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Urgente: Por unanimidade do TRE-AM, Sampaio está fora da eleição em Autazes

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Nesta quarta-feira, 2, o pleno do Tribunal Regional Eleitoral do Amazonas (TRE-AM) manteve a inelegibilidade do ex-prefeito de Autazes, Wanderlan Sampaio. Portanto, o candidato continua inelegível e não pode concorrer a eleição que acontece neste domingo, 6.

O procurador eleitoral Edmilson Barreiros do Ministério Público Eleitoral (MPE) manteve  o posicionamento do órgão para que Sampaio continue inelegível.

“Nos cinco acórdãos do Tribunal de Contas da União analisados, ficou comprovada a existência de irregularidades insanáveis, como a omissão na prestação de contas, desvio de verbas públicas e execução de contratos sem comprovação dos serviços prestados, que resultaram em dano ao erário, elementos configuradores de atos dolosos de improbidade administrativa, o que atrai a incidência da causa de inelegibilidade prevista no art. 1º, inciso I, alínea “g”, da Lei Complementar n° 64/90”, leu o juiz eleitoral Cássio Borges, relator do processo nº 0600369-77.2024.6.04.0035. 

 

Priscila Rosas, para Portal O Poder 

Ilustração: Neto Ribeiro/Portal O Poder

PM usa spray de pimenta em correligionários da oposição de Simão em Borba

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O major Rômulo Botelho agrediu o candidato Toco Santana em Borba, o ocorrido foi durante a caminhada que o candidato realizava no município. O vídeo foi divulgado nesta quarta-feira, 2. O Major é apontado como o influenciador do tumulto.

No início do vídeo, é possível observar Rômulo escondendo um spray de pimenta. Após a ação, o major agride o advogado Lucas Braga com um soco. Em outro momento, ele ataca a social media, Lauren Anita, jogando spray de pimenta para impedir que continuasse a gravação do vídeo.

O ato foi considerado criminoso e há suspeitas de que Rômulo esteja sendo pago por Simão Peixoto, atual prefeito de Borba. O objetivo seria perseguir Toco Santana e os apoiadores do candidato, na tentativa de intimidá-los.

A gestão atual vira alvo de críticas em meio por conta do desvio de conduta da polícia em uma caminhada pacífica. A equipe de Toco se pronunciou sobre o ocorrido e declarou que “O poder está na mão do povo”, reforçando a importância de uma resposta democrática contra a atual gestão.

 

 

Ludmila Dias, para Portal O Poder

Ilustração: Neto Ribeiro/ O Poder

 

Candidato de oposição é preso por jogar dinheiro em praça pública em Coari

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Em Coari, o candidato de oposição à prefeitura, Raione Cabral, foi preso na manhã desta quarta-feira, 2, pela Polícia Federal, após a divulgação de um vídeo em que Cabral aparece em comício jogando dinheiro para os eleitores.

No vídeo, é possível observar Raione jogando notas de dinheiro para o público presente. Até o momento, não foi divulgado se o advogado será liberado. Em nota, a PF informou que Raone prestou depoimento à equipe policial e pode responder pelos crimes de corrupção eleitoral e “caixa dois”. As penas, somadas, podem chegar a 09 anos de reclusão, além das multas.

 

 

Ludmila Dias, para Portal O Poder

Foto: Divulgação

RR: PGE opina por manter decisão do TRE e retirar União Brasil da disputa pela prefeitura

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A Procuradoria-Geral Eleitoral (PGE) sugeriu que o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) negue os recursos do deputado federal Antonio Nicoletti e da deputada estadual Catarina Guerra sobre a decisão do Tribunal Regional Eleitoral (TRE-RR) para deixar o União Brasil de fora da disputa pela Prefeitura de Boa Vista.

No parecer publicado nesta terça-feira, 1º, o vice-procurador-geral eleitoral, Alexandre Espinosa Bravo Barbosa reconhece a legalidade do acórdão do TRE com base na resolução da própria executiva nacional do União Brasil, que diz que o partido fica impedido de disputar as eleições em caso de anulação de alguma deliberação da convenção partidária, que foi o que aconteceu em Boa Vista.

