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Ciro chama de ‘selvageria’ MP de Bolsonaro que suspendia salários de trabalhadores

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Foto: Reprodução/internet

O presidente do PDT-Nacional, Ciro Gomes, chamou a Medida Provisória (MP) n° 927, de 22 de março de 2020, publicada no Diário Oficial da União (DOU), nesse domingo, 22, que autorizava empregadores suspender por até quatro meses, o contrato dos trabalhadores e seus respectivos salários, de “selvageria”. A MP foi revogada pelo presidente Jair Bolsonaro (sem partido) nesta segunda-feira, 23, após forte pressão da classe dos trabalhadores.

O presidente da nacional do PDT, informou que iria acionar o Supremo Tribunal Federal (STF) para derrubar a MP de Bolsonaro. “O Governo Bolsonaro acabou de publicar uma Medida Provisória que é uma das coisas mais aberrantes, mais selvagens e mais estupidas sobre o ponto de vista técnico social. Simplesmente, Bolsonaro autoriza que os patrões suspendam 100% dos salários dos trabalhadores por quatro meses. Isto é absolutamente ilegal. Conforme a Constituição Federal, não pode e nem deve ser aceita pelo povo trabalhador e nem pelo empresário”, disse Ciro Gomes.

Ciro Gomes chamou de irresponsável a Medida Provisória de Bolsonaro. “Vamos entrar imediatamente com uma ação para impedir que essa loucura técnica, essa selvageria, vamos impedir que essa loucura econômica seja consumada no nosso país”, disse o presidente do PDT.

O que dizia a MP

De acordo com a MP, durante o estado de calamidade pública, “o contrato de trabalho poderia ser suspenso, pelo prazo de até quatro meses, para participação do empregado em curso ou programa de qualificação profissional não presencial oferecido pelo empregador, diretamente ou por meio de entidades responsáveis pela qualificação, com duração equivalente à suspensão contratual”.

Ainda conforme a MP, “o empregador poderia conceder ao empregado ajuda compensatória mensal, sem natureza salarial, durante o período de suspensão, com valor definido livremente entre empregado e empregador, via negociação individual”.

Confira o vídeo:

 

Ciro chama de ‘selvageria’ MP de Bolsonaro que suspendia salários de trabalhadores

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Foto: Reprodução/internet

O presidente do PDT-Nacional, Ciro Gomes, chamou a Medida Provisória (MP) n° 927, de 22 de março de 2020, publicada no Diário Oficial da União (DOU), nesse domingo, 22, que autorizava empregadores suspender por até quatro meses, o contrato dos trabalhadores e seus respectivos salários, de “selvageria”. A MP foi revogada pelo presidente Jair Bolsonaro (sem partido) nesta segunda-feira, 23, após forte pressão da classe dos trabalhadores.

O presidente da nacional do PDT, informou que iria acionar o Supremo Tribunal Federal (STF) para derrubar a MP de Bolsonaro. “O Governo Bolsonaro acabou de publicar uma Medida Provisória que é uma das coisas mais aberrantes, mais selvagens e mais estupidas sobre o ponto de vista técnico social. Simplesmente, Bolsonaro autoriza que os patrões suspendam 100% dos salários dos trabalhadores por quatro meses. Isto é absolutamente ilegal. Conforme a Constituição Federal, não pode e nem deve ser aceita pelo povo trabalhador e nem pelo empresário”, disse Ciro Gomes.

Ciro Gomes chamou de irresponsável a Medida Provisória de Bolsonaro. “Vamos entrar imediatamente com uma ação para impedir que essa loucura técnica, essa selvageria, vamos impedir que essa loucura econômica seja consumada no nosso país”, disse o presidente do PDT.

O que dizia a MP

De acordo com a MP, durante o estado de calamidade pública, “o contrato de trabalho poderia ser suspenso, pelo prazo de até quatro meses, para participação do empregado em curso ou programa de qualificação profissional não presencial oferecido pelo empregador, diretamente ou por meio de entidades responsáveis pela qualificação, com duração equivalente à suspensão contratual”.

