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Governador Wilson Lima lança oficialmente a 46ª Exposição Agropecuária do Amazonas

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O governador Wilson Lima (União Brasil) lança, nesta terça-feira, 24, a partir das 9h, a 46ª Exposição Agropecuária do Amazonas (Expoagro). O evento será realizado pelo segundo ano no Parque Multiuso de Exposição Agropecuária Dr. Eurípedes Ferreira Lins, inaugurado em 2023.

A feira começa nesta terça-feira, a partir das 9h e a programação contará com rodadas de negócios, como forma de fortalecer o setor primário local durante o período de estiagem, além da realização de cursos de capacitação, exposição de animais, atrações culturais, feira gastronômica, entre outras atividades.

Com informações Secom

Foto: Reprodução

Câmara vai recorrer da decisão que suspende CPIs da Semcom e da Corrupção

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A Câmara Municipal de Manaus (CMM), por meio da Procuradoria da Casa, vai recorrer da decisão judicial do desembargador Flávio Humberto Pascarelli Lopes, do Tribunal de Justiça do Estado do Amazonas (TJAM), que suspende os trabalhos das Comissões Parlamentares de Inquérito (CPIs) da Semcom e da Corrupção, instauradas na última quarta-feira, 18, na Casa Legislativa.

A Casa Legislativa tomou ciência da ação judicial impetrada pelo vereador Eduardo Assis (Avante) na tarde desta segunda-feira (23/09) e, em respeito à decisão, suspendeu a atuação das duas comissões. Contudo, a Procuradoria da Casa vai esclarecer ao desembargador que o trâmite para a abertura das CPIs foi feito dentro da legalidade, respeitando os devidos processos.

Outros três pedidos de suspensão da duas CPIs já haviam sido apresentados à Justiça no último fim de semana.

Os trabalhos da CPI da Semcom, que investigará o pagamento em dinheiro a um portal de notícias, no interior da Secretaria Municipal de Comunicação, estavam previstos para iniciar nesta segunda-feira. Já a chamada “CPI da Corrupção”, oficialmente conhecida como “CPI dos Contratos”, que busca investigar pagamentos a empresas ligadas a pessoas próximas ao prefeito de Manaus, iniciou suas atividades com uma reunião de abertura realizada na sexta-feira,20.

“Está claro que esta é uma manobra jurídica para tentar descredibilizar os trabalhos e evitar que esta CPI consiga apurar um fato que foi veiculado em todo o país”, destacou o vereador William Alemão (Cidadania), presidente da CPI da Semcom, em entrevista coletiva à imprensa no Memorial da Câmara.

“Vamos continuar lutando, vamos entrar com recurso, estamos na nossa prerrogativa, é nosso direto fiscalizar sim”, afirmou o vereador Lissandro Breval (Progressistas), que preside a CPI da Corrupção.

A Procuradoria da CMM ressaltou que a Casa respeita a democracia e autonomia dos poderes, e que a Câmara se manifestará em juízo, dentro de todos os prazos e passos legais existentes, esperando que a decisão seja revogada.

Da Redação, com informações CMM

Foto: Reprodução

Como Mauro Campbell pretende enfrentar as causas da morosidade

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Uma das prioridades do novo corregedor nacional de Justiça, ministro Mauro Campbell, é promover uma política voltada para o enfrentamento do volumoso número de processos em tramitação. O desafio foi anunciado em entrevista à revista “Justiça & Cidadania” sob o título “Muito além do controle disciplinar”.

Nas duas primeiras semanas de gestão, Campbell arquivou mais de quarenta representações no CNJ (Conselho Nacional de Justiça) contra magistrados acusados de excesso injustificado de prazo para a prática de atos de sua competência jurisdicional. A finalidade da representação por excesso de prazo é detectar e evitar a morosidade no Judiciário.

Campbell fundamentou suas decisões. Apontou os motivos para não dar prosseguimento a esses processos. Alguns foram remetidos aos tribunais aos quais os magistrados estão vinculados, cujas corregedorias são responsáveis pela supervisão dos trabalhos dos juízes e das varas de primeiro grau de jurisdição.

Vários reclamantes terão a possibilidade de indicar, no prazo de quinze dias, eventual desídia dolosa ou reiterada do magistrado citado, sob pena de arquivamento sumário.