TSE ainda deve julgar os recursos de Catarina e Nicoletti.

Entenda

O partido União realizou convenção dia 3 de agosto onde Nicoletti foi escolhido como o candidato com 11 votos. Catarina, que também demonstrou interesse, recebeu 6 votos.

Catarina então procurou a executiva nacional do partido, que emitiu um comunicado afirmando que ela seria a candidata. Ela então entrou com pedido de registro de candidatura no TRE-RR.

Ambos os postulantes entraram com pedido de impugnação dos registros de candidatura. Desse modo, no dia 1º de setembro, o juiz Breno Jorge Portela Silva Coutinho atendeu ao pedido de Catarina Guerra e deferiu a impugnação da candidatura de Nicoletti à Prefeitura de Boa Vista.

Além disso, o juiz Breno Jorge também determinou que a candidata do partido União em Boa Vista seja Catarina Guerra.

Nicoletti recorreu e, no julgamento, a maioria dos juízes decidiu que nenhum dos políticos deve participar do pleito.

Ambos os candidatos recorreram ao TSE com mandados de segurança. O ministro Nunes Marques deferiu a liminar de Catarina Guerra e ela voltou para a disputa. Já Nicoletti ficou inapto.

 

 

Com informações do Roraima Em Tempo

Foto: Divulgação

Publicação do UOL informa que PF está investigando prefeito de Manaus por corrupção

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Candidato à reeleição, o prefeito de Manaus, David Almeida (Avante), é investigado pela PF por suspeita de receber propina para favorecer uma empresa em licitações. O dinheiro teria sido entregue a Dulce Almeida, irmã do prefeito e secretária municipal de Educação.

O que aconteceu

Um relatório do MPF (Ministério Público Federal), ao qual o UOL teve acesso, aponta propina de R$ 100 mil. O montante teria sido entregue à irmã do prefeito por José Antonio Marques, sócio da Tumpex, empresa que faz a coleta do lixo em Manaus.

Em troca, o empresário teria recebido ajuda para vencer uma licitação de R$ 6 milhões para a Secretaria Municipal de Infraestrutura. Tratava-se de uma compra de sacos de ráfia, usados para transportar pedras, areia, entulho e outros materiais.

A informação foi obtida pela Polícia Federal por meio de escuta telefônica iniciada em 6 de março de 2022. O alvo era José Antonio. O sócio da Tumpex era investigado por sonegação fiscal, mas, em conversa gravada com outro empresário, ele mencionou a suposta propina para fechar contratos com a prefeitura.

A prefeitura negou as suspeitas. A Secom (Secretaria de Comunicação de Manaus) enviou email à reportagem afirmando que “a referida investigação está em curso, porém deverá concluir a inexistência de qualquer crime relacionado à gestão”.

De acordo com a Secom, o empresário “tentou vender um prestígio que não tem”. A prefeitura acrescentou que vai abrir “ações civis e criminais contra quem gerou estas falsas afirmações”. Também criticou o surgimento do assunto como tentativa de causar prejuízos eleitorais. Na avaliação da Secom, adversários tentam induzir a imprensa e, por consequência, a população a erro.

Sem relação com o poder público, diz a empresa. A Tumpex, por meio de seu advogado, confirmou a a investigação da Polícia Federal e ressaltou o sigilo judicial do processo. Mas disse que “cabe ressaltar que nenhum dos fatos investigados no citado apuratório guardam relação com qualquer agente público ou mesmo com parentes seus”. “Isso é, inclusive, expressamente frisado nas manifestações das autoridades encarregadas da persecução (PF e MPF) nos citados autos. A investigação em questão trata de possível prática de crimes contra a ordem tributária e ainda se encontra em fase embrionária.”

