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Braga como relator cria Cide para preservar produtos produzidos na ZFM

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O relator da reforma tributária, Eduardo Braga (MDB-AM)propõe a utilização da Contribuição de Intervenção no Domínio Econômico (Cide) para taxar ao redor do Brasil produtos que são produzidos na Zona Franca de Manaus (ZFM).

A ideia é manter que os “diferenciais competitivos” da ZFM após as alterações no sistema tributário .

O texto da reforma tributária aprovado na Câmara dos Deputados previa, entre outros instrumentos, usar o Imposto Seletivo (IS) para taxar bens fabricados em outras áreas para garantir a competitividade da região.

‘Apesar da necessária iniciativa da Câmara, essa alternativa tornaria o IS um novo IPI [Imposto sobre Produtos Industrializados], o que poderia gerar um efeito contrário ao pretendido, pois haveria uma distorção do imposto e seriam acirradas as disputas judiciais”, escreveu Braga em seu parecer.

“Propomos a modificação do texto para que, em vez de o novo tributo ser adaptado, um tributo já existente em nosso ordenamento, no caso a contribuição interventiva (Cide), possa exercer esse papel”, completa.

A Cide é uma contribuição de natureza extrafiscal, que possui vinculação obrigatória de suas receitas.

Atualmente, a ZFM conta com uma série de incentivo relativos aos impostos atuais. No âmbito federal, conta com reduções de alíquotas e isenções de PIS/Cofins e IPI (que darão lugar a CBS). Além disso, tem tratamento diferencial de ICMS (que vai se unir ao ISS para formar o IBS).

Os diferenciais tributários são considerados vitais para o desenvolvimento da região. Em 2022, o faturamento da ZFM alcançou R$ 174 bilhões, um recorde, com crescimento de quase 7% sobre 2021. As exportações somaram R$ 3 bilhões, alta de 29%. Estima-se que sejam gerados 700 mil empregos diretos e indiretos.

 

Redação, com informações de CNN BRASIL

Gladson pede a ministro mais visita de Lula ao Acre

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Em agenda com o ministro da Educação, Camilo Santana, que está no Acre nesta quinta-feira (26) para inaugurar o prédio da reitoria do Instituto Federal do Estado (Ifac), o governador Gladson Cameli resolveu presentear o ministro com dois objetos que representam o estado.

O primeiro, ao lado da vice-governadora Mailza Assis, Gladson entregou um broche do brasão do Estado do Acre. “Não é o brasão do nosso governo. É do nosso estado”, disse o governador.

O segundo, foi um presente feito em marchetaria, do artista de Cruzeiro do Sul, Marqueson. “É um bloco de notas para ele anotar os nossos pedidos e não esquecer”, brincou Gladson.

Ao final do discurso, o governador voltou a agradecer o apoio do governo federal e pediu mais uma vez a vinda do presidente Lula no Acre. “Que venha ao Acre, que promessas e compromissos tem honrado”, disse.

O governador disse ainda que a vinda do ministro ao Acre representa a preocupação do governo federal com a Educação do estado.

Já o ministro anunciou um pedido feito pelo presidente Lula: de comunicar, que assim que se recuperar da cirurgia realizada, o primeiro estado que deverá visitar é o Acre.

 

Com informações do ContilNet

Foto: Reprodução 

Senado aprova indicados para vagas de ministros do STJ

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O Senado aprovou, na quarta-feira, 25, os três nomes indicados para vagas de ministros do STJ. Daniela Teixeira, José Afrânio Vilela e Teodoro Silva Santos, indicados pelo presidente Lula, devem ser nomeados, e a partir daí o STJ poderá marcar a data da posse.

Pela manhã, os indicados passaram por mais de cinco horas de sabatina na Comissão.

Daniela Teixeira integrou lista tríplice formada pelo pleno do STJ em 23 de agosto, a partir dos seis nomes apresentados pela OAB. Há 10 anos não se tinha uma mulher indicada ao Tribunal da Cidadania. A vaga decorre da aposentadoria do ministro Felix Fischer, que se aposentou em 2022.

Já os desembargadores José Afrânio Vilela, do TJ/MG, e Teodoro Silva Santos, do TJ/CE, foram escolhidos em uma lista de quatro nomes também formada pelo pleno do STJ. As vagas decorrem da aposentadoria do ministro Jorge Mussi, em janeiro, e do falecimento do ministro Paulo de Tarso Sanseverino, em abril.