Numa das decisões, o corregedor afirmou: “No último ano, o requerente formulou dezenas de requerimentos contra membros do Tribunal da Justiça, arquivados pela Corregedoria Nacional de Justiça, por motivos como a ausência de indícios de desvios funcionais ou a falta de elementos mínimos para o prosseguimento do feito [processo]”.

“É manifestamente incabível o reclamo que imputa infrações disciplinares a membros da Corregedoria-Geral e do Tribunal delJustiça, na tentativa de defender tese de suposta injustiça nos processos disciplinares a que o reclamante respondeu e se insurgir imotivadamente contra a pena que lhe foi aplicada.”

Outro reclamante escreveu: “(…) nesta data se completam 28 meses ininterruptos de luta, contra o mais poderoso oponente que me deparei em toda a minha vida, e também o mais covarde, por se utilizar de amigos poderosos do judiciário, para referendar e defender suas condutas impróprias”. 

Campbell decidiu que essa petição não alterou decisão já proferida. “Arquive-se definitivamente, independente da apresentação de novas petições”, determinou.

Uma representação contra magistrado trabalhista acusa o juiz de afastar testemunhas, coagir denunciante a desistir de perícia técnica. O reclamante apresentou lista de processos em que ocorreram máculas. Campbell, por cautela, enviou o caso à Corregedoria-Geral da Justiça do Trabalho.

“Há muito tempo, corregedorias do Judiciário têm servido apenas para fazer de conta que a coisa é séria. Na verdade, punem o juiz mais pelo descumprimento de prazos do que por corrupção”, diz o advogado Airton Florentino de Barros, ex-promotor de Justiça.

“Deixam de julgar o mérito de grande número de recursos de sua incumbência, sob o falso pretexto de não preenchimento formal de requisitos, como se os advogados não soubessem trabalhar”, afirma Barros. 

Estilos na balança

Há grande expectativa sobre como Campbell atuará na seara disciplinar. Seu antecessor, Luis Felipe Salomão, intimidou os juízes federais. Deixou o cargo com a imagem de corregedor rigoroso com juízes da Lava Jato e com magistrados bolsonaristas.

Campbell tem o perfil menos inquisitor. Mantém boas relações com Salomão. É identificado com o grupo de ministros do STJ que orbita em torno do advogado e ex-presidente Asfor Rocha. Sua gestão não deve reproduzir as gestões dos ex-corregedores Humberto Martins e João Otávio de Noronha.

O advogado Antônio Carlos Almeida Castro (Kakay) sugeriu que “os que se serviram e servem dos malfeitos do Judiciário não se regozijem da saída do ministro Salomão”. Campbell “tem a mesma honestidade e os mesmos caráter, independência, coragem e disposição”, disse Kakay.

Nas reclamações disciplinares que julgou nos últimos dias, Campbell manteve decisões dos antecessores. Escolheu juízes auxiliares que atuaram em correições e inspeções, entre os quais Fábio Montenegro (TJ-RJ); Márcio Boscaro, Cristiano de Castro Jarreta e Joacy Dias Furtado (TJ-SP); Roberta Ferme Sivolella (TRT-1) e Liz Rezende de Andrade (TI-BA).

No discurso de posse, o amazonense Campbell ressaltou a importância da preservação ambiental e os direitos dos povos originários. 

O novo xerife conta com a experiência das juízas Beatriz Fruet de Moraes (TJ-PR) e Carolina Ranzolin Nerbass (TJ-SC), que participaram de pesquisas sobre as populações ribeirinhas, quilombolas e indígenas na Amazônia.

 

Da Redação com informação de Folha de São Paulo

Foto: Divulgação

Desembargador suspende CPIs que investigam David Almeida e familiares  

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As Comissões Parlamentares de Inquérito (CPIs) instauradas na Câmara Municipal de Manaus (CMM) na sessão de quarta-feira, 18, foram suspensas em caráter provisório pelo desembargador Flávio Pascarelli, do Tribunal de Justiça do Amazonas (TJAM). A CPI da Semcom e dos Contratos devem apurar possíveis irregularidades na gestão de David Almeida (Avante) e familiares do prefeito. 