Além disso, o advogado Emerson Paxá afirmou que a “empresa não participa ou participou de qualquer licitação nas últimas décadas”. Ainda disse que “o contrato mantido com o poder público municipal remonta a gestões passadas e ainda se encontra em vigor”. “Por fim, esclarecemos que o senhor José Antonio não trabalha nem nunca trabalhou na empresa, não mantendo qualquer relação empregatícia ou de preposição com a empresa Tumpex.”

O prefeito David Almeida lidera as pesquisas em Manaus, com 29,5% das intenções de voto. Capitão Alberto Neto (PL), com 22,3%, e Amom Mandel (Cidadania), com 18,7%, vêm na sequência. Os dois estão tecnicamente empatados na margem de erro, que é de três pontos percentuais.

Nesta conversa, o investigado [José Antonio] afirmou que teria entregado R$ 100.000,00 (cem mil reais) para Dulcineia Ester Pereira de Almeida, atual secretária municipal de Educação de Manaus e irmã do prefeito de Manaus/AM, David Almeida, por possíveis favorecimentos em licitações. (Trecho do relatório do MPF)

Áudios apontam vazamento de informação privilegiada

José Antonio teria se encontrado pessoalmente com o prefeito no Hotel Cassina, quando ouviu que sua situação seria resolvida. A informação consta no relatório ao qual o UOL teve acesso e foi obtida pelos agentes da PF por meio de interceptação telefônica.

Em ligação em 24 de março de 2022, o sócio da Tumpex mencionou a outro empresário que teria recebido informação privilegiada. Os investigadores citam que o número de lotes da licitação era de conhecimento de José Antonio muito antes da publicação do edital, o que viria a ocorrer em 4 de abril.

A geolocalização dos celulares mostra que José Antonio esteve no mesmo lugar que o marido da sobrinha do prefeito. Pedro Thadeu de Moura é suspeito de fazer parte do suposto esquema. Ele é gerente de um banco onde o sócio da Tumpex “efetuava saques em espécie” com frequência.

A Prefeitura de Manaus informou que o Hotel Cassina é um prédio da administração municipal. Alegou que várias reuniões ocorrem no local e que o empresário nunca venceu licitações.

Pedro Thadeu de Moura não foi encontrado. O espaço está aberto a manifestações. O texto será atualizado em caso de posicionamento.

O investigado [José Antonio] confirmou que teria participado de uma reunião com o prefeito de Manaus no Hotel Cassina e [entrado] num lote de areia e num lote de brita, se referindo a licitações para o fornecimento destes materiais. (Trecho do relatório do MPF)

Mais indícios de vantagens ilícitas

A investigação apontou que o sócio da Tumpex teria recebido vantagens em mais duas licitações. José Antonio teria dito à irmã do prefeito que teria conhecimento “de 8 ou 12 lotes de compras da Secretaria de Infraestrutura”. Ele teria manifestado interesse nos contratos para R$ 19 milhões em pedra brita e R$ 16 milhões em areia.

A Polícia Federal apurou que a compra da brita de fato ocorreu. O contrato foi fechado no valor de R$ 20 milhões, valor superior ao estimado pelo sócio da Tumpex.

Segundo o investigado, ‘a areia é ainda mais fácil de fazer cambalacho’. (Trecho do relatório do MPF)

Pagamento antecipado

A investigação da PF aponta que o prefeito teria recebido propina antes mesmo de assumir o cargo. Em outra ligação, o sócio da Tumpex foi flagrado contando que pagou o montante à irmã do prefeito em dezembro de 2019.

De acordo com o inquérito, os R$ 100 mil foram desembolsados depois que David Almeida venceu a eleição, mas antes de assumir a prefeitura. As escutas detalham que José Antonio entregou duas remessas de R$ 50 mil a Dulcineia, à época coordenadora do Fundo Manaus Social.

Ele teria sinalizado intenção de fechar contratos com a Secretaria Municipal de Educação, comandada pela irmã do prefeito. O documento do Ministério Público Federal não aponta licitações vencidas por José Antonio nessa secretaria. Mas há menção a compras na Secretaria Municipal de Infraestrutura.