Ainda conforme a MP, “o empregador poderia conceder ao empregado ajuda compensatória mensal, sem natureza salarial, durante o período de suspensão, com valor definido livremente entre empregado e empregador, via negociação individual”.

Confira o vídeo:

 

Habitantes de Wuhan, voltam aos trabalhos de forma progressiva

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Os habitantes da cidade de Wuhan, na China, onde o novo coronavírus foi identificado em dezembro, estão sendo autorizados a voltar ao trabalho, enquanto o transporte público é retomado após dois meses de confinamento.

Os moradores de Wuhan que estão em bom estado de saúde vão poder se deslocar dentro da cidade e pegar um ônibus ou metrô depois de apresentar sua identidade, explicaram as autoridades.

A disseminação do coronavírus nesta metrópole provocou sua quarentena em 23 de janeiro. Quase todas as outras cidades de Hubei aplicaram as mesmas medidas.

Até agora, a população estava proibida de sair dos limites do município de sua residência.

Embora o ministério da Saúde chinês tenha anunciado nesta segunda outras nove mortes adicionais na China – todas em Wuhan -, o número de contaminações caiu muito claramente nas últimas semanas. A maioria dos casos agora é de pessoas que chegam do exterior.

Com um total de 81.093 casos e 3.270 mortes registradas oficialmente, a China é hoje o segundo país mais afetado no mundo pela pandemia, depois da Itália.

Fonte : G1

Foto: Reuters

Habitantes de Wuhan, voltam aos trabalhos de forma progressiva

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Os habitantes da cidade de Wuhan, na China, onde o novo coronavírus foi identificado em dezembro, estão sendo autorizados a voltar ao trabalho, enquanto o transporte público é retomado após dois meses de confinamento.

Os moradores de Wuhan que estão em bom estado de saúde vão poder se deslocar dentro da cidade e pegar um ônibus ou metrô depois de apresentar sua identidade, explicaram as autoridades.

A disseminação do coronavírus nesta metrópole provocou sua quarentena em 23 de janeiro. Quase todas as outras cidades de Hubei aplicaram as mesmas medidas.

Até agora, a população estava proibida de sair dos limites do município de sua residência.

Embora o ministério da Saúde chinês tenha anunciado nesta segunda outras nove mortes adicionais na China – todas em Wuhan -, o número de contaminações caiu muito claramente nas últimas semanas. A maioria dos casos agora é de pessoas que chegam do exterior.

Com um total de 81.093 casos e 3.270 mortes registradas oficialmente, a China é hoje o segundo país mais afetado no mundo pela pandemia, depois da Itália.

Fonte : G1

Foto: Reuters

Bolsonaro revoga artigo que suspendia contrato de trabalho

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Os presidentes da República, Jair Bolsonaro e do Supremo Tribunal Federal, ministro Dias Toffoli, fazem declaração à imprensa no Planalto

O presidente Jair Bolsonaro avisou há pouco nas redes sociais que revogou o art. 18 da MP 927, que permitia a suspensão do contrato de trabalho por até 4 meses sem salário. O Artigo 18 previa que, durante o estado de calamidade pública, o contrato de trabalho poderia ser suspenso por até quatro meses, para participação do empregado em curso de qualificação profissional não presencial, oferecido pela empresa ou por outra instituição. Essa suspensão poderia ser acordada individualmente com o empregado e não depende de acordo ou convenção coletiva.

A MP 927 traz outras medidas trabalhistas para enfrentamento do estado de calamidade pública no país e da emergência em saúde pública decorrente da pandemia da covid-19. A MP Já entrou em vigor neste domingo, 22, ao ser publicada em edição extra do Diário Oficial da União, e tem validade de 120 dias para tramitação no Congresso Nacional. Caso não seja aprovada, perde a validade.

Entre as medidas estão o teletrabalho, a antecipação de férias, a concessão de férias coletivas, o aproveitamento e antecipação de feriados, o banco de horas, a suspensão de exigências administrativas em segurança e saúde no trabalho, o direcionamento do trabalhador para qualificação e o adiamento do recolhimento do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS).

