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Manacapuru irá comprar R$1,8 milhão em água mineral

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No mesmo dia que o decreto de situação de emergência em Manacapuru (a 98 quilômetros de Manaus) tornou-se público, o prefeito do município, Beto D’Ângelo, assinou um Despacho de Homologação e Adjudicação autorizando a compra de R$ 1,8 milhão em água mineral. Ele foi divulgado na edição desta quinta-feira, 10, do diário da Associação Amazonense de Municípios (AAM). 

Conforme o documento, a compra será feita pela Dispensa Emergencial nº 004/2024 e executada pelo Fundo Municipal de Proteção e Defesa Civil (FMPDC). O fornecimento será feito pela empresa J H Comércio de Produtos Alimentícios LTDA-ME, de CNPJ nº 40.215.732/0001-13. De acordo com o Comprovante de Inscrição e Situação Cadastral da Receita Federal, a empresa tem sede em Manacapuru e a atividade econômica é o “comércio varejista de mercadorias em geral, com predominância de produtos alimentícios – minimercados, mercearias e armazéns”. 

Veja:

 

Priscila Rosas, para Portal O Poder

Foto: Divulgação

RR: Presidente da câmara de Boa Vista é solto

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O presidente da Câmara Municipal de Boa Vista, Genilson Costa (Republicanos), teve a prisão preventiva revogada pela Justiça Eleitoral na manhã desta quinta-feira, 10. Ele está preso desde domingo, 6, suspeito de crimes eleitorais e usurpação de bens da União. A Polícia Federal encontrou na casa do parlamentar R$ 26 mil em espécie, ouro bruto e armas de fogo.

O procurador do Ministério Público Eleitoral (MPE), Alisson Marugal, opinou pela soltura do vereador e, além disso, sugeriu que ele cumpra medidas cautelares.

Já a juíza relatora do habeas corpus, Joana Sarmento, votou pela manutenção da prisão. Outros dois magistrados acompanharam o voto. Em contrapartida, Tânia Vasconcelos foi a favor da soltura do acusado, tendo o voto seguido por Cláudio Belmiro, Vitor Oliveira e Cícero Renato.

O vereador não pode sair de Boa Vista sem autorização e deve comparecer ao juízo a cada dois meses.

A prisão

O vereador e presidente da Câmara Municipal de Boa Vista, Genilson Costa (Republicanos), foi preso pela Polícia Federal na noite de domingo, 6, suspeito de corrupção eleitoral. Na casa dele, foram encontrados ouro ilegal, cerca de R$ 26 mil em espécie, armas e munições.

A ação foi desdobramento de um flagrante de 14 pessoas realizado no sábado, 5, por crimes eleitorais. Durante a investigações, foi descoberto que o vereador estaria envolvido em compra de votos.

Durante o cumprimento do mandado de busca e apreensão, a Polícia Federal também encontrou documentos com informações de possíveis eleitores. Genilson Costa foi preso em flagrante por corrupção eleitoral e usurpação de bens da União.

O presidente da Câmara de Boa Vista ficou preso na Penitenciária Agrícola do Monte Cristo (Pamc).

 

RR: Resultado das eleições municipais pode ser uma arma contra Denarium

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Depois que aliados de Antonio Denarium (PP) conseguiram eleger-se prefeitos em 13 dos 15 municípios de Roraima, os movimentos do governador durante o período eleitoral entraram na mira da oposição, que diz esperar ver as “evidências de reincidência” de abuso de poder chegarem à análise do Tribunal Superior Eleitoral (TSE).

Denarium enfrenta três processos na instância máxima da Justiça Eleitoral por acusações de abuso de poder político e econômico em sua campanha à reeleição, em 2022, que podem levar a sua cassação.

Menos de três semanas antes do primeiro turno das eleições municipais este ano, o Ministério Público de Roraima publicou uma recomendação oficial para Denarium, seu vice Edilson Damião e os secretários estaduais se absterem de usar programas sociais para promover candidaturas aliadas em Pacaraima, Amajari e Uiramutã.

Ao fazer a recomendação, o promotor eleitoral Felipe Hellu Macedo apontou que o governador havia anunciado a entrega de kits escolares para as escolas estaduais indígenas no mesmo dia da convenção partidária de candidatos de seu grupo político, o que poderia “caracterizar abuso de poder político e, consequentemente, resultar na propositura de ação de investigação judicial eleitoral”.

 

 

Com informações da Veja

Candidatos Raione e Harben Avelar são investigados pela Justiça Eleitoral

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Os candidatos à Prefeitura de Coari (a 368 quilômetros de Manaus), Raione Cabrall e Harben Avelar. O motivo é abuso de poder econômico.