Eu [José Antonio] fui e arrumei 100 mil [reais] para ela [Dulcineia Almeida, irmã do prefeito’. Eu juro por Deus que eu arrumei. Aí eu arrumei os 100 mil para ela aí foi quando, foi… depois que ela assumiu, eu lá com ela. Lá na secre.. ela trabalha na prefeitura. Eu duas vezes fui lá com ela. (Sócio da Tumpex em conversa gravada pela PF)

Indícios de envolvimento do prefeito

O relatório do Ministério Público Federal enumera situações que reforçam as suspeitas:

  • A geolocalização do celular mostra que o sócio da Tumpex esteve na área do Hotel Cassina na data do suposto encontro com o prefeito David Almeida;
  • Os editais de licitação de brita e areia foram de fato elaborados em março de 2022, como mencionou o prefeito;
  • O empresário cita a entrega de R$ 100 mil à irmã do prefeito, mas não há negócio entre eles que justifique o pagamento.

O MPF vê que a menção não foi casual e o envolvimento do prefeito deve ser apurado. O caso foi enviado à Justiça Federal. O procurador pediu aprofundamento das investigações sobre as licitações envolvendo a Tumpex.

O caso, portanto, avança para além da mera citação ao nome [do prefeito de Manaus]. (Trecho do relatório do MPF).

A Polícia Federal logrou êxito em descobrir fortuitamente elementos que indicam que o investigado teria influência na Prefeitura Municipal de Manaus a fim de participar (e fraudar) licitações de forma privilegiada. (Trecho do relatório do MPF)

Notas frias e sonegação de impostos

A Polícia Federal chegou ao prefeito David Almeida enquanto apurava suspeita de sonegação pela Tumpex. Os investigadores investigavam contratos fictícios para gerar notas frias para a empresa de coleta de lixo.

A Tumpex teria deixado de pagar R$ 120,7 milhões em impostos entre os anos de 2016 e 2019. O não recolhimento seria possível porque as despesas não realizadas resultariam em notas frias que serviriam para a Tumpex ter direito a descontos em tributos.

Além da empresa de coleta de lixo, outra empresa chamada Soma teria sido usada no suposto esquema. Ela atua no ramo de terraplanagem e tem o mesmo quadro societário e endereço que a Tumpex.

Ambas receberam pagamentos milionários da Prefeitura de Manaus entre 2016 e 2019:

  • R$ 496 milhões para a Tumpex;
  • R$ 177,6 milhões para a Soma.

 

 

Com informações do UOL

Ilustração: Neto Ribeiro

MPF vai averiguar os serviços de saúde prestados aos povos indígenas no Tarumã-Açu

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O Ministério Público Federal (MPF) instaurou procedimento administrativo para averiguar e fiscalizar as políticas públicas no restabelecimento da prestação de serviços de saúde às comunidades indígenas localizadas na área de atendimento do polo base no Tarumã-Açu, em Manaus.

Há um acordo promovido nos autos da ação civil pública que garante a conciliação na Justiça Federal, no qual ficou estabelecido que os usuários do serviço de saúde indígena das aldeias do Tarumã Açu apresentariam nos autos da ação a forma e o processo que gostariam de ser consultados pelo Distrito Sanitário Especial Indígena (DSEI) em Manaus.

O pedido foi para que os servidores da unidade possam atender os usuários de forma que respeite a cultura, tradição e a organização social. O MPF irá acompanhar a Ação Civil Pública e saberá se as medidas de consulta e atendimento foram adotadas pelo DSEI, assegurando aos povos indígenas saúde e atendimento adequado.

 

 

Ludmila Dias, para Portal O Poder

Foto: Divulgação

A 4 dias da eleição, Adail Pinheiro lidera com folga disputa para Prefeitura de Coari, diz Pontual

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O Instituto Pontual Pesquisas realizou um estudo eleitoral para Prefeitura de Coari (a 368 quilômetros de Manaus) e coletou intenções de votos para Adail Pinheiro (Republicanos), Harben Avelar (PMB) e Josi Lopes (PT). Nos dias 25 e 27 de setembro foram coletadas 382 entrevistas, com margem de erro de 5,0% e intervalo de confiança de 95%.