 Novos ministros

Daniela Teixeira é natural de Brasília/DF e tem 51 anos. Destes, 27 anos foram dedicados à advocacia.

É formada pela UnB (1996), tem pós-graduação em Direito Econômico e das Empresas pela FGV (1998) e mestrado profissional em Constituição e Sociedade pelo IDP (2020).

Foi conselheira Federal da OAB, pelo DF, nas gestões 2010/12 e 2019/21. Ainda na Ordem, foi diretora secretária-geral da OAB/DF de 2013/15 e vice-presidente de 2016/18.

Integrou comissões de juristas da Câmara dos Deputados, participou da elaboração do anteprojeto da nova lei de improbidade, da nova lei do Estado Democrático de Direito e da nova lei de lavagem de dinheiro.

Em 2019, Daniela Teixeira foi indicada pelo STF, por unanimidade, para compor o TSE na categoria jurista.

Daniela Teixeira é autora da lei 13.363/16, que concede direitos às advogadas grávidas, adotantes e lactantes, como suspensão de prazos e preferência em audiências. A lei foi denominada com o nome de sua filha: Lei Julia Matos, cuja história foi a inspiração para o projeto de lei.

José Afrânio Vilela tem 62 anos. Possui graduação em Direito pela UFU e pós-graduação em gestão judiciária pela UnB.

Foi aprovado no concurso público para a magistratura do TJ/MG de 1988/1989. Atuou como juiz titular e juiz-cooperador de diversas comarcas no Estado, e ocupou o cargo de 10º juiz de Direito de BH.

Em 2004, foi promovido ao cargo de juiz do extinto Tribunal de Alçada de Minas Gerais, lotado na 3ª câmara Cível (Direito Privado). Foi também superintendente de Planejamento e Administração do Tribunal de Alçada do Estado, até 2005, quando da integração ao Tribunal de Justiça.

Desde 2005, é desembargador do TJ/MG, atuando na 2ª câmara Cível (Direito Público).

Teodoro Santos formou-se em Direito pela Unifor em 1987. Em 1997, cursou especialização em Direito Constitucional; em 2007, concluiu o mestrado; e em 2020, finalizou o doutorado também em Direito Constitucional. Neste ano, faz estágio pós-doutoral na Universidade do Minho, em Braga (Portugal).

Entre 1989 e 1992, foi delegado em Rondônia e, entre 1993 e 2010, promotor de Justiça do Ceará. Desde 2003, Santos é professor titular da Universidade de Fortaleza, onde ministra disciplinas de graduação relacionadas a processo penal. O indicado também apresenta extensa produção bibliográfica, com artigos publicados em periódicos e livros. Ele é atualmente desembargador no TJ/CE.

Composição

Nos termos do art. 104 da Constituição, o STJ é composto por 33 ministros. Um terço deles vem dos Tribunais Regionais Federais e outro tem origem nos Tribunais de Justiça.

O último terço é escolhido, em partes iguais, alternadamente, entre advogados e membros do Ministério Público Federal, Estadual e do DF.

 

 

Da Redação, com informações do Portal Migalhas

Foto: Divulgação

Cassação de Denarium segue curiosamente “presa” em Roraima dois meses após julgamento

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Roraima – Passados dois meses do dia histórico da cassação do governador Antonio Denarium (PP) por conduta vedada, o Tribunal Regional Eleitoral de Roraima (TRE-) curiosamente ainda não deu seguimento ao trâmite após o julgamento do progressista e do vice, Edilson Damião (Republicanos), em Roraima.

No dia 11 de setembro, o TRE publicou, no Diário da Justiça Eletrônico, o extrato dos embargos de declaração protocolados contra a decisão que resultou na cassação. No total, foram cinco recursos ajuizados, sendo, além do próprio interessado e seu partido, ainda o vice Edilson Damião e sua sigla, o Republicanos, e a secretária da Secretaria Estadual do Trabalho e Bem-Estar Social (Setrabes), Tânia Soares.

Desde então, o caso está “preso” no TRE devido a pendência do julgamento dos Embargos de Declaração apresentado pelo governador cassado Antonio Denarium. Desta forma, o governador “ganha” tempo e permanece no cargo. A expectativa devido a lentidão é que o caso não vá mais ao TSE este ano.

No TSE

No Tribunal Superior Eleitoral (TSE), o caso de Antonio Denarium será apreciado por sete ministros, três deles do Supremo Tribunal Federal (TSE). Se o TSE referendar a decisão do TRE, cumpre realizar novas eleições.