A ação é proposta pela coligação “Coari rumo ao futuro”. O caso tramita na 8ª Zona Eleitoral de Coari.

No pleito realizado no último domingo, 6, Harben e Raione saíram derrotados, com 47,78% dos votos válidos e 0,16%, respectivamente.

 

 

Da Redação

Antes de fechar a compra da Amazonas Energia, irmãos Batista querem garantias

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A Âmbar Energia, do grupo J&F, cogita de não concretizar o negócio para assumir a Amazonas Energia, controlada pela Oliveira Energia, caso a Aneel (Agência Nacional de Energia Elétrica) não garanta a segurança jurídica ao processo. A empresa entrará com um recurso pedindo nova votação sobre o plano de transferência pela diretoria até 5ª feira (10.out.2024), último dia de validade da medida provisória 1.232 de 2024, que viabiliza a operação.

Nesta 4ª feira (9.out), a Aneel convocou os executivos da Âmbar e da Amazonas Energia para assinar até as 12h a transferência da distribuidora e o termo aditivo ao contrato de concessão conforme o plano aprovado na 2ª feira (7.out) de forma monocrática pelo diretor-geral da Aneel, Sandoval Feitosa, e que está sub judice –ou seja, aguardando decisão judicial.

A assinatura, no entanto, não foi feita. Em resposta, a empresa dos irmãos Joesley e Wesley Batista divulgou nota afirmando que a recuperação da Amazonas só poderá ser atingida “caso a Aneel garanta as seguranças jurídica e econômica necessárias, por meio da aprovação do plano de transferência de controle apresentado pela Âmbar”.

“Sem isso, a empresa abrirá mão de seu direito de concretizar o negócio”, diz a nota. Para a empresa, em vez de assinar o plano original que foi aprovado pela Aneel por determinação judicial, o ideal seria a agência aprovar a sua proposta mais recente, que não correria risco de cair caso a Justiça mude de ideia.

Nesta 3ª feira (8.out), a agência votaria um recurso que a Âmbar tinha ingressado antes da aprovação sub judice. Foi retirado de pauta pelo relator, diretor Fernando Mosna, que entendeu que há “perda de objeto” no pedido de reconsideração uma vez que já houve a autorização por determinação judicial. Eis a íntegra do despacho de Mosna (PDF – 258 kB).

Na ocasião, o diretor-geral da Aneel, Sandoval Feitosa, criticou a retirada de pauta do recurso por Mosna, uma vez que a medida poderia representar um caminho mais seguro caso a aprovação sub judice caia no futuro. “Chegar ao fim desse processo sem chegar a uma decisão clara de um caminho a seguir terá consequências para o Estado do Amazonas”.

“Se a decisão judicial cair fora da vigência da MP teremos de fato que a transferência de controle não ocorreu. Caso haja decisão judicial que cancele a decisão anterior (que determinou a assinatura do contrato), aqueles atos serão nulos por efeito”, disse Sandoval, que afirmou ainda que se isso ocorrer a Amazonas seguiria sob controle da Oliveira Energia.

A Âmbar Energia, que se disse surpreendida pela retirada do recurso de pauta, informou que apresentará um agravo na Aneel contra a decisão monocrática de Mosna “que impediu que a diretoria apreciasse o plano de transferência de controle apresentado”.

“A Âmbar também solicitará que a diretoria da agência realize uma reunião extraordinária amanhã (5ª feira) para votar o processo. A aprovação do plano pela Aneel é a melhor alternativa para evitar custos de até R$ 20 bilhões para os contribuintes e garantir a segurança energética da população amazonense”, afirmou a empresa.

O plano aprovado pela Aneel em cumprimento à decisão judicial terá custo de aproximadamente R$ 14 bilhões nos próximos 15 anos. Esse dinheiro será bancado por todos os consumidores de energia do país. Isso por flexibilizações que serão cobertas pela CCC (Conta de Consumo de Combustíveis), um encargo cobrado na conta de luz. Também inclui aporte de capital de R$ 6,5 bilhões para a redução do endividamento da Amazonas Energia.

Leia a íntegra da nota da Âmbar Energia enviada nesta 4ª feira (9.out):

“A excelência na prestação de serviços para o consumidor de energia é uma premissa fundamental da Âmbar Energia para assumir a Amazonas Energia.

Essas condições só podem ser atingidas caso a Aneel garanta as seguranças jurídica e econômica necessárias, por meio da aprovação do plano de transferência de controle apresentado pela Âmbar.