A pesquisa eleitoral está registrada no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob número AM- 08994/2024, obedecendo, assim, à legislação vigente e cumprindo o rigor metodológico necessário para atender às resoluções específicas. No CONRE-7, o registro da Pontual Pesquisas é 8260 e o da estatística profª M. Sc. Alice Assis é 9079. O diretor executivo do instituto é o Prof. M.Sc. Eric Barbosa.

Adail Pinheiro na liderança

O candidato Adail Pinheiro se mantém na liderança da disputa pela Prefeitura de Coari, com 51,7% dos votos. Na sequência aparece Harben Avelar, com 34,1%. Josi Lopes ficou com 2,1% das intenções de votos.

Os que não quiseram opinar ou estão indecisos são 10,1%. Votos brancos e nulos totalizam 2,0%.

Decisão

Do total de entrevistados em Coari, 88,9% dos eleitores estão decididos sobre o voto no pleito deste ano. Já 8,8% ainda considera mudar o voto até domingo, 6. Os que não souberam opinar são 2,3%.

Outros mandatos

Adail Pinheiro é ex-prefeito de Coari. O político teve dois mandatos consecutivos, de 2001 a 2008, sendo eleito para um terceiro mandato, em 2012, com 43,0% dos votos válidos, porém não concluiu.

Confira a pesquisa.

 

 

Da Redação

Ilustrações: Neto Ribeiro

TV A Crítica realiza debate com os candidatos à Prefeitura de Manaus

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A cinco dias das eleições a TV A Crítica realizou, nesta terça-feira (1º), o debate entre os candidatos que concorrem à Prefeitura de Manaus. O evento teve a ausência do atual prefeito, David Almeida (Avante). O candidato Roberto Cidade (União Brasil) também não compareceu e mandou uma nota justificando que teria um compromisso no mesmo horário.

O encontro começou às 21h20 e foi até às 23h com apresentação do jornalista Chico Pinheiro, no novo Centro de Produção da TV A Crítica. Estavam presentes os candidatos Capitão Alberto Neto (PL) e Amom Mandel (Cidadania), e Marcelo Ramos (PT).

Depois da apresentação dos candidatos, o debate começou com Marcelo Ramos que perguntou a Amom Mandel sobre a saúde e a fila do Sisreg, que segundo ele, é a fila da morte. Amom Mandel respondeu que além da construção de um Hospital Municipal para desafogar a demanda da saúde,  prometeu Unidades Básicas de Saúde (UBS) e UPAs funcionando 24 horas.

Ainda no primeiro bloco, Marcelo Ramos disse sem citar nomes, que alguns candidatos queriam ser o cetro do debate. “Sobre a sua ótica eu quero afirmar que a segurança pública é responsabilidade do governo do Estado que tem a Policia Militar e Civil e que fecham às 17h as delegacias. A prefeitura pode voltar a colocar a guarda municipal na porta das escolas que protege muito mais que o sistema de câmeras. Vamos usar a guarda municipal para proteger escolas públicas e os coletivos. A responsabilidade da prefeitura com segurança publica é subsidiária.

Alberto Neto defendeu a implantação no município da Escola Cívico Militar. “Manaus é a pior da capital com o número de creches. Enquanto o prefeito gasta R$ 200 milhões com propaganda, temos 160 mil crianças foras das creches. Temos que ter Escola Cívico Militar com hino nacional,  hasteamento da bandeira, professor sendo respeitado. Vamos colocar em 503 escolas e vamos fazer assim como no vale do Silício vamos fazer o vale da floresta”, disse.

Marcelo criticou dizendo que uma escola básica é de crianças de cinco anos que não precisam marchar e fazer ordem unida. “Vamos fazer exame médico pois uma criança com problema de visão ou desnutrida não pode estudar bem”, disse.