Cassação 

Denarium, que está no segundo mandato, teve o mandato casso no dia 14 de agosto por distribuição de cestas básicas em ano eleitoral. O Avante, partido que ingressou com o pedido de cassação em Roraima, alegou que o governador quintuplicou o número de beneficiários de programa de distribuição de cestas básicas para 50 mil pessoas em ano de campanha eleitoral.

Foram favoráveis à cassação de Denarium os juízes eleitorais Felipe Bouzada, Joana Sarmento, Tânia Vasconcelos e a desembargadora e presidente do TRE, Elaine Bianch. Foram contrários os magistrados Francisco Guimarães, Ataliba de Albuquerque e Luiz Alberto.

No final de agosto, o TRE publicou o acórdão da cassação do governador Antonio Denarium. O documento destacava os votos dos juízes, juristas e do relator. No voto do relator, juiz federal Felipe Bouzada, tem todo o detalhamento dos números que ele fez sobre os gastos de Denarium com cestas básicas.

Desespero

No ano passado, Antonio Denarium, que apoiava a candidatura de reeleição do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL), atacou diversas vezes Luiz Inácio Lula da Silva (PT), quando chamou até o atual presidente de bandido e afirmava que o PT havia sido erradicado de Roraima.

Atualmente, no entanto, o desespero do governador cassado é tão grande e visível que ele corre atrás do presidente Lula em todos eventos possíveis numa clara tentativa frustrada de esquecer o passado.

Foto: Divulgação 

 

Prefeito de Tabatinga vai gastar mais de R$ 329 mil em reforma de Centro Cultural

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O prefeito de Tabatinga (a 1.106 quilômetros de Manaus), Saul Bemerguy (MDB), vai gastar mais de R$ 329 mil na contratação da empresa J. E. da Silva Melo Eireli de CNPJ nº 24.446.847/0001-62. O motivo é a reforma do Centro Cultural do município.

De acordo com a Carta Contrato nº 07/2023 – PMT, a empresa vai receber o valor global de R$ 329.771,51, com rubrica orçamentária da Secretaria Municipal de Obras, Infraestrutura e Transporte. A medida foi assinada pelo prefeito no último dia 18.

A empresa contratada está localizada em Manaus e foi fundada em 23 de março de 2016. Seu capital social é de R$ 1,2 milhão e sua principal atividade econômica é a construção de edificios.

 

 

Augusto Costa, para O Poder

Foto: Reprodução

TRE-AM multa Chico do Belo

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O Tribunal Regional Eleitoral do Amazonas (TRE-AM) multou o prefeito de Anamã, Francisco Nunes Bastos, o Chico do Belo, e seu vice, Caio Lasmar Meireles Pinheiro. O valor é de R$ 10 mil.

O motivo é atribuído a possíveis irregularidades em campanha com a coligação “O Trabalho Continua”.

 

 

Da Redação O Poder

Foto: Reprodução

Ari Moutinho emite nota e se diz irresignado

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O conselheiro do Tribunal de Constas do Estado do Amazonas (TECE-AM), Ari Moutinho, se manifestou em nota oficial rebatendo a decisão monocrática do conselheiro Júlio Pinheiro, de afastá-lo cautelarmente das funções no órgão fiscalizador. A decisão está publicada no Diário Oficial de ontem, 26.

“Recebo com irresignação a notícia de decisão de afastamento de minhas atividades. Ressalto que a decisão do meu afastamento é desconexa e descompassada com nosso Ordenamento Jurídico”, diz trecho da nota.

Ainda de acordo com o conselheiro, as acusações apontadas não condizem com a realidade dos fatos. “Só posso observar tudo isso como mais um capítulo da campanha de ódio e perseguição que se instalou injustamente contra a minha pessoa”.

Ari Moutinho afirma, ainda, que está momentaneamente afastado das suas funções no TCE-AM por ter se submetido a processo cirúrgico e que, ao sair da sala de cirurgia, se deparou com esse ato ao qual considera covarde. Moutinho já acionou seus advogados.

Confira a nota

 

Decisão colegiada

O presidente do TCE-AM, conselheiro Erico Desterro, também se manifestou na noite de quinta-feira, 26, e informou que não houve decisão do colegiado a respeito do possível afastamento de qualquer membro da Corte de Contas do Amazonas.

A publicação feita no Diário Oficial do TCE-AM, de acordo com Desterro, diz respeito a uma decisão monocrática de um conselheiro, que atua em substituição ao corregedor, e que não foi aprovada pelo colegiado do Tribunal Pleno.