A bancada do Avante, representada pelo vereador Eduardo Assis, entrou com o pedido de suspensão na Justiça amazonense alegando que o presidente da Casa Legislativa, Caio André (UB), deixou de atender requisitos regimentais para abrir os procedimentos investigatórios, entre eles, não considerar a proporcionalidade entre os partidos representados na Câmara, questionar a escolha da presidência e relatoria serem do mesmo partido e a quantidade de membros. 

Em coletiva de imprensa, na tarde desta segunda-feira, 23, o vereador William Alemão (Cidadania), presidente da CPI da Semcom, disse que acatou o documento, mas que alguns pontos alegados não ocorreram durante a reunião dos líderes. O recebimento oficial foi feito pelo presidente da Casa. Por sua vez, a CMM disse que vai esclarecer ao desembargador que o trâmite para a abertura das CPIs foi feito dentro da legalidade, respeitando os devidos processos. 

Leia a nota na íntegra: 

“A Câmara Municipal de Manaus (CMM) informa que tomou ciência da decisão do desembargador Flávio Humberto Pascarelli Lopes, do Tribunal de Justiça do Estado do Amazonas (TJAM), que suspende os trabalhos das Comissões Parlamentares de Inquérito (CPIs) da Semcom e da Corrupção, instauradas na última quarta-feira, 18 de setembro, na Casa Legislativa.

Em respeito à decisão, a Câmara suspendeu a atuação das duas comissões. Contudo, a Procuradoria da Casa vai esclarecer ao desembargador que o trâmite para a abertura das CPIs foi feito dentro da legalidade, respeitando os devidos processos. 

A CMM se manifestará em juízo, dentro de todos os prazos e passos legais existentes, e espera que a decisão seja revogada.

As comissões configuram importante instrumento de transparência para a população manauara, uma vez que a chamada “CPI da Corrupção”, oficialmente conhecida como “CPI dos Contratos”, busca investigar pagamentos a empresas ligadas a pessoas próximas ao prefeito de Manaus; e a “CPI da Semcom” vai investigar possível pagamento em dinheiro dentro da sede da Secretaria de Comunicação do município, para pessoas ligadas a blogs.

A Câmara Municipal de Manaus ressalta que sempre respeitou a democracia e autonomia dos poderes e, da mesma forma, o fará, cumprindo a decisão judicial.”

David Almeida teria chamado parlamentares de “criminosos”

O presidente da CPI dos Contratos, vereador Lissandro Breval (PP), disse na sessão plenária desta segunda-feira, 23, que o prefeito David Almeida teria chamado os parlamentares que assinaram as CPIs de integrarem uma “organização criminosa”. 

“Somos vítimas de vários ataques, ataques do prefeito de Manaus que nos chamou de criminosos. O prefeito falou, isso tem vídeo, que quem assinou a CPI faz parte de uma organização criminosa. Eu não vou admitir que me chamem de criminoso. Vou tomar as medidas cabíveis e garantir meu direito de resposta. O que não podemos é sermos acusados de criminosos por estar fazendo o papel de vereador”, denunciou Breval.

O parlamentar ainda disse que fará o trabalho na CPI com muita seriedade e que buscará medidas cabíveis para garantir o seu direito de resposta. 

O documento assinado por Pascarelli está aqui. 

 

Priscila Rosas,para Portal O Poder 

Ilustração: Neto Ribeiro/Portal O Poder 

MP Eleitoral expede recomendação contra uso de fogos de artifício e propagandas ofensivas em Guajará e Ipixuna

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Para preservar a ordem pública, o Ministério Público do Estado do Amazonas (MPAM), por meio da Promotoria da 45ª Zona Eleitoral, expediu a recomendação aos candidatos majoritários e proporcionais das eleições municipais deste ano, nos municípios de Guajará e Ipixuna, para que não utilizem fogos de artifício com estampido em comícios políticos, evitem poluição sonora acima de 85 decibéis e não usem propaganda ofensiva, sobretudo às mulheres candidatas, sob pena de responderem a medidas judiciais.

A recomendação Nº 219.2024.000004, assinada pelo promotor eleitoral Ney Costa Alcântara de Oliveira Filho, utilizou como base o artigo 22 da Resolução Nº 23.610/2019 do Tribunal Superior Eleitoral, a qual determina que toda e qualquer propaganda eleitoral não perturbe o sossego público, com algazarra, abuso de instrumentos sonoros ou sinais acústicos, incluindo fogos de artifício com estampido, que emitem ruídos que podem atingir de 150 a 175 decibéis.