Infraestrutura

No segundo bloco foram temas definidos e no sorteio foi infraestrutura e o primeiro a responder foi Marcelo Ramos que citou legados do Lula como a Arena da Amazônia, entre outros. “Temos que acabar com a esculhambação de fazer asfalto em um ano e ter que reformar de novo no outro. Temos um compromisso estruturante com a vida dessa cidade para fazer corredores exclusivos de ônibus para aumentar a velocidade e fazer viadutos. Tirar veículos de cargas nos horários de picos”, disse

Cultura

O próximo tema sorteado foi para Alberto Neto e comentado por Marcelo Ramos foi cultura. “O mundo todo tem curiosidade de conhecer a cultura manauara. Mas, infelizmente o artista da cidade está sendo desprestigiado quando o prefeito gasta milhões para trazer artistas de fora. Temos projeto para levar linha de credito de 20 mil para o pequeno artista que estão começando. Chegou a hora do mundo conhecer a cultura manauara. A minha vice comprou o Hotel Tropical e temos um grande projeto”, afirmou.

Saúde

Amom Mandel citou que o prefeito prometeu construir um hospital municipal e que com menos dos recursos para pitar as ruas, o prefeito de Santa Catarina fez um Hospital Municipal. “Como prefeito de Manaus quero construir o hospital municipal, ampliação do horário do atendimento medico para melhorar a saúde da cidade e o prefeito se manteve omisso e agora na eleição veio prometer tudo isso”, denunciou.

Para responder Alberto Neto disse que a saúde do estado está um caos e que vão construir o hospital dos olhos para zerar a fila de cataratas. “Vamos tornar as nossas UBS todas com horários estendidos”, disse.

Mobilidade urbana

Amom Mandel criticou o prefeito David Almeida que não trocou a frota de ônibus e com essa medida pode aumentar a velocidade e reduzir o consumo de combustível. “E a hora de mudar e reformar o transporte coletivo”, disse.

Marcelo Ramos citou o BRT que foi sucesso em outras capitais e que foi um projeto fracassado em Manaus. “Vamos fazer sinalização  inteligente que dê prioridade aos Ônibus  articulados diminuindo o curso operacional com ônibus mais rápidos”, explicou.

Segurança

Manaus é a terceira capitam mais violência e dominada pelo tráfico de drogas e de que maneira a guarda municipal poderia colaborar. Marcelo Ramos disse que a responsabilidade é do governo do Estado e citou os assaltos dentro dos ônibus. “Vamos atuar de forma subsidiária utilizando a guarda municipal para fazer a vigilância de espaços públicos, Praças, UBS que vão ter guarda municipal. Agora o prefeito tem que ter autoridade de exigir que o governador cumpra as suas obrigações”, disse.

Empreendedorismo

Alberto Neto disse que o comércio é quem mais emprega em Manaus e que é a chave e o empreendedorismo tem que ser incentivado. “A atual gestão transformou Manaus em uma cracolândia e o comércio está fechando às 16h. A prefeitura abandonou o empreendedorismo”, afirmou.

Amom Mandel que respondeu a fala de Alberto Neto disse que tem propostas de emprego e renda para os jovens que precisam do primeiro emprego em parceria com a Ufam. “A prefeitura gastou mais com festas do que no empreendedorismo”, criticou.

Perguntas entre os candidatos

No terceiro bloco foram perguntas entre os candidatos com temas livres. Alberto Neto perguntou a Marcelo Ramos sobre os eu projeto de mobilidade urbanas. As pessoas têm o direito de andar a é vamos fazer calçadas e ciclovias. Depois o transporte coletivo com corredor exclusivo e sinalização inteligente. Temos que respeitar as pessoas mais humildes que andam nos ônibus. Vamos retirar os veículos de cargas em horário de pico”, disse.

Formato

O formato do debate seguiu a tradição da divisão em blocos, permitindo que todos os participantes utilizem seu tempo de forma igual. A ordem dos candidatos foi sorteada previamente, o que exigirá dos prefeituráveis não apenas habilidade comunicativa, mas também precisarão definir as melhores estratégias de abordagem.