Conteúdo e foto: Agência Brasil

Bolsonaro revoga artigo que suspendia contrato de trabalho

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Os presidentes da República, Jair Bolsonaro e do Supremo Tribunal Federal, ministro Dias Toffoli, fazem declaração à imprensa no Planalto

O presidente Jair Bolsonaro avisou há pouco nas redes sociais que revogou o art. 18 da MP 927, que permitia a suspensão do contrato de trabalho por até 4 meses sem salário. O Artigo 18 previa que, durante o estado de calamidade pública, o contrato de trabalho poderia ser suspenso por até quatro meses, para participação do empregado em curso de qualificação profissional não presencial, oferecido pela empresa ou por outra instituição. Essa suspensão poderia ser acordada individualmente com o empregado e não depende de acordo ou convenção coletiva.

A MP 927 traz outras medidas trabalhistas para enfrentamento do estado de calamidade pública no país e da emergência em saúde pública decorrente da pandemia da covid-19. A MP Já entrou em vigor neste domingo, 22, ao ser publicada em edição extra do Diário Oficial da União, e tem validade de 120 dias para tramitação no Congresso Nacional. Caso não seja aprovada, perde a validade.

Entre as medidas estão o teletrabalho, a antecipação de férias, a concessão de férias coletivas, o aproveitamento e antecipação de feriados, o banco de horas, a suspensão de exigências administrativas em segurança e saúde no trabalho, o direcionamento do trabalhador para qualificação e o adiamento do recolhimento do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS).

Conteúdo e foto: Agência Brasil

Eleição 2020: Action e DMP confirmam números da Pontual e apontam liderança de Amazonino

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Pesquisa Action do empresário Afrânio Soares, divulgada nesta segunda-feira, 23, confirma a tendência de votos divulgada pelo Instituto Pontual há dez dias, em que aponta o favoritismo do ex-governador Amazonino Mendes (Podemos) para prefeito de Manaus.

Conforme a pesquisa Action, se a eleição fosse hoje, Amazonino iria para o segundo turno em primeiro lugar, com 30,7% das intenções de votos. Na pesquisa Pontual, o ex-governador aparece com 29,2%.

E estes números também foram confirmados na pesquisa da DMP/Tiradentes, divulgada em 6 de março deste ano, em que o pré-candidato a prefeito pelo Podemos registrou 26% das intenções de voto, ficando em primeiro lugar.

O Instituto Pontual, inclusive, foi a primeira empresa de pesquisa eleitoral a mostrar esse crescimento de Amazonino entre o eleitorado, ainda em 2019. Em outubro e dezembro do ano passado, o ex-governador apareceu em primeiro lugar das intenções, com 19,8% e 22,5%, respectivamente.

Além do favoritismo de Amazonino, as pesquisas da DMP/Tiradentes e Action também confirmam a tendência de segundo turno entre o ex-governador e David Almeida (Avante), que aparece em todas as sondagens em segundo lugar.

As três pesquisas também mostram o crescimento do deputado federal e pré-candidato a prefeito pelo Republicanos, capitão Alberto Neto, que aparece entre os quatro mais bem posicionados. Na pesquisa Action, por exemplo, Alberto Neto subiu uma posição, ficando em terceiro lugar, com 6,4% dos votos, passando à frente do deputado federal José Ricardo (PT), que registrou 4,8%.

Alberto Neto, inclusive, já aparecia bem posicionado nas duas últimas pesquisas da Pontual, publicadas em outubro e dezembro de 2019, com 6,1% e 7,1%, respectivamente.

A eleição para escolher o novo prefeito de Manaus acontece em 4 de outubro deste ano, segundo calendário definido pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE). Mas, pressões externas defendem que, por conta do avanço do coronavírus (Covid-19), o pleito seja suspenso.

Veja o quadro:

 

 

Valéria Costa, para O Poder

Foto: Montagem

Eleição 2020: Action e DMP confirmam números da Pontual e apontam liderança de Amazonino

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Pesquisa Action do empresário Afrânio Soares, divulgada nesta segunda-feira, 23, confirma a tendência de votos divulgada pelo Instituto Pontual há dez dias, em que aponta o favoritismo do ex-governador Amazonino Mendes (Podemos) para prefeito de Manaus.

