarcadas ou em processo de demarcação, por exemplo –, o pedido é rejeitado.

Não é de hoje, de fato, que o senador Plínio Valério tenta enquadrar as ONGs que atuam na Amazônia. Foram pelo menos “cinco anos de luta”, como ele mesmo disse em junho deste ano, quando teve o seu pedido de instalação da CPI aceito pelo presidente do Senado, Rodrigo Pacheco (PSD-MG).

Na presidência da CPI, que tem relatoria do senador Márcio Bittar (União-AC), ex-vice-líder do governo Bolsonaro (PL) no Congresso, Valério alega que tem procurado formas de “descobrir o que essas ONGs fazem tanto no meio do mato”, com a promessa de “abrir essa caixa-preta”, para que essas organizações sejam auditadas.

Convencido de que o “ambientalismo apocalíptico” tem impedido a exploração dos recursos naturais da Amazônia, o senador costuma se cercar de dados sem comprovação científica e de discursos negacionistas para questionar a realidade imposta pelas mudanças climáticas e o papel do homem em acelerar o aquecimento global.

Alguns desses negacionistas chegaram a ser chamados para se manifestar na CPI das ONGs. Um deles, o meteorologista Luiz Carlos Molion, disse, no mesmo momento em que o Rio Grande do Sul era atingido por fortes chuvas que provocaram 60 mortes no início de setembro, que o Estado poderia ficar tranquilo que não haveria “excesso de água” em decorrência do fenômeno El Niño que se expressa neste ano. Ele também falou que o Norte não teria seca. Está ocorrendo exatamente o oposto do que ele falou.

“Isso me leva sempre a falar do complexo do colonizado que o brasileiro tem. Eu sou da Amazônia, caboclo de beira de rio, estou senador da República e fico dizendo que isso tudo aqui é mentira, mas os brasileiros acabam acreditando no Leonardo DiCaprio, na Gisele Bündchen, no [Emmanuel] Macron [presidente da França], preferem acreditar neles do que num caboclo da região que conhece a Amazônia como a palma da mão”, disse Plínio Valério, na tribuna do Senado.

“Eu vou continuar aqui reclamando, gritando, falando, dizendo que, embora da região, embora da beira de rio que conheço, o grito não é alcançado. Restou-nos, então, a CPI das ONGs”, continuou.

O Senado prorrogou a CPI da ONGs, que agora tem previsão de ter seu relatório concluído e entregue até 19 de dezembro. Na segunda-feira, 27, foi a vez da ministra do Meio Ambiente, Marina Silva, falar à CPI. Depois de não ter conseguido participar da comissão na semana anterior como convidada – já que tinha sua presença confirmada em uma comissão na Câmara dos Deputados –, Marina acabou sendo “convocada” para a sessão, atitude extrema e que costuma ser evitada no Congresso, principalmente quando quem vai comparecer fará apenas esclarecimentos, sem ser alvo de qualquer tipo de acusação.

Desde o início da CPI, os senadores Plínio Valério e Márcio Bittar têm prometido um relatório contundente contra as ONGs, apontando supostas irregularidades e cobrando reformulações de programas como o Fundo Amazônia. Até o momento, porém, não há indicativo de nenhuma irregularidade encontrada. Os parlamentares questionam, ainda, o resultado prático que os repasses às ONGs trazem à população local.

Marina Silva afirmou, em sua passagem pela CPI, que o Fundo Amazônia tem seus projetos auditados pelo Tribunal de Contas da União e que este, como um órgão de assessoria do próprio Legislativo, já apontou que não encontrou irregularidades.

Plínio Valério disse que é preciso ampliar a fiscalização dos recursos e seus resultados. “O que queremos, no fim, é apresentar projetos de lei que permitam que o Fundo Amazônia olhe também para essa gente.”

 

 

Do Amazonas Atual

Foto: Reprodução

TCE acata denúncia da justiça trabalhista em Tabatinga

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O Tribunal de Contas do Estado do Amazonas (TCE-AM), por intermédio do Processo nº 15800/2023, de 28 de novembro de 2023, acatou denúncia interposta de Representação pela Corregedoria Regional do TRT da 11ª (Tribunal Regional do Trabalho), a cerca de irregularidades trabalhistas e vícios na contratação de servidores em Tabatinga (a 1.106 quilômetros de Manaus).

 

 

Augusto Costa, para O Poder

Ilustração: Neto Ribeiro

EXPOFERR: Deputado pede acesso integral aos documentos sobre a contratação do Ibras

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O Plenário da Assembleia Legislativa aprovou, nesta terça-feira, 28, de forma simbólica o Pedido de Informação (PI) 50/2023, que solicita ao Tribunal de Contas de Roraima (TCERR) documentos sobre a contratação da empresa responsável pela organização da 42ª Feira Agropecuária (Expoferr).

O evento ocorreu de 14 a 18 de novembro deste ano no Parque de Exposições Dandãenzinho, zona rural de Boa Vista, envolto em polêmicas após a contratação do Instituto Brasileiro de Cidadania e Ação Social (Ibras), que tem como dona a jovem Bruna Antony de Oliveira, de 23 anos, que até o início deste ano era funcionária da ALE com salário de R$ 3 mil. O contrato foi de quase R$ 17 milhões.

A matéria legislativa, apresentada pelo deputado Jorge Everton (UB), opositor ao governador Antonio Denarium (PP), solicita ao TCERR a cópia integral do processo instaurado pela Corte de Contas que apura as possíveis irregularidades na contratação da empresa responsável pela organização da 42ª edição da Feira Agropecuária Estadual, bem como a cópia de todas as decisões proferidas pelo TCE sobre o específico processo.

Neste mês, após denúncias sobre supostas irregularidades na contratação, o TCE determinou o bloqueio e, em seguida, o desbloqueio das contas da empresa Ibras (Instituto Brasileiro de Cidadania e Ação Social) e do secretário de Agricultura, Desenvolvimento e Inovação, Márcio Grangeiro.

Foto: Divulgação 

Infraero se torna responsável pela administração, operação e exploração do Aeroporto de Flores, em Manaus

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A Empresa Brasileira de Infraestrutura Aeroportuária (Infraero) informa que recebeu a outorga do Aeroporto de Flores, em Manaus (AM), por meio da portaria nº 514 do Ministério de Portos e Aeroportos, publicada nesta segunda-feira, 27 de novembro de 2023, no Diário Oficial da União.

O documento atribui à Companhia a administração, operação e exploração do terminal a partir desta data. Nele funcionam a sede do Aeroclube do Amazonas (ACA), empresas de táxi aéreo e escolas de paraquedismo, sendo de grande importância para a aviação regional de toda a Amazônia.

Para o presidente da Infraero, Rogério Barzellay, a transferência da outorga de mais um terminal à Infraero reforça a expertise que tem a Companhia na administração de aeroportos e sua vocação para o desenvolvimento da aviação regional.

“A Infraero agora irá trabalhar para agilizar a transição das operações e, oportunamente, anunciar um plano de ações para o aeroporto, com foco no seu potencial de demanda e incremento das operações”, destaca Barzellay.

O Aeroporto de Flores está localizado a cerca de 3,5 km do centro da cidade de Manaus. O aeroporto tem uma pista de pousos e decolagens com 830 metros de comprimento por 30 metros de largura e uma pista de 150 metros para a prática de aeromodelismo.

 

 

Com informações do AeroIn

Foto: Reprodução