 

 

Augusto Costa, para O Poder

Foto: Reprodução

Aneel autoriza transferência de controle societário da Amazonas Energia para Âmbar Energia

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Durante Reunião Pública Ordinária desta terça-feira, 1º, a Diretoria da Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) autorizou a transferência de controle societário da Amazonas Energia para a Âmbar Energia, do grupo J&F, desde que seja feita nos termos da Nota Técnica Nº 188/2024.

Para a assinatura do termo aditivo ao contrato de concessão, a empresa deverá renunciar à discussão da matéria em âmbito judicial.

Na prática, com a decisão de hoje, a ANEEL separou o debate nas esferas judicial e administrativa. Na administrativa, a ANEEL decidiu concluir a Consulta Pública nº 21/2024 e aprovar a proposta das áreas técnicas da Agência. Já no âmbito judicial, há dois votos no sentido de cumprir a decisão judicial nos termos do Parecer de Força Executória emitido pela AGU e dois votos no sentido de indeferir o plano de transferência nos termos propostos pela Âmbar.

O processo judicial determinou à ANEEL promover a adoção das medidas necessárias à efetiva e concreta implementação das normas contidas na MP 1.232/2024 no que tange à assinatura dos Contratos de Energia de Reserva (CER).

Devendo ainda efetivar obrigação de aprovar imediatamente o plano de transferência de controle societário na forma apresentada em 28/06/2024, no processo administrativo n. 48500.000417/2019-86, pela autora em conjunto com a Futura Venture Capital Participações Ltda. e o Fundo de Investimento em Participações Infraestrutura Milão de Responsabilidade Ilimitada, com a assinatura do termo aditivo ao Contrato de Concessão n. 01/2019-ANEEL.

A Agência recorreu dessa decisão e aguarda manifestação do Judiciário.

 

Da Redação com informações da ANEEL

Foto: Divulgação

Justiça Eleitoral diz que vídeo é difamatório e manda Mateus Assayag excluir propaganda contra Brena Dianná

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A Justiça do Amazonas determinou, nessa segunda-feira, 30, a exclusão de uma propaganda eleitoral de Matheus Assayag (PSD) que associava Brena Dianná (UB) a ações supostamente ilícitas. Ambos concorrem ao cargo de prefeito de Parintins (a 369 quilômetros de Manaus). A decisão é da juíza eleitoral Juliana Arrais Mousinho.

Em pedido de direito de resposta proposto por Brena Dianná, a candidata afirma que Matheus Assayag realizou “publicações em suas redes sociais, Instagram e Facebook, com teor calunioso, difamatório e sabidamente inverídico, valendo-se de um vídeo manipulado e ilegal”.

Brena continua argumentando que Matheus Assayag a associou, de forma caluniosa, a uma “‘série de abusos de autoridade’, ‘uso desmedido do poder econômico’ e ‘instrumentalização da máquina pública para influenciar as eleições’”.

Na decisão, a magistrada entendeu que o conteúdo das publicações é ofensivo e destacou, ainda, “que não restam dúvidas quanto ao valor difamatório das publicações”. A juíza eleitoral disse que os fatos ofendem a honra de Brena Dianná.

“Tal conduta, portanto, é incompatível com o regular exercício do direito constitucional da liberdade de expressão, justificando o exercício do poder de polícia conferido a este Juízo, para reprimir tal ato, determinando a remoção imediata do conteúdo ofensivo publicado”, pontua a juíza eleitoral Juliana Mousinho.

Ainda na decisão, a magistrada oficiou a rede social Facebook para a remoção, no prazo de 24 horas, do conteúdo publicado no Facebook e no Instagram, e também proibiu a veiculação do conteúdo do vídeo que acompanha as publicações impugnadas para associar direta ou indiretamente Brena Dianná.

 

Da Redação com informações de O Convergente 

Foto: Divulgação