“Sem isso, a empresa abrirá mão de seu direito de concretizar o negócio.

“Assim, a Âmbar Energia apresentará um agravo na Aneel contra a decisão monocrática do diretor relator Fernando Mosna, que impediu que a diretoria apreciasse o plano de transferência de controle apresentado.

“A Âmbar também solicitará que a diretoria da agência realize uma reunião extraordinária amanhã para votar o processo. A aprovação do plano pela Aneel é a melhor alternativa para evitar custos de até R$ 20 bilhões para os contribuintes e garantir a segurança energética da população amazonense”.

ENTENDA O CASO

A Amazonas Energia é a concessionária de distribuição no Estado do Norte. Desde antes da sua venda, em 2018, da Eletrobras para a Oliveira Energia, já apresentava um elevado nível de endividamento e inadimplência com obrigações setoriais. Em novembro de 2023, a Aneel recomendou ao governo a extinção (caducidade) da concessão.

A situação de insustentabilidade da Amazonas Energia perdura por décadas, acumulando perdas de mais de R$ 30 bilhões em 20 anos. Só com as térmicas da Eletrobras Eletronorte que forneciam para a distribuidora –e que também foram vendidas para o grupo J&F–, a dívida ultrapassa R$ 10 bilhões.

Além de problemas antigos da distribuidora, o Amazonas enfrenta um problema sério com os furtos de energia. Como mostrou o Poder360, a taxa de perdas não técnicas, os chamados “gatos”, supera o volume de fornecimento para todo o mercado de baixa tensão no Estado.

Quando foi privatizada, em 2018, o governo deu à nova gestão da Amazonas 5 anos de prazo para colocar a concessão de pé. Nesse período, as principais metas regulatórias exigidas da distribuidora foram flexibilizadas, evitando penalidades e garantindo a operação. No entanto, o prazo acabou em maio deste ano e a situação, em vez de melhorar, piorou.

A transferência do controle, a preço simbólico e com regras mais flexíveis, foi a alternativa mais viável encontrada pelo governo federal para salvar o serviço de distribuição de energia no Amazonas. As alternativas, que seriam a caducidade da concessão ou intervenção na empresa, trariam elevados custos para os cofres públicos e para as contas de luz.

Em 13 de junho, o governo publicou a MP (medida provisória) 1.232 de 2024. Estipulou a possibilidade de transferência do controle acionário como alternativa à caducidade (cassação) da concessão da distribuidora, recomendada pela Aneel em 2023. Como a MP não foi votada pelo Congresso –e nem deve ser–, caminha para perder a validade em 10 de outubro.

A MP exigiu que qualquer proposta pela Amazonas Energia precisa passar pela Aneel, a quem cabe avaliar se o plano atende às regras. A agência pode fazer exigências adicionais para autorizar o termo aditivo do contrato, que precisará “prever as condições para promover a recuperação da sustentabilidade econômico-financeira do serviço de distribuição de energia elétrica, com vistas a obter o menor impacto tarifário para os consumidores”.

De acordo com a MP de junho, se houver a transferência do controle da Amazonas, ficarão novamente flexibilizadas metas regulatórias e custos operacionais por 3 ciclos tarifários, ou seja, 15 anos. Dentre eles estão:

custos operacionais;

taxa de perdas não técnicas (furto de energia);

taxa de inadimplência.

Leia a cronologia do caso e as íntegras dos documentos:

jul.2023 – portaria (PDF – 438 kB) do MME cria grupo de trabalho para estudar o problema da Amazonas Energia;

nov.2023 – despacho (PDF – 153 kB) da Aneel recomendou ao MME a caducidade da concessão da Amazonas;

fev.2024 – grupo de trabalho do MME publica relatório (PDF – 2 MB) dando ao governo 3 caminhos para resolver o problema: A) caducidade do contrato, B) intervenção na distribuidora e C) adoção de medida legislativa flexibilizando novamente regras para a Amazonas Energia e solucionando custos operacionais da empresa;

jun.2024 – governo federal publica a MP 1.232 (PDF – 151 kB), que autoriza nova flexibilização de custos da Amazonas e a possibilidade de transferência da empresa para outro grupo econômico, por valor simbólico, como alternativa à caducidade;