Entenda o caso 

A polêmica envolvendo o conselheiro Ari Moutinho se refere a denúncia formulada pela presidente eleita do TCE-AM, Yara Lins, contra Moutinho, afirmando que teria sido agredida verbalmente e ameaçada por ele no último dia 3, nas dependências do plenário. Além de representação interna, a denúncia foi parar na polícia.

 

 

Augusto Costa, para O Poder

Foto: Reprodução

TCE-AM dá 90 dias para Jair Souto regularizar Portal da Transparência

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O Tribunal de Contas do Estado do Amazonas (TCE-AM) deu 90 dias para que o prefeito de Manaquiri, Jair Souto, regularize o Portal da Transparência.

O gestor deverá divulgar as informações de interesse público, dados processados ou não, que podem ser usados para produção de conhecimento.

A negativa de acesso às informações pode ser sujeira a medidas disciplinares.

 

 

Da Redação O Poder

Foto: Reprodução 

Conselheiro Ari Moutinho é afastado do TCE-AM

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O conselheiro Ari Moutinho foi afastado do Tribunal de Contas do Amazonas (TCE-AM) nesta quinta-feira, 26. A decisão foi publicada no diário oficial da Corte de Contas.

O motivo foi a agressão verbal contra a conselheira Yara Lins, presidente eleita da Corte, no início do mês. O relator, conselheiro Júlio Pinheiro, explica nos autos que tais palavras feriram a honra de Yara além de violar o Código de Ética do TCE. 

“É sempre importante lembrar, que as regras da boa convivência entre iguais deveriam sempre pautar o comportamento respeitoso e cordial. Nada justifica qualquer ato desabonador à reputação de outrem, principalmente em se tratando de colegas, que devem prezar pela integridade profissional, especialmente em relação ao decoro, fatos estes confirmados pelas testemunhas e pela declaração da Representante”, explica Júlio Pinheiro.

O afastamento de Ari Moutinho de suas funções é considerado prudente, necessário, adequado e proporcional para evitar o contato direto com Yara Lins e gerar novos “dissabores”,  conforme analisa o relator, e consequentemente, comprometer o andamento processual. 

Além de ser afastado de suas funções, Ari Moutinho também está impedido de acessar às dependências do TCE, até o término do julgamento do processo disciplinar pela Corte de Contas. 

Veja:

 

Priscila Rosas, para Portal O Poder 

Foto: Divulgação

Caio André engrossa críticas a economista Alexandre Schwartsman após falas preconceituosas

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O presidente da Câmara Municipal de Manaus (CMM), vereador Caio André (Podemos), defendeu o modelo Zona Franca e repudiou, durante a Sessão Plenária dessa quarta-feira, 25, falas preconceituosas do economista Alexandre Schwartsman, de São Paulo, em entrevista ao Jornal da Cultura exibido na última segunda-feira, 23.

O economista, que é ex-diretor do Banco Central, classificou a Zona Franca de Manaus (ZMF) como uma “aberração” e demonstrou insatisfação com a prorrogação do modelo.

De acordo com Caio André, Alexandre demonstrou desconhecimento sobre o modelo sustentável, que emprega mais de 500 mil pessoas direta e indiretamente.

“Nós vivemos em uma federação, há a necessidade da integração nacional, é isso que aquele cidadão não entende. Aqui não é um polo só de montagem, é o segundo polo de produção de aparelhos de ar condicionado do planeta, o maior do país; polo de duas rodas, polo de indústria plástica, temos uma indústria pujante que existe graças aos incentivos fiscais”, detalhou Caio André.

O presidente da CMM subscreveu a Moção de Repúdio nº 417/2023, de autoria do vereador Lissandro Breval (Avante), que manifesta repúdio às falas preconceituosas proferidas à Zona Franca de Manaus por Alexandre Schwartsman, no Jornal da Cultura.

“Eu subscrevo a Moção, é algo comum a todos os vereadores, todos nós temos esse sentimento de repúdio às palavras esdrúxulas por esse suposto economista, que infelizmente deu essa entrevista, trazendo toda essa desinformação ao país”, acrescentou Caio André.

De acordo com dados da Superintendência da Zona Franca de Manaus (Suframa), de janeiro a julho, a Zona Franca faturou R$ 98 bilhões. O modelo dá uma importante contrapartida ao Brasil e também para os outros países, que é a preservação da floresta em pé.

 

Da Redação com informações da assessoria de imprensa 

Foto: Mauro Pereira – Dicom