A medida tem como objetivo inibir a prática que, além de provocar poluição sonora, em situações de longa exposição humana em ambientes de ruídos extremos, pode sujeitar o corpo a estresse degenerativo capaz de abalar a saúde mental. A atividade atinge, principalmente, grupos vulneráveis, como pessoas com transtorno do espectro autista, crianças da primeira infância, pessoas com hipersensibilidade auditiva, animais e idosos. 

No documento, o promotor eleitoral Ney Costa Alcântara de Oliveira Filho mencionou o estudo publicado pela Organização Mundial da Saúde (OMS), o qual indica que exposições a sons que ultrapassem 65 decibéis fazem com que o organismo humano reaja aumentando o nível de cortisona no sangue, o que reduz a eficiência do sistema imunológico, aumentando o risco de infartos.

“A recomendação do Ministério Público para coibir o uso de fogos de artifício durante campanhas eleitorais é de suma importância no panorama atual, levando-se em consideração que os níveis de poluição do ar nas comarcas de Guajará e Ipixuna estão alarmantes. Visa ainda proteger o bem-estar da população, especialmente de idosos, crianças, pessoas com transtornos sensoriais e animais, que podem ser prejudicados pelo barulho e pela poluição, garantindo uma campanha mais segura, sustentável e inclusiva”, explicou o promotor.

Defesa das mulheres

Na mesma recomendação, o MPAM manifesta-se pela vedação de propagandas que veiculem preconceitos de origem, raça, cor, sexo e idade que visem caluniar, difamar ou injuriar qualquer pessoa, bem como entidades que exerçam autoridade pública, considerando o exercício como conduta ilícita conforme a Resolução nº 23.610/2019 do TSE. 

Na ocasião, a Promotoria de Justiça solicitou que os candidatos participantes do pleito se abstenham da utilização de mensagens visuais, sonoras ou audiovisuais que atinjam candidatas do sexo feminino por sua condição de mulher, sob a pena de configuração política de gênero.

“A participação feminina nas campanhas eleitorais é fundamental para promover a representatividade e a igualdade de gênero na política, trazendo perspectivas diversas e abordagens diferentes para questões sociais, econômicas e políticas, sendo assim a recomendação busca que seja respeitado esse direito, coibindo que seja utilizada propaganda política ofensiva às mulheres”, avaliou o promotor eleitoral Ney Costa Alcântara de Oliveira Filho. 

O promotor encaminhou a recomendação aos candidatos a prefeito e vereador e aos respectivos partidos políticos.

 

Da Redação com informações da assessoria de imprensa 

Foto: Divulgação

Após relatório do Banco Central, senador Omar volta a cobrar suspensão das bets até a regulamentação no Brasil

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O senador Omar Aziz (PSD) recebeu do Banco Central um estudo de que os benefícios do Bolsa Família estão sendo destinados para apostas online, totalizando o valor de R$11 bilhões em apostas via Pix, realizadas em mais de 56 plataformas de jogos de azar, conhecidos como Bets. Esse valor é referente ao período de janeiro a agosto deste ano.

Mais de 8 milhões de famílias recebem o benefício e a preocupação do senador é de que as apostas estão “destruindo famílias”, visto que pessoas em vulnerabilidade acabam perdendo o dinheiro nas apostas feitas. “De 100% que se joga, apenas 0,8% volta para o apostador. 99,2% ficam com as bets”, disse Omar em pronunciamento.

O senador destacou que as pessoas são convencidas por artistas, ídolos ou influencers e acabam aportando o dinheiro que seria para alimentação e posteriormente perdendo esse valor. O perfil dos apostadores mostra que jovens entre 20 e 30 anos aportam valores mensais entre R$100, para os mais novos, e R$3 mil, para os mais velhos.

Omar fez a solicitação para a regulamentação das operações de apostas no Senado, o pedido com os dados já foi encaminhado ao Procurador-geral da República, cobrando a suspensão dos sites de apostas pelo Supremo Tribunal Federal (STF).