1º.jul.2024 – Amazonas submete a Aneel a proposta de transferência feita pela Âmbar/J&F por meio de 2 fundos de investimentos do grupo (documento com teor da proposta é sigiloso);

set.2024 – juíza federal do Amazonas de 1º grau concede liminar (PDF – 320 kB) em atendimento a distribuidora determinando que a Aneel aprove a proposta de transferência em até 48 horas a partir da notificação (entregue em 25.set, às 16h40);

set.2024 – superintendências técnicas da Aneel emitem nota técnica (PDF – 2 kB) que recomenda a rejeição da proposta de transferência e reforça indicativo de caducidade;

set.2024 – Amazonas Energia informa a Aneel sobre mudanças na proposta original da Âmbar/J&F já no final da noite. Uma nova alteração foi apresentada no dia 27 de setembro (documentos sob sigilo);

set.2024 – Aneel faz reunião extraordinária para julgar processo diante do prazo dado pela Justiça, mas diretoria não chega a consenso e votação termina empatada. Foram 2 diretores contra, seguindo o voto (PDF – 937 kB) do relator, Ricardo Tili. E 2 a favor da transferência, conforme o voto divergente (PDF – 506 kB) da diretora Agnes Costa;

set.2024 – Amazonas Energia entra com nova ação (PDF – 183 kB) na Justiça do Amazonas pedindo que a adoção, em caráter liminar, de medidas interventivas na agência para aprovação da transferência, como dar ao diretor-geral voto de minerva ou o direito de emitir decisão monocrática sobre o caso;

1º.out.2024 – Aneel forma maioria para aprovar um plano de transferência alternativo, elaborado pela área técnica, com regras mais duras e custo menor para a CCC. Grupo J&F terá 24 horas para dizer que topará assumir a concessionária sob os novos termos;

out.2024 – Âmbar rejeita o plano alternativo da Aneel e entra com recurso pedindo a aprovação de uma nova proposta, com custo R$ 2 bilhões menor;

out.2024 – Aneel aprova transferência sub judice, seguindo os termos originais propostos pelas empresas através de decisão monocrática do diretor-geral, em cumprimento à decisão judicial;

out.2024 – Aneel cancela reunião e deixa de analisar recurso da J&F sobre a transferência, que poderia aprovar um plano mais seguro para a transferência.

Com informações do Poder 360

Foto: Reprodução

 

 

 

 

 

 

AC: Gladson ganha sobrevida com indefinição do STJ

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O governador do Acre, Gladson Cameli (Progressistas), se tornou réu em maio deste ano pelo Superior Tribunal de Justiça (STJ). A denúncia contra Gladson veio da Procuradoria-Geral da República (PGR), por esquema de desvio de recursos públicos.

Mesmo sendo acusado por lavagem de dinheiro, organização criminosa, corrupção passiva, peculato e fraude em licitação, Cameli não precisou ser afastado do cargo, pois os ministros do STJ negaram o pedido da PGR. Para tentar se salvar das acusações, o governador do Acre tenta uma aproximação do presidente Lula.

 

Enquanto não é julgado, Gladson se articula politicamente

 

Essas indefinições jurídicas facilitaram para que o governador pudesse aumentar sua influência em todo o estado do Acre. Na eleição de domingo, 6, Gladson conseguiu eleger a maioria dos prefeitos do interior e da capital. No interior, Gladson conseguiu eleger cerca de nove candidatos que tinham o apoio dele.

Enquanto não há definições no STJ, o governador segue crescendo politicamente no estado e ganhando ainda mais espaço. O partido de Gladson elegeu a maior bancada da Câmara de Vereadores na capital, Rio Branco.

 

Ludmila Dias, para Portal O Poder

Ilustração: Neto Ribeiro/ O Poder

 

Manacapuru decreta Situação de Emergência

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Um decreto emitido no dia 27 de setembro declarava situação de emergência em Manacapuru. O município, juntamente com o governo do Estado do Amazonas, havia considerado situação de emergência. Segundo o documento, o decreto era em virtude do severo período de vazante dos rios no estado.

A seca severa prejudicou o município. No decreto também há indicativos de que a estiagem dificultava as atividades de navegação, transportes de pessoas, alimentos e medicamentos. Também alertou sobre os alunos da rede municipal de ensino que foram prejudicados pela seca e que residem nas áreas afetadas.

Na última segunda-feira, 7, houve um deslizamento de terra no Porto da Terra Preta, orla do município. O acidente se deu por conta do fenômeno conhecido como “terras caídas”. O decreto de situação de emergência fica estabelecido por 90 dias, sendo possível a prorrogação caso necessário. O documento foi assinado pelo prefeito de Manacapuru, Betanael da Silva D’Ângelo.