Conforme a pesquisa Action, se a eleição fosse hoje, Amazonino iria para o segundo turno em primeiro lugar, com 30,7% das intenções de votos. Na pesquisa Pontual, o ex-governador aparece com 29,2%.

E estes números também foram confirmados na pesquisa da DMP/Tiradentes, divulgada em 6 de março deste ano, em que o pré-candidato a prefeito pelo Podemos registrou 26% das intenções de voto, ficando em primeiro lugar.

O Instituto Pontual, inclusive, foi a primeira empresa de pesquisa eleitoral a mostrar esse crescimento de Amazonino entre o eleitorado, ainda em 2019. Em outubro e dezembro do ano passado, o ex-governador apareceu em primeiro lugar das intenções, com 19,8% e 22,5%, respectivamente.

Além do favoritismo de Amazonino, as pesquisas da DMP/Tiradentes e Action também confirmam a tendência de segundo turno entre o ex-governador e David Almeida (Avante), que aparece em todas as sondagens em segundo lugar.

As três pesquisas também mostram o crescimento do deputado federal e pré-candidato a prefeito pelo Republicanos, capitão Alberto Neto, que aparece entre os quatro mais bem posicionados. Na pesquisa Action, por exemplo, Alberto Neto subiu uma posição, ficando em terceiro lugar, com 6,4% dos votos, passando à frente do deputado federal José Ricardo (PT), que registrou 4,8%.

Alberto Neto, inclusive, já aparecia bem posicionado nas duas últimas pesquisas da Pontual, publicadas em outubro e dezembro de 2019, com 6,1% e 7,1%, respectivamente.

A eleição para escolher o novo prefeito de Manaus acontece em 4 de outubro deste ano, segundo calendário definido pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE). Mas, pressões externas defendem que, por conta do avanço do coronavírus (Covid-19), o pleito seja suspenso.

Veja o quadro:

 

 

Valéria Costa, para O Poder

Foto: Montagem

Com pandemia, ANP regulamenta funcionamento de postos no país

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Os revendedores de combustíveis automotivos em todo o país deverão funcionar, no mínimo, de segunda-feira a sábado, das 7h às 19h. A determinação consta de resolução da Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP).

A ANP informou que a orientação foi baseada no artigo 22, inciso XI, da Resolução ANP nº 41, de 5 de novembro de 2013.

Ainda conforme o órgão regulador, para eventuais funcionamentos em horário inferior ao indicado, os estabelecimentos devem encaminhar a solicitação para autorização da ANP, que publicou a resolução hoje (23).

Segundo a agência, a resolução define os procedimentos a serem adotados pelos seus agentes regulados, enquanto durarem as medidas temporárias de enfrentamento da emergência de saúde pública decorrente do coronavírus estabelecidas por estados e municípios.

“As medidas reforçam o cuidado com a garantia do abastecimento nacional e flexibilizam algumas obrigações, entre elas o horário de funcionamento dos postos de combustíveis”, informou a Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis, em nota.

Conteúdo: Agência Brasil 

Foto: Thomaz Silva/Agência Brasil 

Com pandemia, ANP regulamenta funcionamento de postos no país

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Os revendedores de combustíveis automotivos em todo o país deverão funcionar, no mínimo, de segunda-feira a sábado, das 7h às 19h. A determinação consta de resolução da Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP).

A ANP informou que a orientação foi baseada no artigo 22, inciso XI, da Resolução ANP nº 41, de 5 de novembro de 2013.

Ainda conforme o órgão regulador, para eventuais funcionamentos em horário inferior ao indicado, os estabelecimentos devem encaminhar a solicitação para autorização da ANP, que publicou a resolução hoje (23).

Segundo a agência, a resolução define os procedimentos a serem adotados pelos seus agentes regulados, enquanto durarem as medidas temporárias de enfrentamento da emergência de saúde pública decorrente do coronavírus estabelecidas por estados e municípios.

“As medidas reforçam o cuidado com a garantia do abastecimento nacional e flexibilizam algumas obrigações, entre elas o horário de funcionamento dos postos de combustíveis”, informou a Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis, em nota.

Conteúdo: Agência Brasil 

Foto: Thomaz Silva/Agência Brasil