Com informações da assessoria

Foto: Divulgação

TRE-AM multa David, Renato e Dulce Almeida por uso de cores da prefeitura

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O Tribunal Regional Eleitoral do Amazonas (TRE-AM) aplicou multa de R$ 10 mil no candidato à reeleição, David Almeida, e seu vice, Renato Júnior. A irmã do prefeito, Dulce Almeida, também foi multada em R$ 10 mil.

A decisão é motivada por uso de cores da prefeitura. “O grafismo ao lado do símbolo do
Município de Manaus influenciaria grande quantidade de eleitores por estar
identificado como característica institucional da gestão atual do prefeito”, diz trecho do documento.

David, Renato e Dulce já haviam sido alertados pelo TRE-AM. Os itens deverão ser removidos de todos os bens e equipamentos públicos do Município de Manaus em até dez dias.

 

 

Da Redação

Ilustração: Neto Ribeiro

TCE-AM nega recurso de Marina Pandolfo e mantém condenação

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O Tribunal de Contas do Estado do Amazonas (TCE-AM) negou o pedido de recurso feito pela defesa da prefeita de Nhamundá, Raimunda Marina Brito Pandolfo, para reconsiderar a representação movida por irregularidades no curso da realização de Pregão Presencial nº 018/2022 e na Ata de Preços nº 015/2022.

Foi julgada procedente a representação com pedido de Medida Cautelar em desfavor da prefeitura municipal, visto que é necessário vínculo permanente entre o órgão contratante e a empresa licitante, bem como a quitação do registro no órgão de registro competente. O Pregão desrespeitou a livre competitividade do processo e a isonomia entre os licitantes, como consta no processo.

A Corte de Contas considerou Marina como revel, quando o réu é comunicado e não se manifesta contra as acusações, e considerou também Romilson Freitas de Figueiredo, sócio da empresa RF-Comércio de Materiais de Construção-Eireli, como revel. Ambos não atenderam à notificação do TCE-AM.

A prefeita de Nhamundá deverá pagar multa no valor de R$ 13 mil, o pagamento deve ser recolhido no prazo de 30 dias. Marina pode receber nova notificação, caso a primeira não seja atendida.

 

 

Ludmila Dias, para portal O Poder

Foto: Divulgação

Empresa de telefonia faz acordo com DNIT para implementar cabos de fibra óptica pela BR-319

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O Departamento Nacional de Infraestrutura de Transporte (DNIT), por meio do superintendente Regional no Estado do Amazonas, Orlando Fanaia Machado, autorizou a implantação de fibra óptica na BR-319. Os trechos que receberão o serviço são nos km 13.000 ao 741.00, divisa com Roraima. O extrato foi publicado hoje, 23, no Diário Oficial da União.

Outro subtrecho que receberá os serviços é no fim da travessia do rio Amazonas, entre os quilômetros 13.000 e 741.000. A extensão total é de 616.850 metros quadrados que receberão os cabos de fibra óptica. Serão mais de 10 trechos ao todo, indo de encontro às divisas do Pará, Acre e Roraima.

Os serviços custarão R$ 5 milhões para os cofres públicos, com o valor base estipulado no mês de agosto deste ano. A permissão ocorreu sem ônus, por se enquadrar na condição de implantação de infraestrutura de telecomunicação. O contrato com a permissionária Claro S/A será de 10 anos. A expectativa é de melhorias nas redes de telecomunicação no Amazonas.

 

 

Ludmila Dias, para portal O Poder

Foto: Divulgação

Justiça Eleitoral multa Beto D’Ângelo e seus candidatos

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A Justiça Eleitoral multou o prefeito de Manacapuru, Beto D’Ângelo, em R$ 10 mil. A penalidade também foi aplicada aos seus candidatos no município ao pleito deste ano.

Conforme a 6ª Zona Eleitoral, a candidata à Prefeitura, Valcicleia Flores Maciel, e seu vice, Franz Geiler Melendez Chumbre, foram multados por propaganda irregular. Vídeos da campanha indicam favorecimento da atual gestão.

“Não se trata apenas do enaltecimento da gestão Beto/Valcicleia, trata-se da gravação de imagens para fins de campanha eleitoral em acesso restrito a alunos e professores e não para candidatos utilizarem em campanhas eleitorais”, diz trecho do documento.

Valcicleia e Franz deverão remover os conteúdos.

 

 

Da Redação