 

 

Ludmila Dias, para Portal O Poder

Foto: Divulgação

 

Amazonas deverá ter mais dois deputados federais e seis estaduais

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Após o cenário do primeiro turno nas eleições deste ano, os candidatos que não tiveram êxito nessas eleições visam o próximo pleito, que ocorre daqui a dois anos. Um pedido feito pelo STF solicitou o aumento da bancada federal do Amazonas.

Na Câmara Federal, o número de cadeiras é de oito vagas. Com o pedido, o estado passa a ter direito a dez deputados federais. Enquanto alguns estados podem perder vagas, o Amazonas poderá ganhar mais espaço em Brasília. Na Aleam, atualmente, possui 24 vagas para deputado estadual. Com a decisão, poderão ser disponibilizadas até seis vagas a mais para os políticos amazonenses, totalizando 30 deputados estaduais.

 

 

Da Redação

Foto: Divulgação

RR: Câmara de Vereadores de Boa Vista está sem comando e sessões estão suspensas

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A Câmara Municipal de Boa Vista não vai realizar sessão nesta semana, conforme comunicado ao qual o Roraima em Tempo teve acesso nesta quarta-feira, 9.

O presidente da Casa Legislativa, Genilson Costa (Republicanos), está preso desde domingo, 6, quando a Polícia Federal deflagrou operação e encontrou dinheiro, armas e ouro. Ontem, dia 7, após audiência de custódia, a Justiça decidiu pela manutenção da prisão.

Por outro lado, a vice-presidente da Casa, Juliana Garcia (PP), que é sobrinha do governador Antonio Denarium (PP), está de licença-maternidade. Desse modo, também não pode comparecer às sessões. A vereadora também foi presa no dia das eleições. Apesar de negar de afirmar em nota que a ação policial foi apenas de cumprimento de busca e apreensão, a parlamentar pagou fiança de R$ 70 mil.

Além da quantia de R$ 7mil, os policiais encontraram uma arma, munições e equipamentos eletrônicos em sua residência. A PF deflagrou a operação após a prisão de um familiar da então candidata e de uma empresária no duas noites anteriores à eleição.

Vale uma observação para lembrar que, tanto o presidente como a vice-presidente da Câmara, presos por compra de votos, são do partido de Denarium e Hiran Gonçalves.

Câmara está sem comando

E como resultado de tudo isso, sem presidente e vice ,a Câmara de Boa Vista segue sem comando e com parte dos parlamentares envergonhando a população a qual representam.

A justificativa da Câmara pela não realização de sessões é de que o sistema apresentou problemas com travamento nos usuários, impossibilitando o cadastramento das matérias e sessões para a sessão ordinária.

Entretanto, abriu chamado com urgência junto à empresa contratada para manutenção no sistema e/ou restauração do backup de segurança. Mas devido ao horário avançado, não foi possível.

Diante do exposto informou a necessidade de transferirmos a sessão ordinária de hoje para a próxima quarta-feira, 16.

 

 

Com informações do Roraima Em Tempo

Cidades do rio Negro tiveram mais abstenções no primeiro turno

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Municípios amazonenses localizados na calha do rio Negro registraram alto índice de abstenção no primeiro turno das eleições municiais, realizado no último domingo, 6. Os números de acordo com dados do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) estão acima de 20%

Três cidades registraram falta de mais de 21% dos eleitores. São Gabriel teve 23,79% de abstenção, seguida por Barcelos, que registrou 23,05% de faltosos, e por Santa Isabel do Rio Negro, onde 21,75% dos eleitores não votaram.

Embora o índice de abstenção seja considerado elevado, alguns dos municípios da calha do rio Negro tiveram uma eleição bem disputada. Ou seja, o número de faltosos no pleito também pode ter contribuído para o resultado final.

Presidente Figueiredo teve uma disputa acirrada entre os candidatos. No município, 20,25% dos eleitores deixaram de votar.

Eirunepé foi outro município com decisão voto a voto. A abstenção na cidade nas eleições deste ano foi de 20,12%.

Em Parintins, o cenário não foi diferente. Os principais candidatos foram bem votados, mas a abstenção na ilha foi de 20,10%.

Manaus também teve alta abstenção

Em Manaus, o índice de faltosos também foi considerado alto, tanto que ultrapassa a margem alcançada pelo segundo classificado para a próxima fase do pleito para a prefeitura, Alberto Neto (PL), que teve, aproximadamente, 275 mil votos. A capital amazonense registrou um total de 19,37% de abstenção, com mais de 280 mil eleitores que deixaram de votar.

Comparando o primeiro turno de 2020 com o de 2024, houve um aumento de 15% no número de abstenções entre os eleitores.

 

 

Da Redação

Ilustração: Neto Ribeiro